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Vila Madalena recebe Pet Networking neste sábado (25)

No próximo sábado (25/05) acontece em São Paulo o evento Pet Networking, voltado para amantes de animais. É um modelo descontraído de relacionamento entre cães e seus tutores, para estreitar novas amizades e gerar novos negócios. O projeto é uma iniciativa da Olá Pet! Vivências Pet Friendly, idealizado pela médica veterinária CEO & Founder da empresa, Patrícia Moraes. Para participar é necessário fazer apenas um breve cadastro no local, a expectativa é que 70 pessoas compareçam e que em média 30 pets participem do evento. Esta será a 8ª edição do Pet Networking, com início a partir das 9h30, no Spaces Vila Madalena, localizado na rua Capitão Antonio Rosa, 409.

Petnetworking - Maio

Serviço:
Pet Networking
Data: 25 de maio
horário: a partir das 9h30
Local: Spaces Vila Madalena – rua Capitão Antonio Rosa, 409

As inscrições serão feitas no local do evento.

Organizador do evento: Olá Pet! 

 

curiosidades, notícias, saúde

Porque as abelhas são indispensáveis para a humanidade?


As abelhas são há séculos uma das espécies mais importantes do mundo, pois com seu trabalho duro contribuem para a alimentação de milhões de pessoas, plantas e animais, garantindo que possamos sobreviver no planeta.
Embora seja pequena em tamanho, seu papel é fundamental nos ecossistemas com sua polinização, o que nos permite produzir a comida que consumimos diariamente, contribuindo para a segurança alimentar e nutricional do mundo.
A polinização é uma troca de pólen entre as flores e seu objetivo principal é conseguir a reprodução de qualquer tipo de semente e fruta, por isso, se este processo não for cumprido, não teremos alimento da maneira como o fazemos hoje em dia.

O papel da polinização também tem um impacto positivo sobre o meio ambiente, porque contribui para manter a biodiversidade e a dinâmica dos ecossistemas dos quais depende a agricultura mundial.

Além disso, as abelhas são famosas por seu papel no fornecimento de alimentos de alta qualidade, como mel, geleia real e pólen, além de outros produtos como cera, própolis e outros…
É por isso que a Organização das Nações Unidas (ONU) decretou o dia 20 de maio como o Dia Mundial das Abelhas, como forma de destacar o papel essencial que esses seres têm para manter a vida no planeta.
Esta data foi estabelecida porque neste dia nasceu Anton Janša, um dos maiores pioneiros da apicultura moderna e que pertenceu a uma família de apicultores na Eslovénia, uma actividade agrícola com uma longa tradição.

A importância
A ONU enfatizou que cerca de três quartos das espécies agrícolas do mundo dependem das abelhas para completar seu processo de desenvolvimento e produção de alimentos.
Alertas foram incendiados nos últimos anos, já que há uma diminuição considerável na população de abelhas no mundo devido ao uso de agrotóxicos na agricultura e poluição do ar, bem como eventos climáticos extremos gerados pela mudança climática.
“Pesquisas preliminares mostram que os poluentes atmosféricos interagem com as moléculas aromáticas liberadas pelas plantas que as abelhas precisam para localizar os alimentos. Os sinais mistos interferem na capacidade das abelhas de se alimentar, tornando-as mais lentas e menos eficazes na polinização “, disse a ONU.
Esse cenário complexo pode gerar uma crise na segurança alimentar do mundo, pois mais de 75% das lavouras dependem da polinização das abelhas. Além disso, estaríamos em risco diante de um aumento de surtos de pragas e doenças que causariam sérios problemas de saúde para a população do planeta.
Fatos divertidos
As abelhas devem visitar 4 milhões de flores e voar quatro vezes a distância ao redor da terra para produzir um quilo de mel.
As abelhas contribuem para a polinização de mais de 170.000 espécies de plantas no mundo.
Em média, uma abelha é capaz de produzir uma quantidade equivalente a 1/12 de uma colher de chá de mel em toda a sua vida
Um enxame de abelhas é composto de 30.000 a 60.000 abelhas operárias, 300 a 1000 zangões e uma abelha-rainha.
A abelha rainha geralmente vive de 1 a 4 anos, enquanto os trabalhadores vivem 6 a 8 semanas no verão e 4 a 6 semanas no inverno.

