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Projeto de lei quer que animais deixem de ser ‘coisas’ e passem a ter mais direitos.

Uns dos projetos de lei mais importantes para um grande passo em defesa animal será votado hoje (07/08/2019). O projeto de lei que passará a considerar os animais como sujeitos de direitos despersonificados retirando-os da classificação jurídica de coisas.

A votação ocorrerá no Senado Federal.

PLC 27/2018 
PROJETO DE LEI DA CÂMARA nº 27 de 2018.

Acrescenta dispositivo à Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para dispor sobre a natureza jurídica dos animais não humanos.

Explicação da Ementa
Determina que os animais não humanos possuem natureza jurídica sui generis e são sujeitos de direitos despersonificados, dos quais devem gozar e obter tutela jurisdicional em caso de violação, vedado o seu tratamento como coisa.

A sociedade exige essa alteração! Isso vai além de política, mas uma questão de justiça para com os animais e os amantes deles! Os animais são partes da nossa família, seres maravilhosos e dignos de direitos!

O projeto, de autoria do Deputado Federal Ricardo Izar (PP), tramita atualmente no Senado e propõe que os animais não humanos deixem de ser tratados como meras coisas e passem a ser sujeitos de direitos despersonificados, tendo em vista sua natureza biológica e emocional, como seres sencientes, passíveis de sentimentos e sofrimento.

“Atualmente o nosso Código civil considera os animais como meras coisas, como um lápis, uma bicicleta ou um guarda-chuva. O que é inaceitável. Sendo que como sociedade já evoluímos tanto no cuidado animal. Hoje muitas pessoas consideram os pets como verdadeiros membros da família, muitos casais até planejam iniciar suas famílias com um pet”, lembrou o vereador.

Entre os principais objetivos do Projeto está a garantia de direitos e maior proteção dos “animais não humanos” – nomenclatura já utilizada hoje para caracterizar os animais na maioria dos países desenvolvidos. O projeto prevê, por exemplo, tutela jurisdicional em caso de violação desses direitos e veda o seu tratamento como coisa. e de

Para o vereador a mudança a aprovação da Lei poderá respaldar as ações na esfera municipal e ajudará a combater os maus-tratos e o abandono dos animais, duas questões fundamentais tanto para a saúde animal quanto para saúde pública, devido às zoonoses que se espalham mais facilmente entre os animais abandonados.

“Como Veterinário com 37 anos de profissão, tendo lutado toda a minha vida para cuidar, proteger e curar os animais, e hoje como vereador que defende a causa animal, digo que essa mudança está alinhada com toda minha jornada!”, enfatiza.

A medida vêm ao encontro também do anúncio feito no dia 30 de julho pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro, sobre a criação da Secretaria dos Animais. Para o Veterinário Francisco, a criação da Secretaria é um avanço para a luta dos protetores dos animais e mostra a importância da causa.

Ele lembra que proteger e respeitar os animais não é uma opção e sim um dever. “Por isso seguimos lutando pelos animais e pets familiares que tanto amamos e que tanto amor nos dão de volta sem jamais pedir nada em troca!”

Fonte: enfoquems.com.br
Imagem: blogs.ne10.uol.com.br
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Pássaros “conversam” com irmãos quando ainda estão dentro dos ovos

Uma pesquisa publicada recentemente no periódico científico Nature afirma que pássaros “conversam” com os irmão enquanto ainda estão dentro dos ovos. Já se sabia que os animais podem ouvir os chamados de alerta de aves adultas, mas agora descobriu-se que eles também compartilham informações com os outros embriões.

O intuito do “bate-papo” é avisar aos companheiros quando há algum perigo iminente, como um predador por perto, para que não tentem sair dos ovos. Ao analisar filhotes de gaivotas, os especialistas afirmaram que o achado revela como as aves podem se adaptar ao ambiente antes mesmo do nascimento: diferentemente dos mamíferos, sua fisiologia não pode mais ser influenciada pelas mudanças no corpo da mãe após a postura dos ovos.

