histórias, amor

Criança passa a noite toda ao lado de seu cachorro internado. Os amigos não desistem!

Aquele garoto entendeu tudo: a certeza de que há momentos em que você tem que ser responsável e companheiro. É tão simples, mas tão complexo. É humano.

E embora ele estivesse cansado, ele não queria se separar dele.
Quando adotamos um animal de estimação, rapidamente começamos a estabelecer um relacionamento forte. Eles se sentem protegidos e entendem que agora eles são parte de uma família, então eles se tornam fiéis e nunca vão querer ficar longe daquela pessoa que os faz tão felizes.

Mas, às vezes, acontecem certas situações que podem complicar as coisas … como uma doença que requer visita ao veterinário e internação.

Foi o que aconteceu com este filhote, que ficou doente e teve que ser operado com urgência. E enquanto tudo correu como esperado e a recuperação teve que ir ao veterinário, seu irmão mais novo e melhor amigo se recusou a ir para casa e voltar no dia seguinte.

O garoto pensou que seu cachorro ficaria com medo se ele não tivesse ninguém ao seu lado e decidisse passar a noite acompanhando-o. Porém ele não resistiu à fadiga e adormeceu na cadeira perto de onde seu animal de estimação descansou… mas nada importava se fossem os dois juntos.

Pelo menos é assim que pode ser visto na imagem compartilhada nas redes sociais pela Revista Sudestada e Editorial, com uma mensagem tão acurada, que emociona:

Talvez existam pessoas que não conheçam em profundidade o que significa ser criança e ter um animal de estimação. Talvez haja alguém lá fora que não saiba o que significa ficar acordado a noite toda em um veterinário porque seu cão é operado e está com medo. Talvez haja quem nunca encontre o amor por trás dessa foto, o amor por companheiros de andanças, lealdade para com outro ser vivo que é quase parte de si mesmo. Aquele garoto entendeu tudo: a certeza de que há momentos em que você tem que ser responsável e companheiro. É tão simples, mas tão complexo. É humano.

E você conhece esse tipo de amor?

Tradução feita pela CONTI outra, do original de UPSOCL.

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Porque as abelhas são indispensáveis para a humanidade?


As abelhas são há séculos uma das espécies mais importantes do mundo, pois com seu trabalho duro contribuem para a alimentação de milhões de pessoas, plantas e animais, garantindo que possamos sobreviver no planeta.
Embora seja pequena em tamanho, seu papel é fundamental nos ecossistemas com sua polinização, o que nos permite produzir a comida que consumimos diariamente, contribuindo para a segurança alimentar e nutricional do mundo.
A polinização é uma troca de pólen entre as flores e seu objetivo principal é conseguir a reprodução de qualquer tipo de semente e fruta, por isso, se este processo não for cumprido, não teremos alimento da maneira como o fazemos hoje em dia.

O papel da polinização também tem um impacto positivo sobre o meio ambiente, porque contribui para manter a biodiversidade e a dinâmica dos ecossistemas dos quais depende a agricultura mundial.

Além disso, as abelhas são famosas por seu papel no fornecimento de alimentos de alta qualidade, como mel, geleia real e pólen, além de outros produtos como cera, própolis e outros…
É por isso que a Organização das Nações Unidas (ONU) decretou o dia 20 de maio como o Dia Mundial das Abelhas, como forma de destacar o papel essencial que esses seres têm para manter a vida no planeta.
Esta data foi estabelecida porque neste dia nasceu Anton Janša, um dos maiores pioneiros da apicultura moderna e que pertenceu a uma família de apicultores na Eslovénia, uma actividade agrícola com uma longa tradição.

A importância
A ONU enfatizou que cerca de três quartos das espécies agrícolas do mundo dependem das abelhas para completar seu processo de desenvolvimento e produção de alimentos.
Alertas foram incendiados nos últimos anos, já que há uma diminuição considerável na população de abelhas no mundo devido ao uso de agrotóxicos na agricultura e poluição do ar, bem como eventos climáticos extremos gerados pela mudança climática.
“Pesquisas preliminares mostram que os poluentes atmosféricos interagem com as moléculas aromáticas liberadas pelas plantas que as abelhas precisam para localizar os alimentos. Os sinais mistos interferem na capacidade das abelhas de se alimentar, tornando-as mais lentas e menos eficazes na polinização “, disse a ONU.
Esse cenário complexo pode gerar uma crise na segurança alimentar do mundo, pois mais de 75% das lavouras dependem da polinização das abelhas. Além disso, estaríamos em risco diante de um aumento de surtos de pragas e doenças que causariam sérios problemas de saúde para a população do planeta.
Fatos divertidos
As abelhas devem visitar 4 milhões de flores e voar quatro vezes a distância ao redor da terra para produzir um quilo de mel.
As abelhas contribuem para a polinização de mais de 170.000 espécies de plantas no mundo.
Em média, uma abelha é capaz de produzir uma quantidade equivalente a 1/12 de uma colher de chá de mel em toda a sua vida
Um enxame de abelhas é composto de 30.000 a 60.000 abelhas operárias, 300 a 1000 zangões e uma abelha-rainha.
A abelha rainha geralmente vive de 1 a 4 anos, enquanto os trabalhadores vivem 6 a 8 semanas no verão e 4 a 6 semanas no inverno.

