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Eu gosto de pessoas que consideram família seus animais de estimação

Eu gosto de pessoas que de repente descobrem o que é ter um cachorro ou um gato. Gosto quando caem exaustos para esses novos companheiros, para aqueles animais de estimação que revolucionam quase sem saber como, todo o seu universo pessoal.

Amar os animais é algo que acontece quase sem perceber, e que a mudança, esse passo que muitas pessoas fazem quando os participantes em um mundo de emoções, jogos, empresas e riso espontâneo, está reformulando novos valores e novas descobertas internas.

Animais de estimação são mais que animais de estimação, eles entram em nossos corações sem avisar, ganhando nossos sorrisos e os lugares favoritos do nosso sofá até que um dia, eles deixam de ser animais de estimação para ser família.”

As pessoas que entendem e valorizam o que é amar um animal têm uma nobreza especial. Sua capacidade de oferecer amor, cuidado, ser mais paciente e responsável é algo notável, porque queremos ou não, todos temos muito a aprender com eles: animais de estimação.

A maneira pela qual os cães nos integram como membros de sua família, seu rebanho ou a capacidade de um gato mostrar seu respeito e afeto com seus olhos limpos e imensos, é algo que todos devemos aprender a valorizar…

A vida com animais de estimação nos torna uma pessoa melhor

Não se trata de defender a ideia de que todos os que não amam animais, ou simplesmente não gostam de compartilhar tempo e espaço com eles, são uma pessoa ruim. Em absoluto. Trata-se realmente de entender algo mais simples: um animal pode, a qualquer momento, oferecer-nos muitas coisas de que precisávamos.

“O mundo é habitado por muitas pessoas sem sentimentos, mas algo que temos claro é que todos os “animais” são capazes de oferecer um afeto puro e desinteressado.”

Curiosamente, se formos à raiz etimológica da palavra “animal”, veremos que ela deriva na realidade da anima ou do animus, isto é, possuidor da alma ou do sopro da vida.

E mais ainda, no folclore de muitos países há histórias que falam de cães e gatos como autênticos espíritos-guia da humanidade. Entidades cujo objetivo é cuidar de nós e nos orientar.

De qualquer forma, algo que é claro é a maneira como eles podem nos mudar, a maneira como eles nos oferecem o poder de implantar novas estratégias para desfrutar de uma vida mais plena.

Introduzir um cão na vida de um homem velho, por exemplo, dá a ele a necessidade de levar novas rotinas, diretrizes e obrigações. Vai forçar você a se abrir para o mundo, aumentar os reforços positivos através das emoções, uma companhia sincera que alivia a solidão e uma atividade diária para combater o estilo de vida sedentário.

Ajuda-os a serem pacientes, a respeitar, a assistir, a estabelecer uma união onde o valor dos gestos e das afeições é maior que as palavras.

Para nós, adultos, nos dá aquele amor que nos parece tão estranho às vezes: um amor que é oferecido por nada, que não conhece ressentimentos, que nos força a viver no “aqui e agora”, onde não vale a pena adiar um passeio ou uma carícia. Onde os cochilos compartilhados são instantes de cumplicidade agradável, onde perdoamos brincadeiras e adoramos tê-los por perto, como mais um da família.

Animais de estimação nos mostram que somos dignos de seu amor

Não importa se você é alto ou baixo, você é um daqueles que esquecem os aniversários das pessoas ou aqueles que preferem uma tarde chuvosa a um dia de praia. Animais de estimação não nos julgam por causa de nossas crenças, aspectos físicos ou opiniões políticas. Seus animais, eles só entendem emoções.

“Eles dizem que os animais de estimação entendem o significado da amizade e, acima de tudo, da família: pertencer a um grupo. Porque eles amam sem distinção de raça ou espécie.”

A pessoa que compartilha a vida, os espaços e os momentos com seus cães ou gatos sabe que ele é digno do amor de seu animal. E é simplesmente porque existe, porque o amor que é oferecido sem concessões e com a alma pura é um amor baseado na alegria.

As pessoas que são amadas pelos seus animais de estimação são simplesmente porque lhes oferece o que precisam: pertencer a uma casa, atenção, cuidado, amor … Se percebermos e analisarmos calmamente, perceberemos que, no fundo, as suas necessidades são muito parecido com o nosso.

A pessoa que compartilha a vida, os espaços e os momentos com seus cães ou gatos sabe que ele é digno do amor de seu animal. E é simplesmente porque existe, porque o amor que é oferecido sem concessões e com a alma pura é um amor baseado na alegria.

