adoção, notícias

Cachorra para adoção

Mais um caso onde o cachorro não coube na mudança… Está cadelinha está a procura de um lar definitivo!

Linda, brincalhona, carinhosa, sociável com outros animais, aproximadamente 1 ano e meio, porte pequeno/médio (+-12kg), vacinada, castrada e vermifugada.

Ajudem a divulgar, só assim ela terá a chance de ser adotada por uma família de verdade!!!!

Está em São Paulo
Contato:  (11) 96399-9937 – Amanda Vetorazzo

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curiosidades, notícias

Enquanto você não amar um animal, sua alma estará adormecida

    Enquanto você não descobrir o que implica amar um animal, não terá conseguido compreender o que é a nobreza e o despertar de emoções que podem curar a alma. Dar amor a um cão, a um gato ou a qualquer ser vivo por menor, mais inquieto e singular que seja, é se enriquecer e descobrir que eles podem ter sentimentos tão valiosos quanto os nossos.

    Todos já lemos inúmeras vezes sobre os benefícios de ter um animal de estimação em casa. Agora, o que é mais interessante ainda é descobrir que tudo isso tem um claro impacto com relação à economia na saúde pública. Segundo diversas pesquisas, os animais nos poupam diversas visitas ao médico, o que ajuda a saúde a economizar cerca de 3 milhões de euros por ano em países como Alemanha e Áustria.

     Amar um animal é ver-se refletido no seu olhar que espera tudo de nós, que convida a um carinho, que arranca um sorriso e emoções nobres. A única coisa que ele pede em troca é amor.

     Cada um de nós poderia relatar com grande carinho esse momento em que alguém muito especial chegou em casa e a deixou do avesso. Do mesmo jeito que com nossos corações. Alguma coisa desperta em nosso interior quando adotamos um cão, quando resgatamos um gatinho da rua, faminto, sujo e precisando de afeto.

     É como se uma luz lá do fundo se acendesse, como se um mecanismo peculiar movesse as engrenagens da mudança para nos ajudar também a sermos pessoas melhores.

O animal “remédio” e as terapias milagrosas

    Começaremos contando o caso de Claudia, uma paciente com Alzheimer que havia deixado de sentir interesse pelo mundo. Nenhuma atividade que realizava na sua residência produzia mudança no seu estado, exceto uma: quando os técnicos de animação sociocultural traziam 4 cadelinhas treinadas para este tipo de terapia.

    Claudia tinha preferência por uma das cadelinhas. Só de vê-la o seu olhar se acendia e a sua energia despertava para se conectar com força à realidade. Nunca falhava. Segundo depois, esta paciente pegava este animal nos braços, o beijava e lhe contava inúmeras coisas. Graças a esta interação foi possível diminuir a administração de diversos remédios orientados para a resposta física, cognitiva e emocional. Os animais são verdadeiros remédios para as pessoas.

    Segundo um estudo publicado na revista “Frontiers in Psychology” este “despertar” pode estar relacionado à ativação da ocitocina, conhecida como o hormônio do amor, do afeto e do carinho. Quando seus níveis aumentam, surge uma série de disparadores psicológicos e psicofisiológicos que favorecem que as pessoas estejam mais presentes e, por sua vez, que sejam mais receptivas a tudo que implique aspectos emocionais (abraços, carícias, palavras carinhosas…).

Olhar dos nossos animais

    Às vezes um animal pode até mesmo estabelecer uma melhor conexão emocional com o olhar do que uma pessoa.

     Um animal tem uma capacidade de conexão emocional realmente incrível, seja através de um simples gesto ou de um olhar. De fato, sabe-se que o contato visual entre um cão e o seu dono é tão genuíno e sincero que, graças a isto, o vínculo entre ambos se fortalece.

    Existem muitos tipos de amor, mas o que se pode sentir por um animal é uma coisa excepcional que tira o melhor de nós mesmos e que, por sua vez, nos ajuda a sermos melhores pessoas.

     Segundo uma pesquisa interessante publicada na revista “Science“, os cães reconhecem o sorriso da pessoa, mostram empatia e inclusive sabem interpretar nossas emoções só de nos olhar nos olhos. Tudo isso seria resultado de tantos anos de evolução em comum, nos quais criou-se um vínculo excepcional que vai além de raças ou tamanhos. Emerge diretamente dos genes e do coração.

