histórias, notícias

Inspirado em 101 Dálmatas, casal faz ensaio de noivado perfeito com seus cães de estimação

Talvez um dos encontros românticos mais fofos de Hollywood é quando Roger e Anita se apaixonam, graças à intromissão de Pongo no início do clássico amado da Disney, 101 Dálmatas.

Tony Collier e Corinne Jones, recém-noivados, queriam fazer algo especial para sua sessão de fotos oficial. Tendo se conhecido em 2009 na Universidade de Illinois, ambos trabalharam na Disney World após a formatura e ambos são grandes fãs da Disney. O filme favorito de Corine é 101 Dálmatas, então a ideia do ensaio ocorreu naturalmente pra eles. Juntaram o amor pelo filme com a perícia da fotógrafa e prima Melissa Biggerstaff e o resultado, que ficou incrível, se deve ao talento de Biggerstaff e de seus dois cães muito fotogênicos; Mookie e Izabella, que habilmente assumiram os papéis de Pongo e Perdita.

As fotos, extremamente fofas, vocês veem abaixo com a comparação com a animação original:

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Fonte: IHeartDogs

amor, histórias, notícias

Os olhos de um animal têm o poder de falar uma língua única

Quando olho para os olhos do meu cachorro, do meu gato ou de qualquer outro animal, não vejo um “animal”. Vejo um ser vivo como eu, um amigo, uma alma que sente, que entende afetos e medos e que merece o mesmo respeito que qualquer outra pessoa.

O poder de um olhar transcende muito além do sentido da visão. Por incrível que pareça, os nossos nervos ópticos estão intimamente ligados ao hipotálamo, essa estrutura delicada e primitiva onde se localizam as nossas emoções e a nossa memória. Quem olha sente, e isto é algo que acontece também com os animais.

Se os olhos são a janela da alma, então algo me diz que os animais também a têm, porque eles sabem usar essa linguagem que não necessita de palavras como ninguém: é o idioma do afeto e do respeito mais sincero.

Todos nós, em algum momento da nossa vida, já experimentamos o seguinte: ir adotar um cachorro ou um gato e estabelecer de imediato uma conexão muito intensa com um deles só de o olhar nos olhos. Sem saber como, eles nos cativam e nos conquistam. No entanto, os cientistas dizem que existe algo mais profundo e intrigante do que tudo isto.

Os olhos dos animais, uma conexão muito antiga

Os cachorros e os gatos são dois dos animais habituados há muitos anos a conviver com o ser humano. Já não surpreende a ninguém a forma tão sábia, e por vezes atrevida, que eles têm de interagir conosco. Eles nos olham nos olhos fixamente e são capazes de expressar desejos e necessidades através de todo tipo de carinhos, gestos, movimentos do rabo e vários tipos de cumplicidades.

Temos harmonizado comportamentos e linguagens para nos compreendermos, e isto não é um ato casual. É mais um resultado de uma evolução genética onde espécies diferentes se acostumaram a conviver juntas para benefício mútuo. Algo que também não nos surpreende é o que nos revelou um interessante estudo realizado pelo antropólogo Evan MacLean: os cachorros e os gatos são bastante capazes de ler as nossas próprias emoções só de nos olharem nos olhos.

(Imagem: Contioutra)

Os nossos animais de estimação são mestres dos sentimentos. Eles podem identificar padrões gestuais básicos para os associar a uma determinada emoção e raramente falham. Além disso, este estudo também explica que as pessoas costumam estabelecer um vínculo com os seus cachorros e gatos muito parecido com o que criam com uma criança pequena.

Nós os criamos, entendemos e estabelecemos um laço forte como se fossem membros da família, algo que, por incrível que pareça, foi proporcionado pelos nossos mecanismos biológicos depois de tantos anos de interação mútua.

As nossas redes neurológicas e a nossa química cerebral reagem do mesmo modo como se estivéssemos cuidando de uma criança ou de uma pessoa que necessita de atenção: liberamos oxitocina, o hormônio do carinho e do cuidado. Por sua vez, os animais também agem da mesma forma: nós somos o seu grupo social, a sua família, os humanos amáveis com que eles compartilham o sofá e as sete vidas de um gato.

A biofilia, a conexão com a natureza e os animais

O mundo é muito mais bonito visto através dos olhos de um animal. Se todas as pessoas tivessem a excepcional habilidade para se conectar com eles deste modo, “recordaríamos” aspectos que antes eram inatos e que agora esquecemos devido à agitação da civilização.

