amor, doação, histórias, saúde, superação

Vaquinha para ajudar no tratamento do Luau

Vocês lembram do Luau, nosso amigo que foi encontrado na rua com Leishmaniose?

Para reelembrar a história dele: https://debateanimal.com/2017/12/21/leishimaniose-uma-historia-de-amor-com-final-feliz/

Ele está super bem e respondendo ao tratamento, mas por ser um tratamento muito caro, sua dona Mara, resolveu pedir ajuda para que ele possa continuar sua luta contra essa doença horrível!

” Tinha um cão no meio do caminho. Parei e acolhi. Ele mal tinha forças para comer ou beber. Exames mostraram Leishmaniose. Por ignorância, eu quase o eutanasiei. Por sorte, descobri que existe tratamento. E hoje o cão que estava no meu caminho está aqui, fazendo parte da família, ganhou o nome de Luau e está lutando contra a doença. Se você lutar junto com a gente, a vitória será certa. ” (Mara Pallota)

Quem puder ajudar, segue o link da “Vakinha”

http://www.vakinha.com.br/vaquinha/luau-contra-a-leishmaniose

Sobre a campanha:

Muita gente ainda não sabe que Leishmaniose Visceral Canina tem tratamento e os cães vítimas da doença não precisam mais ser eutanasiados, desde que façam o tratamento correto e estejam documentados junto aos órgãos competentes.

O tratamento não é simples nem barato. Por isso Luau pede um help aqui. E para quem quiser conhecer a história desde o início, segue o Insta @chupaleish e vamos juntos com a gente vencer as parasitas.

Custos básicos e aproximados com o tratamento: – antibióticos. R$ 1800,00; – Milteforan: R$ 900,00; – Vacinas: R$ 2000,00; – exames: R$ 500,00; – consultas: R$ 480,00; – outros medicamentos: R$ 350,00; – suplementos: R$ 450,00;-  coleira anti-mosquito: R$ 380,00

Vamos ajudar o Luau a vencer essa luta contra a Leishmaniose!!!!

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Evolução da doença (Imagem: Mara Pallotta/Arquivo pessoal)
adoção, amor, histórias

Conheça a história de Juca e Bolota – Adoção + amor e seus benefícios!

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Ter um animal de estimação já é mais do que comprovado que traz diversos benefícios, tanto para saúde física, como emocional.

A História que vamos contar hoje é a prova de como é importante e gratificante adotar um animalzinho, que não só fará bem, como vai transformar a sua vida para melhor!

” Juca foi adotado há 2 anos, a mãe dele foi encontrada com os filhotes e resgatado. Encontrei-o em uma feirinha super cheia.

Os irmãos do Juca eram muito lindos (apelidados de bombons, por causa dos seus pelos marrons), mas quando cheguei só tinha sobrado o Juca por lá. Aí nem pensamos e o trouxemos para casa .

O Juca veio cheio de traumas, tinha medo de tudo (ainda tem muito medo de varias coisas), mas com muito carinho e amor, começou a entender que ali era o seu lar.

Ano passado ele nos deu o maior susto das nossas vidas quando fugiu enquanto viajávamos pra fora do país, mas nosso amor e a nossa conexão era tão grande que mesmo longe conseguimos encontrá-lo e levá-lo de volta pra nossa casa.

Foi aí que nossa vida também mudou, começamos a fazer resgates e ajudar alguns cachorros de rua, tudo com o intuito de que mais pessoas sentissem o amor imenso que existe entre um cachorro adotado e sua família.

Num desses resgates, nos ligaram pedindo ajuda pra uma filhotinha que estava amarrada a uma árvore no nosso bairro. Na mesma hora nos disponibilizamos a ajudar, mas não encontramos hospedagem pra ela ficar. Então decidimos que dormiria na nossa casa por uma noite e foi o suficiente pra ver que o Juca havia adotado aquela filhotinha como sua irmã. E foi assim que a Bolota também passou a fazer parte da nossa família.

Com tudo isso, pudemos perceber que o amor é multiplicado quando temos dois filhotes adotados e não dividido, e o amor só aumenta a cada dia! “

Está história foi enviada pela Arine, a dona do Juca e da Bolota!

