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Ter animais de estimação é melhor para crianças do que ter irmãos, indica estudo

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nos anos 2000, as brasileiras tinham, em média, 2,14 filhos, mas este número caiu para 1,74 em 2014. Ou seja, cada vez mais casais estão optando por ter apenas um filho.

Se você também planeja ter filho único, mas tem medo de que ele se sinta muito solitário sem irmãos, um novo estudo traz uma boa notícia: as crianças têm mais satisfação com animais de estimação do que com irmãozinhos.

Quem chegou a esta conclusão foram pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Eles fizeram uma análise com 77 crianças de 12 anos de idade, cujo resultado acaba de ser publicado no Journal of Applied Developmental Psychology. Todos os entrevistados tinham, pelo menos, um animal e um irmão.

Vantagens de ter um animal de estimação


A pesquisa ainda aponta para grandes evidências de que animais domésticos podem contribuir muito para o desenvolvimento da criança e exercer impacto positivo nas habilidades sociais e no bem-estar emocional delas.

“Qualquer um que amou um animal de estimação na infância sabe que nós nos aproximamos deles devido ao companheirismo e conforme nos conhecemos, assim como em relacionamentos com pessoas,” diz Matt Cassells, psiquiatra que conduziu o estudo.

Apesar de os benefícios serem válidos para todos os tipos de pets, crianças que têm cachorros demonstraram ainda mais satisfação e companheirismo com seu bichinho que donos de animais de outras espécies.

As meninas demonstraram mais proximidade, companheirismo e até conflitos com os animais, o que pode indicar que elas interagem mais e de maneiras diferentes com seus pets.

Benefícios para a saúde

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“Existem evidências crescentes que mostram que animais de estimação propiciam benefícios para a saúde humana e coesão social”, comenta Nancy Gee, que é pesquisadora na área da interação humana-animal e coautora do estudo.

Para Nancy, o apoio social que as crianças recebem de seus animais pode contribuir para um futuro bem-estar psicológico.

Matéria: vix.com

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Conheça a história de Hachiko, o cão que esperou seu dono por 10 anos em uma estação de trem. Virou monumento e filme!

A Verdadeira História de Hachiko

Chu-ken Hachiko (o cachorro fiel Hachiko) nasceu em Odate, na província de Akita, no Japão em novembro de 1923. Em 1924, Hachiko foi enviado a casa de seu futuro proprietário, o Dr. Eisaburo Ueno, um professor do Departamento Agrícola da Universidade de Tóquio. A história dá conta de que o professor ansiava por ter um Akita há anos, e que tão logo recebeu seu almejado cãozinho, deu-lhe o de Hachi, ao que depois passou a chamá-lo carinhosamente pelo diminutivo, Hachiko. Foi uma espécie de ‘amor à primeira vista’, pois, desde então, se tornariam amigos inseparáveis!

O professor Ueno morava em Shibuya, subúrbio de Tóquio, perto da estação de trem. Como fazia do trem seu meio de transporte diário até o local de trabalho, já era parte integrante da rotina de Hachiko acompanhar seu dono todas as manhãs. Caminhavam juntos o inteiro percurso que ia de casa à estação de Shibuya. Hachiko parecia ter um relógio interno, e sempre às 15 horas retornava à estação para encontrar o professor, que desembarcava do trem das 16 horas, para acompanhá-lo no percurso de volta a casa.

Em 21 de Maio de 1925, o professor Ueno sofreu um AVC, durante uma reunião do corpo docente na faculdade e morreu. Hachiko, que na época tinha pouco menos de dois anos de idade. No horário previsto, esperava seu dono pacientemente na estação. Naquele dia a espera durou até a madrugada.

Na noite do velório, Hachiko, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Outro relato diz que como de costume, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachiko pulou dentro do mesmo e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.

Depois que o professor morreu a Senhora Ueno deu Hachiko para alguns parentes do que morava em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, um ano se passou e ele ainda não tinha se acostumado à nova casa. Foi dado ao ex-jardineiro da família que conhecia Hachi desde que ele era um filhote. Mas Hachiko continuava a fugir, aparecendo frequentemente em sua antiga casa. Depois de certo tempo, aparentemente Hachiko se deu conta de que o professor Ueno não morava mais ali.

Todos os dias à estação de Shibuya para esperar seu dono voltar do trabalho, da mesma forma como sempre fazia. Procurava a figura de seu dono entre os passageiros, saindo somente quando as dores da fome o obrigavam. E ele fez isso dia após dia, ano após ano, em meio aos apressados passageiros. Estes começaram passaram então a trazer petiscos e comida para aliviar sua vigília.