A nossa sociedade está agarrada ao consumismo, à exploração exagerada dos recursos, e isto fere o planeta Terra que os nossos netos deveriam herdar com a beleza do passado, com os seus ecossistemas intactos, com a sua natureza tão bela, viva e reluzente, e não com tantas fraturas quase impossíveis de recuperar.

(Imagem: Contioutra)

Quando ter um animal significava sobreviver melhor como espécie

Edward Osborne Wilson é um entomologista e biólogo norte-americano conhecido por ter criado o termo “biofilia”. Esta palavra define o amor por todos os seres vivos que, em geral, é algo que a maioria das pessoas que gostam de animais já experimentou. Segundo o cientista, a afinidade que estabelecemos com os nossos animais tem a sua origem nos primeiros períodos evolutivos da nossa espécie.

Ao olhar nos olhos de um animal nasce dentro de nós, de forma inconsciente, uma ancoragem emocional e genética. O ser humano estabeleceu um tipo de vinculação muito íntima com certos tipos de animais, sendo o cão um dos mais relevantes nessas épocas remotas, onde a nossa máxima prioridade era sobreviver.

Uma das teorias de Edward Osborne é que as pessoas que contavam com a companhia de vários cachorros nos seus grupos sociais tinham mais chances de viver mais tempo, em comparação com aqueles que não dispunham deste vínculo.

As pessoas que eram capazes de conquistar um animal, de domesticá-lo e de construir uma relação de afeto e respeito mútuo estavam muito mais unidas à natureza, aos seu ciclos, a esses segredos sobre encontrar mais recursos para seguir em frente: água, caça, plantas comestíveis…

(Imagem: Contioutra)

É possível que nos dias de hoje os nossos cachorros já não sejam mais úteis para conseguir alimento. No entanto, para muitas pessoas a proximidade e a companhia de um cachorro ou gato continua a ser imprescindível para “sobreviver”.

Eles nos dão carinho, doses imensas de companhia, aliviam sofrimentos, conferem alegrias e nos recordam todos os dias por que é tão reconfortante olhá-los nos olhos. Eles não precisam de palavras, pois a sua linguagem é muito antiga, muito básica e até maravilhosamente primitiva: o amor.

Não deixe de desfrutar dos seus olhares, veja o seu reflexo neles todos os dias e você vai descobrir tudo o que há de bom em você.

Matéria e imagens publicadas originalmente: Contioutra

amor, histórias, Sem categoria

Argos, o cão de rodinha! Conheça sua história de luta, amor e coragem!

Nós do Debate Animal, estamos sempre procurando ou cruzando com histórias lindas e cheia de amor com os animais, por isso buscamos fazer tudo com mais carinho e amor!

Hoje iremos contar a história do Argos, um Border Collie, de um ano e seis meses, cheio de energia e vontade de viver!

Sua tutora Larissa Tanaka Onuki relatou a sua história:

” A HISTÓRIA: (Curitiba-PR) Argos é um Border Collie cheio de energia! O adotamos filhote, em condições perfeitas de saúde. Em resumo, em Julho deste ano, ele (sempre curioso) deu um jeitinho de sair para fora do portão de casa e foi atropelado por um carro em alta velocidade. Sobreviveu bravamente a um traumatismo craniano, pulmão perfurado, e fratura de coluna, o que o deixou paraplégico. Segundo os veterinários que o salvaram, foi por um milagre. Hoje ele não corre mais riscos. Fizemos algumas adaptações na nossa estrutura e rotina que permitem que ele leve uma vida normal e muito feliz, mesmo sendo cadeirante. Ele é incrível e nos ensina todos os dias. Realmente é muito feliz e não se importa com a nova condição, ultrapassa todos os obstáculos, é um exemplo de garra, alegria e superação para qualquer bichinho e também o ser humano. “

Hoje nós nos deparamos com muitos casos de cães que tem problemas de locomoção, e seus tutores dispostos a mantê-los com qualidade de vida e sem sofrimento. Antigamente era raro as pessoas que aceitavam essas condições do seu animal e estavam dispostos a cuidar deles, mesmo com toda sua limitação. Muitas vezes o animal era levado para eutanásia, e hoje existem muitas opções de tratamentos para que o cãozinho possa viver bem, sem sofrimento e feliz.

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A prova de que ser paraplégico, não o impede de nada! (Imagem: Instagram@cao_de_rodinhas)

O Argos recebeu e recebe todo o tratamento necessário para viver bem e feliz, fez cirurgia, faz fisioterapia, acupuntura, ozonioterapia e tem sua cadeirinha de rodas adaptada para que possa se locomover.

