curiosidades, notícias

Pássaros “conversam” com irmãos quando ainda estão dentro dos ovos

Uma pesquisa publicada recentemente no periódico científico Nature afirma que pássaros “conversam” com os irmão enquanto ainda estão dentro dos ovos. Já se sabia que os animais podem ouvir os chamados de alerta de aves adultas, mas agora descobriu-se que eles também compartilham informações com os outros embriões.

O intuito do “bate-papo” é avisar aos companheiros quando há algum perigo iminente, como um predador por perto, para que não tentem sair dos ovos. Ao analisar filhotes de gaivotas, os especialistas afirmaram que o achado revela como as aves podem se adaptar ao ambiente antes mesmo do nascimento: diferentemente dos mamíferos, sua fisiologia não pode mais ser influenciada pelas mudanças no corpo da mãe após a postura dos ovos.

“Estes resultados sugerem fortemente que os embriões de gaivotas são capazes de adquirir informações ambientais relevantes de seus irmãos”, escreveram os pesquisadores no artigo. “Juntos, nossos resultados destacam a importância da informação socialmente adquirida durante a fase pré-natal como um mecanismo não-genético que promove a plasticidade do desenvolvimento.”

Na experiência, os biólogos separaram ovos de uma mesma ninhada e expuseram alguns fetos aos sons de alerta dos adultos. Depois, os animais foram reintroduzidos no ninho com os irmãos que não ouviram o mesmo som. O resultado? Os bebês que foram expostos aos chamados tenderam a vibrar mais na incubadora do que os outros.

Tempos depois, a equipe observou que os filhotes expostos aos sons e seus companheiros de ninho demoraram mais para eclodir que as aves do grupo controle, que não havia sido exposta a nenhum som. Além disso, os animais produziram menos ruídos e ficaram mais “agachados” após nascerem, o que é um comportamento de defesa da espécie.

Contudo, os pássaros expostos aos ruídos apresentaram algumas desvantagens em seu desenvolvimento, como níveis mais altos de hormônios do estresse e menos cópias de DNA mitocondrial por célula. Isso, disseram os pesquisadores, indica que as aves podem ser mais capazes de responder ao perigo, mas têm o “custo de uma capacidade produtiva celular reduzida e deficiências no armazenamento de energia”.

Publicado originalmente em Revista Galileu

curiosidades, notícias, saúde

Equilibre a energia do seu bichinho de estimação

Os animais são mais sensíveis do que a gente às variações energéticas do ambiente. Por isso, é importante aprender como deixá-los sempre de bem com a vida

Se você tem um bicho de estimação já deve ter notado que, às vezes, ele se recusa a ficar em certos cômodos da casa por mais que você insista. É que os animais são extremamente sensíveis às variações de energia! Como se baseiam mais nos sentidos do que na razão, eles percebem mais facilmente do que nós a qualidade da energia de um lugar.

Sensibilidade nas patinhas

Gatos, lobos e cães percebem as mudanças de energia pelas patas. Ali, estão pequenos chacras, ensina o escritor Wagner Borges, integrante do Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas, órgão que estuda a bioenergia – a aura e os chacras (centros de energia).

É por isso que, quando um animal entra em um ambiente carregado ou encontra alguém negativo, sente logo os efeitos. Ele pode até adoecer, diz Borges. Aprenda algumas técnicas para ajudar a proteger seu bichinho.

Proteção com orações e Reiki

Se essa exposição for inevitável (às vezes, estamos cercados de pessoas negativas sem reparar), podemos fortalecer nosso animal. Se você trabalha com Reiki (energização pelas mãos) ou outras técnicas de cura, já sabe passar boas vibrações. Caso contrário, basta rezar, independentemente da crença. É melhor fazer isso com eles no colo ou por perto, ensina Borges.

Espante doenças com águas energizadas

Outra técnica bem simples para cobrir seu amigão de energia positiva é oferecer a ele água energizada. Segundo Angélica Lisanty, litoterapeuta (especialista em pedras e cristais), basta pôr uma jarra de vidro com água ao sol até as 10h. Dê essa água a seu animalzinho, pois ela estará cheia de energia positiva. Você também pode usar cristais, energizando a água com eles. Veja como:

· Compre o cristal em um lugar confiável e confirme se ele não dilui na água.

