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Relação de crimes contra animais pode ser indício de crimes contra pessoas

Os maus tratos contra animais são muitas vezes o indício de abusos contra pessoas também : os animais, além de serem vítimas da violência, servem para manipular, intimidar e agredir as vítimas humanas emocionalmente.

Os crimes contra animais de companhia são muito frequentes, porém tem sido pouco falado da sua relação com outros fenômenos de violência. A forma como os animais são tratados no seio de uma família é fundamental para interpretar as relações entre as pessoas que a constituem e a sua dinâmica familiar.

Vários estudos internacionais demonstram uma relação direta entre a violência contra animais e outros tipos de violência, sendo crescente o reconhecimento de que a violência doméstica, de pessoas idosas, animais o abuso infantil, ocorrem frequentemente nos mesmos lares.

Ou seja, os maus tratos contra animais são muitas vezes a “ponta do icebergue”: os animais, além de serem vítimas de violência, servem para manipular, intimidar e agredir as vítimas humanas emocionalmente, impedindo-as até de sair de casa (desde logo pela falta de respostas que permitam que as vítimas saiam acompanhadas dos seus animais). Diz um estudo da National Link Coalition on Violence Against Animals que 15% a 48% das mulheres adiam a saída de uma situação de abuso com receio pela segurança dos seus animais de companhia.

Também o impacto emocional sobre as crianças que possam ter testemunhado atos de violência contra os animais que integram a sua família pode ser devastador e ter consequências no desenvolvimento da sua personalidade.

Mas a correlação da violência vai mais longe, não se estendendo somente aos crimes de violência doméstica, mas incluir, também, crimes em séries, que se iniciam muitas vezes com crimes contra animais.

Nos Estados Unidos, desde 2016 que o FBI alterou a categorização dos crimes contra animais e passaram a registá-los na base de dados criminal, a par dos crimes violentos e tipificados como “crimes contra a sociedade”, como os homicídios. Desta forma, seria mais fácil identificar os fatores de risco e atuar na prevenção da violência. Este registo permite revelar uma imagem mais completa da natureza da crueldade com os animais e a sua relação com a escalada de violência contra pessoas, sensibilizando a população para esta correlação.

Como demonstram diferentes estudos de sociólogos, psicólogos e criminologistas nos últimos 25 anos, os agressores em casos de crueldade animal frequentemente não ficam por aí e passam a cometer atos de violência contra humanos. Um estudo realizado em 1997 pela Northeastern University e Massachusetts SPCA demonstrou que quase 40% dos abusadores de animais cometeu crimes violentos contra pessoas.

Em Portugal, apesar dos crimes contra animais constarem já do Relatório Anual de Segurança Interna, não existe ainda uma análise integrada destes crimes com outras realidades criminais, em particular com a violência doméstica, que tem aumentado dramaticamente no nosso país.

Em causa estão precisamente comportamentos como maus tratos aos animais de companhia da vítima ou ameaças à vítima, às suas crianças ou aos seus animais, uma associação de comportamento denominada “roda do poder e do controle” que tem o intuito de intimidar, manipular ou coagir a vítima.

Ao ser identificada uma situação de maus tratos a animais, os diferentes profissionais que são chamados a atuar nestes casos devem estar aptos a, além de proteger o bem-estar do animal, poderem reconhecer os sinais de risco e de conexão deste tipo de violência para que possam adequar procedimentos e travar o ciclo de violência. Ou seja, além do respeito que a vida animal  merece, podemos estar até perante uma situação mais complexa em que também as pessoas daquele contexto familiar estão em risco.

É essencial não só a adequação da legislação, que tem necessariamente de ser reformulada, mas também formar os diferentes profissionais que vão intervir para que possam estar preparados para reconhecer os diferentes tipos de violência, incluindo a violência contra animais, e conhecer os procedimentos juridicamente adequados para cada caso, travando o mais cedo possível o ciclo de violência.

Porém, para que tudo isto aconteça, é necessária a tão falada mudança de mentalidades: a violência contra animais deve ser reconhecida como parte integrante da violência contra pessoas, em particular no contexto familiar. E só reconhecendo o vínculo afetivo existente entre as vítimas humanas e não humanas, assim como a relação entre a violência contra pessoas e contra animais, poderemos ter um ponto de partida para uma efetiva prevenção destes crimes.