Em 1929, Hachiko contraiu um caso grave de sarna, que quase o matou. Devido aos anos passados nas ruas, ele estava magro e com feridas das brigas com outros cães. Uma de suas orelhas já não se levantava mais, e ele já estava com uma aparência miserável, não parecendo mais com a criatura orgulhosa e forte que tinha sido uma vez.

Um dos fiéis alunos de Ueno viu o cachorro na estação e o seguiu até a residência dos Kobayashi, onde aprendeu a história da vida de Hachiko. Coincidentemente o aluno era um pesquisador da raça Akita, e logo após seu encontro com o cão, publicou um censo de Akitas no Japão. Na época haviam apenas 30 Akitas puro-sangue restantes no país, incluindo Hachiko da estação de Shibuya. O antigo aluno do Professor Ueno retornou frequentemente para visitar o cachorro e durante muitos anos publicou diversos artigos sobre a marcante lealdade de Hachiko.

Sua história foi enviada para o Asahi Shinbun, um dos principais jornais do país, que foi publicada em setembro de 1932. O escritor tinha interesse em Hachiko, e prontamente enviou fotografias e detalhes sobre ele para uma revista especializada em cães japoneses. Uma foto de Hachiko tinha também aparecido em uma enciclopédia sobre cães, publicada no exterior. No entanto, quando um grande jornal nacional assumiu a história de Hachiko, todo o povo japonês soube sobre ele e se tornou uma espécie de celebridade, uma sensação nacional. Sua devoção à memória de seu mestre impressionou o povo japonês e se tornou modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachiko como exemplo para educar crianças.

Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze de Hachiko, esculpida pelo renomado escultor Teru Ando, foi erguida em frente ao portão de bilheteria da estação de Shibuya, com um poema gravado em um cartaz intitulado “Linhas para um cão leal”. A cerimônia de inauguração foi uma grande ocasião, com a participação do neto do professor Ueno e uma multidão de pessoas.

Hachiko envelheceu, tornou-se muito fraco e sofria de problemas no coração (heartworms). Na madrugada de 8 de março de 1935, com idade de 11 anos e 4 meses, ele deu seu último suspiro no mesmo lugar onde por anos a fio esperou pacientemente por seu dono. A duração total de seu tempo de espera foi de nove anos e dez meses. A morte de Hachiko estampou as primeiras páginas dos principais jornais japoneses, e muitas pessoas ficaram inconsoláveis com a notícia. Um dia de luto foi declarado.

Seus ossos foram enterrados na sepultura do professor Ueno, no Cemitério Aoyama, Minami-Aoyama, Minato-ku, Tóquio. Sua pele foi empalhado – para conservar-lhe as formas e submetido à substâncias que o isentam de decomposição, e o resultado deste maravilhoso processo de conservação está agora em exibição no Museu Nacional da Ciência do Japão em Ueno. Alguns autores dizem que Hachiko, esta no Museu de Artes de Tóquio.

Durante a 2ª Guerra Mundial, para aplicar no desenvolvimento de material bélico, todas as estátuas foram confiscadas e derretidas, e, infelizmente, entre elas estava a de Hachiko.

Em 1948, formou-se a “The Society For Recreating The Hachiko Statue” entidade organizada em prol da recriação da estátua de Hachiko. Tekeshi Ando, o filho de Teru Ando foi contratado para esculpir uma nova estátua. A réplica foi reintegrada no mesmo lugar da estátua original, em uma cerimônia realizada no dia 15 de agosto.

A estação de Odate, em 1964, recebeu a estátua de um grupo de Akitas. Anos mais tarde, em 1988, também uma réplica da estátua de Hachiko foi colocada próxima a estação. A história de Hachiko atravessa anos, passa de pai para filho, sendo até mesmo ensinada nas escolas japonesas – no início do século para estimular lealdade ao governo, e atualmente, para exemplificar e instilar o respeito e a lealdade aos anciãos.

Na atualidade, viajantes que passam pela estação de Shibuya podem comprar presentes e recordações do seu cão favorito na Loja localizada no Memorial de Hachiko chamada “Shibuya No Shippo” ou “Tail of Shibuya”. Um mosaico colorido de Akitas cobre a parede perto da estação.