Publicado originalmente em: curiosidadesdaterra

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Soldado homenageia cão-bombeiro Barney com tatuagem: ‘Quando coração transborda, transparece na pele’

O labrador Barney, do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, pulou no Rio Urussanga em Içara, no Sul do estado, durante buscas por uma pessoa desaparecida. Após mergulhar, ele não retornou mais à superfície. O acidente ocorreu em 2 de maio. O cachorro atuava em situações de buscas e foi levado a Brumadinho (MG) para ajudar a encontrar vítimas.

“Quando o coração transborda, ele transparece na pele. Primeira sessão em homenagem ao meu parceiro, definitivamente marcado para sempre em minha vida. Meu Barney!”, escreve Rangel ao publicar a imagem em uma rede social.

O cachorro estava no batalhão em Lages, mas atuava em salvamentos em vários pontos do estado. No dia do acidente fatal, segundo os bombeiros, ele teria mergulhado para apontar o local onde estaria a vítima desparecida, mas não retornou à superfície.

Publicado originalmente em: G1.com

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Animais que ajudam quem tem epilepsia

Saiba como os pets podem prevenir, identificar e alertar quando uma crise se aproxima

Os amantes de animais encontram nesses bichinhos fontes inesgotáveis de companheirismo, amor sincero e muito carinho. Muitos são os benefícios de compartilhar uma vida com esses seres que tanto nos ensinam.

Como se não bastasse todas as vantagens de conviver com eles, especialistas estão criando correntes do bem que incluem a inserção de animais em tratamentos para vários tipos de doenças.

Os resultados da participação dos bichos como complemento de terapias têm apontado para o sucesso. Uma das doenças que podem ser tratadas com o apoio dos pets é a epilepsia. Saiba mais sobre a doença e como nossos amigos ajudam a tratá-la.

O que é epilepsia

A epilepsia é uma doença que se desenvolve a partir de uma anormalidade na atividade elétrica cerebral. As causas mais comuns para seu desenvolvimento são meningite, acidente vascular cerebral, traumatismo craniano, falta de oxigenação durante o parto e algumas doenças genéticas.

Essa anomalia é diagnosticada por meio de exames de ressonância magnética. Os tipos de crise epilética dependem da região do cérebro que será envolvida pela atividade elétrica. A crise convulsiva é a mais conhecida.

Os sintomas da convulsão são: contração muscular, salivação excessiva, respiração intensa e perda do controle das atividades fisiológicas, como urinar e defecar.  É muito comum que os portadores de epilepsia mordam a língua quando estão em crise convulsiva.

Além da convulsão, os epiléticos podem apresentar sintomas de desligamento, em que ficam com olhar fixo. Nesse caso, a região cerebral atingida está relacionada à capacidade de falar.

Nas crises de desligamento, é comum que os portadores da doença façam movimentos automáticos, como piscamento, tentativa de pegar objetos e deglutição.

Epilepsia em números

De acordo com dados fornecidos pela Organização Mundial de Saúde, cerca de 50 milhões de pessoas em todo o mundo têm epilepsia. Dentre os casos registrados, 80% dos epiléticos vivem em países de baixa e média renda.

Ainda que os remédios sejam eficazes, três quartos das pessoas não recebem o tratamento adequado.  No Brasil, a doença atinge 1,9 milhões de pessoas. Pelo menos 25% dos pacientes brasileiros com epilepsia são portadores em estágios mais graves.

Sempre alerta! Pets detectores de epilepsia

Existem animais que, além de possuírem o pacote completo de fofura, desenvolvem habilidades mais que especiais. Eles são capazes de detectar ataques de epilepsia nos humanos e, melhor ainda, podem evitar que eles aconteçam.