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Argos na fisioterapia (Imagem: Instagram@cao_de-rodinhas)

A Larissa nos contou também, que o Argos foi inspiração para começar o projeto ‘Cão de rodinhas”

” O projeto tem o objetivo de ajudar ao máximo, fornecendo informações sobre os cuidados diários de um cãozinho especial e dicas para pessoas que possam estar enfrentando a mesma situação. Existem poucas informações disponíveis sobre o assunto e é um alívio quando entendemos que é possível sim seguir em frente sem precisar reinventar a roda ou desistir. Dentre os posts também conscientizarmos sobre os cuidados no trânsito em relação a atropelamentos, o não abandono dos bichinhos que adquirem uma condição especial ao longo da vida e que existe caminho fora a eutanásia (que infelizmente é muito recomendada nestes casos, e muitas vezes sem necessidade).

Para acompanhar e conhecer mais do projeto , O Instagram é @cao_de_rodinhas.

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Argos representando os cães de rodinhas, inclusão e acessibilidade, no evento do concurso do cachorro do ano (Imagem: Larissa Tanaka Onuki)

PROJETO CÃO DE RODINHAS + FACULDADE DE DESIGN DE MODA SENAI: Foi realizado uma pesquisa com mais de 100 tutores de pets especiais de todo o Brasil, sobre este cenário e também as suas necessidades. Em parceria com a faculdade de Design de Moda do Senai de Curitiba, os futuros designers de moda, na disciplina de Inovação e Criatividade, tiveram acesso a dados da nossa pesquisa para desenvolver estudos de soluções de moda pet inclusiva e acessórios que ajudem no cuidado de pets especiais. Foi feita uma imersão com os alunos com a presença do Argos na faculdade e foi um sucesso, com muita emoção e empatia!

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Projeto cão de rodinas + Faculdade de moda Senai – Curitiba – Futuros designers de moda (Imagem: Larissa Tanaka Onuki)

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Imagem: Larissa Tanaka Onuki

Nós do Debate Animal desejamos que o Argos continue sua jornada feliz e saudável, com o amor dos seus tutores e que o projeto cresça ainda mais, para que ajude e sirva de exemplo de amor e dedicação para cães com condições especiais. Que seus donos nunca desistam deles!

E agradecemos a Larissa Tanaka Onuki, tutora do Argos, que cuida e respeita seu amigo! Que seu projeto só continue prosperando!

#debateanimal #amoranimal #loucosporbichos #loucosporcachorros #dogs #caoderodinhas

dicas, divertidos, histórias

Dica de leitura: Para sempre Ninão

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Livro: Para sempre Ninão      Autor: Rodrigo Coelho

” Agora em forma de livro, é hora de conhecer as histórias das aventuras ninônicas!

Ninão e Pai do Ninão tinham uma relação de magnetismo puro na frente e atrás das câmeras, se tornando uma das duplas de maior sucesso na internet, com seus vídeos irreverentes e diferentes de tudo antes visto, cheios de fantasias e enredos mirabolantes ninônicos. Com relatos desses dois na vida real, vivências, detalhes e fotografias inéditas dessa conexão única e cativante, conheça toda a Família Ninônica, a rotina por trás das câmeras e detalhes de como foi essa amizade verdadeira que encantou tantos. Tudo isso contado pelo próprio protagonista, que finalmente ganha uma voz como sempre sonhou: Ninão. ”

Sobre os autores

Ninão
O cachorro que conquistou as redes sociais através de seu carisma, irreverência e expressividade. Protagonista de vídeos com um estilo único e insubstituível.

Pai do Ninão
O escudo de Rodrigo Coelho para expressar seu verdadeiro eu e mostrar ao mundo toda luz de Ninão. Seguindo um conselho de sua professora do primário, lança seu primeiro livro.

   Para quem adora um história divertida, emocionante e para quem se identifica e ama animais. O cachorro com a risada mais famosa do youtube, em uma narrativa muito descontraída e divertida, com um final muito emocionante. Passa uma mensagem muito positiva sobre o amor que temos pelos nossos cães. Se você já conhece o Ninão e o pai do Ninão pelo youtube e facebook, não pode deixar de conhecer toda a história contada no livro.

Canal: https://www.youtube.com/channel/UCIZ3qgxLHn1iOAeVSFbdQtw

adoção, amor, histórias, superação

Cachorro que tinha medo de ser tocado, agora não consegue parar de se aconchegar em seu salvador

Para um cachorro chamado Aka, toda a sua vida se resumiu a sobrevivência. Ele vagou pelas ruas de Lahan Sai, no Camboja, em busca de comida, água e lugares seguros para dormir. Quando Aka ficou doente e perdeu a maior parte de sua pele, a sobrevivência ficou ainda mais difícil.

