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Vaquinha para ajudar no tratamento do Luau

Vocês lembram do Luau, nosso amigo que foi encontrado na rua com Leishmaniose?

Para reelembrar a história dele: https://debateanimal.com/2017/12/21/leishimaniose-uma-historia-de-amor-com-final-feliz/

Ele está super bem e respondendo ao tratamento, mas por ser um tratamento muito caro, sua dona Mara, resolveu pedir ajuda para que ele possa continuar sua luta contra essa doença horrível!

” Tinha um cão no meio do caminho. Parei e acolhi. Ele mal tinha forças para comer ou beber. Exames mostraram Leishmaniose. Por ignorância, eu quase o eutanasiei. Por sorte, descobri que existe tratamento. E hoje o cão que estava no meu caminho está aqui, fazendo parte da família, ganhou o nome de Luau e está lutando contra a doença. Se você lutar junto com a gente, a vitória será certa. ” (Mara Pallota)

Quem puder ajudar, segue o link da “Vakinha”

http://www.vakinha.com.br/vaquinha/luau-contra-a-leishmaniose

Sobre a campanha:

Muita gente ainda não sabe que Leishmaniose Visceral Canina tem tratamento e os cães vítimas da doença não precisam mais ser eutanasiados, desde que façam o tratamento correto e estejam documentados junto aos órgãos competentes.

O tratamento não é simples nem barato. Por isso Luau pede um help aqui. E para quem quiser conhecer a história desde o início, segue o Insta @chupaleish e vamos juntos com a gente vencer as parasitas.

Custos básicos e aproximados com o tratamento: – antibióticos. R$ 1800,00; – Milteforan: R$ 900,00; – Vacinas: R$ 2000,00; – exames: R$ 500,00; – consultas: R$ 480,00; – outros medicamentos: R$ 350,00; – suplementos: R$ 450,00;-  coleira anti-mosquito: R$ 380,00

Vamos ajudar o Luau a vencer essa luta contra a Leishmaniose!!!!

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Evolução da doença (Imagem: Mara Pallotta/Arquivo pessoal)
curiosidades, notícias

Ciência confirma: nós gostamos mais de cachorros do que de gente

 Um artigo científico acaba de confirmar o que todo mundo já sabia: na média, pessoas gostam mais de cachorros que de outras pessoas. Principalmente se o bichinho for um filhote de olhos bem grandes.

Psicólogos da Northeastern Universtity, em Boston, nos EUA, distribuíram quatro notícias falsas, supostamente publicadas no Boston Globe, a 256 estudantes de graduação voluntários.

Os relatos tinham protagonistas diferentes: um adulto na faixa dos 30, um bebê de um ano, um cãozinho recém-nascido e um cachorro mais velho, com seis anos de idade.

Todos eram encontrados gravemente feridos após uma sessão de espancamento com um bastão de beisebol. Leia um trecho:

“De acordo com as testemunhas presentes no local, um ataque particularmente cruel envolveu um filhote de um ano de idade que foi golpeado com um taco de beisebol por um atacante desconhecido. Chegando ao local do crime alguns minutos após o ataque, um policial encontrou a vítima com uma perna quebrada, lacerações múltiplas e inconsciente. Ninguém foi preso.”

Após a leitura, os participantes eram orientados a indicar, de acordo com uma escala, o grau de empatia que sentiram por cada uma das vítimas.

Resultado? O bebê humano, o bebê canino e o cão adulto despertaram todos mais piedade que o humano adulto – e a comoção foi maior entre mulheres que entre homens.

A explicação é simples: a violência parece menos justificável quando a vítima é um ser indefeso, como um bebê ou o cachorro.

Mesmo que o adulto não pudesse ter se defendido na situação narrada, nós ainda o encaramos como um ser consciente e autônomo, que (pelo menos em teoria) teria mais chances de se defender.

Segundo os próprios autores, a inspiração para a pesquisa veio após um caso real, ocorrido no estado norte-americano do Arizona em 2014.

Um garoto de quatro anos foi atacado violentamente por um cão de grande porte, e precisou passar por delicadas cirurgias de reconstrução facial.

Uma campanha para ajudá-lo alcançou cerca de 500 seguidores no Facebook. Já uma página criada por ativistas para evitar que o cão responsável pelo ataque fosse sacrificado alcançou 40 mil pessoas em pouco mais de uma semana.

Dito isso, é sempre bom lembrar que, na média, o ser humano não tem um bom histórico de relações com os animais.

Na conclusão, os pesquisadores afirmam que a descoberta servirá justamente para criar campanhas de prevenção contra maus-tratos mais eficientes – que comovam usando filhotes simpáticos em vez de cenas de agressão apelativas.