As pessoas que são amadas pelos seus animais de estimação são simplesmente porque lhes oferece o que precisam: pertencer a uma casa, atenção, cuidado, amor … Se percebermos e analisarmos calmamente, perceberemos que, no fundo, as suas necessidades são muito parecido com o nosso.

Eles também precisam de raízes, pertencem a uma casa e têm alguns membros para defender e aqueles para amar. Nós somos sua matilha, sua família, seu pequeno micromundo. Entender tudo isso é algo que nos enriquece e nos ajuda a sermos melhores simplesmente, porque para eles somos dignos de estar em seus corações.

Publicado originalmente em: Contioutra

Imagem: Laurie Locci – Homenagem Nicole e Laya

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Por um mundo melhor: Nescau tira canudos plásticos de suas embalagens

TODA A INICIATIVA DA EMPRESA SERÁ EM PARCERIA COM O PROJETO TAMAR

A Nescau levou a gente para a Praia do Forte, na Bahia, na última segunda-feira (4), para contar sobre uma novidade que a marca vai lançar junto com Projeto Tamar. Eles vão disponibilizar duas versões diferentes da embalagem: uma sem canudinho e outra com canudos de papel biodegradáveis.
A Nestlé, dona da Nescau, disse na última terça-feira (5) que o objetivo é eliminar todos os canudinhos de plástico até 2025 no Brasil. A empresa quer conseguir substituir mais de quatro milhões de unidades, este ano, pelos canudos de papel.

O projeto será dividido em três iniciativas:

1. Disponibilizar no mercado duas versões do produto. O primeiro é um pack com 6 embalagens sem canudos, neste a ideia é estimular a criatividade de como você vai tomar a bebida. E o segundo é aquela embalagem com canudos de papel biodegradáveis.

2. #Jogapradentro: como ainda terão canudos de plásticos circulando, a ideia é que após beber você empurre o canudinho para dentro da embalagem. Essa atitude garante que o material não termine como resíduos, principalmente em mares, oceanos e rios.
3. A marca vai abrir um núcleo de pesquisa. Qualquer pessoa pode enviar uma sugestão com uma nova proposta de embalagem até abril para reduzir a produção de lixo.

Por que com o Projeto Tamar?

O plástico é um dos grandes inimigos da vida marinha. Se o canudinho vai para o mar, pode matar as criaturas que vivem lá. Isso é extremamente prejudicial para as tartarugas, por exemplo, porque a cada mil que nascem, somente uma chega a vida adulta. O mais chocante é que somente as adultas podem reproduzir.

No final da viagem a gente ganhou um superpresente e pôde ver de perto uma tartaruga cavando um ninho para desovar seus ovos. Elas podem colocar em média 120 ovos a cada reprodução. Foi um privilégio a oportunidade de participar desse momento e enxergar a importância da conscientização sobre o uso desenfreado do plástico.

Uma pesquisa recente, feita pela Universidade de Exeter, do Laboratório Marinho de Plymouth e do Greenpeace, concluiu que todas as tartarugas marinhas do planeta têm plástico no organismo.

De acordo com a Galileu, eles analisaram 102 exemplares de tartarugas marinhas encontradas nos oceanos Atlântico, Pacífico e Mediterrâneo e infelizmente encontraram o plástico na barriga de cada uma.

Publicado originalmente em: Paisefilhos.uol.br

Imagem: Getty

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Conheça a história da Pê

Fico feliz quando me deparo com histórias de amor com os animais, e mais feliz ainda em poder dividir com vocês.

A história de hoje é da Pê, uma cachorrinha linda e charmosa, que sofreu muito com o abandono e maus-tratos, mas felizmente encontrou uma dona maravilhosa que a acolheu e mudou sua vida!

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Imagem: Instagram @pe_pezinha

Eu pedi que sua dona, Tássia Búrigo, contasse a história da Pê para fazer a matéria, e ela fez um relato tão fofo, como se fosse a Pê escrevendo, que eu não quis mudar nadinha o texto para dividir com vocês!

“Eu era moradora de rua e seguia a minha vida normalmente. Até que um dia, em março de 2014, uns tios malvados colocaram um cano de PVC no meu pescoço, parecia um colar largo de PVC. Este cano era muito justo, machucando a parte de trás das minhas orelhinhas e o meu pescoço. E aí, eu comecei a definhar, porque eu não conseguia me alimentar, nem beber água com aquela coisa no pescoço. Mas não foi só isso, esses mesmos tios também me deram uma lambada na carinha, fazendo com que meu olho direito pulasse fora. Meus ossinhos do rostinho ficaram bem alterados, tipo amassados mesmo, sabem, tios?

