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Razões para amar um animal com tanta intensidade

O famoso psiquiatra Sigmund Freud disse que as razões que nos levam a amar um animal com tanta intensidade são compreensíveis quando vemos que o amor delas é incondicional.

A relação que temos com nossos animais é libertada dos conflitos insuportáveis da cultura. Freud estava certo quando disse que “os cães não têm a personalidade dividida, nem a crueldade do homem civilizado nem vingança deste último contra as restrições que a sociedade impõe.”

Ele corretamente disse que um cachorro contém a beleza de uma existência completa. E que um sentimento de afinidade íntima, de solidariedade indiscutível, existe muito claramente.

“As emoções simples e diretas de um cachorro, quando ele abana o rabo para expressar sua alegria ou latidos para mostrar seu descontentamento, são muito mais agradáveis. Os cães nos lembram dos heróis da história e talvez seja por isso que eles frequentemente recebem seus nomes. “

-Sigmund Freud-

O cachorro vive em média 12 anos … Por que é tão injusto?

O fato de um cão ou gato viver apenas 12 anos em média é incompreensível e injusto. Por quê? Porque perder a oportunidade de continuar a compartilhar a vida com uma pessoa de quatro patas é extremamente doloroso.

Quando amamos um animal, todo o tempo que passamos com ele não é suficiente. Porque quando estamos com ele, quando olhamos para ele com ternura e amor, percebemos que o tempo passa rápido demais.

Percebemos essa sensação de tempus fugit quando, a cada carícia, sentimos o coração do nosso animal agitar-se no nosso. No entanto, o contraste aparece quando, após cada olá e depois de cada momento compartilhado, entendemos que esse amor é infinito.

Suas superpotências, armas de bondade maciça

Pensamos, com ternura, que nossos queridos animais têm superpoderes. Isso nos faz amá-los muito. Quando fazemos uma lista mental de tudo o que nos surpreende em casa, não podemos deixar de sorrir.

Quando amamos um animal, muitas coisas nos surpreendem e nos amolecem. Sua capacidade de prever o futuro ou “sentir” quando vamos para casa . Sua empatia e capacidade de estar em sintonia com o nosso estado emocional. Sua habilidade em nos confortar e nos motivar …

É difícil deixar nossos animais sozinhos em casa. Seus olhos suplicantes nos enchem de dificuldade. Mas a alegria deles em nos ver nos inunda de felicidade.

Os animais são, sem dúvida, os melhores terapeutas possíveis para muitas pessoas. Sua nobreza e bondade não têm limites. Se não temos um animal para amar, parte da nossa alma está adormecida. Mas esta reservou um espaço para amar os animais. Para desfrutar de seu amor incondicional e suas lições.

A declaração “ninguém jamais amará você mais do que a si mesmo” perde seu significado. Porque os animais são verdadeiros mestres na arte do amor. Cada segundo gasto com eles é um presente. Amar um animal é uma das mais belas experiências. Aqueles que viveram sabem disso.

Crédito da imagem da capa: Souzza

Do site Nos Pensées

Publicado originalmente em pensar contemporâneo

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Mulher ganha permissão do trabalho para faltar ao trabalho e cuidar de seu cachorro doente

Para a maioria das pessoas, os animais de estimação são outro membro da família, o que significa que não apenas demonstramos carinho com eles, mas também que há um compromisso com eles: dedicamos nosso tempo, atenção, cuidado e prestamos nossa ajuda nos momentos mais difíceis. Isso é o que alguém faria com a mãe, irmão ou outra pessoa considerada importante. Então, por que não com nossos companheiros animais?
Quando um filho nosso fica doente, faltamos qualquer compromisso para cuidar dele, né? Logo, essa mudança de paradigma em nosso relacionamento com os animais também deveria acontecer e ficar ficar em casa e perder o trabalho é mais próximo disso.
Na Itália, isso aconteceu pela primeira vez: concederam uma permissão de trabalho para que uma mulher cuidasse do seu doguinho.
O cachorro de Anna estava muito doente e precisava de intervenção médica veterinária urgente. A mulher não tinha alternativa, ela não poderia tinha como deixá-lo sozinho em casa nessas condições, de acordo com o portal da Fundação LAV.