Quando adota um cão, dificilmente vai se sentir sozinho. A presença deles é notante. E se você habituá-lo a ser sua companhia, pode ter certeza que ele ficará muito feliz e agradecido.

Ter um bichinho aumenta a segurança e autoestima do seu dono, ajudando assim em doenças como depressão, ansiedade e ajuda a melhorar as relações sociais do dono.

Ajudam a diminuir a pressão sanguínea, sedentarismo e a ter hábitos mais saudáveis. É um fato que adotar de cães e gatos traz muito amor para o lar. Animais abandonados geralmente possuem muito apego com quem os adota, porque se sentem gratos pelo cuidado.

Mas lembre-se adotar é um ato de amor, só adote se você estará disposto a cuidar do seu animalzinho até o fim da vida dele! Ele precisa de cuidados como qualquer ser vivo e de muito amor, se não está disposto a isto, não adote para abandonar novamente!

E se você quiser acompanhar a história do Juca e  da Bolota, é só segui-los no Instagram (https://www.instagram.com/ju_cao/)

Fotos: https://www.instagram.com/ju_cao/       https://www.instagram.com/carolinaspinaarts/

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amor, curiosidades, histórias, notícias, Sem categoria

Cães acompanham dono ao hospital 

Acompanharam fielmente o amigo socorrido pelo SAMU.

Ali permaneceram.

Não pensavam em nada, preocupados e atentos observavam a reação do dono e a prestação de socorro.

Fiéis e amorosos, como devem ser os verdadeiros amigos.

Somente depois que o dono se movimentou e demonstrou que estava seguro, os cães abanaram o rabo e demonstraram uma sincera alegria.

Ficaram a noite toda acordados, cuidando do dono.

Via: Maurício Galvão 

amor, histórias, superação

Leishimaniose: Uma história de amor com final feliz

   Sabe aquelas histórias que te inspiram? Ainda mais nos dias de hoje onde as pessoas e animais são descartados ou esquecidos, como se não fossem uma alma com sentimento e vida?

   Eu me deparei sem querer com a história do Luau, um cãozinho que foi encontrado muito doente na rua, com nada menos que uma doença terrível, a Leishmaniose. A Mara foi quem o encontrou e resolveu se dedicar a dar amor e lutar pela cura desse “menino”, mesmo passando por todas dificuldades do tratamento que essa doença exige.

   A Leishmaniose é uma doença contagiosa causado por um protozoário, que é transmitida  somente pela picada de um mosquito. Os cães são apenas hospedeiros, não podem transmitir a doença para humanos. Os sinais mais comuns nos cães são: perda de peso e pelos, feridas e descamação da pele que não cicatrizam, crescimento anormal das unhas, entre outros.

   No Brasil o tratamento da Leishmaniose ainda é polêmico. Os ministérios da Saúde e da Agricultura determinam que animais infectados pela doença, devam ser sacrificados; o que causa revolta nos proprietários, pois os animais de estimação são considerados membros da família. Porém, o tratamento não é proibido e pode ser sintomático, com medicações veterinárias de uso oral.

   Para vocês conhecerem melhor a história do Luau, a Mara nós enviou um texto lindo.