Qualquer ato de maus-tratos envolvendo um animal deverá ser denunciado na Delegacia de Polícia. Aconselhamos que os casos de flagrante de maus-tratos e/ou que a vida de animais estejam em risco, acione a Polícia pelo 190 e aguarde no local até que a situação esteja regularizada. A Lei 9605/98 (Lei de Crimes Ambientais) prevê os maus-tratos como crime de comina as penas. 

Sempre denuncie os maus tratos. Essa é a melhor maneira de combater os crimes contra animais. Quem presencia o ato é quem deve denunciar. Deve haver testemunha, fotos e tudo que puder comprovar o alegado. Não tenha medo. Denunciar é um ato de cidadania. 

 Exemplos de Maus-Tratos

– Abandonar, espancar, golpear, mutilar e envenenar;
– Manter preso permanentemente em correntes;
– Manter em locais pequenos e anti-higiênico;
– Não abrigar do sol, da chuva e do frio;
– Deixar sem ventilação ou luz solar;
– Não dar água e comida diariamente;
– Negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido;
– Obrigar a trabalho excessivo ou superior a sua força;
– Capturar animais silvestres;
– Utilizar animal em shows que possam lhe causar pânico ou estresse;
– Promover violência como rinhas de galo, farra-do-boi etc..

Artigo 32 da Lei Federal nº. 9.605/98. É considerado crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, doméstico ou domesticados, nativos ou exóticos. Pena – Detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano e multa.

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Fonte: publico.pt
adoção, amor, histórias, Sem categoria

Conheça a história da Tina, Maria Cristina de Alcântara Machado

E mais uma vez temos uma linda história, que na verdade podemos chamar de linda homenagem que nossa seguidora Regina Alvim nos enviou.

Imagem: Regina Alves

A história que vamos contar é da Tina, seu nome carinhoso, porque seu verdadeiro nome é Maria Cristina de Alcântara Machado, sim um nome de Lady.

A Tina foi encontrada, em um sábado de 2001. Uma vizinha estava espiando alguma coisa no meio do mato, e mesmo atrasada a Regina foi lá ajudar e ver o que estava acontecendo. Elas se depararam como uma cena triste, Tina estava dentro do bueiro muito ferida, pois tinha sido atropelada e deixada para morrer.

Regina levou a cachorrinha imediatamente para sua casa, mesmo com o seu marido não querendo que ela se responsabilizasse pelo caso. Mas ela não pensou duas vezes!!

A cachorrinha tinha diversos ferimentos na pele, cheia de carrapatos e um ferimento que praticamente podia-se ver o coração dela batendo.

Regina conversou com Tina e pediu que reagisse que ela ia fazer todo possível para não desistir de viver e ficar curada. Nesse mesmo dia, Tina começou a se alimentar, e foi reagindo bem aos medicamentos e cuidados.

Tina se recuperou totalmente! Ela viveu sendo a sombra de Regina, e o grande amor de sua vida. Foi muito feliz!

Em 2015, Tina adoeceu! Começou a apresentar problemas na pata que tinha sido atropelada, e foi diagnosticado câncer nos pulmões, metástase de um câncer nos ossos.

Regina ficou devastada, achando que ia morrer, mas se dedicou dia e noite para poder ajudar Tina a não sofrer tanto e conseguir ter qualidade de vida.

Tina sofreu muito nesses últimos dias de sua vida, mas do seu lado teve muito amor e apoio, pode descansar em paz.

Regina agradece muito por ter compartilhado sua vida com Tina, que foi quem a resgatou todos os dias de uma depressão e trouxe muita alegria para sua vida!

Imagem: Regina Alvim

Cada dia que passa, nós que gostamos de bichos, nos deparamos com essas histórias lindas e podemos ter mais certeza que essa ligação e amor com animais é maravilhosa!

E se você também tem alguma história do seu pet que queria compartilhar, mande para o Debate Animal!

Imagem: Regina Alvim
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Conheça a história da Pê

Fico feliz quando me deparo com histórias de amor com os animais, e mais feliz ainda em poder dividir com vocês.