A mulher pediu ao seu chefe uma licença de dois dias para prestar os devidos cuidados ao filhote. Mas ela não teve sucesso num primeiro momento.
Mas graças ao apoio técnico e jurídico oferecido por uma ong de animais, ela teve o seu direito dado pelo seu empregador.
De acordo com a jurisprudência, a falta de tratamento de um animal na propriedade complementa o crime de abuso de animais fornecido pelo Código Penal. Não apenas o crime de abandono de animais está em vigor, conforme exigido pela primeira parte do artigo 727 do Código Penal.

Publicado originalmente em: https://www.asomadetodosafetos.com/

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Torcedor do Flamengo rifa ingresso da Libertadores para tratar câncer de seu cachorro

Ter a chance de ir ao Maracanã e presenciar o duelo entre Flamengo e Grêmio, no próximo dia 23, que vale vaga na grande final da Libertadores, é para muitos rubro-negros a realização de um sonho. Danilo Mello era um dos torcedores que estavam na expectativa de acompanhar de perto este momento histórico. No entanto, o amor pelo seu cachorro, que luta contra um câncer, fez com que ele rifasse seu ingresso para custear o tratamento. A história bombou nas redes sociais, e a torcida do clube carioca abraçou a causa, fazendo com que a meta estabelecida fosse batida em menos de uma semana.
Danilo, de 32 anos, que é ator, mas atualmente está desempregado, divide os cuidados de “Doze” com sua namorada, a publicitária Renata Ragi, de 31. Em 2014, o casal adotou o cão que estava abandonado em Niterói. Ao DIA, os dois relataram a saga pela busca de dinheiro, que começou logo após uma visita ao veterinário, no dia 30 de setembro.
“Na segunda-feira (30), a gente ficou sabendo que o tumor era maligno. Antes ele já teve que operar. Ele teve o tumor retirado, que foi para a biópsia. Aí a gente teve essa resposta. Era um tumor maligno, grau 3. Descobrimos isso e falamos com a nossa veterinária, ela indicou uma quimioterapia com radioterapia. Disse que era a única chance, porquê este tumor na mandíbula não era operável”, contou Danilo.
O drama do casal aumentou quando a veterinária explicou que só a fase inicial do tratamento poderia custar entre R$ 7 mil e R$ 9 mil. Para piorar, na última segunda, foi descoberto um nódulo no pescoço de Doze, que surgiu em decorrência ao câncer que se espalhou, fazendo com que os custos do tratamento subissem mais um pouco, podendo chegar em até R$ 10 mil. Com isso, o casal começou a pensar em soluções para arcar com essa quantia.
“Chegando em casa, começamos a pensar… O que a gente faz pra arrumar R$ 10 mil reais? Aí pensamos na vaquinha online. Eu falei pra ela (Renata): Devo conhecer umas 100 pessoas, você deve conhecer umas 100 pessoas. Num mundo ideal, se todo mundo ajudar um pouquinho, a gente consegue chegar num valor maneiro.”
“No meio disso tudo, eu pensei em vender alguma coisa. Primeiro pensei no meu carro, que tá velho, e nem tá pago. Depois de falar com um amigo, ele me explicou que sobraria no máximo uns R$ 2 mil reais. Olhei pra casa e só tinha um videogame. Aí eu pensei no maior bem material que eu tenho no momento, a maior preciosidade, que é o ingresso da semifinal, que todo mundo quer”, relatou Danilo, que confessou que sua namorada ficou surpresa com a ideia, pois sabia do seu amor pelo time.
“Não queria só solicitar dinheiro. Assim como eu tô no negativo, sei que muita gente também tá, então quisemos oferecer alguma coisa. Aí veio a ideia do ingresso. A gente pensou: Tem milhares de flamenguistas querendo, se cada um der um pouquinho a gente vai conseguir a ajuda, e alguém ainda vai conseguir este ingresso”, explicou Renata.
“Não vou perder o jogo, vou deixar de ir ao estádio, sei que é histórico… Sou alucinado pelo Flamengo, vejo tudo, meu vício é o Flamengo. Mas é o meu cachorro, vejo o jogo pela televisão”, disse Danilo, confessando que o amor pelo seu cachorro, é maior que o que ele tem pelo clube do coração.
A vaquinha que começou na última sexta-feira, havia arrecadado R$ 2 mil até domingo. O boom veio após a história viralizar entre os perfis e grupos de torcedores do Flamengo. Até o momento da publicação desta reportagem, quase R$ 20 mil reais tinham sido arrecadados. O casal, que escolheu o nome do cachorro em homenagem ao dia em que se conheceram (1/12/2012), prometeu repassar o valor doado além do limite para ONGS que atuam no resgate de animais.

