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ABRIL LARANJA mês de prevenção da crueldade contra os animais

Muitos animais ainda são maltratados e com o propósito de mudar essa situação escolheram o mês de Abril como o mês de prevenção da crueldade contra os animais.

Nos dias de hoje existem diversas campanhas vinculadas em comerciais de televisão mídia escrita e internet, e cartazes em postos de saúde se utilizando como símbolo laços coloridos que envolvem cores de acordo com o mês e a campanha a ser divulgada.

A todo momento seja na internet ou por algum comentário ou notícias, vídeos e depoimentos sobre abuso de animais: Cães, gatos, pássaros etc. São cenas muito fortes e tristes que nos causam revolta, principalmente, para quem ama os animais. Fica difícil de imaginar como uma pessoa pode ser tão cruel com um animalzinho inocente. Como essa pessoa sai impune? Por que fazer isso com um animal indefeso?

E triste saber sobre maus tratos em animais, e que ainda é um problema em nosso dia a dia. Se preocupando com essa triste realidade, Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade contra os Animais (ASPCA) resolveu dedicar ao mês de Abril para sensibilizar, e promover ações de conscientização e prevenir a crueldade contra os animais, porque muitos animaizinhos ainda vivem em péssimas condições higiene, são maltratados, abandonados propositalmente, e por essas e outras razões, é importante alertar e conscientizar a população sobre os maus tratos aos animais.

Ainda bem que no Brasil, é possível realizarmos denúncias de maus tratos, que são enquadrados no Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605/98(Lei de Crimes Ambientais).

É possível fazer denúncias ao órgão público competente de sua cidade junto a vigilância sanitária, zoonoses ou órgãos responsáveis pelo meio ambiente.

Ao levar uma denúncia ao órgãos competentes mencionados acima, é importante apresentar algum tipo de provas como fotos, vídeos, testemunhas, alguma evidência da crueldade praticada contra o animal.

É importante salientar, que não se faça justiça com as próprias mãos contra o agressor, mas sim fazer a denúncia do mesmo

Também é possível fazer denúncias no site da Delegacia Eletrônica de Proteção Animal (DEPA). Para isso acesse o site http://www.ssp.sp.gov.br/depa

A ASPCA adotou o uso do laço laranja para simbolizar o amor, carinho, proteção e respeito por todos os animaizinhos.

Vamos todos proteger nossos animaizinhos dos mal tratos , e denunciar , que tem essa prática de crueldade.

Fonte: http://falasaoroque.com.br

Imagens: petiko

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Prefeitura de SP faz campanha para que moradores de rua saibam que os abrigos agora aceitam seus animais

A prefeitura de SP está com uma campanha para divulgar aos moradores de rua que agora é permitido entrar com seus animais nos abrigos.

Foi feito esse vídeo para divulgação de campanha. Por sinal você vai se emocionar!

E para a novidade chegar aos moradores de rua, eles começaram a pintar como divulgação embaixo dos viadutos e paredes aonde são suas moradias. Fizeram essa campanha, pois moradores de rua não tem acesso a mídias e usaram esses locais para a idéia chegar a eles.

A Prefeitura de São Paulo construiu CTAs com canis para que quem está em situação de rua possa dormir em uma cama, usar o chuveiro e ter alimentação e cursos profissionalizantes sem precisar se separar daquele que está sempre ao seu lado.

Até que enfim os abrigos estão permitindo os animais de irem juntos com os seus donos, uma iniciativa linda, pois para os moradores de rua que já não tem nada, seus companheiros pet são tudo que eles tem.

 

adoção, amor, notícias

Banda Onze:20 incentiva a adoção de animais em clipe de música nova

A banda Onze20, lançou um clipe para o single ” Não dá” , primeiro do novo trabalho Histórias para contar.

“Não Dá” mostra o amor do grupo pelos animais e incentiva a adoção de filhotes em uma parceria com a PAAP – Associação de Proteção Animal e Ambiental de Poá, São Paulo.

Faça parte dessa campanha, “não dá” para deixar um filhote sozinho!

Todos os filhotes em fundo vermelho que aparecem durante o vídeo estão para adoação na PAAP Associação de proteção animal e ambiental de Póa/SP.