Todos os anos, no dia 8 de março. Ocorre uma cerimônia solene na estação de trem de Shibuya, em Tóquio. São centenas de amantes de cães que se reúnem em homenagem à lealdade e devoção de Hachiko. Ao nascimento de uma criança, a família recebe uma estatueta de Akita como desejo de saúde, felicidade e vida longa. O objeto também é considerado um amuleto de boa sorte. Quando há alguém doente, amigos dão ao enfermo esta estatueta, desejando pronta recuperação.

Por causa desse zelo, o Akita se tornou Patrimônio Nacional do povo japonês, tendo sido proibida sua exportação. Se algum proprietário não tiver condições financeiras de manter seu cão, o governo japonês assume sua guarda.

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Imagem: contioutra

A última foto da Hachiko. Aquele cão que esperou o dono morto na estação por quase 10 anos. Exemplo de lealdade que falta a muitos seres humanos. A foto foi tirada em 8 de março de 1935. Hachiko tinha 11 anos.

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Imagem: contioutra

Um dos nossos seguidores Nelson Gomes Pires, esteve no Japão de férias e nos mandou a foto do monumento do Hachiko.

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Imagem: Nelson Gomes Pires

Além de monumento no Japão, essa história virou inspiração para o filme “ Sempre ao seu lado”, com o ator Richard Gere.

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Imagem: contioutra

E esse é o nosso seguidor Nelson, que nos enviou a foto!

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Imagem: Nelson Gomes Pires

Se você tem alguma história ou foto legal do mundo animal que queira mandar para a gente, teremos o prazer de postar!!!!!

Fonte: chikovssinistro.blogspot.com.br
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ABRIL LARANJA mês de prevenção da crueldade contra os animais

Muitos animais ainda são maltratados e com o propósito de mudar essa situação escolheram o mês de Abril como o mês de prevenção da crueldade contra os animais.

Nos dias de hoje existem diversas campanhas vinculadas em comerciais de televisão mídia escrita e internet, e cartazes em postos de saúde se utilizando como símbolo laços coloridos que envolvem cores de acordo com o mês e a campanha a ser divulgada.

A todo momento seja na internet ou por algum comentário ou notícias, vídeos e depoimentos sobre abuso de animais: Cães, gatos, pássaros etc. São cenas muito fortes e tristes que nos causam revolta, principalmente, para quem ama os animais. Fica difícil de imaginar como uma pessoa pode ser tão cruel com um animalzinho inocente. Como essa pessoa sai impune? Por que fazer isso com um animal indefeso?

E triste saber sobre maus tratos em animais, e que ainda é um problema em nosso dia a dia. Se preocupando com essa triste realidade, Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade contra os Animais (ASPCA) resolveu dedicar ao mês de Abril para sensibilizar, e promover ações de conscientização e prevenir a crueldade contra os animais, porque muitos animaizinhos ainda vivem em péssimas condições higiene, são maltratados, abandonados propositalmente, e por essas e outras razões, é importante alertar e conscientizar a população sobre os maus tratos aos animais.

Ainda bem que no Brasil, é possível realizarmos denúncias de maus tratos, que são enquadrados no Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605/98(Lei de Crimes Ambientais).

É possível fazer denúncias ao órgão público competente de sua cidade junto a vigilância sanitária, zoonoses ou órgãos responsáveis pelo meio ambiente.

Ao levar uma denúncia ao órgãos competentes mencionados acima, é importante apresentar algum tipo de provas como fotos, vídeos, testemunhas, alguma evidência da crueldade praticada contra o animal.

É importante salientar, que não se faça justiça com as próprias mãos contra o agressor, mas sim fazer a denúncia do mesmo

Também é possível fazer denúncias no site da Delegacia Eletrônica de Proteção Animal (DEPA). Para isso acesse o site http://www.ssp.sp.gov.br/depa

A ASPCA adotou o uso do laço laranja para simbolizar o amor, carinho, proteção e respeito por todos os animaizinhos.

Vamos todos proteger nossos animaizinhos dos mal tratos , e denunciar , que tem essa prática de crueldade.

Fonte: http://falasaoroque.com.br

Imagens: petiko

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Ciência revela o que os gatos veem quando ficam olhando para o “vazio”

O que os gatos veem quando ficam parados olhando para o “vazio? Quem tem gatinhos em casa já flagrou seus felinos com o olhar perdido em uma direção, mas você olha e não vê nada.

Outras vezes se deparam com ele brincando ou caçando “nada”. Alguns acreditam que os gatos consigam ver espíritos. Mas o que realmente os gatos veem quando ficam olhando para “nada”? A ciência foi atrás de desvendar esse mistério. O estudo foi publicado na Proceedings of the Royal Society.

