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Gatoterapia: 5 benefícios de viver com um gato

Gatos são seres realmente especiais e que os humanos muitas vezes não compreendem.

Amam ser independentes, mas também adoram os mimos. Muitas vezes parecem estar de mal com o mundo, mas em outras são tão carinhosos que chegam a incomodar.

Na verdade esse comportamento contraditório e confuso dos gatos é muito parecido com o dos humanos. Por esse motivo é que técnicas como a gatoterapia, começaram a ganhar força no terreno da saúde emocional.

Mas o que é a Gatoterapia?

É um tratamento para pessoas com problemas de ansiedade, estresse e depressão. Além de criar uma melhora na qualidade de vida ela cria uma conexão muito especial entre o felino e seu dono. De acordo com vários estudos, as pessoas que sofrem de algum tipo de cardiopatia mostram uma evolução progressiva no quadro após o convívio com um felino.

Para pessoas que vivem sozinhas é altamente recomendadas terem um felino como companhia, principalmente no caso de pessoas com idade avançada. Pessoas que sofrem com algum tipo de demência, como o Alzheimer, podem ter lembranças ao fazer carinho nos gatos, retardando a degeneração que sofrem.

5 benefícios da Gatoterapia

Melhora os sintomas da depressão e do estresse

Gatos provocam uma sensível melhora em pessoas que sofrem de transtornos de estresse, ansiedade e depressão. O ronronar de um gatinho cria um ambiente acolhedor, estimula a concentração e é muito relaxante.

Representa uma companhia

Para pessoas que vivem sozinhas o gato é a melhor opção. Os felinos são animais independentes quando querem, porém são muito carinhosos.

Lembre-se de que é preciso oferecer alimentação adequada, ficar atento às vacinas e cortar as unhas dos gatos (a não ser que você queira que ele rasgue todos os seus móveis e as suas cortinas.

Ajuda no tratamento do Alzheimer, do autismo e do TDAH

Como já mencionamos anteriormente, os gatos são usados como terapia complementar em casos de autismo, Alzheimer ou TDAH. Embora cientificamente não existam pesquisas que apoiem esse uso, são conhecidos milhares de casos nos quais a presença dos gatos melhorou a qualidade de vida dos seus donos.

Uma oportunidade de delegar responsabilidade às crianças

Possuir um gato em casa trás grandes responsabilidade para as crianças porque elas vão precisar cuidar, dar comida e educar o animal, que como sabemos não é uma tarefa fácil. Se você tem ou quer ter um felino é importante conversar com as crianças sobre o tema, para que elas tenham consciência da importância das tarefas que devem ser realizadas.

Deixe bem claro para a criança que um gato NÃO é um brinquedo, que não é certo bater, jogar no chão ou segurar o animal pelo rabo.

Não exigem muitos cuidados

Ao contrário de outros animais, gatos não exigem muitos cuidados além de vacinas e uma alimentação correta. São seres muito limpos por natureza e quando aprendem a utilizar a caixa de areia, vão utilizá-la sempre. Eles mesmos se banham e não exigem constante atenção.

Lembre-se de que um gato saudável representa um ser humano saudável.

Publicado originalmente: Revista bem mais mulher

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Cientistas dizem que possuir cão rejuvenesce dono em até 10 anos

Além de serem os melhores amigos dos seres humanos, os cães são os maiores influenciadores no combate ao envelhecimento.

O simples fato de ter um animal rejuvenesce a pessoa em até 10 anos, indicam cientistas da universidade de St Andrews, na Escócia.

Se você tem um cão em casa, o nível de sua atividade física é equivalente ao de uma pessoa dez anos mais jovem”, afirmou o pesquisador Zhiqiang Feng, da universidade, ao jornal britânico “Daily Mail”.

“Talvez não adicione uma década a sua vida, mas é muito benéfico”, contou.

Está provado que permanecer ativo evita uma série de doenças, especialmente as relacionadas com os músculos e ossos.

Fora os benefícios físicos, o cão também influencia na saúde mental.

“Na média, em donos de cães há menores níveis de depressão”, disse o pesquisador.

“O vínculo entre o pet e o dono beneficia a saúde da pessoa em geral”.

O estudo, publicado no jornal “Preventive Medicine”, reuniu 547 pessoas para avaliar seus movimentos.

Publicado originalmente: OSegredo

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Por que a morte de um animal de estimação dói igual à de um familiar?

Por que a morte de um animal de estimação dói igual à de um familiar?