Os moradores do bairro por onde eu andava falaram para os tios da ONG SOS Vira-Lata, uma ONG da minha cidadezinha, que tinha uma cadela andando com um cano de PVC no pescoço. As tias da ONG, então, começaram a me procurar. Mas foi difícil elas me encontrarem, porque eu não ficava sempre no mesmo lugar. Eu estava desesperada, procurando segurança e algum tio que pudesse me tirar aquilo do pescoço.

Levaram umas 3 semanas até que as tias me encontraram. Eu já estava desistindo da vida. Estava um saquinho de osso, já sem pelos, e sendo comida viva por bicheiras que se formaram em meu olhinho e em meus ferimentos ocasionados pelo cano. Quando a tia Carol me encontrou, eu estava num armário velho de cozinha, paradinha, olhando pro nada. A tia Carol tentou se aproximar, me ofereceu petisco, e eu: nada. Eu já havia realmente desistido de imaginar que alguém viria me salvar. Até que a tia viu que o jeito era me pegar no colo e me colocar no carro. Foi o que ela fez.

Deixei o maior futum no carro da tia Carol hihihi e fomos para a clínica veterinária, onde serraram meu cano, numa segunda tentativa com um outro serrote, e onde permaneci por uns 15 dias.

A maninha estava procurando um cãozinho especial para adotar, já que o trabalho dela então permitia ela ter um cachorro – antes ela ficava fora o dia todo e assim ela tinha consciência de que não daria para ter um cãozinho no apartamento. Ela queria um cão especial, pois via que, nas feirinhas de adoção, estes cães iam restando – tem muitos tios que preferem cãezinhos “perfeitos”.

Quando a maninha me viu passando na Fanpage da ONG, ela pensou “meu tio Jesus, não vou encontrar nenhum outro cão que precise mais da minha atenção do que essa!”. E assim, maninha começou a me visitar na clínica.

Todos os dias, maninha ia lá e me fazia carinho, que era pra ver se eu já estava me acostumando com ela. É que a maninha pensava que, em vista do que passei, eu certamente seria raivosa, ou antissocial, ou ia morder tudo, ou fazer xixi por tudo hihihi. Mas não.

Na primeira semana, maninha me fazia carinho e era como se ela fizesse carinho numa pedra. Eu estava estática, desacreditada, inanimada. Nos dias seguintes, comecei a ir tendo reações, até que chegou o dia de ir pra casa. Foi aí que veio a surpresa.

Quando os tios veterinários me colocaram no chão para eu ir até a maninha, eu fui faceira, balançando a rabiola! Maninha quase chorou e se arrepende até hoje de não ter filmado esta cena.

De lá pra cá, foi só alegria. No começo eu morria de medo de colo – e até hoje não curto muito – mas fomos nos conhecendo e nos adaptando uma à outra. Maninha sempre chora quando fala sobre nossa historinha, porque ela diz que fui eu quem adotei ela. Somos muito parceiras, já fui à praia, a restaurantes, em diversas praças, e outras cidades com ela. Uma vez fomos até a Gramado, num chalé que aceitava cachorro.

Maninha fala que nossa ligação é de outras vidas. Ela não imagina a vidinha dela sem mim (e vice-versa). Eu já sei quando ela vai sair, quando ela vai chegar, já conheço as palavras: petisco, nanar, passeio, já volto, não, vem, pula, tiozinho e outras. Sou tão gulosa que, na fase pós-internação, fui rapidamente dos 7 Kg até os atuais 12 Kg – mas num momento extrapolei e fiquei bem gordinha hihihi. Passei por fases feias, desde a cicatrização de todas as feridas até o nascimento dos pelos. Porém, maninha sempre me enxergou por dentro e sempre via a minha alminha linda e iluminada.

Hoje, eu sonho que nenhum cachorro desista, e acredite que, para cada tio maldoso, sempre haverá mais tios anjos. Maninha é meu anjo, minha luz.”

Dia do resgate da Pê Imagem: Instagram @pe_pezinha

Imagem: Instagram @pe_pezinha

“Maninha” é a salvadora da Pê (Tássia Búrigo), que com todo amor do mundo acolheu a Pê, mesmo com todas as dificuldades, ela cuidou, amou e fez a vida da cachorrinha mudar e poder ser muito feliz agora!

Para quem ama os animais, é muito difícil acreditar e aceitar que existam pessoas que façam mal as essas criaturinhas maravilhosas, mas também enche nosso coração de esperança quando nos deparamos com histórias como essa, aonde o amor e a dedicação prevalece!