· Coloque a pedra na vasilha de água do seu bichinho. Deixe-a no máximo 15 dias.

· Lembre-se de usar uma pedra grande para ele não a engolir quando beber!

Boas afirmações que fazem a diferença

Você ama seu animalzinho, mantém as vacinas em dia e sempre o leva ao veterinário? Ótimo. Mas, como as palavras têm força, também dá para transmitir boas energias para ele se:

· Fizer afirmações positivas ao acariciá-lo. Uma sugestão é dizer: Você é um bichinho feliz e saudável. Eu te amo.

· Falar que ele é bonito e é seu grande parceiro na jornada desta vida.

· Disser o quanto ele é importante e como ilumina sua vida.

Fonte: MdeMulher

amor, histórias

A lenda da ponte do arco-íris, o céu dos nossos animais de estimação

A lenda da Ponte do Arco-Íris nos diz que quando os anjos de quatro patas (e qualquer outra criatura que amamos) se despedem de nós e com um suspiro deixam seu último adeus escapar, eles cruzam esta ponte. Do outro lado, há prados e colinas onde eles podem correr, brincar e desfrutar de sua inocência…

Dizem que lá, do outro lado da ponte do arco-íris, há espaço, comida, água e sol suficientes para que todos se sintam bem. Além disso, de acordo com esta lenda, todos aqueles que estiveram doentes, foram mutilados ou cruelmente feridos, vêem sua saúde restaurada e transbordam de alegria.

De acordo com esta bela lenda da ponte do arco-íris, nossos amigos estão felizes e satisfeitos, exceto que sentem falta de alguém especial que eles deixaram do outro lado da Ponte do Arco-Íris. É por isso que, de repente, enquanto todos estão correndo e brincando, alguém para e fita seus olhos brilhantes no horizonte.

A reunião das nossas almas de acordo com a lenda da ponte do arco-íris:

Seu corpo estremece e com grande emoção ele se separa de seu grupo correndo rapidamente pelo país. Eles nos vêem no meio da ponte e correm rapidamente para nos encontrar. A lenda da ponte do arco-íris nos diz que, então, humanos e animais, amigos da alma, se encontram e nunca se separam.

Suas lambidas molhadas banham nosso rosto e nossas mãos não podem deixar de acariciar nosso anjo de quatro patas, nossa amada criatura. Então, de acordo com a lenda, permanecemos unidos por toda a eternidade através de um olhar de sabedoria mútua cheio de amor e nobreza.

A lenda da Ponte do Arco-Íris preenche nossos corações com esperança diante da perda de nossos queridos animais. Ela nos ajuda a entender metaforicamente que quando um animal deixa este mundo, ele permanece em nossos corações mesmo que não possamos desfrutar de seu calor fisicamente.

Mesmo que eles deixem este mundo, eles permanecem, cúmplices, fiéis e amorosos em nossos corações.

A ponte de arco-íris dos animais abandonados:

A lenda da ponte de arco-íris não esquece aqueles animais que não puderam, na vida, desfrutar do amor de uma pessoa. Assim, a história emocional de nossa lenda continua assim…

“De repente, na Ponte do Arco-Íris, amanheceu de maneira diferente do que os dias normais tão cheios de sol; Este foi um dia frio e cinzento, o dia mais triste que você pode imaginar. Os recém-chegados não sabiam o que pensar, nunca tinham visto um dia assim. Mas os animais que mais esperavam por seus entes queridos sabiam exatamente o que estava acontecendo e seguiram juntos no caminho que leva à Ponte para olhar.

Eles esperaram um pouco e um animal muito velho chegou, com a cabeça muito afundada e arrastando o rabo. Os animais que estiveram lá por um tempo souberam imediatamente qual era a história deles porque viram isso acontecer muitas vezes. Este animal se aproximava lentamente, muito lentamente, era óbvio que ele tinha uma grande dor emocional, embora não houvesse sinais físicos de dor.

