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Após ser recusado por cinco donos, cachorro surdo aprende linguagem de sinais

Com apenas dez meses, um cachorro da raça Staffordshire está chamando a atenção da web nesta quinta (8). Isto porque o pequeno Ivor é surdo e foi abandonado por seus últimos cinco donos, mas ele ganhou uma nova esperança.

A ONG Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals (RSPCA), que atua no bem-estar dos animais na Inglaterra e no País de Gales, encontrou uma nova dona para o cachorrinho – e fez com que Ivor aprendesse a linguagem de sinais para poder se comunicar. Mesmo sem audição, o cão agora entende frases como “venha aqui” e “fique parado.”

Além disso, a criadora Ellie também conseguiu fazer com que Ivoir saiba quando possui uma pessoa parada na porta diante da casa dela. Em entrevista ao Telegraph, ela conta que o cachorro parece muito feliz desde que foi adotado:

— Nós mantemos a mente dele ocupada com jogos e incentivamos que ele se exercite. Ivor é um belo exemplo do que um cachorro pode fazer se o dermos uma nova chance. Existem muitos outros como ele e que estão esperando por uma família amada.

Uma fanpage foi criada há poucos dias mostrando a rotina de Ivor.

https://www.facebook.com/IvorDeafDog/

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=567789416927161&id=563527514020018

Fonte: https://www.facebook.com/IvorDeafDog/

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Cães abandonados viram gandulas em torneio de tênis

Além de serem extremamente fofos, cachorros também têm energia e disposição de sobra para correr atrás de objetos. Quando se trata de bolinhas então, nem se fala. Aproveitando todo esse entusiasmo, cães abandonados foram treinados para servir como gandulas em partidas de tênis.

Carinhosamente apelidados de “cãodulas”, seis animaizinhos foram recrutados em duas ONGs (Projeto Segunda Chance e Cão sem Dono) especialmente para atuar na semifinal e na final do torneio internacional Brasil Open, no Ibirapuera. As partidas acontecem entre 27 de fevereiro e 5 de março.

Cindy, Nanda, Pretinha, Mia, Arlete e Ovelha foram treinados para recolher as bolinhas de tênis e devolvê-las para os atletas o mais rápido possível. Essa é a segunda vez que esse projeto entra em cena, em 2016 a experiência foi bem-sucedida e conseguiu encontrar novos donos após o evento.

Veja no vídeo de 2016

 

1519394662385Imagem: Leandro Martins/ DGW Comunicação

CãoDula-Isabelle_Divulgação

Imagem: r7.com

 

Fonte: esportefera.com.br

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Lacoste substitui icônico crocodilo de suas camisas polo em prol de animais em extinção

Dez espécies ameaçadas de extinção ocuparão o lugar do logo oficial da marca

O tradicional crocodilo, que vem bordado em todas as camisas polo da Lacoste, foi substituído, mas por uma boa causa. A marca francesa se uniu ao projeto “Save Our Species” (Salvem nossas espécies, em português), da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUNC), para criar uma coleção cápsula na qual 10 espécies ameaçadas de extinção tomam o lugar do símbolo da grife.

Ao todo são 1.775 camisas, que carregam animais como a tartaruga de Myanmar, o condor da Califórnia, o papagaio Kakapo e o rinoceronte-de-Java.

As peças foram produzidas na mesma quantidade de animais remanescentes na natureza. 20 polos têm o bordado da Vaquita, um mamífero marinho, e 240 levam a Iguana de Anegada, por exemplo. A coleção já está à venda nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, e todo o lucro será revertido à IUNC.

Fonte: estadao.com.br

Imagem: Lacoste/ divulgação

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Cientistas identificam pela primeira vez orca capaz de imitar palavras

Uma orca capaz de pronunciar “hello” e “bye”- “oi” e “tchau”, em inglês – pode ser o primeiro bicho da espécie a imitar palavras humanas já identificado.

A fêmea Wikie, que mora em um parque marinho na França, foi ensinada a pronunciar pelo menos cinco palavras em inglês, imitando uma treinadora.

O repertório do animal inclui também o nome “Amy”, a contagem de um a três e até “raspberries”- framboesas em inglês.

O treinamento da orca Wikie integra uma pesquisa da Universidade de St. Andrews, na Escócia, sobre a capacidade de comunicação de animais entre si.

As orcas estão entre os poucos animais, além dos humanos, que conseguem aprender a reproduzir novos sons só de ouvir outros bichos.

“Em mamíferos, isso é muito raro”, diz Josep Call, um dos pesquisadores responsáveis pelo experimento.

“Humanos obviamente são bons nisso. Curiosamente, os outros mamíferos que fazem isso bem são marinhos.”