Publicado originalmente em: curiosidadesdaterra

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Soldado homenageia cão-bombeiro Barney com tatuagem: ‘Quando coração transborda, transparece na pele’

O labrador Barney, do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, pulou no Rio Urussanga em Içara, no Sul do estado, durante buscas por uma pessoa desaparecida. Após mergulhar, ele não retornou mais à superfície. O acidente ocorreu em 2 de maio. O cachorro atuava em situações de buscas e foi levado a Brumadinho (MG) para ajudar a encontrar vítimas.

“Quando o coração transborda, ele transparece na pele. Primeira sessão em homenagem ao meu parceiro, definitivamente marcado para sempre em minha vida. Meu Barney!”, escreve Rangel ao publicar a imagem em uma rede social.

O cachorro estava no batalhão em Lages, mas atuava em salvamentos em vários pontos do estado. No dia do acidente fatal, segundo os bombeiros, ele teria mergulhado para apontar o local onde estaria a vítima desparecida, mas não retornou à superfície.

Publicado originalmente em: G1.com

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Animais que ajudam quem tem epilepsia

Saiba como os pets podem prevenir, identificar e alertar quando uma crise se aproxima

Os amantes de animais encontram nesses bichinhos fontes inesgotáveis de companheirismo, amor sincero e muito carinho. Muitos são os benefícios de compartilhar uma vida com esses seres que tanto nos ensinam.

Como se não bastasse todas as vantagens de conviver com eles, especialistas estão criando correntes do bem que incluem a inserção de animais em tratamentos para vários tipos de doenças.

Os resultados da participação dos bichos como complemento de terapias têm apontado para o sucesso. Uma das doenças que podem ser tratadas com o apoio dos pets é a epilepsia. Saiba mais sobre a doença e como nossos amigos ajudam a tratá-la.

O que é epilepsia

A epilepsia é uma doença que se desenvolve a partir de uma anormalidade na atividade elétrica cerebral. As causas mais comuns para seu desenvolvimento são meningite, acidente vascular cerebral, traumatismo craniano, falta de oxigenação durante o parto e algumas doenças genéticas.

Essa anomalia é diagnosticada por meio de exames de ressonância magnética. Os tipos de crise epilética dependem da região do cérebro que será envolvida pela atividade elétrica. A crise convulsiva é a mais conhecida.

Os sintomas da convulsão são: contração muscular, salivação excessiva, respiração intensa e perda do controle das atividades fisiológicas, como urinar e defecar.  É muito comum que os portadores de epilepsia mordam a língua quando estão em crise convulsiva.

Além da convulsão, os epiléticos podem apresentar sintomas de desligamento, em que ficam com olhar fixo. Nesse caso, a região cerebral atingida está relacionada à capacidade de falar.

Nas crises de desligamento, é comum que os portadores da doença façam movimentos automáticos, como piscamento, tentativa de pegar objetos e deglutição.

Epilepsia em números

De acordo com dados fornecidos pela Organização Mundial de Saúde, cerca de 50 milhões de pessoas em todo o mundo têm epilepsia. Dentre os casos registrados, 80% dos epiléticos vivem em países de baixa e média renda.

Ainda que os remédios sejam eficazes, três quartos das pessoas não recebem o tratamento adequado.  No Brasil, a doença atinge 1,9 milhões de pessoas. Pelo menos 25% dos pacientes brasileiros com epilepsia são portadores em estágios mais graves.

Sempre alerta! Pets detectores de epilepsia

Existem animais que, além de possuírem o pacote completo de fofura, desenvolvem habilidades mais que especiais. Eles são capazes de detectar ataques de epilepsia nos humanos e, melhor ainda, podem evitar que eles aconteçam.

E quem são esses pets salva-vidas? Sim, são os cães, os melhores amigos e verdadeiros anjos da guarda. Veja como eles desenvolvem a habilidade para cuidar de um portador de epilepsia:

Treinamento de cães para prevenir crises – Existe uma diferença entre cães que possuem um comportamento instintivo e natural diante de uma crise de ataque epilético e cães que são realmente treinados para esse fim.