A história de hoje é da Pê, uma cachorrinha linda e charmosa, que sofreu muito com o abandono e maus-tratos, mas felizmente encontrou uma dona maravilhosa que a acolheu e mudou sua vida!

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Imagem: Instagram @pe_pezinha

Eu pedi que sua dona, Tássia Búrigo, contasse a história da Pê para fazer a matéria, e ela fez um relato tão fofo, como se fosse a Pê escrevendo, que eu não quis mudar nadinha o texto para dividir com vocês!

“Eu era moradora de rua e seguia a minha vida normalmente. Até que um dia, em março de 2014, uns tios malvados colocaram um cano de PVC no meu pescoço, parecia um colar largo de PVC. Este cano era muito justo, machucando a parte de trás das minhas orelhinhas e o meu pescoço. E aí, eu comecei a definhar, porque eu não conseguia me alimentar, nem beber água com aquela coisa no pescoço. Mas não foi só isso, esses mesmos tios também me deram uma lambada na carinha, fazendo com que meu olho direito pulasse fora. Meus ossinhos do rostinho ficaram bem alterados, tipo amassados mesmo, sabem, tios?

Os moradores do bairro por onde eu andava falaram para os tios da ONG SOS Vira-Lata, uma ONG da minha cidadezinha, que tinha uma cadela andando com um cano de PVC no pescoço. As tias da ONG, então, começaram a me procurar. Mas foi difícil elas me encontrarem, porque eu não ficava sempre no mesmo lugar. Eu estava desesperada, procurando segurança e algum tio que pudesse me tirar aquilo do pescoço.

Levaram umas 3 semanas até que as tias me encontraram. Eu já estava desistindo da vida. Estava um saquinho de osso, já sem pelos, e sendo comida viva por bicheiras que se formaram em meu olhinho e em meus ferimentos ocasionados pelo cano. Quando a tia Carol me encontrou, eu estava num armário velho de cozinha, paradinha, olhando pro nada. A tia Carol tentou se aproximar, me ofereceu petisco, e eu: nada. Eu já havia realmente desistido de imaginar que alguém viria me salvar. Até que a tia viu que o jeito era me pegar no colo e me colocar no carro. Foi o que ela fez.

Deixei o maior futum no carro da tia Carol hihihi e fomos para a clínica veterinária, onde serraram meu cano, numa segunda tentativa com um outro serrote, e onde permaneci por uns 15 dias.

A maninha estava procurando um cãozinho especial para adotar, já que o trabalho dela então permitia ela ter um cachorro – antes ela ficava fora o dia todo e assim ela tinha consciência de que não daria para ter um cãozinho no apartamento. Ela queria um cão especial, pois via que, nas feirinhas de adoção, estes cães iam restando – tem muitos tios que preferem cãezinhos “perfeitos”.

Quando a maninha me viu passando na Fanpage da ONG, ela pensou “meu tio Jesus, não vou encontrar nenhum outro cão que precise mais da minha atenção do que essa!”. E assim, maninha começou a me visitar na clínica.

Todos os dias, maninha ia lá e me fazia carinho, que era pra ver se eu já estava me acostumando com ela. É que a maninha pensava que, em vista do que passei, eu certamente seria raivosa, ou antissocial, ou ia morder tudo, ou fazer xixi por tudo hihihi. Mas não.

Na primeira semana, maninha me fazia carinho e era como se ela fizesse carinho numa pedra. Eu estava estática, desacreditada, inanimada. Nos dias seguintes, comecei a ir tendo reações, até que chegou o dia de ir pra casa. Foi aí que veio a surpresa.

Quando os tios veterinários me colocaram no chão para eu ir até a maninha, eu fui faceira, balançando a rabiola! Maninha quase chorou e se arrepende até hoje de não ter filmado esta cena.

De lá pra cá, foi só alegria. No começo eu morria de medo de colo – e até hoje não curto muito – mas fomos nos conhecendo e nos adaptando uma à outra. Maninha sempre chora quando fala sobre nossa historinha, porque ela diz que fui eu quem adotei ela. Somos muito parceiras, já fui à praia, a restaurantes, em diversas praças, e outras cidades com ela. Uma vez fomos até a Gramado, num chalé que aceitava cachorro.