E quem quiser acompanhar a vida da Pê, o Instagram dela é: @pe_pezinha. Sigam ela lá!

E o Facebook

Imagem: Instagram @pe_pezinha

Espero que a Pê continue linda e feliz na companhia da “Maninha” e que apareçam muitas outras histórias como essa para contarmos aqui no Debate Animal! E você tem alguma história de amor com um bichinho? Mande e conte para a gente!!!!!

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Muro de escola ganha grafite para incentivar a adoção de animais, em Coqueiros, Florianópolis

O muro da Escola Almirante Carvalhas, em Coqueiros, está mais colorido de umas semanas pra cá. Um grafite lindão feito por um dos nossos melhores artistas dá um incentivo para pessoas que estão na dúvida entre adotar um amiguinho de quatro patas ou comprar. A arte do grafiteiro Rodrigo Rizzo é uma extensão da campanha da Diretoria do Bem-Estar Animal da Capital, que tem em seus canis cerca de 100 cães e 60 gatos, vítimas de abandono e aguardando ansiosamente para ter uma família. Os interessados podem entrar em contato com a Dibea pelo telefone (48) 3234-5677.

A ideia da arte é incentivar a adoção e conscientizar as pessoas de que um animalzinho passa a ser responsabilidade delas até que a morte os separe, e não até eles ficarem idosos ou doentes.

Quer saber? Eu apoio!

Por Edsoul – olharanimal.org

Fonte: NSC Total

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Maratonista resgata filhote durante prova e corre 30km com animal no colo

A atleta tailandesa, Khemjira Klongsanun resgatou um filhote da beira da estrada durante uma maratona na cidade de Ratchaburi, na Tailândia. A prova de 41 quilômetros não estava nem na metade quando ela viu outros participantes em torno do cachorro.

Ela, então, o pegou e correu os 30 quilômetros restantes com ele no colo.

“Eu percebi que ele estava perdido. Não tinha casas, outros cachorros ou nenhuma pessoa por perto. Ele estava confuso no meio daquele ambiente”, disse Khemjira ao site Daily Mail.

Depois da maratona, a tailandesa decidiu adotar o cãozinho, que foi batizado de Chombueng.

Fonte: Vírgula

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Cão encontrado em caçamba de lixo em SP, ajuda nas buscas em Brumadinho

Há dois anos, um pequeno vira-lata preto foi encontrado em uma caçamba de lixo em São Paulo e adotado. Rapidamente, os donos perceberam que ele tinha um bom faro e começaram a treiná-lo. O nome escolhido é autoexplicativo sobre seu talento farejador: Resgate.

Nos últimos dias, Resgate recebeu uma missão: ajudar nas buscas por corpos e sobreviventes em Brumadinho.

O cachorro atua junto com o grupo de voluntário “Resgate Sem Fronteiras”, da qual faz parte seu tutor, Benedito Rodrigues Correa. Na quarta-feira (30), o cachorro ajudou até o Corpo de Bombeiros nas operações.

“Nós demos uma força aqui para os bombeiros. E ele colocou dois pontos para os bombeiros fazerem a retirada de entulho, onde poderia haver corpos“, contou Benedito, em entrevista à GloboNews nesta quinta-feira (31).

O dono, que ajudou também nos trabalhos no desastre de Mariana, há três anos, conta que o faro de Resgate ainda não está no máximo de sua capacidade: “80%”, diz ele. O treinamento tem ajuda de um policial amigo.

“Tem um policial colega nosso, ele é que treina ele na realidade. Eu também faço o treinamento passado por ele (…) para achar corpos”, explica.

Para ver o vídeo da reportagem clique AQUI

Fonte: G1

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Adotar um gato alonga a vida: eles combatem a depressão e fazem bem ao coração

Se você ainda não foi conquistado pela sua simpatia e beleza, aqui está uma boa razão para adotar um gato: de acordo com um estudo recente, os felinos prolongam a vida de seus donos. E não só.

Isso foi confirmado pela Fundação Iseni e pelo Centro Cuore Malpensa: há um ano essas instituições fizeram uma campanha pela adoção de um cão entre os cardiopatas para melhorar a expectativa de vida dos pacientes e evidenciaram os mesmos benefícios no caso dos gatos – com alguns benefícios extras.

O principal benefício que pode ser extraído da companhia felina diz respeito à esfera dos transtornos relacionados ao estresse, transtornos depressivos e síndrome de ansiedade.