Quando o nosso cão ou gato morre, sentimo-nos tão vazios como se tivéssemos perdido um filho, um irmão ou um de nossos pais. Experimentamos uma dor imensa que não se pode comparar a nada e que é difícil de explicar. Neste artigo, contaremos por que a morte de um animal de estimação dói igual à de um familiar.

A dor pela morte de nosso animal de estimação

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Aqueles que amam os animais sabem que não existe uma dor maior do que a de perdê-los. Os cães e os gatos passam muitos anos ao nosso lado para que a morte deles nos seja indolor. Só o ato de pensarmos que algum dia eles morrerão, nos dá um nó na garganta. Entretanto, temos que levar em conta que cedo ou tarde isso acontecerá e que é preciso que estejamos preparados.

A conexão que experimentamos com os animais de estimação é tão grande que não podemos imaginar a vida sem eles. Nada será como antes, porque seu amor e sua lealdade eram como um bálsamo entre os nossos problemas.

Infelizmente, o ciclo de vida destes animais de companhia é muito menor do que o nosso. Portanto, é natural que sejamos nós que venhamos a sofrer pela morte de nosso animal de estimação. De acordo com psicólogos, isso gera um grande impacto emocional nas pessoas, tal e como acontece quando um membro de nossa família morre. Por quê? Porque o cão ou o gato também formam parte desse núcleo íntimo.

Além disso, como indica um estudo da Universidade do Havaí, a dor provocada pela morte do animal de estimação não só é intensa e profunda, mas também dura bastante tempo. Uma em cada três pessoas consultadas disseram que sofreram pelo menos seis meses depois da perda.

A morte de um animal de estimação, o final de uma relação mais que especial

Os animais de companhia nos oferecem seu amor, seu apoio e sua lealdade (em muitos casos, mais do que recebemos de outras pessoas). Devido a isso, quando eles morrem, perdem-se ou são roubados, experimentamos o que os cientistas chamam de “fim de uma relação especial”.

A dor pela perda do animal de estimação não costuma ser compreendida por aqueles que não têm um cão ou um gato. Eles acham estranho que alguém chore desconsoladamente por um animal, se o que morre é um cão ou um felino, desprezam os sentimentos.

Como cada vez mais casais e famílias adotam um animal de estimação e o transformam em um membro a mais da casa, é habitual que se organizem funerais e enterros como se se tratasse de uma pessoa. Inclusive há cemitérios especiais para animais de companhia.

Como superar a morte de um animal de estimação

 

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Não importa se seus amigos ou familiares não lhe entendem ou dizem que você é exagerado por se sentir triste pela morte de um animal de estimação. Se seu cão ou gato morreu, você deve expressar sua tristeza e confrontar a perda. Tire o tempo que necessitar para atravessar este horrível momento.

Embora não tenha que derramar milhares de lágrimas, não as reprima. Alivie toda sua dor através do choro.

Não se deve assumir a culpa pelo ocorrido, já que essa não é a melhor maneira de encontrar alívio. Simplesmente seu animal de estimação morreu e isso não é sua responsabilidade. É melhor que você esteja tranquilo consigo mesmo e que se perdoe.

Seja paciente, já que, durante as primeiras semanas, você se sentirá realmente triste. Se não tiver vontade de falar do assunto, não fale, se preferir passar o final de semana dentro de casa, faça isso. Mas leve em conta que, em algum momento, você deverá retomar a sua vida habitual.

Por último, lembre-se de seu cão ou gato fazendo travessuras e estando feliz ao seu lado. Tente não guardar nenhum elemento que ele utilizava, porque isso causará mais dor. Certamente há muitos animais sem lar que necessitam de comida, camas e brinquedos. E espere um tempo prudencial para levar outro animal de estimação para casa. Uma vez que você saiba que não será uma substituição, você estará preparado para dar a oportunidade para essa nova vida entrar em seu lar.

Publicado originalmente: meusanimais

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Ter animais de estimação é melhor para crianças do que ter irmãos, indica estudo

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nos anos 2000, as brasileiras tinham, em média, 2,14 filhos, mas este número caiu para 1,74 em 2014. Ou seja, cada vez mais casais estão optando por ter apenas um filho.

Se você também planeja ter filho único, mas tem medo de que ele se sinta muito solitário sem irmãos, um novo estudo traz uma boa notícia: as crianças têm mais satisfação com animais de estimação do que com irmãozinhos.

Quem chegou a esta conclusão foram pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Eles fizeram uma análise com 77 crianças de 12 anos de idade, cujo resultado acaba de ser publicado no Journal of Applied Developmental Psychology. Todos os entrevistados tinham, pelo menos, um animal e um irmão.