Em agosto, Michael Chour, fundador do The Sound of Animals, um grupo que resgata cachorros na Tailândia e no Camboja, estava dirigindo para casa quando viu Aka na estrada.

“Aka saiu no meio de uma estrada muito movimentada a meio da noite, sem se importar com os carros que passavam por ele”, disse Chour. “Ele tinha um dos piores casos de sarna que já tinha visto. Eu acho que ele ficou doente por mais de um ano.”

Chour parou o carro e chamou por Aka. A princípio, o cachorro tentou fugir, mas quando Chour colocou uma tigela de comida no chão, Aka voltou.

Então Chour estendeu a mão e começou a acariciar Aka, que não parecia saber como reagir. É possível que ninguém tenha tocado em Aka dessa forma anteriormente, explicou Chour.

“As pessoas aqui odeiam cachorros vadios e muitas vezes simplesmente atiram pedras neles”, disse ele. “E eu que ele nunca teve um dono a vida toda.”

Aka ainda parecia estar com muito medo, mas Chour conseguiu convencê-lo a entrar no carro para que ele pudesse levar Aka ao abrigo de sua organização, o Blue Dream.

“Provavelmente foi o cansaço que o fez aceitar vir comigo”, disse Chour. “Mas também acho que ele entendeu que eu queria ajudar.”

Chour colocou alguns cobertores macios no banco de trás do carro e Aka se aconchegou neles.

“Eu coloquei minha mão em sua cabeça o tempo todo que dirigimos de volta ao abrigo”, disse Chour. “A certa altura ele se chegou perto de meus braços para um abraço.”

Assim que chegaram ao Blue Dream, Chour e os outros voluntários fizeram um exame médico completo a Aka e além de sarna, ele tinha parasitas no sangue e uma infecção bacteriana, então a equipe começou a tratar ele com antibióticos e fluidos IV.

Aka passou as semanas seguintes recuperando sua saúde e força – e depois de um mês, ele já parecia um cachorro completamente novo .

“Ele está aos meus cuidados há mais de um mês, e ele já tem seu todo o pelo de volta”, disse Chour. “Não completamente, mas quase.”

Aka também começou a adorar Chour e agora procura ativamente amor e atenção.

“Aka encontrou seu motivo para viver”, disse Chour. “Ele voltou a confiar novamente e sempre pede atenção. Eu adoro vê-lo pular atrás de mim. Ele nem precisa de uma coleira para caminhar, porque ele nunca fica a mais de um metro de mim.

Aka vai ficar no Blue Dream até Chour encontrar uma família que gostaria de adotá-lo, embora Chour também esteja considerando manter Aka no abrigo, porque ele simplesmente não consegue ficar longe de Chour.

“Todos os dias, eu o trago comigo no carro para fazê-lo feliz, e ele gosta de pular nos meus ombros enquanto eu dirijo”, disse Chour. “Ele me beija e me beija o tempo todo.”

Aka está seguro agora, mas Chour ressalta que há inúmeros outros cachorro na mesma situação – não apenas no sudeste da Ásia, mas em todo o mundo.

“Eu adoraria que as pessoas olhassem em volta e se vissem outro Aka, apenas o leve e o ame, já que todos esses cachorros têm muito para dar”, disse Chour.

Publicado originalmente em: Portal Animal

 

amor, curiosidades, histórias, notícias

Angelo, o carteiro amigo dos animais

Quem conhece as histórias de apuros que os carteiros passam para fazer as entregas de correspondências com o moradores peludos? Mas o que vamos contar agora nessa matéria irá mostrar que com amor e carinho, os animais sempre vão receber os nossos carteiros do mesmo jeito.

Esse embaraço entre os cachorros e os carteiros é tão comum que os profissionais dos Correios, recebem ensinamentos sobre como se prevenir de possíveis ataques, porque os animais agem dessa maneira em defesa do seu território.

Os treinamentos abordam conteúdos como comportamento e características dos cães, como identificar sinais e situações de risco, atitudes recomendadas na iminência de um ataque e as providências em caso de acidentes.

Angelo Cristino Antunes, de 32 anos, é carteiro na cidade de Guaratinguetá, no interior de São Paulo. Ele mudou esse “embaraço” de os animais correrem atrás do entregador de cartas, na verdade ele virou amigos dos moradores peludos de onde faz as entregas de correspondências.

