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Inspirado em 101 Dálmatas, casal faz ensaio de noivado perfeito com seus cães de estimação

Talvez um dos encontros românticos mais fofos de Hollywood é quando Roger e Anita se apaixonam, graças à intromissão de Pongo no início do clássico amado da Disney, 101 Dálmatas.

Tony Collier e Corinne Jones, recém-noivados, queriam fazer algo especial para sua sessão de fotos oficial. Tendo se conhecido em 2009 na Universidade de Illinois, ambos trabalharam na Disney World após a formatura e ambos são grandes fãs da Disney. O filme favorito de Corine é 101 Dálmatas, então a ideia do ensaio ocorreu naturalmente pra eles. Juntaram o amor pelo filme com a perícia da fotógrafa e prima Melissa Biggerstaff e o resultado, que ficou incrível, se deve ao talento de Biggerstaff e de seus dois cães muito fotogênicos; Mookie e Izabella, que habilmente assumiram os papéis de Pongo e Perdita.

As fotos, extremamente fofas, vocês veem abaixo com a comparação com a animação original:

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Disney, 1961

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Imagem: Melissa Bigerstaff / Rusty Lion art

Fonte: IHeartDogs

notícias

Emporio Armani lança peles veganas masculinas para o inverno 2019

Acompanhando a crescente demanda do mercado da moda cruelty free, a grife de luxo Armani acaba de lançar uma gama de peles veganas masculinas no seu desfile de outono / inverno de 2019, em Milão.

Fundada por Giorgio Armani, a grife italiana compartilhou imagens do desfile Emporio Armani Outono Inverno 2019-2020, em que a moda masculina de peles artificiais foi o “centro das atenções”, escreveu a marca no Twitter.

A coleção se concentra na “liberdade e energia inspirada no mundo animal”, disse a marca, que está ajudando a “libertar o urbanista de suas restrições geográficas”.

As fotos mostram os modelos usando casacos masculino de pele falsa, botas e um xales.

A grife abandonou a pele em 2016 e, de acordo com a Vogue, Armani disse que ficou “satisfeito” em fazer o anúncio, explicando que “o progresso tecnológico feito ao longo dos anos nos permite ter alternativas válidas à nossa disposição que tornam desnecessário o uso de práticas cruéis em relação aos animais “.

“Prosseguindo o processo positivo empreendido há muito tempo, minha empresa está dando um grande passo à frente, refletindo nossa atenção para as questões críticas de proteção e cuidado com o meio ambiente e os animais”, observou Armani.

Após a mudança, Joh Vinding, presidente da Fur Free Alliance que está em campanha por um mundo livre de pelos de animais na moda e em outros produtos, nomeou Armani como uma “formadora de tendências no mundo da moda”.

Vinding explicou que a decisão de Giorgio Armani concretiza a ideia de que “designers e consumidores podem ter liberdade criativa e luxo, sem apoiar a crueldade contra os animais”.

Pele animal está fora de moda

Um número crescente de grifes famosas está se afastando da pele e do pelo animal devido a preocupações com o bem-estar animal.

Violações dos direitos dos animais na indústria de peles levaram os designers  Jean Paul Gaultier e Diane von Furstenberg  a pararem de usar o material cruel. A Burberry fez o mesmo movimento para se tornar mais “social e ambientalmente responsável”.

Após Asos, Nike, H&M, Puma, Arcadia Group e L Brands anunciarem o fim do uso de pele de animais, a Chanel também prometeu adotar a prática. Em dezembro do ano passado, ela fez seu primeiro livre de peles animais.

Também em dezembro, Michael Kors oficialmente deixou de usar peles, uma política que também inclui Jimmy Choo.

Da mesma forma, o CEO da Gucci, Marco Bizzarri, disse que a grife abandonaria a pele, nomeando o produto como “fora do prazo de validade”.