Vantagens de ter um animal de estimação


A pesquisa ainda aponta para grandes evidências de que animais domésticos podem contribuir muito para o desenvolvimento da criança e exercer impacto positivo nas habilidades sociais e no bem-estar emocional delas.

“Qualquer um que amou um animal de estimação na infância sabe que nós nos aproximamos deles devido ao companheirismo e conforme nos conhecemos, assim como em relacionamentos com pessoas,” diz Matt Cassells, psiquiatra que conduziu o estudo.

Apesar de os benefícios serem válidos para todos os tipos de pets, crianças que têm cachorros demonstraram ainda mais satisfação e companheirismo com seu bichinho que donos de animais de outras espécies.

As meninas demonstraram mais proximidade, companheirismo e até conflitos com os animais, o que pode indicar que elas interagem mais e de maneiras diferentes com seus pets.

Benefícios para a saúde

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“Existem evidências crescentes que mostram que animais de estimação propiciam benefícios para a saúde humana e coesão social”, comenta Nancy Gee, que é pesquisadora na área da interação humana-animal e coautora do estudo.

Para Nancy, o apoio social que as crianças recebem de seus animais pode contribuir para um futuro bem-estar psicológico.

Matéria: vix.com

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Cuidados com os cães no inverno

Nesta época do ano, assim como nós humanos, os cães também sofrem com as baixas temperaturas e devemos ter cuidados redobrados para que fiquem livres de doenças.

A medida imediata é impedir que os cães fiquem expostos ao frio. Nenhum cão deve dormir ao relento sem proteção, até os mais peludos devem ser agasalhados.

Mantenha o cão sempre aquecido e em lugares secos, evitando pisos frios ou oferecendo cobertores para manter o piso mais quente.

Os cães de pelos curtos ou grossos costumam sentir mais frio, portanto é indicado o uso de roupas, cobertores ou forros nas caminhas, desde que sejam confortáveis Para cães de pelos longos, evite a tosa nos períodos de frio, fazendo somente tosa higiênica, pois o pelo serve como isolante térmico.

No inverno cães idosos são os mais prejudicados, pois sofrem de artrose fazendo com que as dores na coluna e nas articulações aumentam. A pelagem não é mais tão eficiente, os músculos sofrem atrofia diminuindo o metabolismo, portanto o cuidado é maior e não devem ser expostos por nenhum período de tempo ao frio.

Os banhos podem ser feitos em menos frequência, pois no inverno os cães sujam-se menos e a incidência de pulgas, carrapatos e insetos diminuem. Ao invés de dar banhos toda semana, mude para banhos quinzenais.

Escolha sempre a hora mais quentes para dar o banho. Use água morna e seque bem o cão com toalhas e secador. Lembre-se de proteger os ouvidos com algodão. Em casos de pouca sujeira, opte pelo banho a seco com gel, lenços umedecidos ou produtos próprios.

Evite passeios após o banho para não expor seu cão ao frio, mesmo que esteja seco, pois a mudança brusca de temperatura pode causar desconforto, doenças ou agravar quadros crônicos.

Nos passeios, leve-os quando o clima estiver mais agradável, entre as 11h às 15h. O uso das roupas ajudam a protegê-los mais.

Cães que forem deixados fora de casa devem ser protegidos com casinhas, locais de abrigo de chuva e com cobertores e roupas quentes, longes de corrente de ar.

A alimentação durante esse período deve aumentar de quantidade em 20% a 30%, sem exageros, para manter o metabolismo e a energia do seu cão.

Em casos de uso de aquecedores ou lareiras, ficar atento para evitar acidentes, pois a fonte de calor é um atrativo para os animais que podem se queimar.

O estado de saúde é muito importante, pois baixas temperaturas predispõem às doenças respiratórias como gripe e cinomose, portanto a carteira de vacinação deve estar em dia. Cães que já sofrem de doenças crônicas requerem mais cuidados, pois com o frio podem sentir mais dor.

Garantir o bem estar do seu melhor amigo é essencial, lembre-se de mantê-lo bem aquecido, bem alimentado e vacinado, e qualquer sinal suspeito, leve-o imediatamente ao medico veterinário.

 

 

 

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Servidor público constrói cadeiras de rodas de graça para cães que não conseguem andar, em Goiânia

Após custear algumas cadeiras sozinho, hoje ele mantém uma fábrica improvisada que conta com doações de voluntários. Emocionado, ele diz que após fazer a primeira, ‘não dava para parar’.