Ele costuma chegar nos animais com carinho e atenção, assim conquista novos amigos peludos pelo percurso do seu trabalho!

Angelo criou redes sociais para divulgar as fotos que tira com seus novos amigos!

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

Na foto a seguir, Angelo ao chegar no setor de entregas, escutou um chorinho e encontrou esses dois cachorrinhos abandonados. Não pensou duas vezes e colocou na bolsa do correio, entrou em contato com algumas protetoras de animais e conseguiu ajuda para serem adotados.

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

Tudo de que fazemos com amor e principalmente o que está ligado ao mundo animal, nos surpreendemos a cada dia mais, porque iriam imaginar que o carteiro que vive temendo os animais, viraria amigo deles? Óbvio que sim! Desde que tratados com amor e respeito, é isso que basta para o animal ser seu amigo!

Nós do Debate Animal ficamos muito gratos em poder dividir essas histórias de amor com os bichos! Agradecemos imensamente ao Angelo que autorizou divulgar suas imagens para matéria no blog. Desejamos que você continue fazendo seu trabalho com amor e com todas as bençãos, porque com certeza já está recebendo muito em troca, com a amizade dos bichinhos que cruzam seu caminho!

E se quiserem acompanhar o Angelo nas redes sociais, tem toda história e as fotos dele com os amigos peludos!

Facebook

Instagram

Youtube

E você que tem uma história com animais e queria dividir com a gente, estaremos felizes em publicar!

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

 

curiosidades, histórias, notícias

Conheça a história de São Francisco de Assis 

São Francisco de Assis nasceu no dia 5 de julho de 1182, na cidade de Assis (Itália, com o nome de Giovanni di Pietro di Bernardone. Era filho de um comerciante ilaliano de nome Pietro di Bernardone dei Moriconi e de sua esposa Pica Bourlemont, e tinha origens francesas. A família fazia parte da rica burguesia de Assis, e tinha prestígio no nome e nas posses financeiras. Era chamado pela família de “Francesco” nome cuja origem ainda hoje não foi determinada.

Francisco cresceu e se tornou popular entre seus amigos devido à sua vida rebelde, às extravagâncias, bebedeiras, pela suas roupas caras, por esbanjar dinheiro e ter paixão por aventuras. Tinha o desejo de ser “herói” e por isso alistou-se, em 1202 como soldado na guerra de Assis contra a Peruggia. Foi capturado e passou cerca de um ano preso, à espera de ser resgatado.

Recebeu seu chamado em Assis, durante uma farra com os amigos, onde foi tocado por Deus e desde então começou a perder o interesse pelas farras, dinheiro, riquezas, posses, etc, passando a se preocupar com os mais necessitados e em fazer a vontade de Deus, servindo-o através da doação total e incondicional da sua vida.

Viveu uma conversão brusca em sua juventude, passando de jovem rebelde e mundano, a uma vida religiosa de completa pobreza. Abandonou sua família e sua antiga vida e foi viver em cabanas e abrigos no meio do mato, juntamente com um amigo que chamava de “irmão Leão”. Sua decisão e vivacidade atraiu a outros adeptos, fazendo com que ele fundasse mais tarde a Ordem dos Frades Menores, hoje conhecidos como Franciscanos.

Juntamente com seus “filhos”, Francisco renovou a vivência do catolicismo na época, conservando o hábito de viajar a pé pelas localidades, pregando e vivendo completamente das doações que recebiam. Segundo São Francisco, o evangelho deveria ser seguido à risca, com todo rigor, imitando a vida de Jesus. Desenvolveu latentemente o dom da caridade, pregando o amor à Criação de Deus, à natureza, aos animais, e sobretudo ao ser humano, e vivendo a total doação a estes, e valorizando especialmente os mais pobres. Chamava a todas as criaturas de Deus de irmãos, e se considerava a menor delas. Até hoje é um dos santos da Igreja mais devotados, santidade esta que foi firmada desde que ainda estava em vida, sendo conhecido por muitas pessoas e chamado de santo ainda em vida.

Faleceu em 1226, no dia 3 de outubro, e foi canonizado em 1228, menos de dois anos depois. É conhecido como o protetor dos pobres e doentes e também patrono dos animais e da natureza.

Fonte: infoescola

gatos, histórias, Sem categoria

Ruble, o gato de 30 anos

Rubble(foto) nasceu no dia 20 de maio de 1988. E em 2018 se tornou o gato mais velho ainda vivo, com 30 anos. O recorde foi celebrado com uma festa de aniversário em uma clínica veterinária na cidade de Exeter, na Inglaterra, com direito a bexigas, comida e um checkup grátis.