Para adotar estes ou dezenas de outros, entre em contato:

email: paappoa@gmail.com    Fone: (11)96916-7936

https://www.facebook.com/paapsp/

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Cães abandonados viram gandulas em torneio de tênis

Além de serem extremamente fofos, cachorros também têm energia e disposição de sobra para correr atrás de objetos. Quando se trata de bolinhas então, nem se fala. Aproveitando todo esse entusiasmo, cães abandonados foram treinados para servir como gandulas em partidas de tênis.

Carinhosamente apelidados de “cãodulas”, seis animaizinhos foram recrutados em duas ONGs (Projeto Segunda Chance e Cão sem Dono) especialmente para atuar na semifinal e na final do torneio internacional Brasil Open, no Ibirapuera. As partidas acontecem entre 27 de fevereiro e 5 de março.

Cindy, Nanda, Pretinha, Mia, Arlete e Ovelha foram treinados para recolher as bolinhas de tênis e devolvê-las para os atletas o mais rápido possível. Essa é a segunda vez que esse projeto entra em cena, em 2016 a experiência foi bem-sucedida e conseguiu encontrar novos donos após o evento.

Veja no vídeo de 2016

 

1519394662385Imagem: Leandro Martins/ DGW Comunicação

CãoDula-Isabelle_Divulgação

Imagem: r7.com

 

Fonte: esportefera.com.br

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Lacoste substitui icônico crocodilo de suas camisas polo em prol de animais em extinção

Dez espécies ameaçadas de extinção ocuparão o lugar do logo oficial da marca

O tradicional crocodilo, que vem bordado em todas as camisas polo da Lacoste, foi substituído, mas por uma boa causa. A marca francesa se uniu ao projeto “Save Our Species” (Salvem nossas espécies, em português), da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUNC), para criar uma coleção cápsula na qual 10 espécies ameaçadas de extinção tomam o lugar do símbolo da grife.

Ao todo são 1.775 camisas, que carregam animais como a tartaruga de Myanmar, o condor da Califórnia, o papagaio Kakapo e o rinoceronte-de-Java.

As peças foram produzidas na mesma quantidade de animais remanescentes na natureza. 20 polos têm o bordado da Vaquita, um mamífero marinho, e 240 levam a Iguana de Anegada, por exemplo. A coleção já está à venda nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, e todo o lucro será revertido à IUNC.

Fonte: estadao.com.br

Imagem: Lacoste/ divulgação

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Cientistas identificam pela primeira vez orca capaz de imitar palavras

Uma orca capaz de pronunciar “hello” e “bye”- “oi” e “tchau”, em inglês – pode ser o primeiro bicho da espécie a imitar palavras humanas já identificado.

A fêmea Wikie, que mora em um parque marinho na França, foi ensinada a pronunciar pelo menos cinco palavras em inglês, imitando uma treinadora.

O repertório do animal inclui também o nome “Amy”, a contagem de um a três e até “raspberries”- framboesas em inglês.

O treinamento da orca Wikie integra uma pesquisa da Universidade de St. Andrews, na Escócia, sobre a capacidade de comunicação de animais entre si.

As orcas estão entre os poucos animais, além dos humanos, que conseguem aprender a reproduzir novos sons só de ouvir outros bichos.

“Em mamíferos, isso é muito raro”, diz Josep Call, um dos pesquisadores responsáveis pelo experimento.

“Humanos obviamente são bons nisso. Curiosamente, os outros mamíferos que fazem isso bem são marinhos.”

Wikie foi ensinada a imitar palavras ao controlar a pressão no orifício que as orcas usam para expelir água e respirar.

Orcas são conhecidas por viver em grupos que compartilham sons ou “dialetos” próprios. Mas podem copiar outros bichos da mesma espécie quando vivem livres no oceano.

O estudo feito pela Universidade de St. Andrews com a baleia Wikie ajuda a explicar essa capacidade de comunicação desses animais.

“A orca que estudamos em cativeiro foi capaz de aprender a vocalização de outras orcas e também sons humanos, ao imitá-los”, diz Call.

“Portanto, esse resultado sugere que é plausível a explicação de por que orcas aprendem, no ambiente selvagem, os sons feitos por outras orcas e como desenvolvem dialetos.”