“Estes resultados sugerem fortemente que os embriões de gaivotas são capazes de adquirir informações ambientais relevantes de seus irmãos”, escreveram os pesquisadores no artigo. “Juntos, nossos resultados destacam a importância da informação socialmente adquirida durante a fase pré-natal como um mecanismo não-genético que promove a plasticidade do desenvolvimento.”

Na experiência, os biólogos separaram ovos de uma mesma ninhada e expuseram alguns fetos aos sons de alerta dos adultos. Depois, os animais foram reintroduzidos no ninho com os irmãos que não ouviram o mesmo som. O resultado? Os bebês que foram expostos aos chamados tenderam a vibrar mais na incubadora do que os outros.

Tempos depois, a equipe observou que os filhotes expostos aos sons e seus companheiros de ninho demoraram mais para eclodir que as aves do grupo controle, que não havia sido exposta a nenhum som. Além disso, os animais produziram menos ruídos e ficaram mais “agachados” após nascerem, o que é um comportamento de defesa da espécie.

Contudo, os pássaros expostos aos ruídos apresentaram algumas desvantagens em seu desenvolvimento, como níveis mais altos de hormônios do estresse e menos cópias de DNA mitocondrial por célula. Isso, disseram os pesquisadores, indica que as aves podem ser mais capazes de responder ao perigo, mas têm o “custo de uma capacidade produtiva celular reduzida e deficiências no armazenamento de energia”.

Publicado originalmente em Revista Galileu

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Equilibre a energia do seu bichinho de estimação

Os animais são mais sensíveis do que a gente às variações energéticas do ambiente. Por isso, é importante aprender como deixá-los sempre de bem com a vida

Se você tem um bicho de estimação já deve ter notado que, às vezes, ele se recusa a ficar em certos cômodos da casa por mais que você insista. É que os animais são extremamente sensíveis às variações de energia! Como se baseiam mais nos sentidos do que na razão, eles percebem mais facilmente do que nós a qualidade da energia de um lugar.

Sensibilidade nas patinhas

Gatos, lobos e cães percebem as mudanças de energia pelas patas. Ali, estão pequenos chacras, ensina o escritor Wagner Borges, integrante do Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas, órgão que estuda a bioenergia – a aura e os chacras (centros de energia).

É por isso que, quando um animal entra em um ambiente carregado ou encontra alguém negativo, sente logo os efeitos. Ele pode até adoecer, diz Borges. Aprenda algumas técnicas para ajudar a proteger seu bichinho.

Proteção com orações e Reiki

Se essa exposição for inevitável (às vezes, estamos cercados de pessoas negativas sem reparar), podemos fortalecer nosso animal. Se você trabalha com Reiki (energização pelas mãos) ou outras técnicas de cura, já sabe passar boas vibrações. Caso contrário, basta rezar, independentemente da crença. É melhor fazer isso com eles no colo ou por perto, ensina Borges.

Espante doenças com águas energizadas

Outra técnica bem simples para cobrir seu amigão de energia positiva é oferecer a ele água energizada. Segundo Angélica Lisanty, litoterapeuta (especialista em pedras e cristais), basta pôr uma jarra de vidro com água ao sol até as 10h. Dê essa água a seu animalzinho, pois ela estará cheia de energia positiva. Você também pode usar cristais, energizando a água com eles. Veja como:

· Compre o cristal em um lugar confiável e confirme se ele não dilui na água.

· Coloque a pedra na vasilha de água do seu bichinho. Deixe-a no máximo 15 dias.

· Lembre-se de usar uma pedra grande para ele não a engolir quando beber!

Boas afirmações que fazem a diferença

Você ama seu animalzinho, mantém as vacinas em dia e sempre o leva ao veterinário? Ótimo. Mas, como as palavras têm força, também dá para transmitir boas energias para ele se:

· Fizer afirmações positivas ao acariciá-lo. Uma sugestão é dizer: Você é um bichinho feliz e saudável. Eu te amo.

· Falar que ele é bonito e é seu grande parceiro na jornada desta vida.

· Disser o quanto ele é importante e como ilumina sua vida.

Fonte: MdeMulher

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Será mesmo que o seu cachorro sente frio?