” Era uma segunda-feira quente. Dez da manhã, 27 graus. Estradinha a caminho do trabalho e pá: algo ali no meio do caminho. Não era uma pedra no meio do caminho. Era um cão. Mas…cão?
Desviei, parei, desci do carro: ele estava inerte, entregue. Fiz uma foto me sentindo mal: não me sinto a vontade em registrar desgraças alheias. Mas fiz, subi no carro e fui pro trabalho que era a 100 metros dali.
Por coincidência do destino (e sorte do dog), eu trabalho num hotel/daycare/clínica vet. Em menos de 10 minutos estávamos lá eu e a vet — luva, jaleco, toalha pra envolvê-lo, muita curiosidade e corações a mil.
Peguei! Toalha ferveu na hora — ele estava num asfalto quente, entregue, só esperando o juízo final.
Levamos ele pra dentro da clínica, demos um conforto, mas a auto-estima era zero — sem resposta a estímulos, apenas um ser com uma casca na pele que já não tinha pelos.
Mal enxergava, mal ouvia, mal comia, não conseguia ter forças para ficar em pé e beber água. 
COMO ESTÁ O CÃO?
Colhemos sangue e mandamos para análise. Deixamos o dog confortável num local no hotel – com caminha, água a vontade, ração. Ele tremia muito. Estava muito magro, ferido – sentindo dor de alma.
Dia seguinte, resultados dos exames. Um pouquinho de anemia e nada demais gritante no resto, a não ser uma temida zoonose – a tal Leishmaniose Visceral Canina.
Aquilo veio como o soco no meu estômago. Tudo o que sempre li sobre essa doença era de que deve-se notificar o Centro de Controle de Zoonoses da região e o animal eutanasiado. Chorei bastante, pedi ajuda para amigos, li o que pude a respeito para não ser injusta nem com o cão, nem com o meio ambiente e nem com a lei.
E tudo me levava a entender que a eutanásia seria a única coisa a ser feita. Na noite do dia 11/10 ele ainda estava muito mal – comia na minha mão, com muito sacrifício. Conversei uns 40 minutos com ele, pedindo para ele reagir, sentir meu cheiro e entender que não estava sozinho. Mas ao mesmo tempo eu estava querendo que ele entendesse e já me perdoasse — o dia seguinte seria o Dia D.
Uma profissional médica veterinária, que auxiliou nos primeiros cuidados com ele, afirmou que havia tratamento e que eutanásia não seria a solução. Mas eu não estava confortável pois inclusive estava me achando uma fora-da-lei em sonegar a informação de uma zoonose importante — com a cabeça a mil, fui até o local onde ele estava, já decidida — obvio que perdi a coragem quando ele, com todo o sacrifício ficou em pé, tentou me olhar e me ofereceu um tímido abanar de rabo pelado pela doença.
Ainda enquanto buscava informações sobre o que fazer, um vet amigo meu citou sobre um médico veterinário que seria uma pessoa referência que poderia me ajudar na decisão sobre o assunto.
Fui em busca do profissional — o prof Marcio Moreira, que atende no Hospital Veterinário Anhembi-Morumbi. Em 48 horas eu estava levando o cão para ser examinado no hospital da faculdade e sendo orientada — agora com base para eu poder decidir o que fazer. 
ALTERNATIVAS
Tratar — tratamento de alto custo e trabalhoso. Nos primeiros 90 dias, muitos medicamentos, muita dedicação e um cão monitorado pelo resto da vida.
Eutanasiar — uma possibilidade, dado que o cão que vivia na rua e não era meu.
Ele me deixou a vontade para decidir – coisa que decidi ali mesmo no final da consulta. Tratar, pois nada é por acaso. Ele apareceu na minha frente. Essa situação era minha e de mais ninguém.
ARREGAÇANDO AS MANGAS
E com a ajuda e compreensão de marido, amigos queridos e meus cães — tenho 3 — iniciamos a maratona. Estamos na metade dela. Ele ganhou o nome de Luau, ganhou peso, ganhou seus pelos de volta e está respondendo bem ao tratamento. 
Tomamos todas as precauções, estamos levando o tratamento muito a sério, sem falhar um dia, um horário. E ficando com a emoção a flor da pele nos dias ruins que ele tem por conta das medicações. 
De alguma forma essa situação caiu no meu colo para eu aprender alguma coisa com isso. Já aprendi sobre tratamento de Leishmaniose. Já aprendi que quem tem amigos tem tudo. Continuo aprendendo sobre as coisas do amor. E tenho certeza que nessa jornada eu vou aprender ainda mais. Porque vida é vida – e enquanto ela existe, a gente não pode desistir. “
img-20171219-wa0043-1537147623.jpgEvolução da doença (Imagem: Mara Pallotta/Arquivo pessoal)
   Não é uma história linda e emocionante? Quisera todas as pessoas ou pelo menos poucas, que sejam, pensarem dessa forma, arregaçarem as mangas e lutar pela vida de outra vida, sem medir esforços?
   A incidência de Leishmaniose cresce a cada dia, e a cada dia, pessoas abandonam seu animais, por falta de informação, comprometimento e amor verdadeiro pelo seus cães. Sei o quanto é difícil e caro o tratamento, mas se você pode fazer, faça!
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Luau Feliz da vida! (Imagem: Mara Pallotta/Arquivo pessoal)
   Se você quiser acompanhar a história do Luau, siga-o no Instagram, lá você vai saber como ele está reagindo o tratamento e como está sua vida feliz!
   E caso queria saber mais sobre a Leishmaniose, temos uma matéria completa aqui no debate animal (https://debateanimal.com/2017/09/13/leishmaniose-canina)
   Para finalizar gostaria de agradecer a Mara Lucia Pallotta, hoje a dona dedicada do Luau, que foi incrível dividindo essa história de muito amor e garra! Estarei torcendo para que o Luau consiga se manter forte, feliz e saudável!
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Mara e Luau – Prova do que o amor e a dedicação são capazes! Só olhar a carinha de felicidade dele! 🙂 (Imagem: Mara Pallotta/Arquivo pessoal)
histórias