Nos transformamos naquilo que vemos no olhar dos nossos animais de estimação

    Dizem que o olhar do nosso cão é o melhor espelho para ver o reflexo das nossas próprias almas. É uma verdade tão verdadeira que merece a nossa atenção.

     Se algum dos animais que criamos se esquiva e o seu olhar tem o reflexo do medo, com certeza existe alguma coisa que não anda bem. O temor se nutre de um impacto emocional negativo.

     Agora, poucas coisas podem ser tão terapêuticas quanto chegar em casa desanimado e com as lágrimas queimando como grãos de areia nos olhos para, de repente, nos vermos refletidos no olhar do nosso próprio cão ou do nosso próprio gato. É como se nos abraçassem e nos dissessem que “vai dar tudo certo”.

     Para nossos animais somos a coisa mais bela do seu mundo e isto não se refere apenas à necessidade de alimento. Eles também precisam receber afeto.

     O olhar de um animal serve de espelho para fomentar nossa “autoaceitação”. Seus olhos sinceros nos oferecem outra perspectiva com a qual relativizar os problemas, ansiedades e o estresse. É suficiente abraçá-los e logo o mundo volta ao seu equilíbrio.

     Essa dose maravilhosa de ocitocina que nossos animais de estimação nos dão nos permite reconectar-nos com a realidade, conjugar o afeto com o sonho para vencer as nuvens cotidianas com mais segurança. Porque todos estamos “um pouco adormecidos” até termos descoberto o que é amar um animal.

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Fonte: http://www.bemmaismulher.com
notícias

Cão labrador salva menina de afogamento em praia da Itália

Lux faz parte de escola italiana de cães de salvamento; a garota tinha medo de cachorro. 

     Um cachorro salva-vidas da raça labrador resgatou Caterina, de 8 anos, em uma praia na cidade de Palinuro, na Itália. Lux, como é chamado, faz parte da Escola Italiana de Cães de Resgate (SICS).

     Caterina estava no mar com a irmã mais velha, não muito longe da costa, quando uma forte onda a levou para longe do pai. O homem tentou recuperá-las, mas só conseguiu alcançar a mais velha, enquanto Caterina foi levada pela corrente.

     O cão Lux estava em patrulha pela escola italiana de cães de salvamento e socorreu a garota. Ele desafiou as ondas e chegou até a ela graças a um cinto especial e suas “poderosas patas”, segundo relato da escola do cachorro em sua página no Facebook.

     A menina, que tinha medo de cachorros, conseguiu se acalmar do choro minutos depois do resgate e quis abraçar seu “salvador.” “Nunca fomos capazes de conseguir fazê-la superar a desconfiança que tem em relação aos cães, mas a partir de hoje vai ser tudo diferente”, afirmaram os pais de Caterina ao jornal italiano II Messaggero.

Fonte: G1.globo.com

dicas

Dicas de leitura

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Livro: Diga Trinta e Três

Autor: Nick Trout

 

     “Diga Trinta e Três é um retrato íntimo e fascinante do dia-a-dia de um veterinário e de seus pacientes e uma combinação de instintos básicos e tecnologia de ponta que define os hospitais veterinários do século XXI.

O dia para o doutor Nick Trout começa bem cedo – às 2h47! E, a partir daí, ele não consegue mais parar, dedicando-se entre um paciente e outro, enfrentando problemas inesperados, lidando com a dor e a ansiedade em tempo real, convivendo com as vitórias e os fracassos que fazem parte da vida.

Se você tem ou já teve um animal de estimação, este livro foi feito para você, porque mostra claramente que, quando há esperança, humildade, compaixão e amor incondicional, todas as decisões tomadas são sempre mais acertadas que erradas.”

 

curiosidades, notícias

Bebês que convivem com cães são mais fortes e saudáveis

Novo estudo mostra que ter um cachorro em casa pode fazer bem para a saúde do recém-nascido, afastando problemas como alergias e obesidade

     A relação entre as crianças e os bichos de estimação é recheada de afeto e cumplicidade. Basta dar uma navegada nas redes sociais para ver os inúmeros vídeos que provam tamanha interação e fofura. Porém, ainda há muitas famílias que têm ou querem adotar um pet mas ficam com receio em relação aos prejuízos à saúde das crianças e se questionam: “Será que meu filho vai ficar doente por causa dos vírus e bactérias que os pets carregam?” Segundo estudos recentes, o que acontece é exatamente o contrário.