Link para a vaquinha: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/rifa-do-doze

Matéria de: Leandro Chagas

Publicado originalmente: odia.ig

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DIA 04 DE OUTUBRO – DIA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS – PROTETOR DOS ANIMAIS E DA NATUREZA!

DIA 04 DE OUTUBRO – DIA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS – PROTETOR DOS ANIMAIS E DA NATUREZA!

Meu São Francisco de Assis
Protetor dos animais
Olhai por nós que rogamos
Vossa benção e muita paz.

Olhai os abandonados
Sofrendo agruras nas ruas
E os que puxam carroças
Açoitados nas ancas nuas.

Pelos pobres passarinhos
Que não podem mais voar
Presos em rudes gaiolas
Só porque sabem cantar.

E as cobaias de laboratório
Que sofrem dores atrozes
Em experiências terríveis
Que lhes impõem seus algozes.

Olhai os que são perseguidos
Sem piedade nas florestas
Só por causa da ambição
Dessas caçadas funestas.

Pelos animais de circo
Que não têm mais liberdade
Presos em jaulas minúsculas
À mercê de crueldade.

Olhai os bois de rodeio
E os sangrados nas touradas
Barbárie e crimes impostos
Por pessoas desalmadas.

Pelos que têm de lutar
Até a morte nas rinhas
Quando o homem faz apostas
Em transações tão mesquinhas.

Olhai para os que são mortos
Nos macabros rituais
Em altares religiosos
Que usam sangue de animais.

Meu bondoso protetor
Oro a vós por meus irmãos
Para que sua dor e tristeza
Não sejam sofrimentos vãos.

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Gatos são tão apegados aos donos quanto cachorros, diz estudo

Toda mãe e pai de gato sabe: eles são independentes. Limpam-se sozinhos, não pedem por atenção toda hora e mantêm aquele temperamento blasé boa parte do tempo. Isso faz parecer que eles são mais indiferentes aos donos que os cães.

Mas, como todo pai e mãe de gato também sabe, a verdade é que eles são incompreendidos. É o que diz um estudo da Universidade do Estado do Oregon, nos EUA. A pesquisa mostra que os bichinhos desenvolvem uma apego emocional muito grande com seu cuidador, tão forte quanto o desenvolvido por um cachorro ou mesmo por uma criança.

Os autores escrevem no estudo, publicado no periódico Current Biology, que as pesquisas científicas costumam subestimar a importância das relações sociais na vida dos gatos. Para analisar essas relações, eles resolveram investigar o nível de “apego” que os gatos têm com seus donos.

No estudo, os pesquisadores fizeram com os gatos um teste geralmente aplicado a bebês e cães. O experimento foi dividido em três partes: na primeira, o gato passou dois minutos em uma sala desconhecida junto com seu cuidador; na segunda, o felino ficou dois minutos sozinho nessa mesma sala e, na terceira, o dono retornou para mais dois minutos com o animal.

Nas duas primeiras fases do teste, a grande maioria dos gatos teve as mesmas reações: ficaram com seus donos durante os primeiros dois minutos, e demonstraram certa estranheza ou curiosidade sobre o lugar nos minutos em que estavam sozinhos. A terceira fase foi a que realmente mostrou resultados.