E quem são esses pets salva-vidas? Sim, são os cães, os melhores amigos e verdadeiros anjos da guarda. Veja como eles desenvolvem a habilidade para cuidar de um portador de epilepsia:

Treinamento de cães para prevenir crises – Existe uma diferença entre cães que possuem um comportamento instintivo e natural diante de uma crise de ataque epilético e cães que são realmente treinados para esse fim.

Os cães que são adestrados para isso são chamados “cães de alerta”. Eles são treinados para realizarem tarefas específicas que são muito importantes, principalmente nos momentos depois da crise.

Perfil dos cães de alerta – Os comportamentos desses cães não estão relacionados a raças. No entanto, um padrão que vem sendo estudado por especialistas revela que os animais de grande porte são mais bem preparados.

Além disso, a quantidade de fêmeas que são destinadas para esse fim é maior em relação aos machos.

Identificando os sinais – Para saber se o amigo humano está prestes a ter uma crise, os cães são treinados identificar alguns sinais. Isso evita ataques de convulsão e permite que a assistência médica, caso seja necessário, seja solicitada.

Que sinais são esses? Os cachorros são muito sensíveis a ruídos e odores. São esses os principais norteadores para que eles sejam capazes de identificar as mudanças em seus amigos.

Assim, o cheiro, o tom da voz e o comportamento da pessoa vai acionar o alerta em seu amigo de quatro patas.

Atitudes que os pets tomam quando identificam o ataque – Os cães podem ser treinados para se comportarem de várias maneiras ao perceberem que a crise epilética se aproxima. Não devemos subestimar sua inteligência, eles aprendem muito rápido!

Dentre os comportamentos mais comuns, podemos citar: latidos constantes, gemidos para chamar a atenção de outras pessoas e bloqueio de lugares que oferecem riscos aos humanos, como escadas e janelas.

Além disso, eles são capazes de pressionar botões de alarmes, pegar um aparelho de telefone, despertar uma pessoa e abrir portas para que os vizinhos percebam que alguém precisa de socorro.

Habilidade em correr contra o tempo – Estudos têm apontado que alguns cães podem ser capazes de identificar ataques epiléticos com até 45 minutos de antecedência. Isso é extremamente importante para que os donos se tenham tempo de se prevenir.

O que muda na vida das pessoas que são assistidas por cães de alerta

Diminuição do risco de acidentes – As crises acabam gerando alguns acidentes, como quedas e impactos na cabeça. Com o alerta do amigo de quatro patas, é possível que as pessoas procurem um local seguro.

Redução das crises – Um estudo realizado pelo Hospital Universitário Thomas Jefferson de Filadélfia revelou que a quantidade de crises reduziu em 14% em pacientes que passaram a conviver com cães de alerta durante um ano.

Além disso, o tempo de duração de um ataque também diminui consideravelmente. A estabilidade, saúde e segurança têm assumido o lugar que antes era ocupado pelos ataques.

Melhoria da qualidade de vida – Quem convive com cães de alerta relata possuir maior segurança para realizar as atividades do dia-a-dia. Bem-estar, sensação de felicidade e conforto também são sentimentos presentes em quem convive com esses pets.

Caso você tenha alguma dúvida sobre a terapia animal em casos de epilepsia, procure um veterinário 24h.  Ele irá te orientar sobre como encontrar cães e locais de treinamento para que essa corrente do bem cresça cada vez mais.

 

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TRATAR CACHORRO COMO SE FOSSEM PESSOAS

TRATAR CACHORRO COMO SE FOSSEM PESSOAS:

“É comum ouvir críticas a quem trata cachorro como se fosse gente. Concordo.

Cachorro é cachorro, gente é gente.
Cachorro tem que ser tratado como cachorro – com respeito à sua fidelidade, ao seu caráter. Porque cachorro não trai.
Não mente.

Cachorro te ama pelo que você é, seja lá quem você for: ministro do Supremo, senador ou indigente.

Cachorro não finge, não forja, não frauda. Cachorro só sabe o que sente.
Cachorro não faz jogo de cena. Não guarda mágoa.

Cachorro é emocionalmente inteligente. Perdoa sem que você tenha que implorar perdão.
E, uma vez perdoado, o perdão é permanente.
Por que haveríamos de tratar um ser assim como se fosse gente?

Gente a gente também não deve tratar como cachorro.
Porque não é qualquer um que merece carinho na barriga, cafuné na orelha, demonstração de amor sem motivo aparente.

Gente não morde. Mas há outras formas de se cravar o dente.
No coração, no bolso, na alma.
Por vezes com veneno de serpente.

Gente fofoca, inveja, calunia. Te beija enquanto te entrega, e te odeia, sorridente.