Ao contrário dos outros animais que esperavam na ponte, este animal não retornara à juventude, nem retornara cheio de saúde e alegria. Enquanto caminhava em direção à ponte, ele viu como todos os outros animais olhavam para ele. Ele sabia que este não era seu lugar e que quanto mais cedo ele pudesse atravessar a ponte, ele seria feliz. Mas isso não seria assim. Quando ele se aproximou da ponte, um anjo apareceu e com um rosto triste pediu perdão e disse-lhe que ele não poderia cruzar. Apenas aqueles animais que foram acompanhados por seus entes queridos poderiam cruzar a Ponte do Arco-Íris.

Sem ter mais para onde ir, o animal maior virou-se e, entre os prados, viu um grupo de outros animais como ele, alguns mais velhos, outros muito frágeis. Eles não estavam jogando, eles estavam apenas deitados na grama, olhando para o caminho que levava à Ponte do Arco-Íris. Então, ele foi se juntar a eles, olhando a estrada e estava lá esperando.

Um dos recém-chegados à Ponte não entendeu o que viu e pediu a alguém para explicar o que estava acontecendo. «Vês aquele pobre animal e os outros que estão lá com ele? eles são os animais que nunca tiveram uma pessoa. Isso pelo menos chegou a um abrigo; Ele entrou no abrigo como você o vê agora, um animal mais velho, com cabelos grisalhos e uma visão um pouco nublada. Mas ele nunca saiu do abrigo, e morreu apenas com o cuidado de seu cuidador para acompanhá-lo enquanto ele deixava a terra. Como não tinha família para lhe dar amor, não tem ninguém para acompanhá-lo a atravessar a ponte ».

O primeiro animal estava pensando por um momento e perguntou: E agora o que vai acontecer? Antes de receber a resposta, as nuvens começaram a se romper e um vento muito forte as fez desaparecer. Eles podiam ver uma pessoa, sozinha, aproximando-se da Ponte, e entre os animais maiores um grupo inteiro deles foi repentinamente banhado em uma luz dourada e novamente eles eram animais jovens e saudáveis, cheios de vida. “Olhe e você saberá”, disse o segundo.

Outro grupo de animais que estava esperando, também se aproximou da estrada e abaixou a cabeça enquanto a pessoa se aproximava. Ao passar na frente de cada cabeça, a pessoa tocava em cada um, alguns davam carinho, outros rasgavam as orelhas carinhosamente … Os animais que haviam sido rejuvenescidos foram colocados em fila atrás e seguiram a pessoa em sua direção. Ponte Então eles cruzaram a ponte juntos.

“O que foi isso?”, Perguntou o primeiro animal. E o segundo dizia: “Aquela pessoa era uma grande amante de animais e trabalhava em sua defesa. Os animais que você viu abaixando a cabeça como sinal de respeito foram os que encontraram novas casas graças ao esforço de tais pessoas. É claro que todos esses animais atravessarão a ponte quando chegar a hora deles chegarem, que eram suas novas famílias.

Mas aqueles que viram mais velhos e depois rejuvenesceram, foram aqueles que nunca encontraram uma casa … e como não tinham família, não podiam atravessar a ponte. Quando uma pessoa que trabalhou na terra para ajudar os animais abandonados chega, eles são permitidos um último ato de resgate e amor. Para todos aqueles pobres animais para os quais eles não puderam ter famílias na terra, eles estão autorizados a acompanhá-los para que eles também possam atravessar a Ponte do Arco-Íris”.

Publicado originalmente em: Conti outra

curiosidades, gatos, notícias, Sem categoria

Empresa japonesa produz chinelos em forma de gatinhos

Saber criar produtos que conquistem os clientes é uma característica imprenscíndivel de um negócio de sucesso. Para isso, é preciso encontrar o caminho certo até o coração deles. Para alguns, são carros e flores. Para outros, são gatos.

A empresa japonesa Nyara Geta desenvolveu chinelos especiais para os fãs de felinos.