Um servidor público de Goiânia constrói, gratuitamente, cadeiras de rodas para cães que não conseguem andar por alguma deficiência. Segundo André Gondim, a ideia inicial era apenas fazer o equipamento para o animal de uma amiga, mas o projeto cresceu de tal forma que “não dava para parar”. A onda de solidariedade se espalhou e depois de custear sozinho várias cadeiras, hoje ele consegue fazê-las graças a ajuda de voluntários.

No mercado, cadeiras de rodas para cachorros são vendidas a partir de R$ 150. André tirava do próprio bolso cerca de R$ 50 para criar a sua própria. No começo, foi um pouco difícil. Porém, após ver muitos vídeos na internet, ele acabou pegando o jeito.

“A medida que eu fui fazendo, eu fui adaptando o melhor jeito, como é que funcionava com cada animalzinho, até chegar no modelo que está hoje que é esse projeto aqui”, conta.

Ele fez a primeira cadeira de rodas para uma amiga. O que era para ser apenas uma peça se transformou em algo bem maior. Tanto que ele decidiu montar uma fábrica improvisada dentro de casa, no quarto que era da filha, já casada.

“A ideia era fazer aquela cadeirinha, só que a emoção de ver aquele animalzinho andando foi tão grande e quando chegou no final do mês eu tinha feito 31. Daí eu entendei que que não dava para parar”, afirma.

Servidor público constrói cadeiras de rodas de graça para cães que não conseguem andar (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)

 (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)

Emocionado, ele esbanja modéstia e diz que seu ato é muito pequeno diante da atitude de pessoas que adotam cachorros com algum tipo de deficiência.

“Uma pessoa quer resgata um animal de rua deficiente é um gesto sem tamanho, Acho que o que eu faço é muito pouco perto do trabalho que eles tem”, afirma.

Clientes felizes e agradecidos

Quem recebe as cadeirinhas de rodas para os seus animais mostram um misto de felicidade e emoção. A professora de música Maria Eli de Castro não segurou as lágrimas quando viu seu bichinho podendo andar novamente.

“O trabalho do André é maravilhoso, ele faz muita gente feliz. A gente quando tem um cachorro assim acha que não vai dar conta, que não adianta ter um cachorro assim, é preferível sacrificar. E não é nada disso”, conta.

Como forma de ajudar no projeto, ela doou várias rodinhas que servirão para construiu novas cadeiras e permitir que outros cães também possam caminhar.

Para Fabrícia Sette, presidente da ONG Sete Vidas, que cuida de animais abandonados, o projeto é uma forma de mudar a vida dos bichos.

“Quando ele [cachorro] vê a cadeia é como se as pernas tivessem voltado, ele não tem limites. São as pernas dele de novo”, salienta.

Vários animais deficientes já foram beneficiados pelo projeto (Foto: TV Anhanguera/Reprodução)

(Foto: TV Anhanguera/Reprodução)
Fonte matéria: g1 Goiás
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Conheça o projeto “Cada gota” que tem a missão de divulgar a importância da doação de sangue para cães e gatos

Todo mundo já sabe que a doação de sangue além de salvar vidas, é um ato de amor ao próximo, mas vocês sabiam que os cães e gatos também precisam de sangue para a cura de diversas doenças?

O seu cão ou gato podem salvar diversas vidas! E a doação de sangue é super segura e não causa nenhum problema para o doador. São realizados exames no animal doador para ver se está apto e saudável. Coleta-se a quantidade de sangue necessária e depois são feitos outros procedimentos com a amostra coletada para que assim possa ser utilizada na transfusão do paciente que necessite.

O projeto “cada gota” tem a missão de compartilhar a importância da doação de sangue para os pets. Os animais precisam desta ação assim como os humanos. A conscientização é muito importante!

“Cada gota” trabalha sem fins lucrativos, e acreditam que a doação de sangue animal é uma informação muito importante e pouco divulgada.

O principal canal de contato com o público, é uma página no Facebook (https://www.facebook.com/pg/unikacadagota/about/?ref=page_internal), criada recentemente em fase de interação para engajamento do público. Na página existem informações como tipos de sangue, perfil dos animais que podem ser doadores, a necessidade nos hemocentros, assim como sua localização. As postagens terão como partida a necessidade de conscientização que animais precisam desta ação assim como os humanos.

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Imagem: lupusalimentos

E quais são os critérios para tornar um animal doador?

  • Saudável, temperamento dócil, sociável
  • Idade: 1 a 8 anos;
  • Peso mínimo de 25kg (cães) e peso mínimo de 4,5kg (gatos);
  • Possuir controle de pulgas e carrapatos.
  • Vacinação e vermifugação
  • Clinicamente saudável sem nenhuma doença infecciosa, parasitária ou outras;
  • Não ter realizado nenhuma transfusão prévia.
  • Femêas não podem estar no cio ou prenhas

Além de ajudar outros animais, quais as vantagens que um cão ou gato doador podem ter?