Maninha fala que nossa ligação é de outras vidas. Ela não imagina a vidinha dela sem mim (e vice-versa). Eu já sei quando ela vai sair, quando ela vai chegar, já conheço as palavras: petisco, nanar, passeio, já volto, não, vem, pula, tiozinho e outras. Sou tão gulosa que, na fase pós-internação, fui rapidamente dos 7 Kg até os atuais 12 Kg – mas num momento extrapolei e fiquei bem gordinha hihihi. Passei por fases feias, desde a cicatrização de todas as feridas até o nascimento dos pelos. Porém, maninha sempre me enxergou por dentro e sempre via a minha alminha linda e iluminada.

Hoje, eu sonho que nenhum cachorro desista, e acredite que, para cada tio maldoso, sempre haverá mais tios anjos. Maninha é meu anjo, minha luz.”

Dia do resgate da Pê Imagem: Instagram @pe_pezinha

Imagem: Instagram @pe_pezinha

“Maninha” é a salvadora da Pê (Tássia Búrigo), que com todo amor do mundo acolheu a Pê, mesmo com todas as dificuldades, ela cuidou, amou e fez a vida da cachorrinha mudar e poder ser muito feliz agora!

Para quem ama os animais, é muito difícil acreditar e aceitar que existam pessoas que façam mal as essas criaturinhas maravilhosas, mas também enche nosso coração de esperança quando nos deparamos com histórias como essa, aonde o amor e a dedicação prevalece!

E quem quiser acompanhar a vida da Pê, o Instagram dela é: @pe_pezinha. Sigam ela lá!

E o Facebook

Imagem: Instagram @pe_pezinha

Espero que a Pê continue linda e feliz na companhia da “Maninha” e que apareçam muitas outras histórias como essa para contarmos aqui no Debate Animal! E você tem alguma história de amor com um bichinho? Mande e conte para a gente!!!!!

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Argos, o cão de rodinha! Conheça sua história de luta, amor e coragem!

Nós do Debate Animal, estamos sempre procurando ou cruzando com histórias lindas e cheia de amor com os animais, por isso buscamos fazer tudo com mais carinho e amor!

Hoje iremos contar a história do Argos, um Border Collie, de um ano e seis meses, cheio de energia e vontade de viver!

Sua tutora Larissa Tanaka Onuki relatou a sua história:

” A HISTÓRIA: (Curitiba-PR) Argos é um Border Collie cheio de energia! O adotamos filhote, em condições perfeitas de saúde. Em resumo, em Julho deste ano, ele (sempre curioso) deu um jeitinho de sair para fora do portão de casa e foi atropelado por um carro em alta velocidade. Sobreviveu bravamente a um traumatismo craniano, pulmão perfurado, e fratura de coluna, o que o deixou paraplégico. Segundo os veterinários que o salvaram, foi por um milagre. Hoje ele não corre mais riscos. Fizemos algumas adaptações na nossa estrutura e rotina que permitem que ele leve uma vida normal e muito feliz, mesmo sendo cadeirante. Ele é incrível e nos ensina todos os dias. Realmente é muito feliz e não se importa com a nova condição, ultrapassa todos os obstáculos, é um exemplo de garra, alegria e superação para qualquer bichinho e também o ser humano. “

Hoje nós nos deparamos com muitos casos de cães que tem problemas de locomoção, e seus tutores dispostos a mantê-los com qualidade de vida e sem sofrimento. Antigamente era raro as pessoas que aceitavam essas condições do seu animal e estavam dispostos a cuidar deles, mesmo com toda sua limitação. Muitas vezes o animal era levado para eutanásia, e hoje existem muitas opções de tratamentos para que o cãozinho possa viver bem, sem sofrimento e feliz.

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A prova de que ser paraplégico, não o impede de nada! (Imagem: Instagram@cao_de_rodinhas)

O Argos recebeu e recebe todo o tratamento necessário para viver bem e feliz, fez cirurgia, faz fisioterapia, acupuntura, ozonioterapia e tem sua cadeirinha de rodas adaptada para que possa se locomover.