“Os gatos reagiram de três formas, basicamente. Vários deles “cumprimentaram” seus donos e seguiram explorando o ambiente de forma mais tranquila do que antes. Os mais inseguros deixaram de explorar o lugar e ficaram agarrados aos donos, outros evitaram o dono quando ele retornou”. A maioria (dois terços) estava no primeiro grupo, o que demonstrou menos estresse com a presença do criador.

É a mesma proporção que se encontra quando o teste é aplicado a cachorros e bebês. Ou seja: dá para dizer que, sim, os gatos são tão apegados aos seus pais humanos quanto cães e crianças pequenas.

Pense duas vezes antes de chamar seu gato de insensível.

Publicado originalmente em Revista Super Interessante

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Projeto de lei quer que animais deixem de ser ‘coisas’ e passem a ter mais direitos.

Uns dos projetos de lei mais importantes para um grande passo em defesa animal será votado hoje (07/08/2019). O projeto de lei que passará a considerar os animais como sujeitos de direitos despersonificados retirando-os da classificação jurídica de coisas.

A votação ocorrerá no Senado Federal.

PLC 27/2018 
PROJETO DE LEI DA CÂMARA nº 27 de 2018.

Acrescenta dispositivo à Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para dispor sobre a natureza jurídica dos animais não humanos.

Explicação da Ementa
Determina que os animais não humanos possuem natureza jurídica sui generis e são sujeitos de direitos despersonificados, dos quais devem gozar e obter tutela jurisdicional em caso de violação, vedado o seu tratamento como coisa.

A sociedade exige essa alteração! Isso vai além de política, mas uma questão de justiça para com os animais e os amantes deles! Os animais são partes da nossa família, seres maravilhosos e dignos de direitos!

O projeto, de autoria do Deputado Federal Ricardo Izar (PP), tramita atualmente no Senado e propõe que os animais não humanos deixem de ser tratados como meras coisas e passem a ser sujeitos de direitos despersonificados, tendo em vista sua natureza biológica e emocional, como seres sencientes, passíveis de sentimentos e sofrimento.

“Atualmente o nosso Código civil considera os animais como meras coisas, como um lápis, uma bicicleta ou um guarda-chuva. O que é inaceitável. Sendo que como sociedade já evoluímos tanto no cuidado animal. Hoje muitas pessoas consideram os pets como verdadeiros membros da família, muitos casais até planejam iniciar suas famílias com um pet”, lembrou o vereador.

Entre os principais objetivos do Projeto está a garantia de direitos e maior proteção dos “animais não humanos” – nomenclatura já utilizada hoje para caracterizar os animais na maioria dos países desenvolvidos. O projeto prevê, por exemplo, tutela jurisdicional em caso de violação desses direitos e veda o seu tratamento como coisa. e de

Para o vereador a mudança a aprovação da Lei poderá respaldar as ações na esfera municipal e ajudará a combater os maus-tratos e o abandono dos animais, duas questões fundamentais tanto para a saúde animal quanto para saúde pública, devido às zoonoses que se espalham mais facilmente entre os animais abandonados.

“Como Veterinário com 37 anos de profissão, tendo lutado toda a minha vida para cuidar, proteger e curar os animais, e hoje como vereador que defende a causa animal, digo que essa mudança está alinhada com toda minha jornada!”, enfatiza.

A medida vêm ao encontro também do anúncio feito no dia 30 de julho pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro, sobre a criação da Secretaria dos Animais. Para o Veterinário Francisco, a criação da Secretaria é um avanço para a luta dos protetores dos animais e mostra a importância da causa.

Ele lembra que proteger e respeitar os animais não é uma opção e sim um dever. “Por isso seguimos lutando pelos animais e pets familiares que tanto amamos e que tanto amor nos dão de volta sem jamais pedir nada em troca!”

Fonte: enfoquems.com.br
Imagem: blogs.ne10.uol.com.br
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Pássaros “conversam” com irmãos quando ainda estão dentro dos ovos

Uma pesquisa publicada recentemente no periódico científico Nature afirma que pássaros “conversam” com os irmão enquanto ainda estão dentro dos ovos. Já se sabia que os animais podem ouvir os chamados de alerta de aves adultas, mas agora descobriu-se que eles também compartilham informações com os outros embriões.