Normalmente aonde são realizadas as coletas de sangue, os animais devem passar por check-up gratuito, onde são realizados diversos exames para atestar que o doador esteja saudável e pronto para ajudar outro.

O processo todo costuma durar uns 15 minutos e é praticamente indolor e os animais agem naturalmente, não se incomodando muito com a coleta.

Vocês sabiam também que existe tipos  sanguíneos dos animais, diferentes dos nossos? Conheça:

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Imagem: @unikacadagota

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Imagem: @unikacadagota

O hemocentro Aclivet – Análises Clínicas Veterinárias, apoiador do projeto possui qualificações para realizar a transfusão de sangue do seu pet e atender todas as necessidades dos bichinhos.

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Imagem: @unikacadagota

Existem outros hemocentros veterinários pelo Brasil, além do Aclivet:

São Paulo

Hospital Veterinário da Universitário Anhembi Morumbi
Rua Conselheiro Lafaiete, 64 – Brás
Tel.: (11) 2790-4693 / (11) 2790-4642 / (11) 2790-4642

HOVET – Hospital Veterinário da USP
Av. Prof. Dr. Orlando Marques de Paiva, 87 – Cidade Universitária
Tel.: (11) 3091-1248 / (11) 3091-1364 / (11) 3091-1244
Site: www.fmvz.usp.br/hospital-veterinario

Hemovet – Laboratório e Centro de Hemoterapia Veterinária.
R. José Macedo, 98 – Parque São Lucas
Tel.: (11) 2918-8050 / (11) 2918-0082 / (11) 3567-9801 / (11) 3567-9802/ (11) 99655-1583
Site: www.hemovet.com.br

Pets & Life – Banco de sangue de cães e gatos e Laboratório de análises clínicas veterinário
Rua Araicas, 35 – Jaguaré
Tel.: (11) 3624-3958
Site: www.petsandlife.com.br

Banco de Sangue Veterinário
R. Desembargador do Vale, 196 – Perdizes
Tel.:  (11) 3476.9461 / (11) 99824-3995
Site: www.bsvet.com.br
E-mail: contato@bsvet.com.br

Bauru
Centro Veterinário de Bauru
Endereço: Av. Getúlio Vargas, 15-28, Jardim América, Baurú / SP
Tel.: (14) 3224-3183 / (14) 3202-9657

Rio de Janeiro

Hemopet – Hemocentro do Rio de Janeiro
Rua Ipiranga, 53 – Laranjeiras
Tel.: Luciula (21) 7855-8898 id: 83*31055; Roberta  (21) 7854-5433 / (21) 7854-5433 id: 83*30226
Site: www.hemopet.net

Hemoterapet
R. Barão de São Francisco, 56, Vila Isabel
Tel.: (21) 3286-8888 / (21) 3286-8888
E-mail: contato@hemoterapet.com.br

Pernambuco

Recife

Hospital Veterinário da UFRP (Universidade Federal Rural de Pernambuco)
Rua Dom Manoel de Medeiros, s/nº – Dois Irmãos, Recife/PE.
Telefones: (81) 3320-6401 / (81) 3320-6000
Site: www.ufrpe.br/fale

Bahia

Itapetinga

Polivet
Rua Min. Esaú Corrêa de Almeida Moraes, 134 – Vila Rosa
Tel.: (15) 3272-6992 / (15) 3272-6992 / 3272-1991
site: www.polivet-itapetininga.vet.br

Salvador

Banco de Sangue Veterinário Hemodog
Rua dos Radialistas, 209 – salas 1 e 2 – (2º andar da Clínica Veterinária Diagnose Animal) Pituba
Tel.: (71) 3011-6846 / (71) 3011-6846
Plantão: (71) 9978 -2188

Rio Grande do Sul

Porto Alegre

Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Faculdade de Veterinária da UFGS
Av. Bento Gonçalves, 9090 – Bairro Agronomia
Tel.: (51) 3308-6095 / (51) 3308-6095

Bluts Centro de Diagnóstico Veterinário
Rua Dr. Florêncio Ygartua, 427 – Rio Branco, Porto Alegre (RS).
Tel: (51) 3072-0427

Minas Gerais

Belo Horizonte

Pronto Socorro Veterinário
Rua Jacuí 891, Bairro Floresta, Belo Horizonte, MG
Tel.: (31) 3422-5020 /