Wikie foi ensinada a imitar palavras ao controlar a pressão no orifício que as orcas usam para expelir água e respirar.

Orcas são conhecidas por viver em grupos que compartilham sons ou “dialetos” próprios. Mas podem copiar outros bichos da mesma espécie quando vivem livres no oceano.

O estudo feito pela Universidade de St. Andrews com a baleia Wikie ajuda a explicar essa capacidade de comunicação desses animais.

“A orca que estudamos em cativeiro foi capaz de aprender a vocalização de outras orcas e também sons humanos, ao imitá-los”, diz Call.

“Portanto, esse resultado sugere que é plausível a explicação de por que orcas aprendem, no ambiente selvagem, os sons feitos por outras orcas e como desenvolvem dialetos.”

A imitação de palavras e sons é uma característica marcante da espécie humana, mas é extremamente rara em outros animais.

Os golfinhos e as baleias belugas estão entre os poucos mamíferos capazes de copiar sons de outras espécies e uns dos outros. Alguns pássaros conseguem imitar palavras humanas, como papagaios e algumas espécies de corvo.

Jose Abramson, da Universidade Complutense de Madrid, na Espanha, que também participou da pesquisa, “conversas” entre humanos e a orca Wikie podem, um dia, ser possíveis.

“Sim, isso é concebível, se você usar sinais e descrições do que as palavras representam. Isso já foi feito antes como um famoso papagaio cinza e com golfinhos, usando linguagem americana de sinais e frases como: ‘Traga-me esse objeto’, ou ‘Coloque esse objeto em cima ou embaixo deste outro’.”

Wikie reproduziu os sons enquanto estava parcialmente imersa na água, com sua cavidade nasal exposta na superfície. Sons feitos dentro d’água podem ser bem diferentes.

E como isso ocorreu somente com um animal, os pesquisadores não sabem se há outras orcas capazes de copiar palavras assim vivendo no ambiente selvagem.

Embora sejam conhecidas como “baleias assassinas”, as orcas são os maiores golfinhos do mundo e um dos mais poderosos predadores dos oceanos.

Elas comem mamíferos dos mares, como leões marinhos, focas e até baleias filhotes.

Fonte: BBC

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Ciência confirma: nós gostamos mais de cachorros do que de gente

 Um artigo científico acaba de confirmar o que todo mundo já sabia: na média, pessoas gostam mais de cachorros que de outras pessoas. Principalmente se o bichinho for um filhote de olhos bem grandes.

Psicólogos da Northeastern Universtity, em Boston, nos EUA, distribuíram quatro notícias falsas, supostamente publicadas no Boston Globe, a 256 estudantes de graduação voluntários.

Os relatos tinham protagonistas diferentes: um adulto na faixa dos 30, um bebê de um ano, um cãozinho recém-nascido e um cachorro mais velho, com seis anos de idade.

Todos eram encontrados gravemente feridos após uma sessão de espancamento com um bastão de beisebol. Leia um trecho:

“De acordo com as testemunhas presentes no local, um ataque particularmente cruel envolveu um filhote de um ano de idade que foi golpeado com um taco de beisebol por um atacante desconhecido. Chegando ao local do crime alguns minutos após o ataque, um policial encontrou a vítima com uma perna quebrada, lacerações múltiplas e inconsciente. Ninguém foi preso.”

Após a leitura, os participantes eram orientados a indicar, de acordo com uma escala, o grau de empatia que sentiram por cada uma das vítimas.

Resultado? O bebê humano, o bebê canino e o cão adulto despertaram todos mais piedade que o humano adulto – e a comoção foi maior entre mulheres que entre homens.

A explicação é simples: a violência parece menos justificável quando a vítima é um ser indefeso, como um bebê ou o cachorro.

Mesmo que o adulto não pudesse ter se defendido na situação narrada, nós ainda o encaramos como um ser consciente e autônomo, que (pelo menos em teoria) teria mais chances de se defender.

Segundo os próprios autores, a inspiração para a pesquisa veio após um caso real, ocorrido no estado norte-americano do Arizona em 2014.

Um garoto de quatro anos foi atacado violentamente por um cão de grande porte, e precisou passar por delicadas cirurgias de reconstrução facial.

Uma campanha para ajudá-lo alcançou cerca de 500 seguidores no Facebook. Já uma página criada por ativistas para evitar que o cão responsável pelo ataque fosse sacrificado alcançou 40 mil pessoas em pouco mais de uma semana.

Dito isso, é sempre bom lembrar que, na média, o ser humano não tem um bom histórico de relações com os animais.