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Argos na fisioterapia (Imagem: Instagram@cao_de-rodinhas)

A Larissa nos contou também, que o Argos foi inspiração para começar o projeto ‘Cão de rodinhas”

” O projeto tem o objetivo de ajudar ao máximo, fornecendo informações sobre os cuidados diários de um cãozinho especial e dicas para pessoas que possam estar enfrentando a mesma situação. Existem poucas informações disponíveis sobre o assunto e é um alívio quando entendemos que é possível sim seguir em frente sem precisar reinventar a roda ou desistir. Dentre os posts também conscientizarmos sobre os cuidados no trânsito em relação a atropelamentos, o não abandono dos bichinhos que adquirem uma condição especial ao longo da vida e que existe caminho fora a eutanásia (que infelizmente é muito recomendada nestes casos, e muitas vezes sem necessidade).

Para acompanhar e conhecer mais do projeto , O Instagram é @cao_de_rodinhas.

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Argos representando os cães de rodinhas, inclusão e acessibilidade, no evento do concurso do cachorro do ano (Imagem: Larissa Tanaka Onuki)

PROJETO CÃO DE RODINHAS + FACULDADE DE DESIGN DE MODA SENAI: Foi realizado uma pesquisa com mais de 100 tutores de pets especiais de todo o Brasil, sobre este cenário e também as suas necessidades. Em parceria com a faculdade de Design de Moda do Senai de Curitiba, os futuros designers de moda, na disciplina de Inovação e Criatividade, tiveram acesso a dados da nossa pesquisa para desenvolver estudos de soluções de moda pet inclusiva e acessórios que ajudem no cuidado de pets especiais. Foi feita uma imersão com os alunos com a presença do Argos na faculdade e foi um sucesso, com muita emoção e empatia!

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Projeto cão de rodinas + Faculdade de moda Senai – Curitiba – Futuros designers de moda (Imagem: Larissa Tanaka Onuki)

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Imagem: Larissa Tanaka Onuki

Nós do Debate Animal desejamos que o Argos continue sua jornada feliz e saudável, com o amor dos seus tutores e que o projeto cresça ainda mais, para que ajude e sirva de exemplo de amor e dedicação para cães com condições especiais. Que seus donos nunca desistam deles!

E agradecemos a Larissa Tanaka Onuki, tutora do Argos, que cuida e respeita seu amigo! Que seu projeto só continue prosperando!

#debateanimal #amoranimal #loucosporbichos #loucosporcachorros #dogs #caoderodinhas

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Angelo, o carteiro amigo dos animais

Quem conhece as histórias de apuros que os carteiros passam para fazer as entregas de correspondências com o moradores peludos? Mas o que vamos contar agora nessa matéria irá mostrar que com amor e carinho, os animais sempre vão receber os nossos carteiros do mesmo jeito.

Esse embaraço entre os cachorros e os carteiros é tão comum que os profissionais dos Correios, recebem ensinamentos sobre como se prevenir de possíveis ataques, porque os animais agem dessa maneira em defesa do seu território.

Os treinamentos abordam conteúdos como comportamento e características dos cães, como identificar sinais e situações de risco, atitudes recomendadas na iminência de um ataque e as providências em caso de acidentes.

Angelo Cristino Antunes, de 32 anos, é carteiro na cidade de Guaratinguetá, no interior de São Paulo. Ele mudou esse “embaraço” de os animais correrem atrás do entregador de cartas, na verdade ele virou amigos dos moradores peludos de onde faz as entregas de correspondências.

Ele costuma chegar nos animais com carinho e atenção, assim conquista novos amigos peludos pelo percurso do seu trabalho!

Angelo criou redes sociais para divulgar as fotos que tira com seus novos amigos!

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

Na foto a seguir, Angelo ao chegar no setor de entregas, escutou um chorinho e encontrou esses dois cachorrinhos abandonados. Não pensou duas vezes e colocou na bolsa do correio, entrou em contato com algumas protetoras de animais e conseguiu ajuda para serem adotados.

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

Tudo de que fazemos com amor e principalmente o que está ligado ao mundo animal, nos surpreendemos a cada dia mais, porque iriam imaginar que o carteiro que vive temendo os animais, viraria amigo deles? Óbvio que sim! Desde que tratados com amor e respeito, é isso que basta para o animal ser seu amigo!