Life Hospital Veterinário
Rua Platina, 165 – Prado – Belo Horizonte (MG).
Tel:. (31) 2552-5694 / (31) 3588-5694

Uberlândia

Hospital Veterinário da Universidade Federal de Uberlândia
Av. Mato Grosso, 3289 – Bloco 2S Campus Umuarama
Tel.: (34) 3218-2135/2196
Fax.: (34) 3218-2242
E-mail: hvet@umuarama.ufu.br
Site: http://www.hospitalveterinario.ufu.br/

Paraná

Curitiba

Hospital Veterinário da UFP – Universidade Federal do Paraná
Rua dos Funcionários, 1540
Tel.: (41) 3350-5663 / (41) 3350-5664
Site: www.ufpr.br/portalufpr/hospital-veterinario
E-mail: hv@ufpr.br

Londrina

UEL – Universidade Estadual de Londrina
Tel.: (43) 3371-4269 / (43) 3371-4269
Rodovia Celso Garcia Cid – Pr 445 Km 380, s/n – Campus Universitário, Londrina
e-mail: dir.hv@uel.br
Site: www.uel.br/hv

E então o que acharam do projeto? Nós do debate animal temos a honra de apoiar o projeto “cada gota”, e esperamos que vocês além de apoiarem e divulgarem, se tiverem um cão ou gato apto a fazerem as doações de sangue, que os levem.

Pensem se fossem uns dos bichinhos de vocês que estivessem precisando de uma transfusão e não tivessem nenhuma bolsa de sangue disponível para ajudar na cura? E façam mais!!! Humanos vão também procurar hemocentros para pessoas e ajudar nessa corrente do bem?

Espero que o Debate Animal tenha passado sua mensagem e ajudando ainda mais este projeto mais que especial e importante: Cada Gota!

https://www.facebook.com/unikacadagota/videos/2305203732830475/

Este é um vídeo que você encontra na página do facebook da campanha “cada gota”, vai lá assistir e curti a página!!!

“Cada gota salva! Cada gota conta! Cada gota faz a diferença!!!!”

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#compartilhe #cadagota #debateanimal

Imagem: @unikacadagota

 

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Imagem: @unikacadagota

 

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Conheça a história de Hachiko, o cão que esperou seu dono por 10 anos em uma estação de trem. Virou monumento e filme!

A Verdadeira História de Hachiko

Chu-ken Hachiko (o cachorro fiel Hachiko) nasceu em Odate, na província de Akita, no Japão em novembro de 1923. Em 1924, Hachiko foi enviado a casa de seu futuro proprietário, o Dr. Eisaburo Ueno, um professor do Departamento Agrícola da Universidade de Tóquio. A história dá conta de que o professor ansiava por ter um Akita há anos, e que tão logo recebeu seu almejado cãozinho, deu-lhe o de Hachi, ao que depois passou a chamá-lo carinhosamente pelo diminutivo, Hachiko. Foi uma espécie de ‘amor à primeira vista’, pois, desde então, se tornariam amigos inseparáveis!

O professor Ueno morava em Shibuya, subúrbio de Tóquio, perto da estação de trem. Como fazia do trem seu meio de transporte diário até o local de trabalho, já era parte integrante da rotina de Hachiko acompanhar seu dono todas as manhãs. Caminhavam juntos o inteiro percurso que ia de casa à estação de Shibuya. Hachiko parecia ter um relógio interno, e sempre às 15 horas retornava à estação para encontrar o professor, que desembarcava do trem das 16 horas, para acompanhá-lo no percurso de volta a casa.

Em 21 de Maio de 1925, o professor Ueno sofreu um AVC, durante uma reunião do corpo docente na faculdade e morreu. Hachiko, que na época tinha pouco menos de dois anos de idade. No horário previsto, esperava seu dono pacientemente na estação. Naquele dia a espera durou até a madrugada.

Na noite do velório, Hachiko, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Outro relato diz que como de costume, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachiko pulou dentro do mesmo e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.

Depois que o professor morreu a Senhora Ueno deu Hachiko para alguns parentes do que morava em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, um ano se passou e ele ainda não tinha se acostumado à nova casa. Foi dado ao ex-jardineiro da família que conhecia Hachi desde que ele era um filhote. Mas Hachiko continuava a fugir, aparecendo frequentemente em sua antiga casa. Depois de certo tempo, aparentemente Hachiko se deu conta de que o professor Ueno não morava mais ali.