Na conclusão, os pesquisadores afirmam que a descoberta servirá justamente para criar campanhas de prevenção contra maus-tratos mais eficientes – que comovam usando filhotes simpáticos em vez de cenas de agressão apelativas.

“Ao enfatizar a vulnerabilidade, em vez de focar na exposição à violência e agressão, programas inovadores podem revolucionar a prevenção de casos de abuso de animais.”

Testes futuros terão as raças de cachorro especificadas e envolverão animais de outras espécies.

Este conteúdo foi publicado originalmente no site da Superinteressante.

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Cães acompanham dono ao hospital 

Acompanharam fielmente o amigo socorrido pelo SAMU.

Ali permaneceram.

Não pensavam em nada, preocupados e atentos observavam a reação do dono e a prestação de socorro.

Fiéis e amorosos, como devem ser os verdadeiros amigos.

Somente depois que o dono se movimentou e demonstrou que estava seguro, os cães abanaram o rabo e demonstraram uma sincera alegria.

Ficaram a noite toda acordados, cuidando do dono.

Via: Maurício Galvão 

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Detalhes incríveis da língua dos gatos inspiram cientistas

As qualidades e habilidades da língua dos gatos podem inspirar produtos para o dia a dia do ser humano e para a robótica.

A língua dos gatos é composta de pequenas cerdas pontiagudas e inclinadas

Estudos mostraram que a língua dos gatos é composta de pequenas cerdas pontiagudas e inclinadas, como se fossem espinhos. Foto: Alexis C.Noel

Quem tem gatos e já sentiu uma lambida deles, sabe que elas são extremamente ásperas. E muitas pessoas querem saber por que a língua dos gatos é áspera. A sensação é que ela possuí  pequenos espinhos. E isso é verdade.

Estudos desenvolvidos pela engenheira Alexis Noel, mostraram que a língua dos gatos é composta de pequenas cerdas pontiagudas e inclinadas, como se fossem espinhos, por isso ela é tão áspera.

Essa característica faz dela uma ferramenta poderosa para que gatos desmancharem todos os nós que possam existir nos pelos.

Essas pequenas pontas se engancham firmemente aos emaranhados dos pelos e, aliada ao movimento da língua, todos os nós, por pior que sejam, se desmancham como mágica.

As papilas gustativas da língua dos gatos fazem o resto do trabalho e impedem que os pelos se fixem na língua, alguns são cuspidos e uma parte é engolida, formando as conhecidas bolas de pelos.

Por isso os gatos têm os pelos tão lisinhos e fofinhos, diferentes dos cães. Eles possuem na boca a escova mais potente e poderosa que pode existir.

A engenheira estudou em detalhes a língua dos gatos e reproduziu todo o trabalho realizado por ela, a ideia é usar isso para incrementar produtos para uso do homem e para a robótica.

Alexis comparou essas habilidades da língua dos gatos com as cerdas de uma escova de cabelos, que são retas e sem ponta, fazendo com que os cabelos fiquem presos a elas.

Enquanto as cerdas da língua dos gatos são inclinadas e extremamente flexíveis. Elas se levantam quando estão em uso e se retraem quando não estão sendo usadas, ficando lisinhas, de forma que os pelos possam escorregar. Nenhum pelo fica preso à língua dos gatos.

A equipe da cientista filmaram vários momentos da língua dos gatos, usando câmeras superpotentes. A partir disso, usaram uma impressora 3D para imprimir uma língua de gato quatro vezes maior que o tamanho real.

Os testes realizados com a língua gigante mostraram que as características permaneceram as mesmas. Utilizada em escovação, ela não precisava ser limpa, assim com a língua real.

Onde o processo da língua dos gatos poderá ser utilizado

A escova de cabelos é só um item que os engenheiros estão comparando para utilização do processo. Ele também poderá ser empregado na fabricação de pinceis e ferramentas para limpeza por exemplo.

No campo da medicina poderá ajudar muito no processo de limpeza em ferimentos.

O uso dessas características também pode beneficiar significativamente o campo da robótica. Um dos problemas que pode ser resolvido é fazer com que um robô possa pegar objetos lisos sem que escorreguem.

Até agora, os cientistas não conseguiram encontrar maneiras eficientes para que os robôs, fabricados em materiais escorregadios, consigam criar aderência em superfícies lisas. Mas isso pode ser resolvido imitando a língua dos gatos.

A ideia do estudo surgiu porque Alexis é uma apaixonada por gatos e tem grande vivência com eles. Ela contou a CBS News que estava assistindo TV com seus gatos, quando um deles resolveu lamber a manta do sofá.

Naquele momento ela começou a observar como cientista e a se indagar como eles conseguiam tirar a língua tão facilmente dos pelos da manta sem se emaranhar, já que ela sabia que a língua dos gatos é composta de pontas.