        Uma pesquisa da Universidade de Aberta, no Canadá, mostrou que os cães não só reforçam o sistema imunológico dos bebês, diminuindo o risco de desenvolverem doenças infantis alérgicas, como também os protegem da obesidade. Os cientistas analisaram dados de 700 bebês, sendo que 46% deles conviveram com pelo menos um pet (a maioria, cachorro) desde a barriga da mãe (nos últimos seis meses de gestação) até os três meses após o nascimento.

     Ao analisar o exame de fezes dos recém-nascidos, os pesquisadores chegaram à conclusão de que o grupo (que teve contato com o cachorro desde a barriga da mãe) apresentava, em média, duas vezes mais duas bactérias: Ruminococcus e Oscillospira, em comparação à turma que não tinha um mascote. Essas duas bactérias estão ligadas à uma chance menor das crianças apresentarem complicações alérgicas e ganho acelerado de peso.

    Estudos já haviam comprovado que o convívio dos pequenos com pets é bom para evitar dermatites e asma e, também, deixar os bebês mais ativos e afastar a ansiedade. “A relação afetiva entre animais e crianças sempre se mostrou muito positiva. Defendo esse convívio porque estimula o companheirismo, a amizade e o cuidado”, diz o pediatra Carlos Eduardo Correa, conhecido como Cacá (SP).

     E não se preocupe caso o seu filho ganhe um beijinho em forma de lambida no rosto. “É praticamente impossível achar que o cachorro não vai lamber a mão ou alguma parte do corpo da criança. Por isso, o mais importante é manter o pet sempre saudável para evitar qualquer problema de saúde que possa passar para o bebê, como a sarna, por exemplo”, observa Cacá.

Fonte: http://revistacrescer.globo.com
histórias

Conheça a história do Chiquinho

     Chiquinho foi abandonado na rua pelo seu ex-dono (se podemos chamá-lo de dono), pois estava com infestações de larvas de mosca (” bicheiras”). De tanta tristeza e dor, começou a se mutilar e não demorou muito para o pequeno adoecer.

     Uma senhora bem humilde o encontrou, achando que era um saco de lixo largado na rua. Mesmo com o seu marido não tolerando animais, ela o socorreu e levou para casa.

     A senhora pediu ajuda para as Protetores de São Mateus, zona leste de São Paulo e prontamente levaram ao veterinário, onde foi constatado que teriam que amputar toda sua patinha, pois já estava muito comprometida e também foi feito a castração para que no futuro pudesse ser colocado para adoção.

     Esta senhora chegou a levar o Chiquinho para casa, mas por o marido não permitir que ele ficasse, ela teve que mantê-lo escondido. Como precisava de mais cuidados para evitar uma infecção, infelizmente não pode ficar com ele.

    Chiquinho ficou no lar temporário, de Dona Cida, que cuidou por um tempo dele e fez a divulgação de sua adoção. Foi ai então que ele chegou nas mãos da nossa leitora Sueli, que estava a procura de um bichinho para dar o seu neto.

     Ao chegar em casa tentaram mudar seu nome, mas ele ficou como Chiquinho, uma homenagem a São Francisco de Assis, que Sueli acredita se por seu intermédio que encontrou o cãozinho.

    Chiquinho leva uma vida normal, apesar de não ter uma das patas. É sapeca, companheiro e amoroso. Deixou para trás todo o sofrimento do abandono e agora vive feliz com muito amor e respeito dos seus novos donos.

     A Sueli está muito feliz por ter adotado seu amigo tri-patas e agradece a Deus e todas as pessoas que fizeram parte desta história e ajudaram o Chiquinho a se recuperar e chegar em sua casa, principalmente sua vizinha Liliani que foi quem ficou sabendo que o cãozinho estava para adoção.

     Está história foi enviada por nossa leitora e seguidora Sueli Garcia Pulido!

    Se você tem seu bichinho ou alguma história de amor como esta mande para o Debate Animal, vai ser um prazer dividir com nossos seguidores! 🙂

#compartilheamor

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Imagens: Sueli Garcia Pulido
notícias

Campanha do Conselho Regional de Medicina Veterinária em SP, conscientização da sociedade sobre a gravidade do abandono de animais

” Quando a gente gosta …. é claro que a gente cuida! ”

     Este vídeo é da campanha de utilidade pública do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo, para conscientização da sociedade sobre a gravidade do abandono de animais. Estima-se que apenas na cidade de São Paulo existam dois milhões de cães e gatos abandonados.