O abandono da pele é uma vitória para os animais em todo o mundo, mas muitas dessas marcas, como a Armani, ainda usam outros materiais derivados, como lã e couro.

No entanto, alguns designers, como Stella McCartney, estão se voltando para a moda totalmente livre de animais, em uma tentativa de se tornar totalmente sustentável e livre de crueldade.

Publicado originalmente: ANDA

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Sapo Romeu, o mais solitário do mundo, finalmente conhece sua parceira Julieta

Um sapo ameaçado de extinção, que passou mais de 10 anos isolado em um aquário na Bolívia, vai finalmente ganhar uma companheira.

Conhecido como o anfíbio mais solitário do mundo, Romeu é um sapo-aquático-de-sehuencas (Telmatobius yuracare) — acreditava-se até agora que ele era o último representante da espécie.

Mas os cientistas dizem ter encontrado Julieta, que será sua parceira, durante uma expedição a uma remota floresta nublada do país.

Romeu foi descrito por bióloga como sendo 'meio tímido e lento' — Foto: Robin Moore, Global Wildlife Conservation (via BBC)

Romeu foi descrito por bióloga como sendo ‘meio tímido e lento’ — Foto: Robin Moore, Global Wildlife Conservation (via BBC)

Ela foi capturada junto a outros quatro sapos da espécie em um riacho. A ideia é que eles se reproduzam e sejam reintroduzidos de volta à natureza.

Teresa Camacho Badani é chefe de herpetologia do Museu de História Natural Alcide d’Orbigny, na cidade boliviana de Cochabamba, e líder da expedição. Ela está confiante na teoria de que os opostos se atraem, mesmo se tratando de sapos:

“Romeu é muito calmo e relaxado, ele não se mexe muito”, disse ela à BBC News. “Ele é saudável e gosta de comer, mas é meio tímido e lento.”

Romeu (à esquerda) e Julieta (à direita), sua futura companheira, têm personalidades bem diferentes — Foto: Robin Moore, Global Wildlife Conservation (via BBC)

Romeu (à esquerda) e Julieta (à direita), sua futura companheira, têm personalidades bem diferentes — Foto: Robin Moore, Global Wildlife Conservation (via BBC)

No entanto, há muito poucos sapos desta espécie na natureza para manter uma população viável no longo prazo.

“Temos uma chance real de salvar os sapos sehuencas — restaurando uma parte única da diversidade de vida que é a base das florestas da Bolívia, e gerando informações importantes sobre como recuperar espécies semelhantes com grave risco de extinção.”

Cinco sapos da espécie - três machos e duas fêmeas - foram capturados durante a expedição — Foto: Stephanie Knoll, Museu de História Natural Alcide D'Orbigny (via BBC)
Cinco sapos da espécie – três machos e duas fêmeas – foram capturados durante a expedição — Foto: Stephanie Knoll, Museu de História Natural Alcide D’Orbigny (via BBC)

O sapos recém-descobertos vão receber tratamento para se proteger contra quitridiomicose, doença infecciosa que está exterminando anfíbios em todo o mundo.

Depois disso, Romeu vai se encontrar finalmente com Julieta, em uma tentativa de produzir descendentes que vão poder finalmente ser devolvidos ao seu habitat natural.

Na Bolívia, 22% das espécies de anfíbios enfrentam algum grau de ameaça de extinção — seja pela perda de habitat, a poluição ou a mudança climática.

Expedição procurou sapos em riachos de florestas  — Foto: Stephanie Knoll, Museu de História Natural Alcide D'Orbigny (via BBC)
Expedição procurou sapos em riachos de florestas — Foto: Stephanie Knoll, Museu de História Natural Alcide D’Orbigny (via BBC)

Teresa Camacho Badani diz que a história de Romeu é importante para chamar a atenção para a situação dos anfíbios.

A expedição não encontrou nenhum outro sapo aquático em riachos vizinhos, levantando questões preocupantes sobre a saúde do ecossistema.