Nós do Debate Animal ficamos muito gratos em poder dividir essas histórias de amor com os bichos! Agradecemos imensamente ao Angelo que autorizou divulgar suas imagens para matéria no blog. Desejamos que você continue fazendo seu trabalho com amor e com todas as bençãos, porque com certeza já está recebendo muito em troca, com a amizade dos bichinhos que cruzam seu caminho!

E se quiserem acompanhar o Angelo nas redes sociais, tem toda história e as fotos dele com os amigos peludos!

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Instagram

Youtube

E você que tem uma história com animais e queria dividir com a gente, estaremos felizes em publicar!

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

 

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Sr. Djalma e Duda vão transbordar seu coração de amor e melhorar seu dia com essa história

Esses dias me marcaram para ver uma publicação e morri de amores com a história. Não aguentei e pedi para a Juliana Goffi, se poderia postar aqui no Debate Animal.

A Juliana é neta do Sr. Djalma, um vovozinho muito simpático e fofo, que foi passear com a sua filha e passando em frente ao pet shop, se apaixonou por uma cachorrinha que estava lá.

No vídeo pode-se ver a empolgação do Sr. Djalma, que ama de paixão animais

Vídeo: Juliana Goffi

Sua filha não pode levar a cachorrinha naquele dia, mas Sr. Djalma ficou falando a volta do passeio o tempo todo na cachorrinha e já tinha até escolhido um nome para ela ” Duda”.

No dia seguinte sua filha, não aguentou e resolveu ir buscar a Duda e fazer uma surpresa para Sr. Djalma. Imagina que surpresa!!!

Vídeo: Juliana Goffi

E nesse vídeo a felicidade do vovô ao ter a Duda para ele. O Sr. Djalma quando pegou a Duda no colo falou que tinha sonhado ter ganho ela nesta noite.

Sua neta Juliana, quis dividir essa história com todo mundo, porque acredita que uma cena linda e emocionante dessa pode melhor nosso dia, e vocês tem dúvida?

Obrigada Juliana, por dividir essa história conosco! Com certeza alegra nosso dia e faz nossos corações apaixonados por animais transbordarem de amor!

E você também tem alguma história com animais? Mande para o Debate Animal também!!!!

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Carta de um cachorro ao seu humano

Humano, vejo que está chorando porque chegou meu momento de partir. Não chore, por favor, quero te explicar algumas coisas. Você está triste porque eu fui embora, e eu estou feliz porque te conheci. Quantos, como eu, morrem diariamente sem ter conhecido alguémespecial?

Os animais às vezes passam tanto tempo sozinhos a nossa própria sorte. Só conhecemos o frio , a sede, o perigo, a fome. Temos que nos preocupar em como conseguiremos algo para comer e aonde passaremos a noite protegidos. Vemos muitos rostos todos os dias, que passam sem nos olhar, e as vezes é melhor que nem nos vejam, antes de se darem conta que estamos aqui e nos maltratem.

Às vezes temos a enorme sorte que entre tantas pessoas passa um anjo e nos recolhe. Às vezes, os anjos vêm e são organizados em grupos, às vezes há outros anjos longe e enviam muita ajuda para nós. E isso muda tudo. Se necessário nos levam a outro tipo de anjo, que sabe muito, e nos dão remédios para nos curar.

Escolhem uma palavra que pronunciam cada vez que nos vêem. Um NOME. Eu acho que o que você diz, é que somos ‘especiais’, deixamos de ser anônimos, para ser um de muitos, e um de vocês. E conhecemos o que é um lar! Você tem ideia de como isso é importante para nós? Nós já não temos que ter medo, não temos mais fome, ou frio, ou dor, ou perigo.

Se você pudesse calcular o quão feliz que nos faz. Para nós qualquer casa é um palácio! Nós já não nos preocupamos se vai chover, se vai passar um carro muito rápido ou se alguém vai nos ferir. E, principalmente, não estamos sozinhos, porque nenhum animal gosta de solidão, o que mais se pode pedir?