Mãe manda mensagem para professora depois que o cão começou a agir estranho em casa – veja sua resposta inesperada

Sadie, uma menina de 4 anos de idade, tem diabetes tipo 1 e síndrome de Down, o que torna difícil para seus pais manter seus níveis de açúcar no sangue estáveis. Até que um Labrador especial se juntou à família!

Todos sabemos que os cães têm um olfato incrivelmente apurado. Na verdade, um cachorro chamado Hero, detectou uma queda nos valores de açúcar no sangue a quilômetros de distância! O animal é treinado para detectar quando os níveis de açúcar de Sadie estão muito baixos ou muito altos.

Um dia, Sadie estava na sua Escola Primária, enquanto Hero estava em casa, a mais de 8 quilômetros de distância. E foi aí que o cão começou a agir de forma estranha.

“Ele é normalmente um cachorro muito quieto.”, disse Michelle, a mãe de Sadie. “Gritar não está no seu protocolo. Mas ele apenas começou a lamentar e ele não parou.” Hero estava alertando Michelle de que os açúcares no sangue de Sadie estavam caindo, embora a criança estivesse bem longe. Então, a mulher enviou uma mensagem à professora de Sadie, para confirmar se estava tudo bem.

A professora, Kimberly Stoneman, disse: “ [A mãe de Sadie] me chamou e perguntou se eu poderia verificar seus níveis de açúcar e eles estavam bem.”, explicou Stoneman. “Eu testei e ela estava bem. Mas, dentro de meia hora, os níveis começaram a descer.”

Os valores de Sadie caíram repentinamente de 122 para 82. “Com valores baixos, ela podia entrar em um coma diabético ou até mesmo morrer!”, disse Michelle.

Mas não sob a guarda de Hero! KC Owens, a treinadora do animal, disse que usou uma fragrância engarrafada para o ajudar a detectar níveis baixos e altos de açúcar no sangue.

“Eles são fáceis de treinar e são usados pelo seu nariz”, disse Owens. “Esses cães podem acordar uma família no meio da noite por algo mínimo. Eles podem obter ajuda, e eles fazem isso muito antes de toda a tecnologia”. Owen disse que os Labradores têm centenas de milhões de receptores no nariz que os ajudam a cheirar a quilômetros de distância.

Ninguém tem certeza como Hero conseguiu detectar a mudança no açúcar no sangue de Sadie naquele dia, mas graças ao seu instinto e ao seu olfato incrivelmente apurado, ele acabou por salvar uma vida!

Felizmente, tudo isso não passou de um susto e a menina está sã e salva… Parabéns Hero!

Compartilhe essa história maravilhosa com seus amigos e familiares!

Fonte: terrainteressante.com

 

 

 

histórias

Carta do seu animal de estimação 

“Tenho uma expectativa de vida entre 10 e 15 anos. Uma das coisas que mais me machucaria seria uma separação forçada da pessoa que eu aprendi a gostar. Saudade dói muito!

Dizem que sou irracional, mas é só dar um tempinho pra mim e saberei entender o que você deseja. Confiança se conquista e farei de tudo pra conquistar a sua. Isto me fará um bem muito grande.

Quando você me prende em algum lugar como punição ou então fica zangado comigo por muito tempo, eu fico muito triste, pois você tem amigos, escola, trabalho, diversão, mas eu, só tenho você! 