Diferente dos calçados encontrados normalmente por aí, estes possuem o formato de um gatinho sentado.

Eles são, na verdade, uma mistura dos chinelos ocidentais com os tamancos tradicionais da cultura japonesa – chamados de geta pelos nipônicos. Mas ao contrário destes últimos, que são feitos de madeira, os pares criados pela Nyara Geta são feitos de borracha EVA.

A empresa tem nove modelos diferentes de calçados. Para adquiri-los, o consumidor desembolsa 3780 ienes japoneses, algo em torno de R$ 134.

Publicado originalmente em: Revistapgn.globo.com

notícias, Sem categoria

Professor leva cães para a sala e ensina cuidados e afeto aos alunos

Orion, Vega e Mel não estão na lista de presença nem ganham nota no fim do semestre, mas são vistos com frequência nas aulas do professor Diogo Cesar Gomes da Silva, na UCBD (Universidade Católica Dom Bosco), em Campo Grande (MS). Além de encantar os alunos, os três cães da raça border collie acompanham o tutor na universidade por um motivo didático: Silva leciona uma disciplina sobre comportamento e bem-estar animal, e os cães ajudam os alunos a transportarem para a prática o conteúdo ministrado pelo professor.

Faz mais de dois anos que Silva entrou em classe pela primeira vez com as companhias inesperadas. “Eu lembro que, quando cheguei com os cães, não avisei aos alunos, me apresentei como professor da disciplina e expliquei que a gente ia estudar juntos. A expressão dos acadêmicos era de surpresa, empolgação e satisfação”, diz o professor, que dá aula nos cursos de medicina veterinária e zootecnia.

A rotina dos animais em sala depende da aula. Se o tema é comunicação entre animais, por exemplo, pelo menos dois deles saem de casa e garantem o conteúdo prático. “Se eu vou falar sobre como o animal constrói mecanismos de aprendizagem, posso levar um deles ou mais de um, caso eu vá dividir a sala em grupos”, explica.

Entre um afago e outro, os cães ensinam não só conteúdo, mas desenvolvem também habilidades emocionais na turma. “Os alunos aprendem comportamentos de afeição, carinho, cuidado. A presença deles deixa o ambiente da sala de aula mais leve, mais estimulante”. Silva garante que o trio contribui até para melhorar a imagem do professor: “Quando eu vou com os cães, os alunos interagem comigo de outras formas, tiram dúvidas, fazem perguntas, estreitamos os laços e saímos da tensão da sala de aula”, afirma.

Orion, Vega e Mel têm autorização da universidade para participar das aulas. Outros cães, no entanto, não têm circulação liberada, já que, segundo a instituição, a entrada de animais é permitida “apenas para fins pedagógicos e excepcionais”.

Além disso, o trio foi treinado pelo tutor e está adaptado ao ambiente universitário. Nos intervalos, inclusive, são disputados pelos alunos que aproveitam para passear e dar água enquanto o professor precisa resolver algo na secretaria do curso.

“Para esse tipo de interação, os cães precisam ter alto grau de socialização, e esses animais receberam treinamento e estimulação adequados desde filhotes para que se adaptassem a pessoas e ambientes diferentes”, diz o docente.

Fonte: New Pangea

notícias

Na evolução, cachorros passaram a levantar sobrancelhas para ter atenção dos humanos

Movimento dos músculos acima dos olhos não ocorre com a mesma intensidade em lobos. Ao erguer as sobrancelhas, cães atraem os cuidados dos donos.

Seu cachorro faz, de vez em quando, uma carinha especialmente fofa, que desperta sua atenção? Esse comportamento pode ser proposital, justamente para atrair mais cuidados dos seres humanos. Pesquisadores dos Estados Unidos e do Reino Unido descobriram que, ao longo do processo evolutivo, esses animais desenvolveram novos músculos faciais. Com isso, conseguem elevar as sobrancelhas intencionalmente e imitar os olhos arredondados de filhotes.

