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Angelo, o carteiro amigo dos animais

Quem conhece as histórias de apuros que os carteiros passam para fazer as entregas de correspondências com o moradores peludos? Mas o que vamos contar agora nessa matéria irá mostrar que com amor e carinho, os animais sempre vão receber os nossos carteiros do mesmo jeito.

Esse embaraço entre os cachorros e os carteiros é tão comum que os profissionais dos Correios, recebem ensinamentos sobre como se prevenir de possíveis ataques, porque os animais agem dessa maneira em defesa do seu território.

Os treinamentos abordam conteúdos como comportamento e características dos cães, como identificar sinais e situações de risco, atitudes recomendadas na iminência de um ataque e as providências em caso de acidentes.

Angelo Cristino Antunes, de 32 anos, é carteiro na cidade de Guaratinguetá, no interior de São Paulo. Ele mudou esse “embaraço” de os animais correrem atrás do entregador de cartas, na verdade ele virou amigos dos moradores peludos de onde faz as entregas de correspondências.

Ele costuma chegar nos animais com carinho e atenção, assim conquista novos amigos peludos pelo percurso do seu trabalho!

Angelo criou redes sociais para divulgar as fotos que tira com seus novos amigos!

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

Na foto a seguir, Angelo ao chegar no setor de entregas, escutou um chorinho e encontrou esses dois cachorrinhos abandonados. Não pensou duas vezes e colocou na bolsa do correio, entrou em contato com algumas protetoras de animais e conseguiu ajuda para serem adotados.

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

Tudo de que fazemos com amor e principalmente o que está ligado ao mundo animal, nos surpreendemos a cada dia mais, porque iriam imaginar que o carteiro que vive temendo os animais, viraria amigo deles? Óbvio que sim! Desde que tratados com amor e respeito, é isso que basta para o animal ser seu amigo!

Nós do Debate Animal ficamos muito gratos em poder dividir essas histórias de amor com os bichos! Agradecemos imensamente ao Angelo que autorizou divulgar suas imagens para matéria no blog. Desejamos que você continue fazendo seu trabalho com amor e com todas as bençãos, porque com certeza já está recebendo muito em troca, com a amizade dos bichinhos que cruzam seu caminho!

E se quiserem acompanhar o Angelo nas redes sociais, tem toda história e as fotos dele com os amigos peludos!

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E você que tem uma história com animais e queria dividir com a gente, estaremos felizes em publicar!

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

 

curiosidades, histórias, notícias

Conheça a história de São Francisco de Assis 

São Francisco de Assis nasceu no dia 5 de julho de 1182, na cidade de Assis (Itália, com o nome de Giovanni di Pietro di Bernardone. Era filho de um comerciante ilaliano de nome Pietro di Bernardone dei Moriconi e de sua esposa Pica Bourlemont, e tinha origens francesas. A família fazia parte da rica burguesia de Assis, e tinha prestígio no nome e nas posses financeiras. Era chamado pela família de “Francesco” nome cuja origem ainda hoje não foi determinada.

Francisco cresceu e se tornou popular entre seus amigos devido à sua vida rebelde, às extravagâncias, bebedeiras, pela suas roupas caras, por esbanjar dinheiro e ter paixão por aventuras. Tinha o desejo de ser “herói” e por isso alistou-se, em 1202 como soldado na guerra de Assis contra a Peruggia. Foi capturado e passou cerca de um ano preso, à espera de ser resgatado.

Recebeu seu chamado em Assis, durante uma farra com os amigos, onde foi tocado por Deus e desde então começou a perder o interesse pelas farras, dinheiro, riquezas, posses, etc, passando a se preocupar com os mais necessitados e em fazer a vontade de Deus, servindo-o através da doação total e incondicional da sua vida.

Viveu uma conversão brusca em sua juventude, passando de jovem rebelde e mundano, a uma vida religiosa de completa pobreza. Abandonou sua família e sua antiga vida e foi viver em cabanas e abrigos no meio do mato, juntamente com um amigo que chamava de “irmão Leão”. Sua decisão e vivacidade atraiu a outros adeptos, fazendo com que ele fundasse mais tarde a Ordem dos Frades Menores, hoje conhecidos como Franciscanos.