O intuito do “bate-papo” é avisar aos companheiros quando há algum perigo iminente, como um predador por perto, para que não tentem sair dos ovos. Ao analisar filhotes de gaivotas, os especialistas afirmaram que o achado revela como as aves podem se adaptar ao ambiente antes mesmo do nascimento: diferentemente dos mamíferos, sua fisiologia não pode mais ser influenciada pelas mudanças no corpo da mãe após a postura dos ovos.

“Estes resultados sugerem fortemente que os embriões de gaivotas são capazes de adquirir informações ambientais relevantes de seus irmãos”, escreveram os pesquisadores no artigo. “Juntos, nossos resultados destacam a importância da informação socialmente adquirida durante a fase pré-natal como um mecanismo não-genético que promove a plasticidade do desenvolvimento.”

Na experiência, os biólogos separaram ovos de uma mesma ninhada e expuseram alguns fetos aos sons de alerta dos adultos. Depois, os animais foram reintroduzidos no ninho com os irmãos que não ouviram o mesmo som. O resultado? Os bebês que foram expostos aos chamados tenderam a vibrar mais na incubadora do que os outros.

Tempos depois, a equipe observou que os filhotes expostos aos sons e seus companheiros de ninho demoraram mais para eclodir que as aves do grupo controle, que não havia sido exposta a nenhum som. Além disso, os animais produziram menos ruídos e ficaram mais “agachados” após nascerem, o que é um comportamento de defesa da espécie.

Contudo, os pássaros expostos aos ruídos apresentaram algumas desvantagens em seu desenvolvimento, como níveis mais altos de hormônios do estresse e menos cópias de DNA mitocondrial por célula. Isso, disseram os pesquisadores, indica que as aves podem ser mais capazes de responder ao perigo, mas têm o “custo de uma capacidade produtiva celular reduzida e deficiências no armazenamento de energia”.

Publicado originalmente em Revista Galileu

curiosidades, notícias, saúde

Equilibre a energia do seu bichinho de estimação

Os animais são mais sensíveis do que a gente às variações energéticas do ambiente. Por isso, é importante aprender como deixá-los sempre de bem com a vida

Se você tem um bicho de estimação já deve ter notado que, às vezes, ele se recusa a ficar em certos cômodos da casa por mais que você insista. É que os animais são extremamente sensíveis às variações de energia! Como se baseiam mais nos sentidos do que na razão, eles percebem mais facilmente do que nós a qualidade da energia de um lugar.

Sensibilidade nas patinhas

Gatos, lobos e cães percebem as mudanças de energia pelas patas. Ali, estão pequenos chacras, ensina o escritor Wagner Borges, integrante do Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas, órgão que estuda a bioenergia – a aura e os chacras (centros de energia).

É por isso que, quando um animal entra em um ambiente carregado ou encontra alguém negativo, sente logo os efeitos. Ele pode até adoecer, diz Borges. Aprenda algumas técnicas para ajudar a proteger seu bichinho.

Proteção com orações e Reiki

Se essa exposição for inevitável (às vezes, estamos cercados de pessoas negativas sem reparar), podemos fortalecer nosso animal. Se você trabalha com Reiki (energização pelas mãos) ou outras técnicas de cura, já sabe passar boas vibrações. Caso contrário, basta rezar, independentemente da crença. É melhor fazer isso com eles no colo ou por perto, ensina Borges.

Espante doenças com águas energizadas

Outra técnica bem simples para cobrir seu amigão de energia positiva é oferecer a ele água energizada. Segundo Angélica Lisanty, litoterapeuta (especialista em pedras e cristais), basta pôr uma jarra de vidro com água ao sol até as 10h. Dê essa água a seu animalzinho, pois ela estará cheia de energia positiva. Você também pode usar cristais, energizando a água com eles. Veja como:

· Compre o cristal em um lugar confiável e confirme se ele não dilui na água.

· Coloque a pedra na vasilha de água do seu bichinho. Deixe-a no máximo 15 dias.

· Lembre-se de usar uma pedra grande para ele não a engolir quando beber!