Os cães que são adestrados para isso são chamados “cães de alerta”. Eles são treinados para realizarem tarefas específicas que são muito importantes, principalmente nos momentos depois da crise.

Perfil dos cães de alerta – Os comportamentos desses cães não estão relacionados a raças. No entanto, um padrão que vem sendo estudado por especialistas revela que os animais de grande porte são mais bem preparados.

Além disso, a quantidade de fêmeas que são destinadas para esse fim é maior em relação aos machos.

Identificando os sinais – Para saber se o amigo humano está prestes a ter uma crise, os cães são treinados identificar alguns sinais. Isso evita ataques de convulsão e permite que a assistência médica, caso seja necessário, seja solicitada.

Que sinais são esses? Os cachorros são muito sensíveis a ruídos e odores. São esses os principais norteadores para que eles sejam capazes de identificar as mudanças em seus amigos.

Assim, o cheiro, o tom da voz e o comportamento da pessoa vai acionar o alerta em seu amigo de quatro patas.

Atitudes que os pets tomam quando identificam o ataque – Os cães podem ser treinados para se comportarem de várias maneiras ao perceberem que a crise epilética se aproxima. Não devemos subestimar sua inteligência, eles aprendem muito rápido!

Dentre os comportamentos mais comuns, podemos citar: latidos constantes, gemidos para chamar a atenção de outras pessoas e bloqueio de lugares que oferecem riscos aos humanos, como escadas e janelas.

Além disso, eles são capazes de pressionar botões de alarmes, pegar um aparelho de telefone, despertar uma pessoa e abrir portas para que os vizinhos percebam que alguém precisa de socorro.

Habilidade em correr contra o tempo – Estudos têm apontado que alguns cães podem ser capazes de identificar ataques epiléticos com até 45 minutos de antecedência. Isso é extremamente importante para que os donos se tenham tempo de se prevenir.

O que muda na vida das pessoas que são assistidas por cães de alerta

Diminuição do risco de acidentes – As crises acabam gerando alguns acidentes, como quedas e impactos na cabeça. Com o alerta do amigo de quatro patas, é possível que as pessoas procurem um local seguro.

Redução das crises – Um estudo realizado pelo Hospital Universitário Thomas Jefferson de Filadélfia revelou que a quantidade de crises reduziu em 14% em pacientes que passaram a conviver com cães de alerta durante um ano.

Além disso, o tempo de duração de um ataque também diminui consideravelmente. A estabilidade, saúde e segurança têm assumido o lugar que antes era ocupado pelos ataques.

Melhoria da qualidade de vida – Quem convive com cães de alerta relata possuir maior segurança para realizar as atividades do dia-a-dia. Bem-estar, sensação de felicidade e conforto também são sentimentos presentes em quem convive com esses pets.

Caso você tenha alguma dúvida sobre a terapia animal em casos de epilepsia, procure um veterinário 24h.  Ele irá te orientar sobre como encontrar cães e locais de treinamento para que essa corrente do bem cresça cada vez mais.

 

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Cães fazem a alegria da Pediatria do Hospital das Clínicas da UFMG

Projeto de terapia assistida explora laços entre humanos e animais

Três cachorros, acompanhados de suas tutoras, fizeram a alegria do setor de Pediatria do Hospital das Clínicas da UFMG, na manhã deste sábado, dia 6. Crianças, mães e profissionais do Hospital vivenciaram momentos de descontração durante a visita da equipe do projeto Amigos pra cachorro.

A ação foi idealizada em sala de aula, durante uma disciplina ministrada pela professora Maria Izabel de Azevedo, do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, da Escola de Veterinária. Ela e três alunas desenvolveram o projeto, que se baseia na Terapia Assistida por Animais.

Para a superintendente do Hospital das Clínicas, professora Andréa Maria Silveira, o laço entre seres humanos e animais traz muitos benefícios: “Sabemos, pela literatura internacional, que a interação dos humanos com os animais, que é muito antiga, traz efeitos muito benéficos para pessoas doentes, principalmente para crianças”, analisa. Entre os pontos positivos, a professora destaca que brincar com animal ajuda a tirar o foco da dor e da doença, além de diminuir a ansiedade, a melancolia e estimular o bom humor.