Juntamente com seus “filhos”, Francisco renovou a vivência do catolicismo na época, conservando o hábito de viajar a pé pelas localidades, pregando e vivendo completamente das doações que recebiam. Segundo São Francisco, o evangelho deveria ser seguido à risca, com todo rigor, imitando a vida de Jesus. Desenvolveu latentemente o dom da caridade, pregando o amor à Criação de Deus, à natureza, aos animais, e sobretudo ao ser humano, e vivendo a total doação a estes, e valorizando especialmente os mais pobres. Chamava a todas as criaturas de Deus de irmãos, e se considerava a menor delas. Até hoje é um dos santos da Igreja mais devotados, santidade esta que foi firmada desde que ainda estava em vida, sendo conhecido por muitas pessoas e chamado de santo ainda em vida.

Faleceu em 1226, no dia 3 de outubro, e foi canonizado em 1228, menos de dois anos depois. É conhecido como o protetor dos pobres e doentes e também patrono dos animais e da natureza.

Fonte: infoescola

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Ruble, o gato de 30 anos

Rubble(foto) nasceu no dia 20 de maio de 1988. E em 2018 se tornou o gato mais velho ainda vivo, com 30 anos. O recorde foi celebrado com uma festa de aniversário em uma clínica veterinária na cidade de Exeter, na Inglaterra, com direito a bexigas, comida e um checkup grátis.

Ao seu lado estava a tutora Michele Foster que lembra exatamente do dia em que adotou Rubble. O momento era marcante, pois era o dia de seu aniversártio de 20 anos de idade, hoje ela tem 50 anos.

Michele, que nunca teve filhos, acredita que a longevidade de Rubble deve-se ao excesso de zelo com que ele é cuidado. Rubble também tinha outra irmã postiça felina, que viveu mais de 25 anos.

Ele poderia estar no Guiness Book mas Michele não quer : “Não tenho certeza se ele gostaria que muitas pessoas viessem vê-lo ou um rebuliço sendo feito por causa dele. Rubble está velho agora e não gosta de muita atenção ou de ser incomodado e se irrita as vezes.Quero que ele tenha uma velhice em paz.”, explica.

(Picture: Heavitree City Vet / SWNS.com)

O gato mais velho (falecido) do mundo, de acordo com os livros de registro, foi Creme Puff, que nasceu em 3 de agosto de 1967 e viveu até 6 de agosto de 2005 – um total de 38 anos e 3 dias.
E ainda tem gente que fala que gato com 10~15 anos é velho. A média de vida de um gato bem cuidado hoje em dia é de 20 anos ou mais.

Quem quiser verificar a veracidade da história clique no link abaixo

https://en.wikipedia.org/wiki/Rubble_(cat)
https://metro.co.uk/2018/06/02/rubble-the-oldest-cat-in-britain-has-just-celebrated-his-30th-birthday-7596975/

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Sr. Djalma e Duda vão transbordar seu coração de amor e melhorar seu dia com essa história

Esses dias me marcaram para ver uma publicação e morri de amores com a história. Não aguentei e pedi para a Juliana Goffi, se poderia postar aqui no Debate Animal.

A Juliana é neta do Sr. Djalma, um vovozinho muito simpático e fofo, que foi passear com a sua filha e passando em frente ao pet shop, se apaixonou por uma cachorrinha que estava lá.

No vídeo pode-se ver a empolgação do Sr. Djalma, que ama de paixão animais

Vídeo: Juliana Goffi

Sua filha não pode levar a cachorrinha naquele dia, mas Sr. Djalma ficou falando a volta do passeio o tempo todo na cachorrinha e já tinha até escolhido um nome para ela ” Duda”.

No dia seguinte sua filha, não aguentou e resolveu ir buscar a Duda e fazer uma surpresa para Sr. Djalma. Imagina que surpresa!!!