Sei que muitas vezes sou levado, ciumento e arteiro. Por favor, nestas situações, não me bata, nem me maltrate, são apenas atitudes de quem quer chamar a atenção e receber um carinho a mais da pessoa que mais gosto na vida! 

Estava me esquecendo, lembre-se, não tem dia nem horário, estarei sempre pronto a te acompanhar, sem reclamar e muito feliz por fazer parte da sua vida. 

Por tudo isso, quando eu ficar velhinho, cuide bem de mim! Lembre-se dos momentos maravilhosos que passamos, e não me abandone, um dia você também vai ficar com mais idade.

E finalmente, a vida pra mim é muito mais fácil e bonita, pois tenho você sempre ao meu lado.”

Assinado: Seu Animal de Estimação

histórias, notícias

Carta de adeus de cão doente para o seu humano fará com que você queira abraçar seu animal

É difícil parar para imaginar que um dia vamos ter que dizer um último adeus aos nossos animais de estimação. Animais, como gatos e cães, vivem por cerca de 10 a 15 anos, o que significa que, em algum momento, eles partirão!

O músico John Pointer recentemente teve que chegar a um acordo com essa tremenda perda quando seu cão, Benny, foi atingido por várias condições terminais.

Ao trabalhar com especialistas em câncer e coração, ficou claro que os rins de Benny estavam falhando e seu fígado estava no mesmo caminho. Quando seu corpo já não funcionava corretamente, John precisava tomar a decisão mais difícil de sua vida: trocar sua felicidade pelo conforto de Benny.

Para lidar com seu sofrimento, John escreveu uma história (se colocando na posição do cão) sobre os momentos finais de Benny e postou no Facebook.  A incrível história tornou-se viral e desde então foi compartilhada por mais de 100.000 vezes.

Aqui está a história de Benny, publicada no Facebook:

“Ontem foi um dia estranho. Não consegui me afastar da cama. O cara com quem moro me levantou. Tentei colocar minhas pernas debaixo de mim, mas elas não colaboravam. Ele disse: “Não se preocupe, eu ajudo amigo”, e me levou para baixo. Isso foi tão legal da parte dele. Eu precisava fazer xixi, eu só tinha que ir até onde ele me colocou. Normalmente, eu não queria, mas nós dois decidimos fazer uma exceção à regra.”

“Meu humano limpou a bagunça. Ele é bom nisso. Senti-me envergonhado, olhei para ele e ele disse: “Quer continuar caminhando, amigo?” E continuamos, mas foi surpreendentemente difícil. Quando chegamos ao final do estacionamento, minha cabeça estava girando. Tentei escalar a pequena colina e quase caí. Não consegui descobrir o que estava acontecendo.

Ele se aproximou de novo e passou as mãos sobre mim. Isso foi bom. Ele me pegou e me levou para casa. Eu ainda estava confuso, e minha cabeça estava leve, mas fiquei feliz por não ter que andar todo o caminho de volta. Parecia de repente uma distância impossível.”

“Eu estava tão feliz em me deitar na minha cama. Minha pessoa me acariciou, dizendo: “Tenho coberto, amigo.” Adoro o jeito que me faz sentir. Eu sei que ele faz. Ele faz tudo melhor.

Ele sentiu minhas patas e puxou meu lábio. Ele disse: “Oh, amigo, você está com frio?” Eu estava… Meu rosto estava frio, minhas patas estavam com frio. Ele enviou mensagens de texto a algumas pessoas e voltou para me acariciar.

Poucos minutos depois, outra pessoa chegou. Ele é um dos meus favoritos e seu nome é Jay. Ele me acariciou e disse à minha pessoa: “Você quer pegar um cobertor?” Eles colocaram um cobertor sobre mim, e uau… isso ficou bem. Eu relaxei, e ambos me acariciaram, mas ambos começaram em lágrimas.”

“Eu nunca quero que eles chorem, isso rompe meu coração. É meu trabalho os fazer sentir melhor, mas eu estava um pouco cansado e frio. Eu mergulhei dentro e fora do sono, e eles estavam sempre lá, se certificando de que eu estava bem e conversando um com o outro.

Ao longo do dia, meu humano fez alguns telefonemas e passou muito tempo comigo. Ele chamou outra pessoa e disse: “Sinto muito, tenho que cancelar esta noite”. Então, enquanto eu dormia, acho que o ouvi chorar um pouco novamente.”