Segundo a professora Maria Izabel, os cães são ideais para esse tipo de terapia. Para a visita, foram selecionados animais sadios e dóceis que passaram por avaliação clínica e higienização. A TV UFMG acompanhou a atividade e mostra como foi a reação das crianças. Assista:

 

Equipe: Olívia Resende (produção e reportagem), Ravik Gomes (captação e edição de imagens).
Publicado originalmente: UFMG
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Relação de crimes contra animais pode ser indício de crimes contra pessoas

Os maus tratos contra animais são muitas vezes o indício de abusos contra pessoas também : os animais, além de serem vítimas da violência, servem para manipular, intimidar e agredir as vítimas humanas emocionalmente.

Os crimes contra animais de companhia são muito frequentes, porém tem sido pouco falado da sua relação com outros fenômenos de violência. A forma como os animais são tratados no seio de uma família é fundamental para interpretar as relações entre as pessoas que a constituem e a sua dinâmica familiar.

Vários estudos internacionais demonstram uma relação direta entre a violência contra animais e outros tipos de violência, sendo crescente o reconhecimento de que a violência doméstica, de pessoas idosas, animais o abuso infantil, ocorrem frequentemente nos mesmos lares.

Ou seja, os maus tratos contra animais são muitas vezes a “ponta do icebergue”: os animais, além de serem vítimas de violência, servem para manipular, intimidar e agredir as vítimas humanas emocionalmente, impedindo-as até de sair de casa (desde logo pela falta de respostas que permitam que as vítimas saiam acompanhadas dos seus animais). Diz um estudo da National Link Coalition on Violence Against Animals que 15% a 48% das mulheres adiam a saída de uma situação de abuso com receio pela segurança dos seus animais de companhia.

Também o impacto emocional sobre as crianças que possam ter testemunhado atos de violência contra os animais que integram a sua família pode ser devastador e ter consequências no desenvolvimento da sua personalidade.

Mas a correlação da violência vai mais longe, não se estendendo somente aos crimes de violência doméstica, mas incluir, também, crimes em séries, que se iniciam muitas vezes com crimes contra animais.

Nos Estados Unidos, desde 2016 que o FBI alterou a categorização dos crimes contra animais e passaram a registá-los na base de dados criminal, a par dos crimes violentos e tipificados como “crimes contra a sociedade”, como os homicídios. Desta forma, seria mais fácil identificar os fatores de risco e atuar na prevenção da violência. Este registo permite revelar uma imagem mais completa da natureza da crueldade com os animais e a sua relação com a escalada de violência contra pessoas, sensibilizando a população para esta correlação.

Como demonstram diferentes estudos de sociólogos, psicólogos e criminologistas nos últimos 25 anos, os agressores em casos de crueldade animal frequentemente não ficam por aí e passam a cometer atos de violência contra humanos. Um estudo realizado em 1997 pela Northeastern University e Massachusetts SPCA demonstrou que quase 40% dos abusadores de animais cometeu crimes violentos contra pessoas.

Em Portugal, apesar dos crimes contra animais constarem já do Relatório Anual de Segurança Interna, não existe ainda uma análise integrada destes crimes com outras realidades criminais, em particular com a violência doméstica, que tem aumentado dramaticamente no nosso país.

Em causa estão precisamente comportamentos como maus tratos aos animais de companhia da vítima ou ameaças à vítima, às suas crianças ou aos seus animais, uma associação de comportamento denominada “roda do poder e do controle” que tem o intuito de intimidar, manipular ou coagir a vítima.

Ao ser identificada uma situação de maus tratos a animais, os diferentes profissionais que são chamados a atuar nestes casos devem estar aptos a, além de proteger o bem-estar do animal, poderem reconhecer os sinais de risco e de conexão deste tipo de violência para que possam adequar procedimentos e travar o ciclo de violência. Ou seja, além do respeito que a vida animal  merece, podemos estar até perante uma situação mais complexa em que também as pessoas daquele contexto familiar estão em risco.

É essencial não só a adequação da legislação, que tem necessariamente de ser reformulada, mas também formar os diferentes profissionais que vão intervir para que possam estar preparados para reconhecer os diferentes tipos de violência, incluindo a violência contra animais, e conhecer os procedimentos juridicamente adequados para cada caso, travando o mais cedo possível o ciclo de violência.