Vídeo: Juliana Goffi

E nesse vídeo a felicidade do vovô ao ter a Duda para ele. O Sr. Djalma quando pegou a Duda no colo falou que tinha sonhado ter ganho ela nesta noite.

Sua neta Juliana, quis dividir essa história com todo mundo, porque acredita que uma cena linda e emocionante dessa pode melhor nosso dia, e vocês tem dúvida?

Obrigada Juliana, por dividir essa história conosco! Com certeza alegra nosso dia e faz nossos corações apaixonados por animais transbordarem de amor!

E você também tem alguma história com animais? Mande para o Debate Animal também!!!!

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Os benefícios científicos de ser um amante de gatos

Oito de agosto  foi o Dia Internacional do Gato. Cora provavelmente começará a manhã como qualquer outra: subindo no meu peito e batendo no meu ombro, exigindo atenção. Vou levantar o edredom, com sono, e ela vai se aconchegar debaixo dele, esparramada ao meu lado. Para Cora – e, portanto, para mim – todo dia é o Dia Internacional do Gato.

Os gatos podem nos acordar às 4 da manhã e vomitarem em uma frequência alarmante, mas entre 10 a 30% das pessoas podem dizer que gostam de gatos – não de cachorro, nem mesmo amantes de gato e cachorro. Então, por que escolhemos trazer essas bolas de pelo para nossas casas – e gastamos mais de US$ 1.000 por ano em quem não é geneticamente relacionado a nós e, francamente, parece ingrato a maior parte do tempo?

A resposta é óbvia para mim – e provavelmente para todos os amantes de gatos que não precisam de pesquisa científica para justificar seu amor feroz. Mas cientistas os estudaram de qualquer maneira e descobriram que, embora nossos amigos felinos possam não ser bons para os nossos móveis, eles podem dar alguma contribuição à nossa saúde física e mental.

  1. Bem-estar

De acordo com um estudo australiano, os donos de gatos têm melhor saúde psicológica do que pessoas sem animais de estimação. Nos questionários, eles afirmam se sentir mais felizes, mais confiantes e menos nervosos, além de dormir, se concentrar e enfrentar melhor os problemas em suas vidas.

Adotar um gato também pode ser bom para seus filhos: em uma pesquisa com mais de 2.200 jovens escoceses com idades entre 11 e 15 anos, as crianças que tinham um forte vínculo com seus gatinhos tinham uma qualidade de vida maior. Quanto mais ligadas, mais se sentiam parte de algo, enérgicas, atenciosas e menos tristes e solitárias; e mais elas aproveitavam o tempo sozinhas, no lazer e na escola.

Com suas artimanhas desafiadoras da gravidade e posturas de sono tipo ioga, os gatos também podem nos tirar de nossos maus humores. Em um estudo, pessoas com gatos relataram ter menos emoções negativas e sentimentos de reclusão do que pessoas sem gatos. Na verdade, os solteiros com gatos ficavam de mau humor com menos frequência do que as pessoas com um gato e um parceiro. (Seu gato nunca está atrasado para o jantar, afinal.)

Até os gatos da Internet podem nos fazer sorrir. Pessoas que assistem a vídeos de gatos online dizem que sentem menos emoções negativas depois (menos ansiedade, aborrecimento e tristeza) e mais sentimentos positivos (mais esperança, felicidade e contentamento). É certo que, como os pesquisadores descobriram, esse prazer se torna ruim se o fizermos com o propósito de procrastinação. Mas assistir gatos incomodando seus humanos ou embrulhados em presentes para o Natal parece nos ajudar a nos sentir menos esgotados e a recuperar nossa energia para o dia seguinte.

  1. Estresse

Eu posso atestar que um gato quente em seu colo, pisoteando bem suas coxas, é uma das melhores formas de alívio do estresse. Uma tarde, me sentindo sobrecarregado, disse em voz alta: – Eu gostaria que Cora se sentasse no meu colo. E eis que ela trotou e caiu em cima de mim segundos depois (embora as tentativas de reproduzir este fenômeno não tenham sido bem-sucedidas).