A mudança de pequenos hábitos na rotina do pet vai ajudá-lo a passar pelos dias frios de forma tranquila e segura

Apesar de morarmos em um país tropical e não conviver com mudanças bruscas do clima, os agasalhos e cobertores são necessários em algumas épocas do ano. Preocupamos-nos e proteger a família inteira, inclusive, os cães.

Com tantas opções de roupas de lã, toucas e cachecóis no mercado pet, ficamos na dúvida e sempre perguntamos se os cachorros sentem frio como nós sentimos.

Fatores que interferem na sensibilidade às variações de temperatura

Apesar da anatomia dos cães ser diferente da nossa, eles também possuem sensibilidade ao clima, mas não da forma como a gente sente. Fatores como porte, raça e pelagem interferem na forma como o pet se relaciona com as mudanças climáticas.

Raças, como chihuahua, whippet,  american pit bull terrier, boston terrier, pug, bulldog francês, boxer, greyhound  e dog alemão são mais sensíveis às baixas temperaturas. A pelagem curta e o porte desses animais justificam o fato.

Algumas raças, como akita inu, golden retriever, samoieda, husky siberiano, chow chow e são Bernardo, por exemplo, são mais resistentes às baixas temperaturas.  Isso se justifica porque elas são originárias de regiões extremamente frias.

A densa pelagem forma uma barreira natural de proteção e promove o aquecimento do corpo. Quanto mais pelos o pet tiver, mais protegido contra o frio ele estará.

Por isso, ao inserir um novo animal na família, verifique se ele se adapta ao clima de onde você mora. Essas informações são importantes porque auxiliam na tomada de atitudes que visam favorecer o bem-estar do animal.

Além disso, a gordura corporal também interfere na relação do pet com o clima. Cachorros mais magros são mais propensos a sentir frio.

Outro fator que deve ser levado em consideração é a idade do animal. Cachorros filhotes ou idosos não conseguem manter a temperatura do corpo regulada com eficiência. Isso pode causar quedas bruscas e causar problemas sérios.

Sinais que indicam que os cães estão com frio

Os cachorros possuem sangue quente. Quando a temperatura do ambiente diminui, eles começam a sentir frio porque não são capazes de regular a temperatura do corpo sozinhos.

O primeiro sinal que indica que eles estão com frio é o mesmo apresentado pelos humanos. Eles começam a tremer. Em situações mais extremas, podem se chacoalhar e ficar eufóricos, principalmente se não conseguirem encontrar uma forma para aquecer.

Além desses comportamentos, cachorros que estão sentindo frio podem dormir mais do que o normal, deitar de forma encolhida ou começar a chorar, de forma a chamar a atenção para que alguém os ajude a superar o desconforto.

Também muito comum que eles se escondam embaixo de móveis ou outros objetos.

O que fazer para manter seu amigo aquecido em dias de frio

A primeira atitude que você deve tomar é manter o cachorro dentro de casa ou em local coberto, longe de correntes de ar, chuva ou vento. A atenção deve ser redobrada se o pet possuir pêlos curtos.

No local onde ele dorme, coloque almofadas e cobertores, de forma a garantir que ele não fique em contato com o chão frio.

Se você mora em local onde as temperaturas ficam muito baixas e a raça, a pelagem e o porte do seu pet demandarem aquecimento, utilize roupinhas de cachorro. No entanto, alguns cuidados devem ser tomados para garantir a saúde do bichinho.

Certifique-se de que o tamanho da peça esteja adequado ao tamanho do animal. Isso evita o desconforto, assaduras ou outros problemas que podem ser causados pelo uso de roupas muito apertadas.

Não deixe o cão com a roupa por muitos dias. Isso pode causar o acúmulo de bactérias e provocar dermatites ou outras infecções. O uso inadequado também pode gerar quadros de hipertermia, que ocorre quando a temperatura fica acima do normal.

Os animais que possuem pelagem longa ou estão acima do peso, normalmente, não precisam de roupas para se aquecer. No entanto, para que não haja dúvidas em relação a isso, siga as orientações do médico veterinário.

Evite banhos com intervalos curtos no período de inverno. Caso eles sejam necessários, certifique-se de que a água esteja morna. Isso evita resfriados, gripe ou pneumonia.