Ao seu lado estava a tutora Michele Foster que lembra exatamente do dia em que adotou Rubble. O momento era marcante, pois era o dia de seu aniversártio de 20 anos de idade, hoje ela tem 50 anos.

Michele, que nunca teve filhos, acredita que a longevidade de Rubble deve-se ao excesso de zelo com que ele é cuidado. Rubble também tinha outra irmã postiça felina, que viveu mais de 25 anos.

Ele poderia estar no Guiness Book mas Michele não quer : “Não tenho certeza se ele gostaria que muitas pessoas viessem vê-lo ou um rebuliço sendo feito por causa dele. Rubble está velho agora e não gosta de muita atenção ou de ser incomodado e se irrita as vezes.Quero que ele tenha uma velhice em paz.”, explica.

(Picture: Heavitree City Vet / SWNS.com)

O gato mais velho (falecido) do mundo, de acordo com os livros de registro, foi Creme Puff, que nasceu em 3 de agosto de 1967 e viveu até 6 de agosto de 2005 – um total de 38 anos e 3 dias.
E ainda tem gente que fala que gato com 10~15 anos é velho. A média de vida de um gato bem cuidado hoje em dia é de 20 anos ou mais.

Quem quiser verificar a veracidade da história clique no link abaixo

https://en.wikipedia.org/wiki/Rubble_(cat)
https://metro.co.uk/2018/06/02/rubble-the-oldest-cat-in-britain-has-just-celebrated-his-30th-birthday-7596975/

amor, histórias

Sr. Djalma e Duda vão transbordar seu coração de amor e melhorar seu dia com essa história

Esses dias me marcaram para ver uma publicação e morri de amores com a história. Não aguentei e pedi para a Juliana Goffi, se poderia postar aqui no Debate Animal.

A Juliana é neta do Sr. Djalma, um vovozinho muito simpático e fofo, que foi passear com a sua filha e passando em frente ao pet shop, se apaixonou por uma cachorrinha que estava lá.

No vídeo pode-se ver a empolgação do Sr. Djalma, que ama de paixão animais

Vídeo: Juliana Goffi

Sua filha não pode levar a cachorrinha naquele dia, mas Sr. Djalma ficou falando a volta do passeio o tempo todo na cachorrinha e já tinha até escolhido um nome para ela ” Duda”.

No dia seguinte sua filha, não aguentou e resolveu ir buscar a Duda e fazer uma surpresa para Sr. Djalma. Imagina que surpresa!!!

Vídeo: Juliana Goffi

E nesse vídeo a felicidade do vovô ao ter a Duda para ele. O Sr. Djalma quando pegou a Duda no colo falou que tinha sonhado ter ganho ela nesta noite.

Sua neta Juliana, quis dividir essa história com todo mundo, porque acredita que uma cena linda e emocionante dessa pode melhor nosso dia, e vocês tem dúvida?

Obrigada Juliana, por dividir essa história conosco! Com certeza alegra nosso dia e faz nossos corações apaixonados por animais transbordarem de amor!

E você também tem alguma história com animais? Mande para o Debate Animal também!!!!

curiosidades, gatos, histórias, Sem categoria

Os benefícios científicos de ser um amante de gatos

Oito de agosto  foi o Dia Internacional do Gato. Cora provavelmente começará a manhã como qualquer outra: subindo no meu peito e batendo no meu ombro, exigindo atenção. Vou levantar o edredom, com sono, e ela vai se aconchegar debaixo dele, esparramada ao meu lado. Para Cora – e, portanto, para mim – todo dia é o Dia Internacional do Gato.

Os gatos podem nos acordar às 4 da manhã e vomitarem em uma frequência alarmante, mas entre 10 a 30% das pessoas podem dizer que gostam de gatos – não de cachorro, nem mesmo amantes de gato e cachorro. Então, por que escolhemos trazer essas bolas de pelo para nossas casas – e gastamos mais de US$ 1.000 por ano em quem não é geneticamente relacionado a nós e, francamente, parece ingrato a maior parte do tempo?

A resposta é óbvia para mim – e provavelmente para todos os amantes de gatos que não precisam de pesquisa científica para justificar seu amor feroz. Mas cientistas os estudaram de qualquer maneira e descobriram que, embora nossos amigos felinos possam não ser bons para os nossos móveis, eles podem dar alguma contribuição à nossa saúde física e mental.