Em um estudo, pesquisadores visitaram 120 casais em suas casas para observar como eles reagiriam ao estresse – e se os gatos eram de alguma ajuda. Ligados a monitores de frequência cardíaca e pressão arterial, as pessoas foram submetidas a um desafio de tarefas assustadoras: subtrair três repetidamente de um número de quatro dígitos e depois segurar a mão em água gelada (abaixo de 4 graus Celsius) por dois minutos. As pessoas se sentavam sozinhas numa sala, com o animal de estimação perambulando, com a esposa (que podia oferecer apoio moral), ou ambos.

Antes de as tarefas estressantes começarem, os donos dos gatos tinham uma frequência cardíaca e pressão arterial em repouso mais baixas do que as pessoas que não tinham animais de estimação. E durante as tarefas, os donos de gatos também se saíram melhor: eles eram mais propensos a se sentirem desafiados do que ameaçados, seus batimentos cardíacos e pressão arterial estavam mais baixos e até cometeram menos erros matemáticos. De todos os cenários, os donos de gatos pareciam mais calmos e cometiam o menor número de erros quando o gato estava presente. Em geral, os donos de gatos também se recuperaram mais rapidamente fisiologicamente.

Por que os gatos são tão calmantes? Gatos não nos julgam por nossas habilidades matemáticas pobres, ou ficam excessivamente angustiados quando estamos angustiados – o que explica por que os gatos eram realmente uma influência mais calmante do que os entes queridos em alguns casos.

Como Karin Stammbach e Dennis Turner, da Universidade de Zurique, explicam, os gatos não são simplesmente pequenos seres que dependem de nós. Também recebemos conforto deles – há toda uma escala científica que mede o quanto de apoio emocional você recebe do seu gato, com base na probabilidade de procurá-lo em diferentes situações estressantes.

Os gatos oferecem uma presença constante, aliviados pelos cuidados do mundo, que podem fazer com que todas as nossas pequenas preocupações e ansiedades pareçam supérfluas. Como a jornalista Jane Pauley disse: “Você não pode olhar para um gato adormecido e sentir-se tenso”.

  1. Relacionamentos

Gatos são seres de quem cuidamos e que cuidam de nós (ou pelo menos acreditamos que eles o fazem). E as pessoas que investem nesse vínculo entre espécies também podem ver benefícios em seus relacionamentos entre humanos.

Por exemplo, pesquisas descobriram que os donos de gatos são mais sensíveis socialmente, confiam mais nas outras pessoas e gostam mais de outras pessoas do que de pessoas que não possuem animais de estimação. Se você se considera uma pessoa que gosta de gatos, tenderá a pensar que outras pessoas gostam mais de você do que de uma pessoa que não goste de gato nem cachorro. Enquanto isso, mesmo as pessoas que assistem a vídeos sobre gatos se sentem mais apoiadas por outras pessoas do que pessoas que não são tão grandes fãs da mídia digital felina.

Embora essas correlações pareçam desconcertantes, elas fazem sentido se você considerar os gatos apenas uma parte de sua rede social.

“Sentimentos positivos sobre cães/gatos podem gerar sentimentos positivos sobre as pessoas, ou vice-versa”, escrevem Rose Perrine e Hannah Osbourne, da Eastern Kentucky University.

Quando alguém – humano ou animal – nos faz sentir bem e conectado, isso aumenta nossa capacidade de bondade e generosidade para com os outros. Como esse estudo de adolescentes escoceses descobriu, as crianças que se comunicam bem com um melhor amigo são mais apegadas aos seus gatos, provavelmente porque passam algum tempo brincando como um trio.

“Animais de estimação parecem agir como ‘catalisadores sociais’, induzindo contato social entre pessoas”, escreveu o pesquisador britânico Ferran Marsa-Sambola e seus colegas. “Um animal de estimação pode ser receptivo, abertamente carinhoso, consistente, leal e honesto, características que podem satisfazer a necessidade básica de uma pessoa de sentir um senso de valor próprio e ser amado”.

  1. Saúde

Finalmente, apesar do que você possa ter ouvido sobre parasitas cerebrais de gatinhos para humanos, há um punhado de evidências de que os gatos podem ser bons para nossa saúde.