Porém, para que tudo isto aconteça, é necessária a tão falada mudança de mentalidades: a violência contra animais deve ser reconhecida como parte integrante da violência contra pessoas, em particular no contexto familiar. E só reconhecendo o vínculo afetivo existente entre as vítimas humanas e não humanas, assim como a relação entre a violência contra pessoas e contra animais, poderemos ter um ponto de partida para uma efetiva prevenção destes crimes.

Qualquer ato de maus-tratos envolvendo um animal deverá ser denunciado na Delegacia de Polícia. Aconselhamos que os casos de flagrante de maus-tratos e/ou que a vida de animais estejam em risco, acione a Polícia pelo 190 e aguarde no local até que a situação esteja regularizada. A Lei 9605/98 (Lei de Crimes Ambientais) prevê os maus-tratos como crime de comina as penas. 

Sempre denuncie os maus tratos. Essa é a melhor maneira de combater os crimes contra animais. Quem presencia o ato é quem deve denunciar. Deve haver testemunha, fotos e tudo que puder comprovar o alegado. Não tenha medo. Denunciar é um ato de cidadania. 

 Exemplos de Maus-Tratos

– Abandonar, espancar, golpear, mutilar e envenenar;
– Manter preso permanentemente em correntes;
– Manter em locais pequenos e anti-higiênico;
– Não abrigar do sol, da chuva e do frio;
– Deixar sem ventilação ou luz solar;
– Não dar água e comida diariamente;
– Negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido;
– Obrigar a trabalho excessivo ou superior a sua força;
– Capturar animais silvestres;
– Utilizar animal em shows que possam lhe causar pânico ou estresse;
– Promover violência como rinhas de galo, farra-do-boi etc..

Artigo 32 da Lei Federal nº. 9.605/98. É considerado crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, doméstico ou domesticados, nativos ou exóticos. Pena – Detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano e multa.

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Fonte: publico.pt
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Nasce primeiro filhote de onça-pintada do mundo nascido de inseminação artificial

Uma parceria entre a Faculdade de Veterinária (Favet) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e cientistas da Associação Mata Ciliar e do Zoológico de CIncinnati, nos Estados Unidos resultou no nascimento do primeiro filhote de onça-pintada do mundo a partir de inseminação artificial.

De acordo com a professora e pesquisadora Regina Célia Rodrigues da Paz, da UFMT, “O nascimento do filhote é um marco importante e revigora a possibilidade de usar a reprodução assistida como uma ferramenta conservacionista”.

Para realizar a inseminação, os pesquisadores desenvolveram um procedimento de sincronização do cio do animal utilizando hormônios exógenos e monitoramento não invasivo, além de realizarem adaptações das técnicas de inseminação por videolaparoscopia para a espécie.

“A coleta de sêmen e a Inseminação Artificial podem ser usadas para propagar pares geneticamente valiosos que não podem se reproduzir naturalmente devido a problemas comportamentais ou deficiência física. Essa abordagem também pode promover a conectividade entre felídeos que vivem em zoológico e na natureza, possivelmente revigorando a diversidade genética de ambas as populações”, explica a professora.

“Após a inseminação com sêmen fresco, a fêmea pariu um único filhote saudável após 104 dias de gestação. Monitoramento remoto por vídeo mostrou cuidados maternos adequados nos primeiros dias após o nascimento. Infelizmente, o filhote foi morto pela mãe dois dias após o nascimento, o que não é incomum para carnívoros mantidos em cativeiro”, conclui.

Também fizeram parte do trabalho as pesquisadoras Cristina Adania, Priscila Yanai e Jéssica Paulino, da Associação Mata Ciliar e os cientistas Bill Swanson e Lindsey Vansandt do Zoológico de Cincinnati.

Segundo a assessoria da UFMT, devido à caça furtiva e à perda e fragmentação de habitats, o número de onças-pintadas diminuiu drasticamente em várias regiões do Brasil. A espécie está classificada como “quase ameaçada”, com uma tendência populacional ao declínio na América Latina.