“Ao enfatizar a vulnerabilidade, em vez de focar na exposição à violência e agressão, programas inovadores podem revolucionar a prevenção de casos de abuso de animais.”

Testes futuros terão as raças de cachorro especificadas e envolverão animais de outras espécies.

Este conteúdo foi publicado originalmente no site da Superinteressante.

dicas, leitura

Dica de Leitura – Diga Trinta e Três

 

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Livro: DIGA TRINTA E TRÊS – Autor: Dr. Nick Trout

Diga Trinta e Três é um retrato íntimo e fascinante do dia-a-dia de um veterinário e de seus pacientes e uma combinação de instintos básicos e tecnologia de ponta que define os hospitais veterinários do século XXI.

O dia para o doutor Nick Trout começa bem cedo – às 2:47h! E, a partir daí, ele não consegue mais parar, dedicando-se entre um paciente e outro, enfrentando problemas inesperados, lidando com a dor e a ansiedade em tempo real, convivendo com as vitórias e os fracassos que fazem parte da vida.

Se você tem ou já teve um animal de estimação, este livro foi feito para você, porque mostra claramente que, quando há esperança, humildade, compaixão e amor incondicional, todas as decisões tomadas são sempre mais acertadas que erradas.

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Cães acompanham dono ao hospital 

Acompanharam fielmente o amigo socorrido pelo SAMU.

Ali permaneceram.

Não pensavam em nada, preocupados e atentos observavam a reação do dono e a prestação de socorro.

Fiéis e amorosos, como devem ser os verdadeiros amigos.

Somente depois que o dono se movimentou e demonstrou que estava seguro, os cães abanaram o rabo e demonstraram uma sincera alegria.

Ficaram a noite toda acordados, cuidando do dono.

Via: Maurício Galvão 

histórias

Mãe manda mensagem para professora depois que o cão começou a agir estranho em casa – veja sua resposta inesperada

Sadie, uma menina de 4 anos de idade, tem diabetes tipo 1 e síndrome de Down, o que torna difícil para seus pais manter seus níveis de açúcar no sangue estáveis. Até que um Labrador especial se juntou à família!

Todos sabemos que os cães têm um olfato incrivelmente apurado. Na verdade, um cachorro chamado Hero, detectou uma queda nos valores de açúcar no sangue a quilômetros de distância! O animal é treinado para detectar quando os níveis de açúcar de Sadie estão muito baixos ou muito altos.

Um dia, Sadie estava na sua Escola Primária, enquanto Hero estava em casa, a mais de 8 quilômetros de distância. E foi aí que o cão começou a agir de forma estranha.

“Ele é normalmente um cachorro muito quieto.”, disse Michelle, a mãe de Sadie. “Gritar não está no seu protocolo. Mas ele apenas começou a lamentar e ele não parou.” Hero estava alertando Michelle de que os açúcares no sangue de Sadie estavam caindo, embora a criança estivesse bem longe. Então, a mulher enviou uma mensagem à professora de Sadie, para confirmar se estava tudo bem.

A professora, Kimberly Stoneman, disse: “ [A mãe de Sadie] me chamou e perguntou se eu poderia verificar seus níveis de açúcar e eles estavam bem.”, explicou Stoneman. “Eu testei e ela estava bem. Mas, dentro de meia hora, os níveis começaram a descer.”

Os valores de Sadie caíram repentinamente de 122 para 82. “Com valores baixos, ela podia entrar em um coma diabético ou até mesmo morrer!”, disse Michelle.

Mas não sob a guarda de Hero! KC Owens, a treinadora do animal, disse que usou uma fragrância engarrafada para o ajudar a detectar níveis baixos e altos de açúcar no sangue.

“Eles são fáceis de treinar e são usados pelo seu nariz”, disse Owens. “Esses cães podem acordar uma família no meio da noite por algo mínimo. Eles podem obter ajuda, e eles fazem isso muito antes de toda a tecnologia”. Owen disse que os Labradores têm centenas de milhões de receptores no nariz que os ajudam a cheirar a quilômetros de distância.

Ninguém tem certeza como Hero conseguiu detectar a mudança no açúcar no sangue de Sadie naquele dia, mas graças ao seu instinto e ao seu olfato incrivelmente apurado, ele acabou por salvar uma vida!

Felizmente, tudo isso não passou de um susto e a menina está sã e salva… Parabéns Hero!

Compartilhe essa história maravilhosa com seus amigos e familiares!

Fonte: terrainteressante.com