Em um estudo, os pesquisadores acompanharam 4.435 pessoas por 13 anos. Pessoas que possuíam gatos no passado eram menos propensas a morrer de um ataque cardíaco durante aquele período do que pessoas que nunca tinham possuído gatos – mesmo quando contabilizavam outros fatores de risco como pressão arterial, colesterol, tabagismo e índice de massa corporal.

Isso era verdadeiro mesmo que não tivessem gatos atualmente, explicam os pesquisadores, o que sugere que os gatos são mais como a medicina preventiva do que o tratamento de uma doença em andamento.

Em outro estudo, James Serpell, da Universidade da Pensilvânia, acompanhou duas dúzias de pessoas que tinham acabado de adotar um gato. Eles completaram pesquisas depois de um dia ou dois de levar seu gato para casa, e depois várias vezes nos 10 meses seguintes. Na marca de um mês, as pessoas tinham reduzido as queixas de saúde, como dores de cabeça, dores nas costas e resfriados – embora (em média) esses benefícios parecessem desaparecer com o passar do tempo. Como Serpell especula, é possível que as pessoas que formam um bom relacionamento com o gato continuem a ver os benefícios, e as pessoas que não o fazem, bem, não o fazem.

Grande parte desta pesquisa sobre gatos é correlacional, o que significa que não sabemos se os gatos são realmente benéficos ou se as pessoas felinas já são apenas um grupo feliz e bem ajustado. Mas infelizmente para nós amantes de gatos, este último não parece ser o caso. Comparado aos amantes de cães, pelo menos, nós tendemos a ser mais abertos a novas experiências (mesmo que nossos gatos ariscos não sejam). Mas também somos menos extrovertidos, menos calorosos e amigáveis ​​e mais neuróticos. Vivenciamos mais emoções negativas e as reprimimos mais, uma técnica que nos torna menos felizes e menos satisfeitos com nossas vidas.

Pelo lado positivo, isso significa que é mais provável que os gatos realmente nos tragam tanto prazer e alegria quanto afirmamos que eles trazem, embora a pesquisa esteja longe de ser conclusiva. Na verdade, a grande maioria das pesquisas com animais concentra-se em cães, em parte porque são mais fáceis de treinar como assistentes de terapia. “Os gatos foram deixados para trás um pouco pela pesquisa”, diz Serpell. Mais uma conta a acertar com os nossos homólogos caninos.

Enquanto esperamos por mais dados, continuarei a espalhar para todos que conheço sobre como estou feliz por ter um gato na minha vida – e na minha cama, na minha mesa de jantar, e me vendo ir ao banheiro. O que eu perco no sono eu compenso no amor suave e peludo.

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Tradução CONTI outra. Do original: The Science-Backed Benefits of Being a Cat Lover, artigo de Kira M. Newman

Imagem: Rita Locci

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O amor inexplicável desse gatinho por pêssegos será a melhor coisa que verá o dia todo

Com o verão bem adiantado, os mercados de agricultores estão cheios de produtos maravilhosos – e o gato de que vamos falar hoje, não poderia estar mais empolgado com a chegada da temporada do pêssego.

Não é que Ozzy queira comer a fruta suculenta. Para o gato malhado de 5 anos, nenhuma cama se pode comparar a uma pilha de pêssegos maduros. Na verdade, ele consegue até encontrar múltiplos usos para a fruta, toda vez que sua família os traz para casa.

“Ele fuça neles, usa como travesseiro, ou fica simplesmente de pé sobre eles,protegendo-os”, disse Lydia Coutré, cujos pais são os donos de Ozzy. Durante anos, os estranhos hábitos do gato encantaram suas irmãs humanas, Lydia e Lorraine.

“[Ele] foi ‘apresentado’ aos pêssegos durante a primeira estação de pêssegos em que ele veio para a nossa família”, disse Coutré. “Ele os encontrou na mesa e imediatamente se começou a esfregar neles, então achamos que seja provavelmente essa a sensação dos pêssegos que ele gosta.”