Publicado originalmente em: Matogrossomais

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Como os cachorros domesticaram o homem

Meu dono para de repente. Uma faixa de pelo ao longo das costas até o cóccix se arrepia. A boca, que normalmente esboça algo parecido com um sorriso, agora está fechada, e o nariz faz movimentos quase imperceptíveis. Apesar de andar sempre ao meu lado, Legolas me arrasta em direção a seu alvo. O motivo da transformação do meu labrador brincalhão em um cão de caça é um gato do outro lado da esquina. Em dois anos de convivência, ele sempre gostou de perseguir gatos na rua, e nunca de maneira amigável. A única outra coisa que surte nele um efeito parecido é comida. É enxergar um pedaço de pão a metros de distância para me puxar até lá. Nesses momentos ferozes, Legolas me lembra que, apesar de ter nome, cama, frequentar uma creche, ser ótimo com crianças e fazer sucesso no Instagram, ele é um cachorro. E que, como todo cachorro, é meio lobo.

Quer dizer, mais ou menos. Em 2014, cientistas de Universidade de Uppsala, na Suécia, compararam os genomas de algumas raças de cachorro com os de outros caninos, incluindo lobos de regiões em que teria se iniciado a domesticação dos cães pelo homem (Croácia, China e Israel). O que descobriram foi que os genes dos cachorros são parecidos entre si, mas não tão similares aos dos lobos de hoje em dia a ponto de dizermos que um evoluiu do outro. Aliás, os traços genéticos que compartilham têm mais a ver com cruzamento entre as espécies do que com uma descendência direta. Então, de onde vieram os cachorros? Uma possibilidade é que tanto cães como lobos evoluíram a partir de um ancestral comum já extinto entre 9 e 34 mil anos atrás. Cachorros não são lobos, ao contrário do que sugerem os gurus do adestramento na TV.

A ideia mais aceita hoje é que, cerca de 13 mil anos atrás, a tal espécie canina ancestral percebeu que andar próxima a lugares por onde os homens nômades passavam era uma boa. Afina, era comum sobrar restos de comida nessas áreas. De cara, evitavam contato direto com humanos, aquela espécie desconhecida e potencialmente perigosa. Mas alguns caninos menos medrosos chegaram um pouco mais perto, em busca de restos mais nobres. Os humanos viram vantagem. Aqueles bichos percebiam coisas que os homens não eram capazes de notar, como a presença de predadores e a proximidade de presas. Era o início da amizade.

A domesticação demorou a acontecer. O homem de 13 mil anos atrás não era exatamente um cara civilizado com moradia fixa a ponto de ter um animal doméstico. Nos milhares de anos seguintes, os humanos foram selecionando os bichinhos mais dóceis e descartando os agressivos. Foi a invenção do cachorro. Uma seleção artificial tão eficiente que foi reproduzida em laboratório. Nos anos 1960, o geneticista russo Dmitry Belyaev começou a criar raposas em cativeiro. Por 40 anos, liberava as mais simpáticas para cruzar e gerar raposinhas. Mais de dez gerações depois, elas mudaram física e psicologicamente. Lambiam, pediam carinho, interagiam com humanos, tinham orelhinhas caídas quando filhotes, rabo em pé e focinho mais curto que seus ancestrais selvagens. Viraram cachorros.

A história das raposas é uma evidência de como a espécie humana é capaz de moldar outras espécies. Mas, no caso dos cachorros, fomos longe demais. Basta ver como a obsessão por raças perfeitas por meio de cruzamentos de indivíduos da mesma família criou cães como o pug, que não respira direito e pode morrer se fizer muito esforço físico. O abuso de poder está também em pequenos gestos. Adoramos dar banho e encher os cachorros de perfume, tirando-lhes o cheiro natural: o documento de identidade deles. Resumindo, estamos descachorrizando os cães. Eles têm roupas, vão à creche, ganham festa de aniversário – e há quem garanta que eles amam tudo isso. Mas, quando atribuímos aos cachorros sentimentos humanos, como inveja, ciúmes ou alegria, nos esquecemos de que eles funcionam de um modo muito diferente do nosso. Não é assim que se trata o melhor amigo.