Cachorro obedece, respeita, se submete. Mas só gente é subserviente.
Gente ama com ressalvas, faz promessas que não cumpre.
Só cachorro (e uma ou outra mãe) é que ama incondicionalmente.

Por que tratar como cachorro – que fica ao seu lado até a morte – alguém que te abandona de repente?

Não. É totalmente sem noção e incoerente tratar gente como se fosse cachorro – e tratar cachorro como se fosse gente.”

Autor desconhecido

amor, histórias, notícias, saúde

Cães fazem a alegria da Pediatria do Hospital das Clínicas da UFMG

Projeto de terapia assistida explora laços entre humanos e animais

Três cachorros, acompanhados de suas tutoras, fizeram a alegria do setor de Pediatria do Hospital das Clínicas da UFMG, na manhã deste sábado, dia 6. Crianças, mães e profissionais do Hospital vivenciaram momentos de descontração durante a visita da equipe do projeto Amigos pra cachorro.

A ação foi idealizada em sala de aula, durante uma disciplina ministrada pela professora Maria Izabel de Azevedo, do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, da Escola de Veterinária. Ela e três alunas desenvolveram o projeto, que se baseia na Terapia Assistida por Animais.

Para a superintendente do Hospital das Clínicas, professora Andréa Maria Silveira, o laço entre seres humanos e animais traz muitos benefícios: “Sabemos, pela literatura internacional, que a interação dos humanos com os animais, que é muito antiga, traz efeitos muito benéficos para pessoas doentes, principalmente para crianças”, analisa. Entre os pontos positivos, a professora destaca que brincar com animal ajuda a tirar o foco da dor e da doença, além de diminuir a ansiedade, a melancolia e estimular o bom humor.

Segundo a professora Maria Izabel, os cães são ideais para esse tipo de terapia. Para a visita, foram selecionados animais sadios e dóceis que passaram por avaliação clínica e higienização. A TV UFMG acompanhou a atividade e mostra como foi a reação das crianças. Assista:

 

Equipe: Olívia Resende (produção e reportagem), Ravik Gomes (captação e edição de imagens).
Publicado originalmente: UFMG
notícias

Relação de crimes contra animais pode ser indício de crimes contra pessoas

Os maus tratos contra animais são muitas vezes o indício de abusos contra pessoas também : os animais, além de serem vítimas da violência, servem para manipular, intimidar e agredir as vítimas humanas emocionalmente.

Os crimes contra animais de companhia são muito frequentes, porém tem sido pouco falado da sua relação com outros fenômenos de violência. A forma como os animais são tratados no seio de uma família é fundamental para interpretar as relações entre as pessoas que a constituem e a sua dinâmica familiar.

Vários estudos internacionais demonstram uma relação direta entre a violência contra animais e outros tipos de violência, sendo crescente o reconhecimento de que a violência doméstica, de pessoas idosas, animais o abuso infantil, ocorrem frequentemente nos mesmos lares.

Ou seja, os maus tratos contra animais são muitas vezes a “ponta do icebergue”: os animais, além de serem vítimas de violência, servem para manipular, intimidar e agredir as vítimas humanas emocionalmente, impedindo-as até de sair de casa (desde logo pela falta de respostas que permitam que as vítimas saiam acompanhadas dos seus animais). Diz um estudo da National Link Coalition on Violence Against Animals que 15% a 48% das mulheres adiam a saída de uma situação de abuso com receio pela segurança dos seus animais de companhia.

Também o impacto emocional sobre as crianças que possam ter testemunhado atos de violência contra os animais que integram a sua família pode ser devastador e ter consequências no desenvolvimento da sua personalidade.

Mas a correlação da violência vai mais longe, não se estendendo somente aos crimes de violência doméstica, mas incluir, também, crimes em séries, que se iniciam muitas vezes com crimes contra animais.

Nos Estados Unidos, desde 2016 que o FBI alterou a categorização dos crimes contra animais e passaram a registá-los na base de dados criminal, a par dos crimes violentos e tipificados como “crimes contra a sociedade”, como os homicídios. Desta forma, seria mais fácil identificar os fatores de risco e atuar na prevenção da violência. Este registo permite revelar uma imagem mais completa da natureza da crueldade com os animais e a sua relação com a escalada de violência contra pessoas, sensibilizando a população para esta correlação.

Como demonstram diferentes estudos de sociólogos, psicólogos e criminologistas nos últimos 25 anos, os agressores em casos de crueldade animal frequentemente não ficam por aí e passam a cometer atos de violência contra humanos. Um estudo realizado em 1997 pela Northeastern University e Massachusetts SPCA demonstrou que quase 40% dos abusadores de animais cometeu crimes violentos contra pessoas.