 

saúde

Cinomose

      A cinomose é uma doença altamente contagiosa que é transmitida por um vírus. É considerada a segunda doença de maior ameaça para os cães.

        Este vírus consegue sobreviver por muito tempo em ambientes secos e frios. Já em ambientes quentes e úmidos pode se manter vivo por um mês.

       Esta doença não tem época do ano especifica para ocorrer e acomete mais cães jovens e principalmente animais de todas as idades não vacinados.

        A contaminação ocorre por contato direto, pelas vias respiratórias e pelo ar contaminado.

        A transmissão é por secreções nasais e bucais dos animais infectados. Objetos, água e alimentos contaminados também transmitem a doença.

        O animal depois de infectado começa a manifestar os sinais por três a seis dias, ou até quinze dias.

        Os sinais podem ser divididos em fases:

1ª fase: febre, vômito, diarreia, perda de apetite e apatia;

2ª fase: febre, corrimento nasal e ocular, espirros, ronquidão, dificuldade respiratória e pneumonia;

3ª fase: tiques nervosos, convulsões, falta de coordenação, alteração comportamental, agressividade, paralisia muscular da face, paralisia de membros posteriores, morte.

     O animal pode apresentar as duas fases inicialmente e ir evoluindo para a terceira fase, que é a mais grave, podendo chegar a óbito.

     O tratamento específico não existe. É apenas oferecido suporte para dar uma melhora na qualidade de vida do animal.

     Quando for confirmada a cinomose, o cão deve permanecer em isolamento para evitar a proliferação do vírus e iniciar rapidamente o tratamento.

    A evolução da cinomose é sempre imprevisível!

    A prevenção está com a melhor solução para acabarmos com a cinomose, fazendo a vacinação anual dos cães.

     No Brasil apenas um em cada cinco cães recebem a vacina com regularidade.

     A vacinação não é recomendada para animais já infectados, pois não consegue deter a doença e pode agravar o quadro, pois afeta ainda mais os sistema imunológico do cão.

     Se seu cão apresentar os sinais desta doença, procure imediatamente um médico veterinário, que quanto mais rápido o atendimento, mais chances de cura.

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Por Laurie Locci Marques Pires – Médica Veterinária

Imagens: dicasboasparacachorro e tudosobrecachorros

 

 

 

saúde

Animais também sofrem com o tempo seco

     O tempo seco pode causar problemas para  saúde do seu animal, principalmente para cães e gatos,  filhotes ou idosos. Os adultos com doenças cardíacas, respiratórias ou alérgicas, necessitam de muito mais atenção, assim como cães de raças braqueocéfalicas (Pug, Buldogue, entre outros).

    Com a baixa umidade do ar, vírus e as bactérias se instalam no aparelho respiratório de cães e gatos com maior facilidade e causando infecções em diferentes partes do corpo.

    Os principais sinais apresentados são:  dificuldade para respirar, tosse, secreção nasal, espirros, cansaço, boca seca e desidratação, além de coceira e secreção nos olhos. Com um quadro agravado eles podem apresentar gripe (traqueobronquite canina ou rinotraqueite felina) – ou outras complicações.

    Os olhos também apresentam problemas que precisam de limpeza com soro fisiológico ou água filtrada várias vezes ao dia e lubrificação com colírios específicos para animais com olho seco ou outras doenças oftálmicas.

    A incidência de carrapatos também aumentam nesse período, o problema não é relacionado diretamente com a baixa umidade, mas sim com a grama seca, que é ideal para a proliferação de carrapatos. Recomenda-se o tratamento preventivo contra o parasita.

    É recomendado fornecer muito líquido para os animais durante todo o dia, evitar passeios em horários de sol em que há a menor taxa de umidade do dia,  manter o ambiente sempre umidificado com toalhas molhadas, bacias com água ou umidificadores de ar.

     Fique atento se o seu bichinho está comendo bem, se continua ativo e brincando, ou a qualquer sinal de tosse, secreção nasal e ocular e dificuldade respiratória grave.

     A vacinação em dia é muito importante, principalmente a vacina contra a gripe!

    Qualquer alteração que o seu animal não esteja habituado, leve-o ao veterinário para uma consulta!

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Por Laurie Locci Marques Pires – Médica Veterinária

Imagens: granvitapet e globo.com