A imitação de palavras e sons é uma característica marcante da espécie humana, mas é extremamente rara em outros animais.

Os golfinhos e as baleias belugas estão entre os poucos mamíferos capazes de copiar sons de outras espécies e uns dos outros. Alguns pássaros conseguem imitar palavras humanas, como papagaios e algumas espécies de corvo.

Jose Abramson, da Universidade Complutense de Madrid, na Espanha, que também participou da pesquisa, “conversas” entre humanos e a orca Wikie podem, um dia, ser possíveis.

“Sim, isso é concebível, se você usar sinais e descrições do que as palavras representam. Isso já foi feito antes como um famoso papagaio cinza e com golfinhos, usando linguagem americana de sinais e frases como: ‘Traga-me esse objeto’, ou ‘Coloque esse objeto em cima ou embaixo deste outro’.”

Wikie reproduziu os sons enquanto estava parcialmente imersa na água, com sua cavidade nasal exposta na superfície. Sons feitos dentro d’água podem ser bem diferentes.

E como isso ocorreu somente com um animal, os pesquisadores não sabem se há outras orcas capazes de copiar palavras assim vivendo no ambiente selvagem.

Embora sejam conhecidas como “baleias assassinas”, as orcas são os maiores golfinhos do mundo e um dos mais poderosos predadores dos oceanos.

Elas comem mamíferos dos mares, como leões marinhos, focas e até baleias filhotes.

Fonte: BBC

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Carnaval pet-friendly: Vila Madalena recebe bloquinho para cachorros

A The Body Shop mora no nosso coração. Um dos motivos é a causa pet-friendly, que é levada a sério por ali. Tanto que no sábado, 3, a marca organiza o BloCÃO, bloco de Carnaval para cachorros na Vila Madalena, em São Paulo.

A iniciativa chama a atenção para a campanha Forever Against Animal Testing (Para Sempre Contra testes em Animais), que consiste em um abaixo-assinado global com o objetivo de banir até 2020 testes em animais com finalidade cosmética em produtos e ingredientes.

A meta é atingir os 8 milhões de assinaturas e apresentar o documento para a Organização das Nações Unidas (ONU), para que seja convocada uma convenção internacional sobre a proibição de testes com finalidade cosmética em animais. Até agora a ação já contabiliza 4 milhões de assinaturas (assine aqui!).

No encontro de sábado, a The Body Shop disponibilizará bandanas, petiscos orgânicos e água para os bichinhos, além de comes e bebes, purpurina biodegradável e bottons para os donos. O BloCÃO será conduzido pela influenciadora Jana Rosa, que atuará como DJ. Vai ser na Rua Harmonia, 373, das 15h às 20h.

Fonte: http://revistaglamour.globo.com/Lifestyle/Must-Share/noticia/2018/02/carnaval-pet-friendly-vila-madalena-recebe-bloquinho-para-cachorros.html

Imagem: the body shop

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Projeto quer liberar animais em hospitais de SP para visitar pacientes

SÃO PAULO – Um projeto de lei que tramita na Câmara Municipal de São Paulo propõe a liberação de animais de estimação em hospitais públicos para visitar pacientes internados. Uma das justificativas é o benefício da relação entre homens e bichos, comprovado cientificamente.

Autor da proposta, o vereador Rinaldi Digilio (PRB) argumenta que a visita do animal é uma forma de levar “carinho e alegria” ao paciente internado.

“Conforme a psicóloga Karina Schutz, especialista em terapia cognitivo-comportamental e diretora da Pet Terapeuta, tratamentos que utilizam animais na recuperação de pacientes já vêm sendo aplicados em diversos países, contabilizando resultados de sucesso”, defendeu o vereador.

Segundo Digilio, na Inglaterra, onde Karina estudou por três anos e meio, foi possível comprovar “que o estímulo dos pets em ambientes hospitalares, por exemplo, ajuda não somente o paciente, mas toda a equipe que convive com o animal”.

O texto determina regras para a liberação dos bichos, como vacinação em dia e laudo veterinário atestando a boa condição. Além disso, os animais deverão estar em recipiente ou caixa adequada.