“À noite, algumas das minhas pessoas favoritas passaram. Todos foram tão amorosos. Eu lambi suas lágrimas quando eles se aproximavam o suficiente da minha cara. Eles murmuraram coisas doces no meu ouvido e me disseram que eu era um bom garoto.

Mais tarde, eu senti-me bem o suficiente para me levantar e caminhar até a porta para ver quem estava entrando. Era mais cansativo do que me recordava, mas adorei ver todos. Ouvi dizer que a minha pessoa diz algo como: “Essa é a primeira vez que ele se levanta sob seu próprio poder hoje”. Todos ficaram felizes por estar fora da cama. Eu também estava, mas wow… depois que a excitação desapareceu, era tão cansativo andar de um lado para outro.”

“Depois do último visitante, minha pessoa me levou para fazer o que ele chamou, “meu negócio”. Nós voltamos para dentro e quando chegamos ao fundo da escada, elas pareciam duas vezes mais íngremes e dez vezes mais longas do que me lembrava.

Então ficou ainda melhor! Em vez de dormir na minha cama, ele me chamou para dormir na sua cama. Nós normalmente temos nossas próprias camas, mas a noite passada nos aconchegamos, e foi tão bom estar tão perto dele. Eu pensei: Aqui é onde eu pertenço. Nunca deixarei o seu lado. Apesar disso, eu não me senti muito bem e foi difícil respirar às vezes.”

“Parece que começou há alguns meses atrás. Nós estávamos brincando e eu “apaguei”. Não sei o que aconteceu, mas acho que parei de respirar. Eu podia ouvir minha pessoa chamando meu nome. Não consegui mover um músculo. Ele levantou a cabeça e olhou nos meus olhos. Ele disse: ‘Benny, você está aí?’ Não consegui responder. Comecei a girar na escuridão, mas meus pulmões respiraram profundamente e pude ver novamente.

Nós fomos ver alguns médicos e, desde então, ouvi muitas palavras como “cardiopatia”, “câncer” e “insuficiência renal”. Tudo o que sei é que às vezes eu me sinto bem, e às vezes, você sabe, simplesmente não.”

“Esta manhã, ouvi minha pessoa se levantando e tomando banho. Ele voltou no quarto e senti um cheiro tão bom. Ele me ajudou a me levantar, mas desta vez, eu poderia fazer isso sozinho. Chegamos ao topo da escada, e uau… eles pareciam longos e íngremes novamente. Ele disse: “Eu ajudo, amigo”, e me levou para baixo. Eu fiz o meu negócio, e voltamos para dentro. Ele abriu uma lata, uma lata realmente deliciosa de comida de cachorro molhada. Oh, homem… adoro essas coisas!

Jay apareceu novamente. Que ótima surpresa! Ele e minha pessoa pareciam preocupados, mas todos estavam me acariciando. Parecia um pouco como uma peça de teatro, onde todos os atores estavam tristes, mas fingindo ser feliz. Pouco depois, outra pessoa apareceu. Ela estava usando calças de médico, e eu me inclinei sobre ela.”

“Todos olharam para as minhas gengivas e sentiram minhas patas. Ouvi a médica dizer: “É sua decisão, mas ele está definitivamente naquela janela. Eu não o quero pressionar, mas olhando sua falta de cor, estou honestamente chocada como ele consegue estar de pé. Além das patas e dos gemidos, olhe aqui…”, ela apontou meu rosto, “Isso deve ser rosa. É quase branco e se aproxima de amarelo.”

Meu humano e Jay entraram para falar sobre algo. Quando eles voltaram, eu ouvi meu dono dizer: “Eu concordo. Não quero esperar até que ele esteja em absoluta agonia. A verdade seja dita, estava me sentindo muito mal, apesar de estar subindo e andando. Parecia que toda a minha cabeça estava fria, minhas patas estavam congeladas e minhas pernas nas costas não estavam funcionando bem.”

“A médica disse: “Eu vou colocar isso em seu músculo. É um sedativo.” Meu humano beijou meu rosto e olhou nos meus olhos. Ele estava tentando não chorar. A senhora das calças de doutor me deu uma injeção de algo na perna. Eu simplesmente olhei para a minha pessoa. Ele é tão incrível. Eu sempre estarei ao lado dele.