“É realmente uma boa oportunidade de usar o Romeu para ajudar a entender essas ameaças, ajudar a entender como trazer essas espécies de volta, mas também para aproveitar o espaço global que Romeu e sua espécie têm agora”, diz ela.

Outros anfíbios, como o sapo-parteiro-de-maiorca, da Espanha, e o sapo-de-Kihansi, da Tanzânia, procriaram e foram reintroduzidos na natureza a partir de apenas alguns representantes da espécie no passado.

“Eles oferecem esperança, no contexto desta sexta extinção em massa, de que há soluções para manter nossa biodiversidade maravilhosa, para proteger espécies ameaçadas e até extintas na natureza e trazê-las de volta para recuperar algumas das belezas desses ecossistemas”, afirma Jordan.

Todas as espécies são importantes e não devem ser subestimadas, já que seu DNA representa milhões e milhões de anos de evolução, acrescenta.

Publicado originalmente: g1.com, por BBC

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Prefeitura de Araçariguama cancela carnaval e usa verba para reformar canil municipal

canil-municipal-voltara-e-passara-por-reformas

Prefeitura de Araçariguama utiliza recursos do carnaval para reformar o canil municipal — Foto: Prefeitura de Araçariguama/Divulgação

A Prefeitura de Araçariguama (SP) anunciou o início da reforma do antigo canil municipal utilizando recursos que seriam destinados para o carnaval 2019.

O objetivo é voltar com as atividades e abrigar animais abandonados para serem cuidados e levados para adoção. As obras já foram iniciadas e deverão ser entregues em breve.

Segundo a prefeitura, as equipes de Obras, Frente de Trabalho, Zoonoses, Defesa Civil e Vigilância Sanitária vão realizar a recuperação, reforma e readequação do antigo canil para que a cidade volte a ter um local adequado para abrigar os animais soltos ou abandonados pelas ruas.

Carnaval

Em 2017, com a não realização dos festejos de carnaval, foi adquirida uma ambulância. Já em 2018, os recursos serviram para apoiar a aquisição de materiais e uniformes escolares, distribuídos no Sistema Municipal de Ensino.

Fonte: g1.com
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Abandono de pets cresce nas festas de fim de ano e férias; saiba como denunciar o crime

Abandonar animais é crime. A prática, porém, é recorrente no país e aumenta nas épocas de festas de fim de ano e de férias escolares. São cães e gatos que tinham água, comida e uma casa, mas de uma hora para outra acabaram sozinhos nas ruas, enquanto as famílias aproveitam a folga. Alguns são recolhidos por protetores, mas muitos passam fome e até morrem doentes ou atropelados.

Embora atualmente existam opções para hospedar o animal, o abandono ainda é frequente. Muitos abandonam seus pets em ruas e estradas. São pessoas irresponsáveis que querem viajar e simplesmente abandonam porque não podem levar os animais para os locais aonde estão indo.

Segundo os relatos das ONGs, o aumento do abandono é de até 200% no número de cães e gatos no fim do ano.

DENÚNCIAS E PROVAS
Quem abandona animais pode ser punido. Mas, para isso, precisa ser denunciado. É importante que o denunciante consiga o máximo de informações possíveis para que a polícia chegue ao agressor. Se viu um motorista jogando o animal na rua, deve filmar ou tirar fotos do carro e da placa. Se o animal estiver abandonado em uma residência ou flagrar uma agressão, deve, além de registrar em foto ou vídeo, chamar a polícia.

O protetor que conseguir resgatar o animal vítima de maus-tratos, deve levá-lo imediatamente a um veterinário para fazer o laudo como prova e, em seguida, fazer o registro na delegacia. Deve pedir o termo de fiel depositário, para ficar responsável pelo animal até que, se houver processo, a Justiça determine o destino do animal.