  1. Bem-estar

De acordo com um estudo australiano, os donos de gatos têm melhor saúde psicológica do que pessoas sem animais de estimação. Nos questionários, eles afirmam se sentir mais felizes, mais confiantes e menos nervosos, além de dormir, se concentrar e enfrentar melhor os problemas em suas vidas.

Adotar um gato também pode ser bom para seus filhos: em uma pesquisa com mais de 2.200 jovens escoceses com idades entre 11 e 15 anos, as crianças que tinham um forte vínculo com seus gatinhos tinham uma qualidade de vida maior. Quanto mais ligadas, mais se sentiam parte de algo, enérgicas, atenciosas e menos tristes e solitárias; e mais elas aproveitavam o tempo sozinhas, no lazer e na escola.

Com suas artimanhas desafiadoras da gravidade e posturas de sono tipo ioga, os gatos também podem nos tirar de nossos maus humores. Em um estudo, pessoas com gatos relataram ter menos emoções negativas e sentimentos de reclusão do que pessoas sem gatos. Na verdade, os solteiros com gatos ficavam de mau humor com menos frequência do que as pessoas com um gato e um parceiro. (Seu gato nunca está atrasado para o jantar, afinal.)

Até os gatos da Internet podem nos fazer sorrir. Pessoas que assistem a vídeos de gatos online dizem que sentem menos emoções negativas depois (menos ansiedade, aborrecimento e tristeza) e mais sentimentos positivos (mais esperança, felicidade e contentamento). É certo que, como os pesquisadores descobriram, esse prazer se torna ruim se o fizermos com o propósito de procrastinação. Mas assistir gatos incomodando seus humanos ou embrulhados em presentes para o Natal parece nos ajudar a nos sentir menos esgotados e a recuperar nossa energia para o dia seguinte.

  1. Estresse

Eu posso atestar que um gato quente em seu colo, pisoteando bem suas coxas, é uma das melhores formas de alívio do estresse. Uma tarde, me sentindo sobrecarregado, disse em voz alta: – Eu gostaria que Cora se sentasse no meu colo. E eis que ela trotou e caiu em cima de mim segundos depois (embora as tentativas de reproduzir este fenômeno não tenham sido bem-sucedidas).

Em um estudo, pesquisadores visitaram 120 casais em suas casas para observar como eles reagiriam ao estresse – e se os gatos eram de alguma ajuda. Ligados a monitores de frequência cardíaca e pressão arterial, as pessoas foram submetidas a um desafio de tarefas assustadoras: subtrair três repetidamente de um número de quatro dígitos e depois segurar a mão em água gelada (abaixo de 4 graus Celsius) por dois minutos. As pessoas se sentavam sozinhas numa sala, com o animal de estimação perambulando, com a esposa (que podia oferecer apoio moral), ou ambos.

Antes de as tarefas estressantes começarem, os donos dos gatos tinham uma frequência cardíaca e pressão arterial em repouso mais baixas do que as pessoas que não tinham animais de estimação. E durante as tarefas, os donos de gatos também se saíram melhor: eles eram mais propensos a se sentirem desafiados do que ameaçados, seus batimentos cardíacos e pressão arterial estavam mais baixos e até cometeram menos erros matemáticos. De todos os cenários, os donos de gatos pareciam mais calmos e cometiam o menor número de erros quando o gato estava presente. Em geral, os donos de gatos também se recuperaram mais rapidamente fisiologicamente.

Por que os gatos são tão calmantes? Gatos não nos julgam por nossas habilidades matemáticas pobres, ou ficam excessivamente angustiados quando estamos angustiados – o que explica por que os gatos eram realmente uma influência mais calmante do que os entes queridos em alguns casos.

Como Karin Stammbach e Dennis Turner, da Universidade de Zurique, explicam, os gatos não são simplesmente pequenos seres que dependem de nós. Também recebemos conforto deles – há toda uma escala científica que mede o quanto de apoio emocional você recebe do seu gato, com base na probabilidade de procurá-lo em diferentes situações estressantes.

Os gatos oferecem uma presença constante, aliviados pelos cuidados do mundo, que podem fazer com que todas as nossas pequenas preocupações e ansiedades pareçam supérfluas. Como a jornalista Jane Pauley disse: “Você não pode olhar para um gato adormecido e sentir-se tenso”.

  1. Relacionamentos

Gatos são seres de quem cuidamos e que cuidam de nós (ou pelo menos acreditamos que eles o fazem). E as pessoas que investem nesse vínculo entre espécies também podem ver benefícios em seus relacionamentos entre humanos.