A explicar os mecanismos subjacentes a esta relação benéfica é diretamente Professor Andrea Macchi – Diretor do Centro do Coração e dos Istituti di Ricovero e Cura Gruppo Iseni Sanità di Lonate Pozzolo: “O contato com pêlo de gato produz oxitocina, o hormônio felicidade. Ao contrário do cão, a dificuldade do gato para confiar e contar com o ser humano estimula nesse último o auto-controle e um esforço mais prolongado para se relacionar com o filhote. O contato com o pelo do gato também é agradável e relaxante, tem um efeito positivo sobre a pressão sanguínea e sobre os batimentos cardíacos. Ronronar é uma resposta imediata da atenção dada ao animal e relaxam naturalmente também o paciente, que tem enormes benefícios a nível cardiovascular, prolongando e melhorando a vida humana”.

Os resultados do estudo feito, portanto, levaram a uma iniciativa semelhante àquela feita com os cães: foram feitas parcerias com abrigos locais, convidando os pacientes com doença cardiovascular a adotarem um gato. Serão os cardiologistas do centro a explicarem os benefícios aos pacientes, de maneira científica detalhada.

Uma solução que satisfaz dois objetivos: “primeiro, é claro, prolonga a vida do doente e depois, dá uma casa para gatos abandonados, que terão agora uma família”, diz Andrea Macchi, que, para dar um bom exemplo, imediatamente recebeu um gato em casa.

Inútil dizer que você não precisa ter problemas de coração para adotar um gato: ele irá recompensá-lo da mesma maneira – e com muito mais. 😉

Imagem de Rita Locci – Seus gatos Donatella e Leonardo

Publicado originalmente: Contioutra

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Conheça a história de Vitinho, o cão de Brumadinho que emocionou a internet ao fazer vigília pelos donos

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Ele só queria voltar pra casa depois de um cotidiano passeio pelas redondezas do sítio onde mora, na rua Alberto Flores, em Brumadinho, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Mas havia 12,7 milhões de metros cúbicos de lama no caminho. O rejeito – derramado pelo rompimento da barragem de Feijão na última sexta-feira (25) – quase o soterrou. Vitinho (esse é o nome dele), felizmente, foi salvo pelo Corpo de Bombeiros. Ele agora vive a agonia de esperar por seus entes queridos. Insistente, fez questão de permanecer nas proximidades de casa, situada a cerca de 500 metros da pousada Nova Estância – varrida pela catástrofe -, embora tenha sido retirado do local várias vezes para sua própria segurança. Vitinho, no caso, é um cachorro.

A fidelidade do animal chamou atenção da reportagem do Estado de Minas, que acompanha os trabalhos da equipe de resgate dos bombeiros. A foto dele, publicada neste sábado no Twitter e no Instagram do jornal, rendeu mais de 6 mil curtidas e centenas de comentários comovidos.

Família localizada

O EM localizou o dono do cão: Lucas Assis, de 32 anos. O sítio em que ele vive com os pais e a namorada em Brumadinho está entre as propriedades temporariamente interditadas pela Defesa Civil. “Antes de sairmos, minha mãe o chamou várias vezes, mas ele não atendeu. Ele conhece bem a região, sabe o caminho de casa. Mas achamos que ele não retornou porque está confuso por causa do barulho das aeronaves e a perturbação toda. De todo modo, deixamos comida e água pra ele”, relata o auxiliar administrativo.

A família ficou hospedada em uma pousada da cidade durante quase todo o fim de semana. A residência foi finalmente liberada no início desta noite, mas o reencontro com Vitinho ainda não aconteceu. “Nós encontramos nossa gata e um outro cachorro, mas o Vitinho até agora, nada. Estamos aflitos”, diz Vanessa Tavares, a namorada de Lucas. “Chegamos a sair para procurá-lo, sem sucesso. Infelizmente, o acesso a área em que ele foi fotografado é restrito, então não podemos ver se ele ainda está lá. Agradecemos quem puder nos dar informações sobre ele e acolhê-lo”, diz o rapaz.

Homenagem a “São Victor”

O nome do cachorro, que completou quatro anos, foi inspirado pela “devoção” da mãe de Lucas, a aposentada Santuza Assis, de 60 anos, ao Atlético Mineiro. “Minha mãe é torcedora fanática do Galo. Daí batizou o cão de “Vitinho” em homenagem a ‘São Victor’, goleiro do time”. Em 2013, o Atlético foi campeão da Copa Libertadores da América graças à lendária defesa de um pênalti que o jogador fez com a perna esquerda.

Fonte: Históriascomvalor