PUNIÇÃO
A punição para quem comete maus-tratos contra animais é considerada branda. Pela Lei de Crimes Ambientais, a pena prevista é de três meses a um ano de detenção, além de multa —pode ser aumentada de um sexto a um terço se ocorrer morte do animal.

No caso de crimes de menor potencial ofensivo (penas de até 2 anos), pode não ocorrer a abertura da ação penal, e a punição normalmente é convertida em prestação de serviço.

A prisão para o responsável pelos maus-tratos ocorre se houver uma soma de penas. “Nós crimes de maus-tratos, cada crime é uma conduta. Se a pessoa abandona dois animais, são dois crimes, e penas se somam. Se maltrata três vezes o mesmo cachorro, cada conduta é um crime. As penas se somam e a pessoa pode ser presa.”

Após a morte da cadela Manchinha, em Osasco, dois projetos que endurecem as punições para crimes de maus-tratos contra animais foram aprovados na Câmara e no Senado. Eles ainda serão analisados pelas duas Casas.

ONDE DENUNCIAR
Denúncias de maus-tratos devem ser feitas à polícia, e é possível registrar boletim de ocorrência nas delegacias. Casos mais graves e urgentes, como flagrantes de agressões, devem ser comunicados à Polícia Militar.
Em São Paulo, a Depa permite o registro da denúncia pela internet. As informações passam por triagem e são encaminhadas às polícias Civil ou Militar.

O endereço da Depa para fazer a denúncia é DEPA. É preciso se identificar no cadastro, mas os dados são sigilosos. O denunciante recebe um número de protocolo e pode acompanhar o andamento do caso. Na Grande São Paulo, outra possibilidade é o recém-criado Disque-Denúncia da Defesa Animal Estadual, pelo 0800-600-6428.

Além da Abraa, que pode orientar protetores sobre como proceder em resgates, a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) tem comissões de proteção e defesa dos animais.

Pense e reflita…os animais são serem vivos, sencientes e necessitam amor e carinho…é uma vida que está em jogo.

Publicado originalmente em: vivatatuape
Imagem: Revista circuito
notícias

TV terá programas para acalmar bichinhos durante queima de fogos

National Geographic irá transmitir conteúdo relaxante nas vésperas de Natal e Réveillon

É comum que animais como cachorros e gatos fiquem assustados com as queimas de fogos de artifício das festas de final de ano. O barulho intenso pode deixá-los agitados e estressados. Pensando nisso, dois canais a cabo da rede National Geographic prepararam programação especialmente destinada a acalmar os bichos de estimação amedrontados nas vésperas de Natal e Réveillon deste ano.
Os canais National Geographic Core e National Geographic Wild irão transmitir o programa “Sinfonia pelo Planeta” a partir de 15 minutos antes da meia-noite dos dias 24 e 31 de dezembro. O especial tem duração de 45 minutos, apresentando música clássica e imagens relaxantes da natureza. A direção da rede, que conta com a iniciativa desde 2017, embasou-se na percepção de especialistas de que música clássica é capaz de ajudar os animais a se acalmar.
(KimJane Photography/Getty Images)

Publicado em: Revista Claudia

amor, histórias, notícias

Os olhos de um animal têm o poder de falar uma língua única

Quando olho para os olhos do meu cachorro, do meu gato ou de qualquer outro animal, não vejo um “animal”. Vejo um ser vivo como eu, um amigo, uma alma que sente, que entende afetos e medos e que merece o mesmo respeito que qualquer outra pessoa.

O poder de um olhar transcende muito além do sentido da visão. Por incrível que pareça, os nossos nervos ópticos estão intimamente ligados ao hipotálamo, essa estrutura delicada e primitiva onde se localizam as nossas emoções e a nossa memória. Quem olha sente, e isto é algo que acontece também com os animais.

Se os olhos são a janela da alma, então algo me diz que os animais também a têm, porque eles sabem usar essa linguagem que não necessita de palavras como ninguém: é o idioma do afeto e do respeito mais sincero.