Essa expressão desencadeia, instantaneamente, uma resposta nos humanos. “Quando cachorros fazem esse movimento, despertam um desejo mais forte de cuidarmos deles. Isso deu aos que conseguiam mexer a sobrancelha uma vantagem maior em relação aos demais. Essa característica foi transmitida para as gerações seguintes”, explica um dos pesquisadores.

Os autores do estudo, liderados pela psicóloga Juliane Kaminski, da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra, compararam lobos e cães. Os primeiros não conseguem movimentar a sobrancelha, porque não desenvolveram esses mesmos músculos acima dos olhos. Ao que parece, foi uma diferença decisiva entre as espécies – cachorros têm uma capacidade maior de interação social com humanos.

No periódico científico Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America (PNAS), no qual o estudo foi publicado, uma ilustração mostra a comparação entre os olhos dos lobos e dos cães:

À esquerda, as áreas destacadas mostram os músculos dos olhos dos cachorros, capazes de deixar os olhos mais arredondados. À direita, o desenho representa os lobos, que não têm a mesma habilidade

Publicado originalmente em: G1

notícias

Zoo de Guarulhos é um dos poucos do país a obter a certificação de bem-estar animal

Após passar por um rígido processo de auditoria realizado durante os últimos dois anos, o Zoológico de Guarulhos comemora a conquista da certificação de bem-estar animal emitida pela Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB ), em parceria com a entidade internacional Wild Welfare. Dos 25 parques zoológicos e aquários auditados em todo o Brasil, apenas seis foram certificados.

Para a diretora do zoo, Fernanda Magalhães, a conquista é reflexo do trabalho em equipe em prol dos animais. “Trabalhamos muito para obter esta certificação. Este é um marco na nossa história e resultado de muito esforço e dedicação da nossa equipe para garantir as melhores condições aos animais. As premissas do trabalho realizado por toda a equipe do Zoológico de Guarulhos são baseadas em pesquisas e avanços sobre consciência, cognição e senciência (capacidade dos seres de sentir sensações e sentimentos de forma consciente) dos animais”, afirma Fernanda.

Ainda de acordo com a diretora do zoo, além de conforto, o trabalho realizado pela equipe visa possibilitar aos animais a expressão de seus comportamentos e habilidades naturais, em aspectos como convívio, reprodução, durante variações climáticas, entre outros. Para alcançar esse objetivo, são oferecidas as melhores condições possíveis de atendimento e alojamento, com recintos elaborados de forma a reproduzir os ambientes naturais dos animais, além de atividades diárias motivadoras e enriquecimento ambiental que proporcionam estímulo, conforto, oportunidades de escolha e a vivência de experiências positivas.

Serviços

Para quem quiser conhecer os animais e o trabalho realizado no Zoológico de Guarulhos, o parque fica na avenida Dona Glória Pagnoncelli, 344, Jardim Rosa de França. Funciona de terça-feira a domingo, das 9h às 17h. Entrada gratuita.

Publicado originalmente em: Fmetropolitana

notícias

Raro golfinho cor-de-rosa quase extinto dá a luz a filhote super raro

Golfinhos-cor-de-rosa são extremamente raros e estão quase que extintos. Porém, um acontecimento trouxe mais uma esperança para essa espécie. Um dos poucos golfinhos já aviadores, conhecido como Pinky, foi avistado novamente, mas com um bebê!

A espécie de golfinhos-cor-de-rosa se tornou conhecida há cerca de 12 anos, quando o capitão Erik o avistou. O vídeo de Pinky e seu filho foi compartilhado em uma página no Facebook e já tem milhares de visualizações.

A cor deste animal deve-se a uma mutação genética rara que acontece dificilmente em golfinhos. Especialistas na conservação e proteção de animais colocaram o golfinho rosa na lista de animais ameaçados de extinção. O nascimento do bebê golfinho representa uma gigantesca esperança para a espécie.

O Capitão Rue explicou que o golfinho é rosa de sua cauda até a ponta, e tem os olhos vermelhos. Sua pele é lisa e brilhante.

Pinky não é afetado pelo ambiente ou luz solar, mas com certeza gosta de permanecer abaixo da superfície mais do que outros animais.