No século 19, o biólogo alemão Jakob von Uexküll mudou a história da ciência do comportamento animal ao propor ver o mundo pelos olhos de uma pulga. Esse parasita não tem uma vida muito variada. Ele não enxerga e não liga para barulhos. De todos os cheiros do mundo, só um importa: o de ácido butanoico, presente em manteiga, em alguns queijos e no suor de animais de sangue quente. Para a pulga, encontrar um desses animais é como ganhar na loteria. Ela morde, suga um bocadinho de sangue e pronto, sua missão na Terra está completa. Se a pulga pudesse falar, só diria que há três tipos de coisas no mundo: lugares para esperar surgir no ar o cheiro de ácido butanoico, superfícies com ácido butanoico e sangue (que está cheio de ácido butanoico). O resto – a política nacional, a temporada mais recente de Game of Thrones (incluindo o destino dos lobos gigantes dos Stark), este site, uma montanha de dinheiro – é irrelevante. Para Von Uexküll, só é possível compreender a pulga ao levarmos em conta o ponto de vista dela. Essa perspectiva peculiar recebeu o nome de umwelt (algo como “ambiente”, em alemão). O umwelt do cachorro é bem mais complexo do que o da pulga que se hospeda nele. E muito diferente do seu.

Um cão não liga para a magnífica vista do parque em que passeia. Para ele, importante é cheirar. Nenhum sentido é tão aguçado num cachorro quanto o olfato. Ele tem 220 milhões de células olfativas, 100 mil vezes mais do que você. Além de terem mais receptores de cheiros, eles têm tipos diferentes de células olfativas. Isso faz com que não só cheirem melhor: eles cheiram de um jeito que você nem imagina que é possível. Entre o céu da boca e a parede inferior do focinho, há um aparelhinho muito útil chamado órgão vomeronasal, uma espécie de decodificador de odores. Tudo o que entra pelo nariz é processado e transformado em informações no cérebro canino.

Publicado originalmente em: Revista super interessante

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Adidas já vendeu 6 milhões de tênis feitos com plástico retirado do oceano

Produzir sapatos feitos de plástico retirado dos oceanos é a nova aposta de sucesso da Adidas, que transformou milhões de garrafas plásticas descartadas indevidamente em tênis de corrida de alto desempenho.

Com 11 garrafas recicladas, é possível produzir um par de tênis de corrida pra lá de futuristas, incluindo na confecção da peça o revestimento dos calcanhares, das capas dos forros das meias e o design externo.

Parece um sonho distante, mas o eco-tênis já é uma realidade bastante lucrativa, inclusive, para a Adidas.

A ideia surgiu em 2015, quando a multinacional alemã somou forças ao grupo ambientalista Parley for The Oceans para desenvolverem, em conjunto, o inovador calçado.

Em 2016, a Adidas se comprometeu a parar de usar sacolas plásticas em suas 2.900 lojas de varejo espalhadas pelo mundo, com o objetivo de economizar 70 milhões de sacolas plásticas por ano, trocando-as por sacolas de papel em sua rede de filiais.

No ano seguinte, em 2017, cerca de 5,5 milhões de garrafas de plástico foram usadas para produzir 1 milhão de eco-tênis UltraBoost em três versões diferentes, conforme informou o CEO da Adidas, Kasper Rorsted.

“Este ano a meta é produzir 7 milhões de pares de calçados”, disse Eric Liedtke, membro do conselho executivo da Adidas, em comunicado à imprensa.

“Depois de um milhão de pares de calçados produzidos em 2017, cinco milhões em 2018, planejamos produzir onze milhões de pares de calçados contendo plástico dos oceanos reciclado em 2019.”

Apesar dos tênis terem um preço de até US$ 220 (R$ 850) por par, o feedback dos consumidores têm sido bastante positivo, valorizando seu design leve, moderno e durável.

A marca também conseguiu se conectar de forma bem sucedida com os consumidores, mostrando que eles estão preocupados com o crescente aumento da quantidade de plástico nos oceanos; e que estes estão dispostos a pagar um pouco mais caro para comprar produtos personalizados e eco-friendly.

“A Adidas, por meio da sua nova linha de produtos à base de plástico reciclado oferece aos nossos consumidores um real valor agregado além da aparência, funcionalidade e qualidade do produto,” acrescentou Eric, membro do conselho executivo.