Eu sei que te entristece a minha partida, mas eu tinha que ir agora. Quero te pedir que não se culpe por nada; te ouvi soluçar que deveria ter feito algo mais por mim. Não diga isso, fez muito por mim! Sem você não teria conhecido nada da beleza que carrego comigo hoje.

Você deve saber que nós, animais, vivemos o presente intensamente e somos muito sábios: desfrutamos de cada pequena coisa de cada dia, e esquecemos o passado ruim rapidamente. Nossas vidas começam quando conhecemos o amor, o mesmo amor que você me deu, meu anjo sem asas e com duas pernas.

Saiba que mesmo se você encontrar um animal que está gravemente ferido, e que só lhe resta apenas um pouquinho de tempo neste mundo, você prestará um enorme serviço ao acompanhá-lo em sua transição final. Como te disse antes, nenhum de nós gostamos de estar só, menos ainda quando percebemos que é hora de partir.

Talvez para você não seja tão importante que esteja ao nosso lado nos acariciando e segurando a nossa pata, mas isso nos ajuda a ir em paz. Não chore mais, por favor. Eu vou feliz. Tenho na lembrança o nome que você me deu, o calor da sua casa, que neste tempo se tornou minha. Eu levo o som de sua voz falando para mim, mesmo não entendendo sempre o que me dizia.

Eu carrego em meu coração cada caríciaque você me deu. Tudo o que você fez foi muito valioso para mim e eu agradeço infinitamente. Não sei como dizer a você, porque eu não falo sua língua, mas certamente pode ver em meus olhos a minha gratidão.

Eu só vou pedir dois favores. Lave o rosto e comece a sorrir. Lembre-se que bom que vivemos juntos estes momentos, lembre-se das palhaçadas que fazia para te alegrar. Reviva como eu todo o bem que compartilhamos neste tempo. E não diga que não adotará outro animal porque você tem sofrido muito com a minha partida. Sem você eu não viveria as belezas que vivi. Por favor, não faça isso! Há muitos como eu esperando por alguém como você.

Dê-lhes o que você me deu, por favor, eles precisam assim como eu precisei de ti. Não guarde o amor que tens para dar, por medo de sofrer. Siga o meu conselho, valorize o bem que compartilha com cada um de nós, reconhecendo que você é um anjo para nós os animais, e que sem pessoas como você a nossa vida seria mais difícil do que às vezes é. Siga a sua nobre tarefa, agora cabe a mim ser o seu anjo.

Eu acompanharei você no seu caminho e te ajudarei a ajudar os outros como eu. Eu falarei com outros animais que estão aqui comigo, vou lhes contar tudo o que você tem feito por mim e eu vou apontar e dizer com orgulho: ‘Essa é a minha família’.

Hoje à noite, quando você olhar para o céu e ver uma estrela piscando quero que você saiba que sou eu piscando um olho, avisando a você que cheguei bem e dizendo-lhe ‘obrigado pelo amor que você me deu’.

Eu me despeço agora não dizendo ‘adeus’, mas ‘até logo’. Há um céu especial para pessoas como você, o céu para onde nós vamos e a vida nos recompensa tornando a nos encontrar lá.

Eu estarei te esperando!”

Autor desconhecido

Imagem: Homenagem a Nicole, umas das cachorras mais especiais que já conhecemos!

curiosidades, dicas, gatos, notícias

Avenida Paulista terá exposição gratuita com 260 gatos de vinte raças

Promovida pelo Clube Brasileiro do Gato, mais uma exposição de felinos com pedigree rola neste sábado (18) e neste domingo (19), das 10h às 17h. O evento gratuito ocupa o Club Homs, na Avenida Paulista.

Haverá cerca de 260 bichanos de vinte raças, incluindo o vira-lata. Espere encontrar tipos como o gigante maine coon, o tigrado bengal e os mais tradicionais siamês e persa. Será a primeira participação na atração de um british longhair, que lembra o peludo do filme Alice no País das Maravilhas. Lojinhas com produtos temáticos também estarão por lá.

A entrada é gratuita. Porém, pede-se aos visitantes que levem uma lata de leite em pó para ser doada à Casa Hope, entidade que ajuda crianças com câncer. A mesma quantidade arrecadada em leite será presenteada em ração para duas ONGs de gatos.