O dono do Ozzy deixa os pêssegos a amadurecer em folhas de jornal – dando a Ozzy a oportunidade perfeita para se aninhar. Se a família de Ozzy quiser manter seus produtos livres de pêlos de gato, então irão precisar recorrer a medidas desesperadas.

“Minha mãe uma vez colocou os pêssegos no porão para mantê-los longe de Ozzy”, explicou Coutré. “Mas ainda assim ele os encontrou e deixou um buraco do tamanho do corpo dele no meio do que antes eram enormes fileiras de pêssegos.”

Ozzy mora com a família Coutré desde que foi adotado no outono de 2013. Lorraine e sua mãe foram voluntárias na Harbor Humane Society em West Olive, Michigan, quando decidiram dar uma olhada nos gatos disponíveis para adoção. Eles não estavam planejando expandir sua família no momento, mas quando Lorraine viu Ozzy, foi amor à primeira vista.

“Eu vi Ozzy logo no começo (seu nome era Blaze na época) e não consegui manter minha vista longe dele”, disse Lorraine Coutré. “Quando eu finalmente consegui conhecê-lo, logo antes de irmos embora, ele se derreteu completamente em meus braços e aí nós o trouxemos para casa!”

Ozzy é um gato brincalhão e fofo em geral, mas seu amor não se estende a todos os frutos. De fato, o citrinos têm o efeito oposto nele.

“Ozzy odeia clementinas”, disse Coutré. “Ele cheira, faz cara má, vira o nariz e foge. Ozzy não abraça nenhuma outra fruta – apenas pêssegos.

O estranho caso de amor de Ozzy com a fruta se tornou uma piada na família Coutré. Os donos do Ozzy irão deliciar suas filhas enviando fotos do Ozzy dormindo entre os pêssegos para o bate-papo familiar.

Por fim, Coutré não conseguiu guardar as fotos hilárias para si e as compartilhou em um post no Twitter.

Dentro de poucos dias, o post se tornou viral com mais de 60.000 retweets e mais de 100.000 curtidas. No entanto, Ozzy não parece se importar com o quão famoso ele se tornou – ele está muito mais preocupado com o final da temporada do pêssego.

“Estou feliz que a internet o ame tanto quanto nós”, acrescentou Coutré. “E talvez nós lhe compremos alguns pêssegos fora de época para lhe fazer companhia.”“Estou feliz que a internet o ame tanto quanto nós”, acrescentou Coutré. “E talvez nós lhe compremos alguns pêssegos fora de época para lhe fazer companhia.”

Para saber mais sobre Ozzy e seus amigos pêssegos, você pode segui-lo no Instagram.Para saber mais sobre Ozzy e seus amigos pêssegos, você pode segui-lo no Instagram. (@ozzyanddarcy)

Publicado originalmente em Portal do animal

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Conheçam a Nina

A Nina foi adotada no Rio de Janeiro. Seus donos amam vira-latas, mas no fim descobriram na consulta veterinária que a Nina era da raça Dachshund. Claro que a raça não importava para eles, somente o amor e foi logo de cara que se apaixonaram por ela.

É muito brincalhona, bagunceira, comilona, carente e muito feliz. Adora dormir agarrada com seus pais.

Ela tem seu Instagram e adora fazer poses!

Siga a Nina no Instagram: @mundonina2018

Se você quer dividir seu amor com a gente, conte sua história e mande fotos do seu amigo para o debate animal!

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Imagens: Paula Mello
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Diretor de cinema escreve adeus doloroso para seu cão de 17 anos e comove toda a Internet

Dizer adeus a um cachorro é uma das coisas mais difíceis e dolorosas que os humanos têm que enfrentar. Depois de anos lhes dando amor incondicional, dizer um adeus permanente é sempre muito complicado. E nada nos pode preparar para isso.

O diretor de cinema, Kevin Smith, decidiu escrever um post em sua página no Facebook, compartilhando a dor de se despedir de seu velho cão, Mulder. O patudo estava com Kevin há 17 anos e agora estava morrendo em seus braços.