Todos os dias à estação de Shibuya para esperar seu dono voltar do trabalho, da mesma forma como sempre fazia. Procurava a figura de seu dono entre os passageiros, saindo somente quando as dores da fome o obrigavam. E ele fez isso dia após dia, ano após ano, em meio aos apressados passageiros. Estes começaram passaram então a trazer petiscos e comida para aliviar sua vigília.

Em 1929, Hachiko contraiu um caso grave de sarna, que quase o matou. Devido aos anos passados nas ruas, ele estava magro e com feridas das brigas com outros cães. Uma de suas orelhas já não se levantava mais, e ele já estava com uma aparência miserável, não parecendo mais com a criatura orgulhosa e forte que tinha sido uma vez.

Um dos fiéis alunos de Ueno viu o cachorro na estação e o seguiu até a residência dos Kobayashi, onde aprendeu a história da vida de Hachiko. Coincidentemente o aluno era um pesquisador da raça Akita, e logo após seu encontro com o cão, publicou um censo de Akitas no Japão. Na época haviam apenas 30 Akitas puro-sangue restantes no país, incluindo Hachiko da estação de Shibuya. O antigo aluno do Professor Ueno retornou frequentemente para visitar o cachorro e durante muitos anos publicou diversos artigos sobre a marcante lealdade de Hachiko.

Sua história foi enviada para o Asahi Shinbun, um dos principais jornais do país, que foi publicada em setembro de 1932. O escritor tinha interesse em Hachiko, e prontamente enviou fotografias e detalhes sobre ele para uma revista especializada em cães japoneses. Uma foto de Hachiko tinha também aparecido em uma enciclopédia sobre cães, publicada no exterior. No entanto, quando um grande jornal nacional assumiu a história de Hachiko, todo o povo japonês soube sobre ele e se tornou uma espécie de celebridade, uma sensação nacional. Sua devoção à memória de seu mestre impressionou o povo japonês e se tornou modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachiko como exemplo para educar crianças.

Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze de Hachiko, esculpida pelo renomado escultor Teru Ando, foi erguida em frente ao portão de bilheteria da estação de Shibuya, com um poema gravado em um cartaz intitulado “Linhas para um cão leal”. A cerimônia de inauguração foi uma grande ocasião, com a participação do neto do professor Ueno e uma multidão de pessoas.

Hachiko envelheceu, tornou-se muito fraco e sofria de problemas no coração (heartworms). Na madrugada de 8 de março de 1935, com idade de 11 anos e 4 meses, ele deu seu último suspiro no mesmo lugar onde por anos a fio esperou pacientemente por seu dono. A duração total de seu tempo de espera foi de nove anos e dez meses. A morte de Hachiko estampou as primeiras páginas dos principais jornais japoneses, e muitas pessoas ficaram inconsoláveis com a notícia. Um dia de luto foi declarado.

Seus ossos foram enterrados na sepultura do professor Ueno, no Cemitério Aoyama, Minami-Aoyama, Minato-ku, Tóquio. Sua pele foi empalhado – para conservar-lhe as formas e submetido à substâncias que o isentam de decomposição, e o resultado deste maravilhoso processo de conservação está agora em exibição no Museu Nacional da Ciência do Japão em Ueno. Alguns autores dizem que Hachiko, esta no Museu de Artes de Tóquio.

Durante a 2ª Guerra Mundial, para aplicar no desenvolvimento de material bélico, todas as estátuas foram confiscadas e derretidas, e, infelizmente, entre elas estava a de Hachiko.

Em 1948, formou-se a “The Society For Recreating The Hachiko Statue” entidade organizada em prol da recriação da estátua de Hachiko. Tekeshi Ando, o filho de Teru Ando foi contratado para esculpir uma nova estátua. A réplica foi reintegrada no mesmo lugar da estátua original, em uma cerimônia realizada no dia 15 de agosto.

A estação de Odate, em 1964, recebeu a estátua de um grupo de Akitas. Anos mais tarde, em 1988, também uma réplica da estátua de Hachiko foi colocada próxima a estação. A história de Hachiko atravessa anos, passa de pai para filho, sendo até mesmo ensinada nas escolas japonesas – no início do século para estimular lealdade ao governo, e atualmente, para exemplificar e instilar o respeito e a lealdade aos anciãos.

Na atualidade, viajantes que passam pela estação de Shibuya podem comprar presentes e recordações do seu cão favorito na Loja localizada no Memorial de Hachiko chamada “Shibuya No Shippo” ou “Tail of Shibuya”. Um mosaico colorido de Akitas cobre a parede perto da estação.