Aos interessados em visitas monitoradas para conhecer melhor as raças: elas começam às 11h, 13h e 15h. As inscrições devem ser realizadas na hora. Vale lembrar que não é possível comprar animais por lá ou levar seu próprio pet ao local.

Exposição do Clube Brasileiro do Gato

Quando: Sábado (18) e domingo (19), 10h às 17h

Onde: Club Homs. Avenida Paulista, 735, próximo ao metrô Brigadeiro

Quanto: Grátis. Pede-se a doação de uma lata de leite em pó

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Conheçam a Nina

A Nina foi adotada no Rio de Janeiro. Seus donos amam vira-latas, mas no fim descobriram na consulta veterinária que a Nina era da raça Dachshund. Claro que a raça não importava para eles, somente o amor e foi logo de cara que se apaixonaram por ela.

É muito brincalhona, bagunceira, comilona, carente e muito feliz. Adora dormir agarrada com seus pais.

Ela tem seu Instagram e adora fazer poses!

Siga a Nina no Instagram: @mundonina2018

Se você quer dividir seu amor com a gente, conte sua história e mande fotos do seu amigo para o debate animal!

#debateanimal #loucosporbichos #amoranimal #loucosporcachorros #dogs #nina #amor #adoção #adote

Imagens: Paula Mello
dicas, notícias

Cuidados com os cães no inverno

Nesta época do ano, assim como nós humanos, os cães também sofrem com as baixas temperaturas e devemos ter cuidados redobrados para que fiquem livres de doenças.

A medida imediata é impedir que os cães fiquem expostos ao frio. Nenhum cão deve dormir ao relento sem proteção, até os mais peludos devem ser agasalhados.

Mantenha o cão sempre aquecido e em lugares secos, evitando pisos frios ou oferecendo cobertores para manter o piso mais quente.

Os cães de pelos curtos ou grossos costumam sentir mais frio, portanto é indicado o uso de roupas, cobertores ou forros nas caminhas, desde que sejam confortáveis Para cães de pelos longos, evite a tosa nos períodos de frio, fazendo somente tosa higiênica, pois o pelo serve como isolante térmico.

No inverno cães idosos são os mais prejudicados, pois sofrem de artrose fazendo com que as dores na coluna e nas articulações aumentam. A pelagem não é mais tão eficiente, os músculos sofrem atrofia diminuindo o metabolismo, portanto o cuidado é maior e não devem ser expostos por nenhum período de tempo ao frio.

Os banhos podem ser feitos em menos frequência, pois no inverno os cães sujam-se menos e a incidência de pulgas, carrapatos e insetos diminuem. Ao invés de dar banhos toda semana, mude para banhos quinzenais.

Escolha sempre a hora mais quentes para dar o banho. Use água morna e seque bem o cão com toalhas e secador. Lembre-se de proteger os ouvidos com algodão. Em casos de pouca sujeira, opte pelo banho a seco com gel, lenços umedecidos ou produtos próprios.

Evite passeios após o banho para não expor seu cão ao frio, mesmo que esteja seco, pois a mudança brusca de temperatura pode causar desconforto, doenças ou agravar quadros crônicos.

Nos passeios, leve-os quando o clima estiver mais agradável, entre as 11h às 15h. O uso das roupas ajudam a protegê-los mais.

Cães que forem deixados fora de casa devem ser protegidos com casinhas, locais de abrigo de chuva e com cobertores e roupas quentes, longes de corrente de ar.

A alimentação durante esse período deve aumentar de quantidade em 20% a 30%, sem exageros, para manter o metabolismo e a energia do seu cão.

Em casos de uso de aquecedores ou lareiras, ficar atento para evitar acidentes, pois a fonte de calor é um atrativo para os animais que podem se queimar.

O estado de saúde é muito importante, pois baixas temperaturas predispõem às doenças respiratórias como gripe e cinomose, portanto a carteira de vacinação deve estar em dia. Cães que já sofrem de doenças crônicas requerem mais cuidados, pois com o frio podem sentir mais dor.

Garantir o bem estar do seu melhor amigo é essencial, lembre-se de mantê-lo bem aquecido, bem alimentado e vacinado, e qualquer sinal suspeito, leve-o imediatamente ao medico veterinário.