Todos nós, em algum momento da nossa vida, já experimentamos o seguinte: ir adotar um cachorro ou um gato e estabelecer de imediato uma conexão muito intensa com um deles só de o olhar nos olhos. Sem saber como, eles nos cativam e nos conquistam. No entanto, os cientistas dizem que existe algo mais profundo e intrigante do que tudo isto.

Os olhos dos animais, uma conexão muito antiga

Os cachorros e os gatos são dois dos animais habituados há muitos anos a conviver com o ser humano. Já não surpreende a ninguém a forma tão sábia, e por vezes atrevida, que eles têm de interagir conosco. Eles nos olham nos olhos fixamente e são capazes de expressar desejos e necessidades através de todo tipo de carinhos, gestos, movimentos do rabo e vários tipos de cumplicidades.

Temos harmonizado comportamentos e linguagens para nos compreendermos, e isto não é um ato casual. É mais um resultado de uma evolução genética onde espécies diferentes se acostumaram a conviver juntas para benefício mútuo. Algo que também não nos surpreende é o que nos revelou um interessante estudo realizado pelo antropólogo Evan MacLean: os cachorros e os gatos são bastante capazes de ler as nossas próprias emoções só de nos olharem nos olhos.

(Imagem: Contioutra)

Os nossos animais de estimação são mestres dos sentimentos. Eles podem identificar padrões gestuais básicos para os associar a uma determinada emoção e raramente falham. Além disso, este estudo também explica que as pessoas costumam estabelecer um vínculo com os seus cachorros e gatos muito parecido com o que criam com uma criança pequena.

Nós os criamos, entendemos e estabelecemos um laço forte como se fossem membros da família, algo que, por incrível que pareça, foi proporcionado pelos nossos mecanismos biológicos depois de tantos anos de interação mútua.

As nossas redes neurológicas e a nossa química cerebral reagem do mesmo modo como se estivéssemos cuidando de uma criança ou de uma pessoa que necessita de atenção: liberamos oxitocina, o hormônio do carinho e do cuidado. Por sua vez, os animais também agem da mesma forma: nós somos o seu grupo social, a sua família, os humanos amáveis com que eles compartilham o sofá e as sete vidas de um gato.

A biofilia, a conexão com a natureza e os animais

O mundo é muito mais bonito visto através dos olhos de um animal. Se todas as pessoas tivessem a excepcional habilidade para se conectar com eles deste modo, “recordaríamos” aspectos que antes eram inatos e que agora esquecemos devido à agitação da civilização.

A nossa sociedade está agarrada ao consumismo, à exploração exagerada dos recursos, e isto fere o planeta Terra que os nossos netos deveriam herdar com a beleza do passado, com os seus ecossistemas intactos, com a sua natureza tão bela, viva e reluzente, e não com tantas fraturas quase impossíveis de recuperar.

(Imagem: Contioutra)

Quando ter um animal significava sobreviver melhor como espécie

Edward Osborne Wilson é um entomologista e biólogo norte-americano conhecido por ter criado o termo “biofilia”. Esta palavra define o amor por todos os seres vivos que, em geral, é algo que a maioria das pessoas que gostam de animais já experimentou. Segundo o cientista, a afinidade que estabelecemos com os nossos animais tem a sua origem nos primeiros períodos evolutivos da nossa espécie.

Ao olhar nos olhos de um animal nasce dentro de nós, de forma inconsciente, uma ancoragem emocional e genética. O ser humano estabeleceu um tipo de vinculação muito íntima com certos tipos de animais, sendo o cão um dos mais relevantes nessas épocas remotas, onde a nossa máxima prioridade era sobreviver.

Uma das teorias de Edward Osborne é que as pessoas que contavam com a companhia de vários cachorros nos seus grupos sociais tinham mais chances de viver mais tempo, em comparação com aqueles que não dispunham deste vínculo.