A tosa também deve ser realizada com menos frequência. Se houver necessidade, prefira a tosa higiênica e regule o tamanho da pelagem apenas com a tesoura.

É importante conhecer o comportamento que seu amigo apresenta diante das mudanças no clima. Não deixe de levar em consideração que cada animal possui suas particularidades e que é preciso promover um ambiente seguro e aconchegante.

Para maiores informações sobre que medidas devem ser tomadas para proteger seu pet do frio, não deixe de procurar por um veterinário 24 horas. O especialista será capaz de avaliar seu pet e indicar a melhor forma de aquecê-lo.

20180711_181729.jpgImagem: Laurie Locci
Imagem destacada: Dicas online.com
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Empresa japonesa produz chinelos em forma de gatinhos

Saber criar produtos que conquistem os clientes é uma característica imprenscíndivel de um negócio de sucesso. Para isso, é preciso encontrar o caminho certo até o coração deles. Para alguns, são carros e flores. Para outros, são gatos.

A empresa japonesa Nyara Geta desenvolveu chinelos especiais para os fãs de felinos.

Diferente dos calçados encontrados normalmente por aí, estes possuem o formato de um gatinho sentado.

Eles são, na verdade, uma mistura dos chinelos ocidentais com os tamancos tradicionais da cultura japonesa – chamados de geta pelos nipônicos. Mas ao contrário destes últimos, que são feitos de madeira, os pares criados pela Nyara Geta são feitos de borracha EVA.

A empresa tem nove modelos diferentes de calçados. Para adquiri-los, o consumidor desembolsa 3780 ienes japoneses, algo em torno de R$ 134.

Publicado originalmente em: Revistapgn.globo.com

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Professor leva cães para a sala e ensina cuidados e afeto aos alunos

Orion, Vega e Mel não estão na lista de presença nem ganham nota no fim do semestre, mas são vistos com frequência nas aulas do professor Diogo Cesar Gomes da Silva, na UCBD (Universidade Católica Dom Bosco), em Campo Grande (MS). Além de encantar os alunos, os três cães da raça border collie acompanham o tutor na universidade por um motivo didático: Silva leciona uma disciplina sobre comportamento e bem-estar animal, e os cães ajudam os alunos a transportarem para a prática o conteúdo ministrado pelo professor.

Faz mais de dois anos que Silva entrou em classe pela primeira vez com as companhias inesperadas. “Eu lembro que, quando cheguei com os cães, não avisei aos alunos, me apresentei como professor da disciplina e expliquei que a gente ia estudar juntos. A expressão dos acadêmicos era de surpresa, empolgação e satisfação”, diz o professor, que dá aula nos cursos de medicina veterinária e zootecnia.

A rotina dos animais em sala depende da aula. Se o tema é comunicação entre animais, por exemplo, pelo menos dois deles saem de casa e garantem o conteúdo prático. “Se eu vou falar sobre como o animal constrói mecanismos de aprendizagem, posso levar um deles ou mais de um, caso eu vá dividir a sala em grupos”, explica.

Entre um afago e outro, os cães ensinam não só conteúdo, mas desenvolvem também habilidades emocionais na turma. “Os alunos aprendem comportamentos de afeição, carinho, cuidado. A presença deles deixa o ambiente da sala de aula mais leve, mais estimulante”. Silva garante que o trio contribui até para melhorar a imagem do professor: “Quando eu vou com os cães, os alunos interagem comigo de outras formas, tiram dúvidas, fazem perguntas, estreitamos os laços e saímos da tensão da sala de aula”, afirma.

Orion, Vega e Mel têm autorização da universidade para participar das aulas. Outros cães, no entanto, não têm circulação liberada, já que, segundo a instituição, a entrada de animais é permitida “apenas para fins pedagógicos e excepcionais”.

Além disso, o trio foi treinado pelo tutor e está adaptado ao ambiente universitário. Nos intervalos, inclusive, são disputados pelos alunos que aproveitam para passear e dar água enquanto o professor precisa resolver algo na secretaria do curso.