Ele e Jay me acariciaram e disseram as coisas mais bonitas… que cãozinho bonito eu sou, que bom trabalho fiz, o quão agradecidos eles estavam comigo em suas vidas. Depois de um tempo, minha mente começou a zumbir! Olhei para a minha pessoa. Eu o amo tanto.”

“Eu voltei de novo. FOCO! Posso ver minha pessoa. Eu o amo tanto. Eu sempre estarei ao lado dele. Ele sabe disso. Estou com sono? FOCO! Eu sempre vou olhar para ele com todo o meu coração…

A médica disse: “Ele deve ter uma vontade incrível de ficar com você. Ele está realmente lutando. Isso é impressionante.” Meu dono reprimiu as lágrimas e disse: “Eu sei. Esse cara vive para mim. Ele é a alma mais devotada que já conheci…” Juntamos nossas cabeças e fechamos os olhos. Eu me senti bem. Eu realmente não consigo descrever.

Eu o senti e Jay me acariciando e a falar comigo. Eles me amam tanto. Quão feliz eu sou? Então, eu senti milhares de mãos me acariciando. Todo mundo que eu conheci e amei estava lá, me acariciando, coçando meus ouvidos, e aquele ponto sob meu colar que faz minha perna se mover. Todos devem experimentar isso. É incrível!”

Com todos me acariciando, a médica colocou outra agulha na perna, mas desta vez, quando o fluido entrou, minhas pernas ficaram curadas! Meus joelhos estavam perfeitos! E ao sentir que se movia no meu corpo, meu câncer desapareceu! Meus rins melhores! E, finalmente, mesmo meu coração estava inteiro e saudável! Senti como se estivesse afastado de toda a minha doença. Surpreendente!”

“Eu poderia dizer que minha pessoa estava aliviada e ao mesmo tempo muito, muito triste. Foi aí que vi uma “coisa” que se parecia comigo, e eu olhei para ela… Acho que meu dono estava muito triste com esse corpo que se parecia comigo. Eu pulei ao redor da sala, como um palhaço, mas parecia que eles estavam concentrados em acariciar e beijar essa coisa.

Mas humano estava definitivamente triste. Eu me inclinei sobre ele, como fiz um milhão de vezes antes, mas não era exatamente o mesmo. Parecia que seu corpo era uma nuvem e passei por ele. Então, andei ao lado dele, me sentei como um bom menino e meu coração sussurrou para o dele: “Não se preocupe, amigo. Eu tenho tudo sob controle.” Nunca vou deixar o seu lado. Ele sabe disso.”

Você já leu algo tão emocionante em toda a sua vida?

Compartilhe essa “carta” emocionante de modo a homenagear todos os animais que partem cedo demais!

Fonte: Doggies

 

histórias, notícias

No RS, posto de gasolina “contrata” três cães de rua que viviam no local

Novos funcionários do posto

A nova proprietária manteve os animais no local e ainda deu a eles um “crachá” de funcionário. Os cães também ganharam uma casinha cada e recebem ração e água todos os dias.

Pelo o que podemos ver no vídeo publicado na página do Posto Roda, Mano, Trakinas e Marmaduke se dão super bem com os funcionários do posto e também com os clientes que param lá para abastecer seu carro.

 

 

Fonte: Redação RPA
Fotos: Pati Nobre
histórias

Conheça a história de São Francisco de Assis 

São Francisco de Assis nasceu no dia 5 de julho de 1182, na cidade de Assis (Itália, com o nome de Giovanni di Pietro di Bernardone. Era filho de um comerciante ilaliano de nome Pietro di Bernardone dei Moriconi e de sua esposa Pica Bourlemont, e tinha origens francesas. A família fazia parte da rica burguesia de Assis, e tinha prestígio no nome e nas posses financeiras. Era chamado pela família de “Francesco” nome cuja origem ainda hoje não foi determinada.

Francisco cresceu e se tornou popular entre seus amigos devido à sua vida rebelde, às extravagâncias, bebedeiras, pela suas roupas caras, por esbanjar dinheiro e ter paixão por aventuras. Tinha o desejo de ser “herói” e por isso alistou-se, em 1202 como soldado na guerra de Assis contra a Peruggia. Foi capturado e passou cerca de um ano preso, à espera de ser resgatado.