Boas afirmações que fazem a diferença

Você ama seu animalzinho, mantém as vacinas em dia e sempre o leva ao veterinário? Ótimo. Mas, como as palavras têm força, também dá para transmitir boas energias para ele se:

· Fizer afirmações positivas ao acariciá-lo. Uma sugestão é dizer: Você é um bichinho feliz e saudável. Eu te amo.

· Falar que ele é bonito e é seu grande parceiro na jornada desta vida.

· Disser o quanto ele é importante e como ilumina sua vida.

Fonte: MdeMulher

amor, histórias

A lenda da ponte do arco-íris, o céu dos nossos animais de estimação

A lenda da Ponte do Arco-Íris nos diz que quando os anjos de quatro patas (e qualquer outra criatura que amamos) se despedem de nós e com um suspiro deixam seu último adeus escapar, eles cruzam esta ponte. Do outro lado, há prados e colinas onde eles podem correr, brincar e desfrutar de sua inocência…

Dizem que lá, do outro lado da ponte do arco-íris, há espaço, comida, água e sol suficientes para que todos se sintam bem. Além disso, de acordo com esta lenda, todos aqueles que estiveram doentes, foram mutilados ou cruelmente feridos, vêem sua saúde restaurada e transbordam de alegria.

De acordo com esta bela lenda da ponte do arco-íris, nossos amigos estão felizes e satisfeitos, exceto que sentem falta de alguém especial que eles deixaram do outro lado da Ponte do Arco-Íris. É por isso que, de repente, enquanto todos estão correndo e brincando, alguém para e fita seus olhos brilhantes no horizonte.

A reunião das nossas almas de acordo com a lenda da ponte do arco-íris:

Seu corpo estremece e com grande emoção ele se separa de seu grupo correndo rapidamente pelo país. Eles nos vêem no meio da ponte e correm rapidamente para nos encontrar. A lenda da ponte do arco-íris nos diz que, então, humanos e animais, amigos da alma, se encontram e nunca se separam.

Suas lambidas molhadas banham nosso rosto e nossas mãos não podem deixar de acariciar nosso anjo de quatro patas, nossa amada criatura. Então, de acordo com a lenda, permanecemos unidos por toda a eternidade através de um olhar de sabedoria mútua cheio de amor e nobreza.

A lenda da Ponte do Arco-Íris preenche nossos corações com esperança diante da perda de nossos queridos animais. Ela nos ajuda a entender metaforicamente que quando um animal deixa este mundo, ele permanece em nossos corações mesmo que não possamos desfrutar de seu calor fisicamente.

Mesmo que eles deixem este mundo, eles permanecem, cúmplices, fiéis e amorosos em nossos corações.

A ponte de arco-íris dos animais abandonados:

A lenda da ponte de arco-íris não esquece aqueles animais que não puderam, na vida, desfrutar do amor de uma pessoa. Assim, a história emocional de nossa lenda continua assim…

“De repente, na Ponte do Arco-Íris, amanheceu de maneira diferente do que os dias normais tão cheios de sol; Este foi um dia frio e cinzento, o dia mais triste que você pode imaginar. Os recém-chegados não sabiam o que pensar, nunca tinham visto um dia assim. Mas os animais que mais esperavam por seus entes queridos sabiam exatamente o que estava acontecendo e seguiram juntos no caminho que leva à Ponte para olhar.

Eles esperaram um pouco e um animal muito velho chegou, com a cabeça muito afundada e arrastando o rabo. Os animais que estiveram lá por um tempo souberam imediatamente qual era a história deles porque viram isso acontecer muitas vezes. Este animal se aproximava lentamente, muito lentamente, era óbvio que ele tinha uma grande dor emocional, embora não houvesse sinais físicos de dor.

Ao contrário dos outros animais que esperavam na ponte, este animal não retornara à juventude, nem retornara cheio de saúde e alegria. Enquanto caminhava em direção à ponte, ele viu como todos os outros animais olhavam para ele. Ele sabia que este não era seu lugar e que quanto mais cedo ele pudesse atravessar a ponte, ele seria feliz. Mas isso não seria assim. Quando ele se aproximou da ponte, um anjo apareceu e com um rosto triste pediu perdão e disse-lhe que ele não poderia cruzar. Apenas aqueles animais que foram acompanhados por seus entes queridos poderiam cruzar a Ponte do Arco-Íris.