“Para esse tipo de interação, os cães precisam ter alto grau de socialização, e esses animais receberam treinamento e estimulação adequados desde filhotes para que se adaptassem a pessoas e ambientes diferentes”, diz o docente.

Fonte: New Pangea

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Na evolução, cachorros passaram a levantar sobrancelhas para ter atenção dos humanos

Movimento dos músculos acima dos olhos não ocorre com a mesma intensidade em lobos. Ao erguer as sobrancelhas, cães atraem os cuidados dos donos.

Seu cachorro faz, de vez em quando, uma carinha especialmente fofa, que desperta sua atenção? Esse comportamento pode ser proposital, justamente para atrair mais cuidados dos seres humanos. Pesquisadores dos Estados Unidos e do Reino Unido descobriram que, ao longo do processo evolutivo, esses animais desenvolveram novos músculos faciais. Com isso, conseguem elevar as sobrancelhas intencionalmente e imitar os olhos arredondados de filhotes.

Essa expressão desencadeia, instantaneamente, uma resposta nos humanos. “Quando cachorros fazem esse movimento, despertam um desejo mais forte de cuidarmos deles. Isso deu aos que conseguiam mexer a sobrancelha uma vantagem maior em relação aos demais. Essa característica foi transmitida para as gerações seguintes”, explica um dos pesquisadores.

Os autores do estudo, liderados pela psicóloga Juliane Kaminski, da Universidade de Portsmouth, na Inglaterra, compararam lobos e cães. Os primeiros não conseguem movimentar a sobrancelha, porque não desenvolveram esses mesmos músculos acima dos olhos. Ao que parece, foi uma diferença decisiva entre as espécies – cachorros têm uma capacidade maior de interação social com humanos.

No periódico científico Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America (PNAS), no qual o estudo foi publicado, uma ilustração mostra a comparação entre os olhos dos lobos e dos cães:

À esquerda, as áreas destacadas mostram os músculos dos olhos dos cachorros, capazes de deixar os olhos mais arredondados. À direita, o desenho representa os lobos, que não têm a mesma habilidade

Publicado originalmente em: G1

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Zoo de Guarulhos é um dos poucos do país a obter a certificação de bem-estar animal

Após passar por um rígido processo de auditoria realizado durante os últimos dois anos, o Zoológico de Guarulhos comemora a conquista da certificação de bem-estar animal emitida pela Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB ), em parceria com a entidade internacional Wild Welfare. Dos 25 parques zoológicos e aquários auditados em todo o Brasil, apenas seis foram certificados.

Para a diretora do zoo, Fernanda Magalhães, a conquista é reflexo do trabalho em equipe em prol dos animais. “Trabalhamos muito para obter esta certificação. Este é um marco na nossa história e resultado de muito esforço e dedicação da nossa equipe para garantir as melhores condições aos animais. As premissas do trabalho realizado por toda a equipe do Zoológico de Guarulhos são baseadas em pesquisas e avanços sobre consciência, cognição e senciência (capacidade dos seres de sentir sensações e sentimentos de forma consciente) dos animais”, afirma Fernanda.

Ainda de acordo com a diretora do zoo, além de conforto, o trabalho realizado pela equipe visa possibilitar aos animais a expressão de seus comportamentos e habilidades naturais, em aspectos como convívio, reprodução, durante variações climáticas, entre outros. Para alcançar esse objetivo, são oferecidas as melhores condições possíveis de atendimento e alojamento, com recintos elaborados de forma a reproduzir os ambientes naturais dos animais, além de atividades diárias motivadoras e enriquecimento ambiental que proporcionam estímulo, conforto, oportunidades de escolha e a vivência de experiências positivas.

Serviços

Para quem quiser conhecer os animais e o trabalho realizado no Zoológico de Guarulhos, o parque fica na avenida Dona Glória Pagnoncelli, 344, Jardim Rosa de França. Funciona de terça-feira a domingo, das 9h às 17h. Entrada gratuita.