As pessoas que eram capazes de conquistar um animal, de domesticá-lo e de construir uma relação de afeto e respeito mútuo estavam muito mais unidas à natureza, aos seu ciclos, a esses segredos sobre encontrar mais recursos para seguir em frente: água, caça, plantas comestíveis…

(Imagem: Contioutra)

É possível que nos dias de hoje os nossos cachorros já não sejam mais úteis para conseguir alimento. No entanto, para muitas pessoas a proximidade e a companhia de um cachorro ou gato continua a ser imprescindível para “sobreviver”.

Eles nos dão carinho, doses imensas de companhia, aliviam sofrimentos, conferem alegrias e nos recordam todos os dias por que é tão reconfortante olhá-los nos olhos. Eles não precisam de palavras, pois a sua linguagem é muito antiga, muito básica e até maravilhosamente primitiva: o amor.

Não deixe de desfrutar dos seus olhares, veja o seu reflexo neles todos os dias e você vai descobrir tudo o que há de bom em você.

Matéria e imagens publicadas originalmente: Contioutra

curiosidades, notícias

Festa de Réveillon da Avenida Paulista terá queima de fogos silenciosa pela primeira vez

A tradicional festa de réveillon da Avenida Paulista, na região central de São Paulo, terá, pela primeira vez, uma queima de fogos silenciosa. A mudança foi confirmada pela Prefeitura nesta terça-feira (4).

O projeto de lei que proíbe soltar fogos de artifício barulhentos dentro do município de São Paulo foi sancionado pelo prefeito Bruno Covas (PSDB) em maio deste ano.

Os fogos com efeitos visuais, sem estampido, continuam permitidos, assim como aqueles que produzem barulho de baixa intensidade. A lei vale para recintos abertos e fechados, públicos ou particulares, em toda a capital paulista.

Pela lei, também ficou proibida a fabricação e uso de quaisquer artefatos pirotécnicos com efeito sonoro ruidoso. Em caso de descumprimento, a multa prevista é de R$ 2 mil.

O valor da multa será dobrado na primeira reincidência e quadruplicado a partir da segunda nas infrações cometidas dentro de um período inferior a 30 dias.

“O que se espera é uma conscientização da população para os problemas provocados pelo barulho dos fogos. É algo que atinge idosos, bebês, além dos animais. As pessoas com autismo têm muitas dificuldades. Com barulho intenso precisam de acompanhamento”, afirmou , à época da aprovação, o vereador Reginaldo Tripoli (PV), um dos autores da lei.

Fonte: g1.com

amor, curiosidades, histórias, notícias

Angelo, o carteiro amigo dos animais

Quem conhece as histórias de apuros que os carteiros passam para fazer as entregas de correspondências com o moradores peludos? Mas o que vamos contar agora nessa matéria irá mostrar que com amor e carinho, os animais sempre vão receber os nossos carteiros do mesmo jeito.

Esse embaraço entre os cachorros e os carteiros é tão comum que os profissionais dos Correios, recebem ensinamentos sobre como se prevenir de possíveis ataques, porque os animais agem dessa maneira em defesa do seu território.

Os treinamentos abordam conteúdos como comportamento e características dos cães, como identificar sinais e situações de risco, atitudes recomendadas na iminência de um ataque e as providências em caso de acidentes.

Angelo Cristino Antunes, de 32 anos, é carteiro na cidade de Guaratinguetá, no interior de São Paulo. Ele mudou esse “embaraço” de os animais correrem atrás do entregador de cartas, na verdade ele virou amigos dos moradores peludos de onde faz as entregas de correspondências.

Ele costuma chegar nos animais com carinho e atenção, assim conquista novos amigos peludos pelo percurso do seu trabalho!

Angelo criou redes sociais para divulgar as fotos que tira com seus novos amigos!