A aparição deste animal é algo realmente incrível. Com certeza eles vão trazer uma alegria imensa aos habitantes da região.

Publicado originalmente em: Isso é super interessante

histórias, Sem categoria

MARIDO DIZ À ESPOSA: EU OU OS CACHORROS? E ELA FICA COM OS CACHORROS

Após 25 anos casada, Liz Haslam teve que escolher entre seu marido e seus cães, quando ele disse à ela: eu ou os cachorros? Ela optou ficar com seus cachorros!
Saiba o que a levou a tomar essa decisão.

Liz e sua convivência com cães desde pequena

A mãe de Liz criava cães terrier, por isso ela convive desde criança com cachorros, e o pai tinha um comércio de alimentação animal.

Quando Mike conheceu Liz, já sabia do amor e da afinidade dela pelos cachorros.

Liz Haslam se apaixonou por Mike quando tinha apenas 16 anos e foi viver com ele em uma casa em Barnham, Suffolk, na Inglaterra.

Com três anos de casados, eles tiveram um filho chamado Ollie, mas, isso não foi suficiente para evitar a separação.

notícias

Zoológico de Sorocaba recupera mais de 400 animais silvestres por ano

imagem 1

Cumprindo uma missão de caráter humanitário, o Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, vinculado à Secretaria de Meio Ambiente, Parques e Jardins (Sema) de Sorocaba, trata de animais silvestres machucados que são encontrados em residências ou apreendidos pela polícia ambiental. Anualmente, a clínica do zoo recebe cerca de 400 animais, que passam por procedimentos cirúrgicos e, após a recuperação, são devolvidos à natureza em áreas protegidas.

Segundo a bióloga Cecília Pessuti, são inúmeras as formas com que os animais se machucam ao chegar em áreas urbanas. “Geralmente, animais como sapos e gambás são encontrados atropelados, aves batem em vidraças ou caem em recipientes com óleo e se machucam, especialmente maritacas e corujas. Filhotes encontrados em lajes de casas também são trazidos para cá”, explica a veterinária. Além desses, há casos de serpentes e aranhas, encontradas em residências e apreendidas pela polícia ambiental.

Apesar de não corresponder às obrigações dos funcionários, a equipe de veterinários residentes do zoo faz o possível para que todos os animais trazidos à clínica sejam atendidos, levando também em consideração a individualidade e o comportamento de cada caso atendido.

“Como consenso entre os cuidadores de animais (tratadores, biólogos e veterinários), a melhor parte de trabalhar em um ambiente como este é a satisfação de receber o carinho deles, em troca de darmos o melhor nós em cuidar diariamente dos recintos, da saúde e do preparo de suas dietas. Poder observá-los no dia a dia e poder contemplar a natureza do comportamento animal é muito gratificante”, comenta Cecília sobre o comprometimento dos profissionais do zoo.

Vale lembrar que o Quinzinho de Barros também tem toda a atenção voltada para o bem-estar dos animais que lá residem. Hoje, o parque dispõe de um conjunto de técnicas, chamadas de enriquecimento ambiental, usadas em zoológicos modernos com o objetivo de evitar o estresse de animais. A técnica consiste em criar ambientes mais complexos nos recintos, de acordo com o comportamento e o físico da cada espécie. Assim, eles são estimulados a desempenharem seus comportamentos naturais por meio de desafios físicos e mentais.

Sendo uma das maiores referências em pesquisas na área de biologia e veterinária no Brasil, o Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros atrai anualmente mais de 20 mil visitantes interessados em educação ambiental e em conhecimento histórico da região, com o Museu Histórico Sorocabano, situado dentro do parque zoológico.

PARQUE ZOOLÓGICO MUNICIPAL QUINZINHO DE BARROS ESTÁ LOCALIZADO NA RUA TEODORO KAISEL, Nº 883, NA VILA HORTÊNCIA, E ESTÁ ABERTO PARA VISITAÇÃO DIARIMENTE DAS 9H ÀS 16H.

Publicado originalmente em: sorocabices.com.br