Sem ter mais para onde ir, o animal maior virou-se e, entre os prados, viu um grupo de outros animais como ele, alguns mais velhos, outros muito frágeis. Eles não estavam jogando, eles estavam apenas deitados na grama, olhando para o caminho que levava à Ponte do Arco-Íris. Então, ele foi se juntar a eles, olhando a estrada e estava lá esperando.

Um dos recém-chegados à Ponte não entendeu o que viu e pediu a alguém para explicar o que estava acontecendo. «Vês aquele pobre animal e os outros que estão lá com ele? eles são os animais que nunca tiveram uma pessoa. Isso pelo menos chegou a um abrigo; Ele entrou no abrigo como você o vê agora, um animal mais velho, com cabelos grisalhos e uma visão um pouco nublada. Mas ele nunca saiu do abrigo, e morreu apenas com o cuidado de seu cuidador para acompanhá-lo enquanto ele deixava a terra. Como não tinha família para lhe dar amor, não tem ninguém para acompanhá-lo a atravessar a ponte ».

O primeiro animal estava pensando por um momento e perguntou: E agora o que vai acontecer? Antes de receber a resposta, as nuvens começaram a se romper e um vento muito forte as fez desaparecer. Eles podiam ver uma pessoa, sozinha, aproximando-se da Ponte, e entre os animais maiores um grupo inteiro deles foi repentinamente banhado em uma luz dourada e novamente eles eram animais jovens e saudáveis, cheios de vida. “Olhe e você saberá”, disse o segundo.

Outro grupo de animais que estava esperando, também se aproximou da estrada e abaixou a cabeça enquanto a pessoa se aproximava. Ao passar na frente de cada cabeça, a pessoa tocava em cada um, alguns davam carinho, outros rasgavam as orelhas carinhosamente … Os animais que haviam sido rejuvenescidos foram colocados em fila atrás e seguiram a pessoa em sua direção. Ponte Então eles cruzaram a ponte juntos.

“O que foi isso?”, Perguntou o primeiro animal. E o segundo dizia: “Aquela pessoa era uma grande amante de animais e trabalhava em sua defesa. Os animais que você viu abaixando a cabeça como sinal de respeito foram os que encontraram novas casas graças ao esforço de tais pessoas. É claro que todos esses animais atravessarão a ponte quando chegar a hora deles chegarem, que eram suas novas famílias.

Mas aqueles que viram mais velhos e depois rejuvenesceram, foram aqueles que nunca encontraram uma casa … e como não tinham família, não podiam atravessar a ponte. Quando uma pessoa que trabalhou na terra para ajudar os animais abandonados chega, eles são permitidos um último ato de resgate e amor. Para todos aqueles pobres animais para os quais eles não puderam ter famílias na terra, eles estão autorizados a acompanhá-los para que eles também possam atravessar a Ponte do Arco-Íris”.

Publicado originalmente em: Conti outra

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Empresa japonesa produz chinelos em forma de gatinhos

Saber criar produtos que conquistem os clientes é uma característica imprenscíndivel de um negócio de sucesso. Para isso, é preciso encontrar o caminho certo até o coração deles. Para alguns, são carros e flores. Para outros, são gatos.

A empresa japonesa Nyara Geta desenvolveu chinelos especiais para os fãs de felinos.

Diferente dos calçados encontrados normalmente por aí, estes possuem o formato de um gatinho sentado.

Eles são, na verdade, uma mistura dos chinelos ocidentais com os tamancos tradicionais da cultura japonesa – chamados de geta pelos nipônicos. Mas ao contrário destes últimos, que são feitos de madeira, os pares criados pela Nyara Geta são feitos de borracha EVA.

A empresa tem nove modelos diferentes de calçados. Para adquiri-los, o consumidor desembolsa 3780 ienes japoneses, algo em torno de R$ 134.

Publicado originalmente em: Revistapgn.globo.com