O que os gatos veem quando olham para o nada

Os responsáveis pela pesquisa foram os especialistas em visão, Ronald Douglas, biólogo da City University London e o neurocientista Glen Jeffery, da University College London.

Surpreendentemente, o resultado do estudo revelou que os gatos realmente estão vendo algo que nossos olhos não conseguem enxergar, e não são espíritos ou fantasmas.

É isso mesmo, nossos gatos não são loucos, eles olham para algo de verdade. Nós é que somos limitados em nossa visão para conseguir acompanhar esses felinos incríveis.

O estudo provou que os gatos estão vendo algo que é invisível para nós: os raios ultravioletas.

Os gatos possuem uma visão capaz de captar essa forma de luz. Já a visão humana, possuí uma estrutura ocular que impede esses raios de chegarem até retina.

Isso significa que para eles o mundo é muito mais cheio de marcas, listras e manchas psicodélicas do que para nós.

Não só os gatos, mas os cães e outros mamíferos, assim como alguns insetos, também podem possuem essa mesma capacidade.

Assim, algo que humanos vêm como sendo de uma cor só, podem ter várias marcas e texturas em ultravioleta, como uma flor por exemplo.

Outra coisa que nós não conseguimos enxergar são as marcações de xixi. Se pudéssemos ver como eles, certamente conseguiríamos visualizar, mesmo à distância, várias manchas de marcações de xixi no sofá ou no tapete da sala. Mesmo que sejam antigas.

Isso explica porque muitas vezes os gatos ficam tão obcecados com uma folha de papel. Muitos clareadores industriais usados para deixar o papel branco têm um brilho que absorve raios ultravioletas.

Isso faz com que aquela folha de papel em cima da mesa tenha uma aparência bem atrativa e curiosa para os gatos. O mesmo acontece com alguns tecidos, tintas, cosméticos e produtos de limpeza.

Douglas explica, porém, que esse “superpoder” tem um viés – a visão fica menos nítida: “Se tem uma coisa que os humanos são bons, é enxergar detalhes. Talvez por isso tenhamos lentes que filtram o UV. Se não tivéssemos, o mundo ia parecer mais embaçado”, informou o biólogo.

Vendo no ultravioleta

A lente do olho humano bloqueia a luz ultravioleta, mas em animais com lentes UV-transparentes, essa luz consegue atingir a retina, que converte a luz em sinais nervosos que viajam para o cérebro onde o sistema visual os percebe.

A luz é composta por um espectro de cores. A luz visível (que os seres humanos podem ver) abrange de vermelho para violeta, além dos comprimentos da onda ultravioleta elas ficam invisíveis para nossos olhos.

Se você quiser matar sua curiosidade em saber como os gatos enxergam o mundo, é só usar uma luz negra. As lâmpadas de luz negra refletem os raios ultravioleta e ajudam a ver o que estamos perdendo, ou a identificar a mancha antiga no sofá que não limpamos porque não tínhamos conseguido enxergar.

Saber que nossos gatos têm visão ultravioleta não vai mudar muito nossa convivência com eles, mas pelo menos passamos a compreender o porquê deles, às vezes, se comportarem de maneira estranha, como se tivessem olhando para um fantasma.

Fonte: akieobicho.com
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Após ser recusado por cinco donos, cachorro surdo aprende linguagem de sinais

Com apenas dez meses, um cachorro da raça Staffordshire está chamando a atenção da web nesta quinta (8). Isto porque o pequeno Ivor é surdo e foi abandonado por seus últimos cinco donos, mas ele ganhou uma nova esperança.

A ONG Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals (RSPCA), que atua no bem-estar dos animais na Inglaterra e no País de Gales, encontrou uma nova dona para o cachorrinho – e fez com que Ivor aprendesse a linguagem de sinais para poder se comunicar. Mesmo sem audição, o cão agora entende frases como “venha aqui” e “fique parado.”

Além disso, a criadora Ellie também conseguiu fazer com que Ivoir saiba quando possui uma pessoa parada na porta diante da casa dela. Em entrevista ao Telegraph, ela conta que o cachorro parece muito feliz desde que foi adotado:

— Nós mantemos a mente dele ocupada com jogos e incentivamos que ele se exercite. Ivor é um belo exemplo do que um cachorro pode fazer se o dermos uma nova chance. Existem muitos outros como ele e que estão esperando por uma família amada.