Observando os movimentos do seu gatinho, ela descobriu que ele conseguia tirar a língua simplesmente empurrando contra a manta e não puxando.

Ela já havia realizado estudos sobre como a saliva afeta os sabores e nessa pesquisa descobriu que vários mamíferos possuem “espinhos” na língua, entre eles os tigres, as vacas e os veados.

Noel e sua equipe irão desenvolver a tecnologia da língua de gato através Georgia Tech, que ajuda a National Science Foundation no desenvolvimento de potenciais “produto” pesquisados.

Fonte: akieobicho.com
Foto: ederepente50
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13 fotos provando que gatos e cães são de mundos diferentes

Para muitas pessoas, cães e gatos são muito mais do que apenas animais de estimação. Eles são considerados por muitos, fiéis amigos e até mesmo família. Os cachorrinhos são alegres e os gatos orgulhosos independentes. Eles são tão diferentes mas amados por seus donos.

Quando decidimos acolher em nossa vidas um desses animais, aceitamos por completo suas personalidades e principalmente seus defeitos.

As fotos que temos para si, demonstram as grandes diferenças entre caninos e felinos. A forma como eles encaram as situações do dia a dia é super diferente, não é verdade? Com esses pequenotes nossas vidas se tornam completamente diferentes, mas nunca aborrecidas.

Como eles reagem à água

Como se comportam em uma caminhada

Quando tentamos trabalhar em casa

Como eles escolhem um lugar confortável para dormir

 

…andar de carro

 

…comer

 

…como dão as boas-vindas a seus donos

 

…como reagem quando os acarinhamos

…como dormem com seu dono

 

…como se comportam quando fazem algo errado

 

…como pedem uma festinha

…como perseguem a luz

 

 

…como tratam seus donos

Fonte: terrainteressante
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Ter um cachorro reduz a probabilidade das crianças sofrerem com a ansiedade

Os cachorros são companheiros leais que trazem muitas alegrias em nossas vidas. Quer mais algum motivo para adotar um cão? Então aqui está: um estudo realizado, revelou que ter um cachorro diminui a probabilidade das crianças sofrerem com a ansiedade.

A relação entre cães e humanos traz benefícios desde a infância. (Foto: Reprodução / Instagram / mommasgonecity)

Com o objetivo de avaliar os benefícios da convivência com cães durante a nossa infância, os pesquisadores analisaram 643 crianças entre 6 e 7 anos de idade durante um ano e meio. Sendo que apenas 58% delas tinham cachorro.

Em relação ao peso das crianças, os pesquisadores não encontraram diferença entre aquelas que conviviam com cachorros ou não.

Mas foi possível notar que os cães podem ajudar na questão psicológica durante a infância. Das crianças que têm cachorro, apenas 12% apresentaram algum nível de ansiedade contra 21% daquelas que não tem o pet em casa.

Essa descoberta é importante porque problemas relacionados à ansiedade costumam surgir na infância e a possibilidade de persistir durante a vida adulta é grande.

Os pesquisadores acreditam que os cachorros ajudam a reduzir a ansiedade social e de separação nas crianças.

Isso é apenas uma prova científica de algo que muitos já sabiam, afinal os cães de terapia ajudam tantas pessoas diariamente no mundo inteiro.

A convivência com os cães é importante para as crianças. (Foto: Reprodução / Instagram / mommasgonecity)

Fonte: portaldodog

 

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EMPREGO DOS SONHOS: EMPRESA PROCURA CANDIDATOS PARA ACARICIAR GATOS O DIA INTEIRO

Imagine a seguinte situação: você fazendo carinho em vários gatinhos ao longo de um dia inteiro e ainda por cima, ganhando remuneração por isso. Seria um sonho, não? Pois você sabia que uma empresa resolveu transformar esse desejo de todo(a) gateiro(a) em realidade? Just Cats Veterinary, empresa localizada em Dublin, na Irlanda, é voltada para o cuidado com gatos, e abriu um processo seletivo para que pessoas apaixonadas por bichanos possam trabalhar em tempo integral acariciando gatinhos com necessidades especiais

“O candidato ideal deve ter mãos suaves capazes de acariciar e acariciar gatos por longos períodos de tempo. Ele precisa falar suavemente e ser capaz de sussurrar para acalmar os nervos de alguns de nossos pacientes hospitalizados. A capacidade de compreender diferentes tipos de rosnados é uma vantagem adicional distinta em ajudá-lo a proteger esta posição com a gente”, informou a oferta. 

E você, toparia um emprego desses?

Fonte: https://blog.catclub.com.br