Publicado originalmente em: Fmetropolitana

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Raro golfinho cor-de-rosa quase extinto dá a luz a filhote super raro

Golfinhos-cor-de-rosa são extremamente raros e estão quase que extintos. Porém, um acontecimento trouxe mais uma esperança para essa espécie. Um dos poucos golfinhos já aviadores, conhecido como Pinky, foi avistado novamente, mas com um bebê!

A espécie de golfinhos-cor-de-rosa se tornou conhecida há cerca de 12 anos, quando o capitão Erik o avistou. O vídeo de Pinky e seu filho foi compartilhado em uma página no Facebook e já tem milhares de visualizações.

A cor deste animal deve-se a uma mutação genética rara que acontece dificilmente em golfinhos. Especialistas na conservação e proteção de animais colocaram o golfinho rosa na lista de animais ameaçados de extinção. O nascimento do bebê golfinho representa uma gigantesca esperança para a espécie.

O Capitão Rue explicou que o golfinho é rosa de sua cauda até a ponta, e tem os olhos vermelhos. Sua pele é lisa e brilhante.

Pinky não é afetado pelo ambiente ou luz solar, mas com certeza gosta de permanecer abaixo da superfície mais do que outros animais.

A aparição deste animal é algo realmente incrível. Com certeza eles vão trazer uma alegria imensa aos habitantes da região.

Publicado originalmente em: Isso é super interessante

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Zoológico de Sorocaba recupera mais de 400 animais silvestres por ano

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Cumprindo uma missão de caráter humanitário, o Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, vinculado à Secretaria de Meio Ambiente, Parques e Jardins (Sema) de Sorocaba, trata de animais silvestres machucados que são encontrados em residências ou apreendidos pela polícia ambiental. Anualmente, a clínica do zoo recebe cerca de 400 animais, que passam por procedimentos cirúrgicos e, após a recuperação, são devolvidos à natureza em áreas protegidas.

Segundo a bióloga Cecília Pessuti, são inúmeras as formas com que os animais se machucam ao chegar em áreas urbanas. “Geralmente, animais como sapos e gambás são encontrados atropelados, aves batem em vidraças ou caem em recipientes com óleo e se machucam, especialmente maritacas e corujas. Filhotes encontrados em lajes de casas também são trazidos para cá”, explica a veterinária. Além desses, há casos de serpentes e aranhas, encontradas em residências e apreendidas pela polícia ambiental.

Apesar de não corresponder às obrigações dos funcionários, a equipe de veterinários residentes do zoo faz o possível para que todos os animais trazidos à clínica sejam atendidos, levando também em consideração a individualidade e o comportamento de cada caso atendido.

“Como consenso entre os cuidadores de animais (tratadores, biólogos e veterinários), a melhor parte de trabalhar em um ambiente como este é a satisfação de receber o carinho deles, em troca de darmos o melhor nós em cuidar diariamente dos recintos, da saúde e do preparo de suas dietas. Poder observá-los no dia a dia e poder contemplar a natureza do comportamento animal é muito gratificante”, comenta Cecília sobre o comprometimento dos profissionais do zoo.

Vale lembrar que o Quinzinho de Barros também tem toda a atenção voltada para o bem-estar dos animais que lá residem. Hoje, o parque dispõe de um conjunto de técnicas, chamadas de enriquecimento ambiental, usadas em zoológicos modernos com o objetivo de evitar o estresse de animais. A técnica consiste em criar ambientes mais complexos nos recintos, de acordo com o comportamento e o físico da cada espécie. Assim, eles são estimulados a desempenharem seus comportamentos naturais por meio de desafios físicos e mentais.

Sendo uma das maiores referências em pesquisas na área de biologia e veterinária no Brasil, o Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros atrai anualmente mais de 20 mil visitantes interessados em educação ambiental e em conhecimento histórico da região, com o Museu Histórico Sorocabano, situado dentro do parque zoológico.

PARQUE ZOOLÓGICO MUNICIPAL QUINZINHO DE BARROS ESTÁ LOCALIZADO NA RUA TEODORO KAISEL, Nº 883, NA VILA HORTÊNCIA, E ESTÁ ABERTO PARA VISITAÇÃO DIARIMENTE DAS 9H ÀS 16H.

Publicado originalmente em: sorocabices.com.br