Uma fanpage foi criada há poucos dias mostrando a rotina de Ivor.

https://www.facebook.com/IvorDeafDog/

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=567789416927161&id=563527514020018

Fonte: https://www.facebook.com/IvorDeafDog/

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Cães abandonados viram gandulas em torneio de tênis

Além de serem extremamente fofos, cachorros também têm energia e disposição de sobra para correr atrás de objetos. Quando se trata de bolinhas então, nem se fala. Aproveitando todo esse entusiasmo, cães abandonados foram treinados para servir como gandulas em partidas de tênis.

Carinhosamente apelidados de “cãodulas”, seis animaizinhos foram recrutados em duas ONGs (Projeto Segunda Chance e Cão sem Dono) especialmente para atuar na semifinal e na final do torneio internacional Brasil Open, no Ibirapuera. As partidas acontecem entre 27 de fevereiro e 5 de março.

Cindy, Nanda, Pretinha, Mia, Arlete e Ovelha foram treinados para recolher as bolinhas de tênis e devolvê-las para os atletas o mais rápido possível. Essa é a segunda vez que esse projeto entra em cena, em 2016 a experiência foi bem-sucedida e conseguiu encontrar novos donos após o evento.

Veja no vídeo de 2016

 

1519394662385Imagem: Leandro Martins/ DGW Comunicação

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Imagem: r7.com

 

Fonte: esportefera.com.br

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Lacoste substitui icônico crocodilo de suas camisas polo em prol de animais em extinção

Dez espécies ameaçadas de extinção ocuparão o lugar do logo oficial da marca

O tradicional crocodilo, que vem bordado em todas as camisas polo da Lacoste, foi substituído, mas por uma boa causa. A marca francesa se uniu ao projeto “Save Our Species” (Salvem nossas espécies, em português), da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUNC), para criar uma coleção cápsula na qual 10 espécies ameaçadas de extinção tomam o lugar do símbolo da grife.

Ao todo são 1.775 camisas, que carregam animais como a tartaruga de Myanmar, o condor da Califórnia, o papagaio Kakapo e o rinoceronte-de-Java.

As peças foram produzidas na mesma quantidade de animais remanescentes na natureza. 20 polos têm o bordado da Vaquita, um mamífero marinho, e 240 levam a Iguana de Anegada, por exemplo. A coleção já está à venda nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, e todo o lucro será revertido à IUNC.

Fonte: estadao.com.br

Imagem: Lacoste/ divulgação

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Cientistas identificam pela primeira vez orca capaz de imitar palavras

Uma orca capaz de pronunciar “hello” e “bye”- “oi” e “tchau”, em inglês – pode ser o primeiro bicho da espécie a imitar palavras humanas já identificado.

A fêmea Wikie, que mora em um parque marinho na França, foi ensinada a pronunciar pelo menos cinco palavras em inglês, imitando uma treinadora.

O repertório do animal inclui também o nome “Amy”, a contagem de um a três e até “raspberries”- framboesas em inglês.

O treinamento da orca Wikie integra uma pesquisa da Universidade de St. Andrews, na Escócia, sobre a capacidade de comunicação de animais entre si.

As orcas estão entre os poucos animais, além dos humanos, que conseguem aprender a reproduzir novos sons só de ouvir outros bichos.

“Em mamíferos, isso é muito raro”, diz Josep Call, um dos pesquisadores responsáveis pelo experimento.

“Humanos obviamente são bons nisso. Curiosamente, os outros mamíferos que fazem isso bem são marinhos.”

Wikie foi ensinada a imitar palavras ao controlar a pressão no orifício que as orcas usam para expelir água e respirar.

Orcas são conhecidas por viver em grupos que compartilham sons ou “dialetos” próprios. Mas podem copiar outros bichos da mesma espécie quando vivem livres no oceano.

O estudo feito pela Universidade de St. Andrews com a baleia Wikie ajuda a explicar essa capacidade de comunicação desses animais.

“A orca que estudamos em cativeiro foi capaz de aprender a vocalização de outras orcas e também sons humanos, ao imitá-los”, diz Call.

“Portanto, esse resultado sugere que é plausível a explicação de por que orcas aprendem, no ambiente selvagem, os sons feitos por outras orcas e como desenvolvem dialetos.”

A imitação de palavras e sons é uma característica marcante da espécie humana, mas é extremamente rara em outros animais.

Os golfinhos e as baleias belugas estão entre os poucos mamíferos capazes de copiar sons de outras espécies e uns dos outros. Alguns pássaros conseguem imitar palavras humanas, como papagaios e algumas espécies de corvo.