“No caso de cães e gatos, devem estar em guias presas por coleiras e se necessário de enforcador e focinheiras”, afirmou o parlamentar.

Também está previsto que os hospitais devem estabelecer normas e procedimentos próprios para organizar o tempo e o local de permanência dos animais durante a visita. O local de encontro do paciente com o pet ficará a critério do médico e da administração do hospital, que determinarão as regras.

“A presença do animal se dará mediante a solicitação e autorização do médico responsável pelo paciente. A visita dos animais terá que ser agendada previamente na administração do hospital”, determina o projeto de lei.

O texto ainda será discutido por quatro comissões: Constituição e Justiça; Administração Pública; Saúde, Promoção Social e Trabalho; Finanças e Orçamento.

Fonte: saude.estadao
Imagem: laurielocci
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Ciência confirma: nós gostamos mais de cachorros do que de gente

 Um artigo científico acaba de confirmar o que todo mundo já sabia: na média, pessoas gostam mais de cachorros que de outras pessoas. Principalmente se o bichinho for um filhote de olhos bem grandes.

Psicólogos da Northeastern Universtity, em Boston, nos EUA, distribuíram quatro notícias falsas, supostamente publicadas no Boston Globe, a 256 estudantes de graduação voluntários.

Os relatos tinham protagonistas diferentes: um adulto na faixa dos 30, um bebê de um ano, um cãozinho recém-nascido e um cachorro mais velho, com seis anos de idade.

Todos eram encontrados gravemente feridos após uma sessão de espancamento com um bastão de beisebol. Leia um trecho:

“De acordo com as testemunhas presentes no local, um ataque particularmente cruel envolveu um filhote de um ano de idade que foi golpeado com um taco de beisebol por um atacante desconhecido. Chegando ao local do crime alguns minutos após o ataque, um policial encontrou a vítima com uma perna quebrada, lacerações múltiplas e inconsciente. Ninguém foi preso.”

Após a leitura, os participantes eram orientados a indicar, de acordo com uma escala, o grau de empatia que sentiram por cada uma das vítimas.

Resultado? O bebê humano, o bebê canino e o cão adulto despertaram todos mais piedade que o humano adulto – e a comoção foi maior entre mulheres que entre homens.

A explicação é simples: a violência parece menos justificável quando a vítima é um ser indefeso, como um bebê ou o cachorro.

Mesmo que o adulto não pudesse ter se defendido na situação narrada, nós ainda o encaramos como um ser consciente e autônomo, que (pelo menos em teoria) teria mais chances de se defender.

Segundo os próprios autores, a inspiração para a pesquisa veio após um caso real, ocorrido no estado norte-americano do Arizona em 2014.

Um garoto de quatro anos foi atacado violentamente por um cão de grande porte, e precisou passar por delicadas cirurgias de reconstrução facial.

Uma campanha para ajudá-lo alcançou cerca de 500 seguidores no Facebook. Já uma página criada por ativistas para evitar que o cão responsável pelo ataque fosse sacrificado alcançou 40 mil pessoas em pouco mais de uma semana.

Dito isso, é sempre bom lembrar que, na média, o ser humano não tem um bom histórico de relações com os animais.

Na conclusão, os pesquisadores afirmam que a descoberta servirá justamente para criar campanhas de prevenção contra maus-tratos mais eficientes – que comovam usando filhotes simpáticos em vez de cenas de agressão apelativas.

“Ao enfatizar a vulnerabilidade, em vez de focar na exposição à violência e agressão, programas inovadores podem revolucionar a prevenção de casos de abuso de animais.”

Testes futuros terão as raças de cachorro especificadas e envolverão animais de outras espécies.

Este conteúdo foi publicado originalmente no site da Superinteressante.

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Cães acompanham dono ao hospital 

Acompanharam fielmente o amigo socorrido pelo SAMU.

Ali permaneceram.

Não pensavam em nada, preocupados e atentos observavam a reação do dono e a prestação de socorro.

Fiéis e amorosos, como devem ser os verdadeiros amigos.

Somente depois que o dono se movimentou e demonstrou que estava seguro, os cães abanaram o rabo e demonstraram uma sincera alegria.

Ficaram a noite toda acordados, cuidando do dono.

Via: Maurício Galvão