Em Portugal, apesar dos crimes contra animais constarem já do Relatório Anual de Segurança Interna, não existe ainda uma análise integrada destes crimes com outras realidades criminais, em particular com a violência doméstica, que tem aumentado dramaticamente no nosso país.

Em causa estão precisamente comportamentos como maus tratos aos animais de companhia da vítima ou ameaças à vítima, às suas crianças ou aos seus animais, uma associação de comportamento denominada “roda do poder e do controle” que tem o intuito de intimidar, manipular ou coagir a vítima.

Ao ser identificada uma situação de maus tratos a animais, os diferentes profissionais que são chamados a atuar nestes casos devem estar aptos a, além de proteger o bem-estar do animal, poderem reconhecer os sinais de risco e de conexão deste tipo de violência para que possam adequar procedimentos e travar o ciclo de violência. Ou seja, além do respeito que a vida animal  merece, podemos estar até perante uma situação mais complexa em que também as pessoas daquele contexto familiar estão em risco.

É essencial não só a adequação da legislação, que tem necessariamente de ser reformulada, mas também formar os diferentes profissionais que vão intervir para que possam estar preparados para reconhecer os diferentes tipos de violência, incluindo a violência contra animais, e conhecer os procedimentos juridicamente adequados para cada caso, travando o mais cedo possível o ciclo de violência.

Porém, para que tudo isto aconteça, é necessária a tão falada mudança de mentalidades: a violência contra animais deve ser reconhecida como parte integrante da violência contra pessoas, em particular no contexto familiar. E só reconhecendo o vínculo afetivo existente entre as vítimas humanas e não humanas, assim como a relação entre a violência contra pessoas e contra animais, poderemos ter um ponto de partida para uma efetiva prevenção destes crimes.

Qualquer ato de maus-tratos envolvendo um animal deverá ser denunciado na Delegacia de Polícia. Aconselhamos que os casos de flagrante de maus-tratos e/ou que a vida de animais estejam em risco, acione a Polícia pelo 190 e aguarde no local até que a situação esteja regularizada. A Lei 9605/98 (Lei de Crimes Ambientais) prevê os maus-tratos como crime de comina as penas. 

Sempre denuncie os maus tratos. Essa é a melhor maneira de combater os crimes contra animais. Quem presencia o ato é quem deve denunciar. Deve haver testemunha, fotos e tudo que puder comprovar o alegado. Não tenha medo. Denunciar é um ato de cidadania. 

 Exemplos de Maus-Tratos

– Abandonar, espancar, golpear, mutilar e envenenar;
– Manter preso permanentemente em correntes;
– Manter em locais pequenos e anti-higiênico;
– Não abrigar do sol, da chuva e do frio;
– Deixar sem ventilação ou luz solar;
– Não dar água e comida diariamente;
– Negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido;
– Obrigar a trabalho excessivo ou superior a sua força;
– Capturar animais silvestres;
– Utilizar animal em shows que possam lhe causar pânico ou estresse;
– Promover violência como rinhas de galo, farra-do-boi etc..

Artigo 32 da Lei Federal nº. 9.605/98. É considerado crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, doméstico ou domesticados, nativos ou exóticos. Pena – Detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano e multa.

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Fonte: publico.pt
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Fotógrafo capta o momento exato em que cães tentam pegar biscoito no ar. E suas reações são simplesmente impagáveis

O fotógrafo alemão Christian Vieler é conhecido pelo seu trabalho com cães. Desde 2012, quando comprou uma nova câmera para trabalhar por sua conta, Vieler, que também é jornalista, criou um projeto no qual resolveu captar a expressão facial dos nossos amigos caninos.

A ideia do alemão é registrar o momento exato em que um cão recebe um biscoito jogado no ar. E as caras e bocas capturadas nas fotos são impagáveis.

“Sempre que eu tiro uma foto eu procuro o momento certo, quando o cão está se portando da maneira mais bonita ou engraçada possível”, diz o fotógrafo. “Eu tiro uma foto instantânea da cada ‘cãovidado’ que vai ao meu estúdio. Algumas fotos ficam realmente boas”, completa.

Vieler é capaz de capturar expressões magníficas. Pânico, desejo, alegria… o que um biscoitinho jogado no ar é capaz de fazer com um cão, você confere nas fotos abaixo.

Imagens: Christian Vieler

Fonte: Bestofweb