Jose Abramson, da Universidade Complutense de Madrid, na Espanha, que também participou da pesquisa, “conversas” entre humanos e a orca Wikie podem, um dia, ser possíveis.

“Sim, isso é concebível, se você usar sinais e descrições do que as palavras representam. Isso já foi feito antes como um famoso papagaio cinza e com golfinhos, usando linguagem americana de sinais e frases como: ‘Traga-me esse objeto’, ou ‘Coloque esse objeto em cima ou embaixo deste outro’.”

Wikie reproduziu os sons enquanto estava parcialmente imersa na água, com sua cavidade nasal exposta na superfície. Sons feitos dentro d’água podem ser bem diferentes.

E como isso ocorreu somente com um animal, os pesquisadores não sabem se há outras orcas capazes de copiar palavras assim vivendo no ambiente selvagem.

Embora sejam conhecidas como “baleias assassinas”, as orcas são os maiores golfinhos do mundo e um dos mais poderosos predadores dos oceanos.

Elas comem mamíferos dos mares, como leões marinhos, focas e até baleias filhotes.

Fonte: BBC

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Ciência confirma: nós gostamos mais de cachorros do que de gente

 Um artigo científico acaba de confirmar o que todo mundo já sabia: na média, pessoas gostam mais de cachorros que de outras pessoas. Principalmente se o bichinho for um filhote de olhos bem grandes.

Psicólogos da Northeastern Universtity, em Boston, nos EUA, distribuíram quatro notícias falsas, supostamente publicadas no Boston Globe, a 256 estudantes de graduação voluntários.

Os relatos tinham protagonistas diferentes: um adulto na faixa dos 30, um bebê de um ano, um cãozinho recém-nascido e um cachorro mais velho, com seis anos de idade.

Todos eram encontrados gravemente feridos após uma sessão de espancamento com um bastão de beisebol. Leia um trecho:

“De acordo com as testemunhas presentes no local, um ataque particularmente cruel envolveu um filhote de um ano de idade que foi golpeado com um taco de beisebol por um atacante desconhecido. Chegando ao local do crime alguns minutos após o ataque, um policial encontrou a vítima com uma perna quebrada, lacerações múltiplas e inconsciente. Ninguém foi preso.”

Após a leitura, os participantes eram orientados a indicar, de acordo com uma escala, o grau de empatia que sentiram por cada uma das vítimas.

Resultado? O bebê humano, o bebê canino e o cão adulto despertaram todos mais piedade que o humano adulto – e a comoção foi maior entre mulheres que entre homens.

A explicação é simples: a violência parece menos justificável quando a vítima é um ser indefeso, como um bebê ou o cachorro.

Mesmo que o adulto não pudesse ter se defendido na situação narrada, nós ainda o encaramos como um ser consciente e autônomo, que (pelo menos em teoria) teria mais chances de se defender.

Segundo os próprios autores, a inspiração para a pesquisa veio após um caso real, ocorrido no estado norte-americano do Arizona em 2014.

Um garoto de quatro anos foi atacado violentamente por um cão de grande porte, e precisou passar por delicadas cirurgias de reconstrução facial.

Uma campanha para ajudá-lo alcançou cerca de 500 seguidores no Facebook. Já uma página criada por ativistas para evitar que o cão responsável pelo ataque fosse sacrificado alcançou 40 mil pessoas em pouco mais de uma semana.

Dito isso, é sempre bom lembrar que, na média, o ser humano não tem um bom histórico de relações com os animais.

Na conclusão, os pesquisadores afirmam que a descoberta servirá justamente para criar campanhas de prevenção contra maus-tratos mais eficientes – que comovam usando filhotes simpáticos em vez de cenas de agressão apelativas.

“Ao enfatizar a vulnerabilidade, em vez de focar na exposição à violência e agressão, programas inovadores podem revolucionar a prevenção de casos de abuso de animais.”

Testes futuros terão as raças de cachorro especificadas e envolverão animais de outras espécies.

Este conteúdo foi publicado originalmente no site da Superinteressante.

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Cães acompanham dono ao hospital 

Acompanharam fielmente o amigo socorrido pelo SAMU.

Ali permaneceram.

Não pensavam em nada, preocupados e atentos observavam a reação do dono e a prestação de socorro.

Fiéis e amorosos, como devem ser os verdadeiros amigos.

Somente depois que o dono se movimentou e demonstrou que estava seguro, os cães abanaram o rabo e demonstraram uma sincera alegria.

Ficaram a noite toda acordados, cuidando do dono.

Via: Maurício Galvão