O homem colocou uma foto dele abraçando Mulder em seus momentos finais, acompanhada de um texto bem emocionante. O homem abriu seu coração, lembrando que nossos cães não ficarão connosco para sempre e temos que aproveitar, ao máximo, todos os momentos com eles.

Kevin escreveu:

“Ele foi embora. RIP Mulder, meu amigo. Obrigado por 17 anos de pura alegria e carinho. Foi preciso um cachorro como você para me fazer uma pessoa melhor. Se você é dono de um cachorro, vá abraçar o seu cão um pouco mais apertado hoje à noite. Se você não é dono de um cachorro, pense em se tornar um. É tudo Amor. Boa noite, doce Mulder. Descanse em paz!”

A despedida dolorosa deixou milhares de pessoas em lágrimas. Não se esqueça de apreciar cada minuto com seus animais de estimação. Você é a vida inteira deles… Compartilhe essa história emocionante com seus amigos e familiares!

Publicado originalmente: Portal do Animal

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Gatoterapia: 5 benefícios de viver com um gato

Gatos são seres realmente especiais e que os humanos muitas vezes não compreendem.

Amam ser independentes, mas também adoram os mimos. Muitas vezes parecem estar de mal com o mundo, mas em outras são tão carinhosos que chegam a incomodar.

Na verdade esse comportamento contraditório e confuso dos gatos é muito parecido com o dos humanos. Por esse motivo é que técnicas como a gatoterapia, começaram a ganhar força no terreno da saúde emocional.

Mas o que é a Gatoterapia?

É um tratamento para pessoas com problemas de ansiedade, estresse e depressão. Além de criar uma melhora na qualidade de vida ela cria uma conexão muito especial entre o felino e seu dono. De acordo com vários estudos, as pessoas que sofrem de algum tipo de cardiopatia mostram uma evolução progressiva no quadro após o convívio com um felino.

Para pessoas que vivem sozinhas é altamente recomendadas terem um felino como companhia, principalmente no caso de pessoas com idade avançada. Pessoas que sofrem com algum tipo de demência, como o Alzheimer, podem ter lembranças ao fazer carinho nos gatos, retardando a degeneração que sofrem.

5 benefícios da Gatoterapia

Melhora os sintomas da depressão e do estresse

Gatos provocam uma sensível melhora em pessoas que sofrem de transtornos de estresse, ansiedade e depressão. O ronronar de um gatinho cria um ambiente acolhedor, estimula a concentração e é muito relaxante.

Representa uma companhia

Para pessoas que vivem sozinhas o gato é a melhor opção. Os felinos são animais independentes quando querem, porém são muito carinhosos.

Lembre-se de que é preciso oferecer alimentação adequada, ficar atento às vacinas e cortar as unhas dos gatos (a não ser que você queira que ele rasgue todos os seus móveis e as suas cortinas.

Ajuda no tratamento do Alzheimer, do autismo e do TDAH

Como já mencionamos anteriormente, os gatos são usados como terapia complementar em casos de autismo, Alzheimer ou TDAH. Embora cientificamente não existam pesquisas que apoiem esse uso, são conhecidos milhares de casos nos quais a presença dos gatos melhorou a qualidade de vida dos seus donos.

Uma oportunidade de delegar responsabilidade às crianças

Possuir um gato em casa trás grandes responsabilidade para as crianças porque elas vão precisar cuidar, dar comida e educar o animal, que como sabemos não é uma tarefa fácil. Se você tem ou quer ter um felino é importante conversar com as crianças sobre o tema, para que elas tenham consciência da importância das tarefas que devem ser realizadas.

Deixe bem claro para a criança que um gato NÃO é um brinquedo, que não é certo bater, jogar no chão ou segurar o animal pelo rabo.

Não exigem muitos cuidados

Ao contrário de outros animais, gatos não exigem muitos cuidados além de vacinas e uma alimentação correta. São seres muito limpos por natureza e quando aprendem a utilizar a caixa de areia, vão utilizá-la sempre. Eles mesmos se banham e não exigem constante atenção.

Lembre-se de que um gato saudável representa um ser humano saudável.

Publicado originalmente: Revista bem mais mulher