Por exemplo, pesquisas descobriram que os donos de gatos são mais sensíveis socialmente, confiam mais nas outras pessoas e gostam mais de outras pessoas do que de pessoas que não possuem animais de estimação. Se você se considera uma pessoa que gosta de gatos, tenderá a pensar que outras pessoas gostam mais de você do que de uma pessoa que não goste de gato nem cachorro. Enquanto isso, mesmo as pessoas que assistem a vídeos sobre gatos se sentem mais apoiadas por outras pessoas do que pessoas que não são tão grandes fãs da mídia digital felina.

Embora essas correlações pareçam desconcertantes, elas fazem sentido se você considerar os gatos apenas uma parte de sua rede social.

“Sentimentos positivos sobre cães/gatos podem gerar sentimentos positivos sobre as pessoas, ou vice-versa”, escrevem Rose Perrine e Hannah Osbourne, da Eastern Kentucky University.

Quando alguém – humano ou animal – nos faz sentir bem e conectado, isso aumenta nossa capacidade de bondade e generosidade para com os outros. Como esse estudo de adolescentes escoceses descobriu, as crianças que se comunicam bem com um melhor amigo são mais apegadas aos seus gatos, provavelmente porque passam algum tempo brincando como um trio.

“Animais de estimação parecem agir como ‘catalisadores sociais’, induzindo contato social entre pessoas”, escreveu o pesquisador britânico Ferran Marsa-Sambola e seus colegas. “Um animal de estimação pode ser receptivo, abertamente carinhoso, consistente, leal e honesto, características que podem satisfazer a necessidade básica de uma pessoa de sentir um senso de valor próprio e ser amado”.

  1. Saúde

Finalmente, apesar do que você possa ter ouvido sobre parasitas cerebrais de gatinhos para humanos, há um punhado de evidências de que os gatos podem ser bons para nossa saúde.

Em um estudo, os pesquisadores acompanharam 4.435 pessoas por 13 anos. Pessoas que possuíam gatos no passado eram menos propensas a morrer de um ataque cardíaco durante aquele período do que pessoas que nunca tinham possuído gatos – mesmo quando contabilizavam outros fatores de risco como pressão arterial, colesterol, tabagismo e índice de massa corporal.

Isso era verdadeiro mesmo que não tivessem gatos atualmente, explicam os pesquisadores, o que sugere que os gatos são mais como a medicina preventiva do que o tratamento de uma doença em andamento.

Em outro estudo, James Serpell, da Universidade da Pensilvânia, acompanhou duas dúzias de pessoas que tinham acabado de adotar um gato. Eles completaram pesquisas depois de um dia ou dois de levar seu gato para casa, e depois várias vezes nos 10 meses seguintes. Na marca de um mês, as pessoas tinham reduzido as queixas de saúde, como dores de cabeça, dores nas costas e resfriados – embora (em média) esses benefícios parecessem desaparecer com o passar do tempo. Como Serpell especula, é possível que as pessoas que formam um bom relacionamento com o gato continuem a ver os benefícios, e as pessoas que não o fazem, bem, não o fazem.

Grande parte desta pesquisa sobre gatos é correlacional, o que significa que não sabemos se os gatos são realmente benéficos ou se as pessoas felinas já são apenas um grupo feliz e bem ajustado. Mas infelizmente para nós amantes de gatos, este último não parece ser o caso. Comparado aos amantes de cães, pelo menos, nós tendemos a ser mais abertos a novas experiências (mesmo que nossos gatos ariscos não sejam). Mas também somos menos extrovertidos, menos calorosos e amigáveis ​​e mais neuróticos. Vivenciamos mais emoções negativas e as reprimimos mais, uma técnica que nos torna menos felizes e menos satisfeitos com nossas vidas.

Pelo lado positivo, isso significa que é mais provável que os gatos realmente nos tragam tanto prazer e alegria quanto afirmamos que eles trazem, embora a pesquisa esteja longe de ser conclusiva. Na verdade, a grande maioria das pesquisas com animais concentra-se em cães, em parte porque são mais fáceis de treinar como assistentes de terapia. “Os gatos foram deixados para trás um pouco pela pesquisa”, diz Serpell. Mais uma conta a acertar com os nossos homólogos caninos.

Enquanto esperamos por mais dados, continuarei a espalhar para todos que conheço sobre como estou feliz por ter um gato na minha vida – e na minha cama, na minha mesa de jantar, e me vendo ir ao banheiro. O que eu perco no sono eu compenso no amor suave e peludo.

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Tradução CONTI outra. Do original: The Science-Backed Benefits of Being a Cat Lover, artigo de Kira M. Newman

Imagem: Rita Locci