Recebeu seu chamado em Assis, durante uma farra com os amigos, onde foi tocado por Deus e desde então começou a perder o interesse pelas farras, dinheiro, riquezas, posses, etc, passando a se preocupar com os mais necessitados e em fazer a vontade de Deus, servindo-o através da doação total e incondicional da sua vida.

Viveu uma conversão brusca em sua juventude, passando de jovem rebelde e mundano, a uma vida religiosa de completa pobreza. Abandonou sua família e sua antiga vida e foi viver em cabanas e abrigos no meio do mato, juntamente com um amigo que chamava de “irmão Leão”. Sua decisão e vivacidade atraiu a outros adeptos, fazendo com que ele fundasse mais tarde a Ordem dos Frades Menores, hoje conhecidos como Franciscanos.

Juntamente com seus “filhos”, Francisco renovou a vivência do catolicismo na época, conservando o hábito de viajar a pé pelas localidades, pregando e vivendo completamente das doações que recebiam. Segundo São Francisco, o evangelho deveria ser seguido à risca, com todo rigor, imitando a vida de Jesus. Desenvolveu latentemente o dom da caridade, pregando o amor à Criação de Deus, à natureza, aos animais, e sobretudo ao ser humano, e vivendo a total doação a estes, e valorizando especialmente os mais pobres. Chamava a todas as criaturas de Deus de irmãos, e se considerava a menor delas. Até hoje é um dos santos da Igreja mais devotados, santidade esta que foi firmada desde que ainda estava em vida, sendo conhecido por muitas pessoas e chamado de santo ainda em vida.

Faleceu em 1226, no dia 3 de outubro, e foi canonizado em 1228, menos de dois anos depois. É conhecido como o protetor dos pobres e doentes e também patrono dos animais e da natureza.

Fonte: infoescola

 

http://t.dynad.net/script/?dc=5550003308;ord=1507109073627;srctype=ifrm;;click=Francisco cresceu e se tornou popular entre seus amigos devido à sua vida rebelde, às extravagâncias, bebedeiras, pela suas roupas caras, por esbanjar dinheiro e ter paixão por aventuras. Tinha o desejo de ser “herói” e por isso alistou-se, em 1202 como soldado na guerra de Assis contra a Peruggia. Foi capturado e passou cerca de um ano preso, à espera de ser resgatado.

histórias, notícias

Cachorro sai da depressão com a ajuda de um pato

Ele perdeu seu melhor amigo e nada o fazia se sentir melhor, até o patinho aparecer.

George tinha um amigo, um cachorro da raça Labrador chamado Blackie, de 12 anos de idade. Infelizmente ele faleceu e desde então George não tem mais ânimo para nada. Seus tutores afirmaram que fazem dois anos que está depressivo e que não passa um único dia sem chorar.

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Um belo dia, bem próximo ao aniversário de morte de Blackie, um pato apareceu na residência misteriosamente. George não o espantou, nem o atacou, assim o patinho foi se aconchegando cada vez mais, fazia companhia onde o cachorro ia. Como ele passa grande parte do dia deitado o pato começou a se deitar do seu lado, consolando sua tristeza.

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Os tutores de George afirmam que não se sabe de onde apareceu esse pato, mas que ele tem feito muito bem ao cão. Desde que ele passou a fazer companhia à ele, nunca mais chorou. Os dois se tornaram inseparáveis, e ninguém tem coragem de se desfazer do pato, pois ele tem sido a salvação de George.

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Todos acreditam que o cachorro já esteja saindo da depressão, pois tem apresentando melhoras significativas desde a chegada do animal. É possível ver os dois caminhando juntos, e antes nem isso George fazia. Muitos não acreditam que animais tem sentimentos e que um pode apoiar o outro. A depressão de George devido ao luto é real, e estava afetando sua vida diária.

Os tutores de George estão muito felizes com a chegada do patinho, pois ele tem sido o antidepressivo natural do cachorro, depois de muitas tentativas de elaborar o luto pela perda de seu companheiro. Esse, com certeza, está sendo o começo de uma grande amizade.

Fonte: caesonline