Todos os anos, no dia 8 de março. Ocorre uma cerimônia solene na estação de trem de Shibuya, em Tóquio. São centenas de amantes de cães que se reúnem em homenagem à lealdade e devoção de Hachiko. Ao nascimento de uma criança, a família recebe uma estatueta de Akita como desejo de saúde, felicidade e vida longa. O objeto também é considerado um amuleto de boa sorte. Quando há alguém doente, amigos dão ao enfermo esta estatueta, desejando pronta recuperação.

Por causa desse zelo, o Akita se tornou Patrimônio Nacional do povo japonês, tendo sido proibida sua exportação. Se algum proprietário não tiver condições financeiras de manter seu cão, o governo japonês assume sua guarda.

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Imagem: contioutra

A última foto da Hachiko. Aquele cão que esperou o dono morto na estação por quase 10 anos. Exemplo de lealdade que falta a muitos seres humanos. A foto foi tirada em 8 de março de 1935. Hachiko tinha 11 anos.

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Imagem: contioutra

Um dos nossos seguidores Nelson Gomes Pires, esteve no Japão de férias e nos mandou a foto do monumento do Hachiko.

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Imagem: Nelson Gomes Pires

Além de monumento no Japão, essa história virou inspiração para o filme “ Sempre ao seu lado”, com o ator Richard Gere.

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Imagem: contioutra

E esse é o nosso seguidor Nelson, que nos enviou a foto!

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Imagem: Nelson Gomes Pires

Se você tem alguma história ou foto legal do mundo animal que queira mandar para a gente, teremos o prazer de postar!!!!!

Fonte: chikovssinistro.blogspot.com.br
adoção, amor, notícias

28 de abril, dia mundial da boa ação

Dia mundial da boa ação – 28 de abril

Vocês sabiam que hoje é o dia mundial da boa ação? Que tal aproveitar e fazer uma boa ação e adotar um animalzinho que precisa de um lar? Em troca o que você vai receber? Muito amor, alegria e uma companhia maravilhosa que com certeza mudará sua vida para melhor!

#diamundialdaboação #adote #boaação #amoravida #debateanimal

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curiosidades, notícias

ABRIL LARANJA mês de prevenção da crueldade contra os animais

Muitos animais ainda são maltratados e com o propósito de mudar essa situação escolheram o mês de Abril como o mês de prevenção da crueldade contra os animais.

Nos dias de hoje existem diversas campanhas vinculadas em comerciais de televisão mídia escrita e internet, e cartazes em postos de saúde se utilizando como símbolo laços coloridos que envolvem cores de acordo com o mês e a campanha a ser divulgada.

A todo momento seja na internet ou por algum comentário ou notícias, vídeos e depoimentos sobre abuso de animais: Cães, gatos, pássaros etc. São cenas muito fortes e tristes que nos causam revolta, principalmente, para quem ama os animais. Fica difícil de imaginar como uma pessoa pode ser tão cruel com um animalzinho inocente. Como essa pessoa sai impune? Por que fazer isso com um animal indefeso?

E triste saber sobre maus tratos em animais, e que ainda é um problema em nosso dia a dia. Se preocupando com essa triste realidade, Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade contra os Animais (ASPCA) resolveu dedicar ao mês de Abril para sensibilizar, e promover ações de conscientização e prevenir a crueldade contra os animais, porque muitos animaizinhos ainda vivem em péssimas condições higiene, são maltratados, abandonados propositalmente, e por essas e outras razões, é importante alertar e conscientizar a população sobre os maus tratos aos animais.

Ainda bem que no Brasil, é possível realizarmos denúncias de maus tratos, que são enquadrados no Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605/98(Lei de Crimes Ambientais).

É possível fazer denúncias ao órgão público competente de sua cidade junto a vigilância sanitária, zoonoses ou órgãos responsáveis pelo meio ambiente.

Ao levar uma denúncia ao órgãos competentes mencionados acima, é importante apresentar algum tipo de provas como fotos, vídeos, testemunhas, alguma evidência da crueldade praticada contra o animal.

É importante salientar, que não se faça justiça com as próprias mãos contra o agressor, mas sim fazer a denúncia do mesmo

Também é possível fazer denúncias no site da Delegacia Eletrônica de Proteção Animal (DEPA). Para isso acesse o site http://www.ssp.sp.gov.br/depa

A ASPCA adotou o uso do laço laranja para simbolizar o amor, carinho, proteção e respeito por todos os animaizinhos.

Vamos todos proteger nossos animaizinhos dos mal tratos , e denunciar , que tem essa prática de crueldade.

Fonte: http://falasaoroque.com.br

Imagens: petiko