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

Na foto a seguir, Angelo ao chegar no setor de entregas, escutou um chorinho e encontrou esses dois cachorrinhos abandonados. Não pensou duas vezes e colocou na bolsa do correio, entrou em contato com algumas protetoras de animais e conseguiu ajuda para serem adotados.

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

Tudo de que fazemos com amor e principalmente o que está ligado ao mundo animal, nos surpreendemos a cada dia mais, porque iriam imaginar que o carteiro que vive temendo os animais, viraria amigo deles? Óbvio que sim! Desde que tratados com amor e respeito, é isso que basta para o animal ser seu amigo!

Nós do Debate Animal ficamos muito gratos em poder dividir essas histórias de amor com os bichos! Agradecemos imensamente ao Angelo que autorizou divulgar suas imagens para matéria no blog. Desejamos que você continue fazendo seu trabalho com amor e com todas as bençãos, porque com certeza já está recebendo muito em troca, com a amizade dos bichinhos que cruzam seu caminho!

E se quiserem acompanhar o Angelo nas redes sociais, tem toda história e as fotos dele com os amigos peludos!

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Youtube

E você que tem uma história com animais e queria dividir com a gente, estaremos felizes em publicar!

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

 

curiosidades, histórias, notícias

Conheça a história de São Francisco de Assis 

São Francisco de Assis nasceu no dia 5 de julho de 1182, na cidade de Assis (Itália, com o nome de Giovanni di Pietro di Bernardone. Era filho de um comerciante ilaliano de nome Pietro di Bernardone dei Moriconi e de sua esposa Pica Bourlemont, e tinha origens francesas. A família fazia parte da rica burguesia de Assis, e tinha prestígio no nome e nas posses financeiras. Era chamado pela família de “Francesco” nome cuja origem ainda hoje não foi determinada.

Francisco cresceu e se tornou popular entre seus amigos devido à sua vida rebelde, às extravagâncias, bebedeiras, pela suas roupas caras, por esbanjar dinheiro e ter paixão por aventuras. Tinha o desejo de ser “herói” e por isso alistou-se, em 1202 como soldado na guerra de Assis contra a Peruggia. Foi capturado e passou cerca de um ano preso, à espera de ser resgatado.

Recebeu seu chamado em Assis, durante uma farra com os amigos, onde foi tocado por Deus e desde então começou a perder o interesse pelas farras, dinheiro, riquezas, posses, etc, passando a se preocupar com os mais necessitados e em fazer a vontade de Deus, servindo-o através da doação total e incondicional da sua vida.

Viveu uma conversão brusca em sua juventude, passando de jovem rebelde e mundano, a uma vida religiosa de completa pobreza. Abandonou sua família e sua antiga vida e foi viver em cabanas e abrigos no meio do mato, juntamente com um amigo que chamava de “irmão Leão”. Sua decisão e vivacidade atraiu a outros adeptos, fazendo com que ele fundasse mais tarde a Ordem dos Frades Menores, hoje conhecidos como Franciscanos.

Juntamente com seus “filhos”, Francisco renovou a vivência do catolicismo na época, conservando o hábito de viajar a pé pelas localidades, pregando e vivendo completamente das doações que recebiam. Segundo São Francisco, o evangelho deveria ser seguido à risca, com todo rigor, imitando a vida de Jesus. Desenvolveu latentemente o dom da caridade, pregando o amor à Criação de Deus, à natureza, aos animais, e sobretudo ao ser humano, e vivendo a total doação a estes, e valorizando especialmente os mais pobres. Chamava a todas as criaturas de Deus de irmãos, e se considerava a menor delas. Até hoje é um dos santos da Igreja mais devotados, santidade esta que foi firmada desde que ainda estava em vida, sendo conhecido por muitas pessoas e chamado de santo ainda em vida.

Faleceu em 1226, no dia 3 de outubro, e foi canonizado em 1228, menos de dois anos depois. É conhecido como o protetor dos pobres e doentes e também patrono dos animais e da natureza.

Fonte: infoescola