Além da linha de calçados, a empresa também produz camisetas de material reciclado, como as utilizadas pelos jogadores da Liga dos Campeões, para clubes como o Bayern de Munique, da Alemanha.

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, os plásticos são despejados em nossos oceanos a uma taxa de um caminhão por minuto, impactando fortemente a vida marinha. Para piorar, mais de 480 bilhões de garrafas plásticas foram vendidas em todo o mundo em 2016 – meio trilhão em 2017 e 2018 – o que representa um aumento de cerca de 300 bilhões de garrafas a mais em comparação com uma década atrás. Uma porcentagem ainda considerada baixa é reciclada.

Segundo a organização Global Citizen, alguns países têm legislado sobre a proibição do uso de plásticos em certas circunstâncias, como a Escócia, Taiwan e Quênia, ao passo que cidades como Nova Delhi e Vancouver aplicaram alguma lei que proíbe a circulação de plástico, visando reduzir o consumo entre os cidadãos.

“Hoje não há desculpa para qualquer empresa usar plástico novo e virgem”, diz Cyrill Gutsch, fundador da Parley. “Provamos que os consumidores estão dispostos a pagar um pouco mais e preferem produtos feitos de ‘plástico oceânico’ do que outros tipos de produtos não-recicláveis.”

Essa maneira inovadora de reutilizar o plástico pode não parar apenas nos eco-tênis (felizmente!), pois o material pode ser triturado e transformado em fibras que podem ser tecidas em uma infinidade de produtos diferentes, como móveis, decks e até camisetas.

A Adidas planeja produzir todos os seus produtos com plástico reciclado até 2020 – uma excelente iniciativa para ajudar o ecossistema e, de quebra, uma ótima tacada de marketing também (e tá tudo bem!). Esperamos que mais empresas sigam a cartilha!

https://youtu.be/D73BR9WRmmE

Publicado originalmente em: Razões para acreditar

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Por que os cães podem ser bons para o crescimento do seu filho?

Ao se desenvolver ao lado de um cachorro, a criança terá benefícios que envolvem saúde, convívio social e equilíbrio das emoções

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Imagem: Freepik

Nas redes sociais, vídeos e fotografias que captam a relação inocente entre criança e cachorros sempre rendem muitos likes e comentários fofos. Essa dupla forma uma harmonia tão perfeita que é impossível não se encantar.

Muitas são as histórias de quem teve a felicidade de crescer ao lado do seu melhor amigo peludo. Uma infância com animal de estimação é marcada pela cumplicidade, carinho e, claro, muita bagunça.

Os motivos para ter um animal de estimação em uma casa com crianças são bem maiores do que os motivos para não fazê-lo. Confira porque essa combinação de crianças e cachorros é tudo de bom!

Crianças que convivem com cães adoecem menos

A Universidade Aberta do Canadá realizou uma pesquisa que comprovou que os cães reforçam o sistema imunológico dos bebês. O resultado da convivência diminui o risco de desenvolvimento de alergias infantis, além de proteger da obesidade.

Foram analisados históricos de 700 bebês. 46% deles conviveram com pelo menos um cachorro desde a barriga da mãe até os três meses após o nascimento. Os dados comprovaram que as crianças com cães em casa têm menos doenças respiratórias.

Alguns especialistas acreditam que isso se deve a uma maior exposição a alguns tipos de bactérias e germes, que ajudam no fortalecimento e na melhoria da resposta do sistema imunológico a algumas doenças.

Se seu filho receber um lambeijo, entenda isso como um ato sublime de amor. Se o pet estiver saudável e com as vacinas em dia, nada de ruim poderá acontecer ao seu filho.

Os cães ensinam muito sobre afeto

Os cachorros são animais carinhosos por excelência. Com a convivência, os bebês acabam aprendendo a ser carinhosos também, desenvolvendo assim comportamentos mais afetivos e solidários.

O cuidado consigo e com o outro também é estimulado pela presença de um animal de estimação em casa. A companhia canina ensina as crianças a compartilhar os brinquedos, o que evita atitudes egoístas.

Crianças que convivem com cães são menos propensas ao estresse

A saúde da mente é também beneficiada pela convivência com um pet. O melhor funcionamento do sistema cardiovascular tem sido associado à presença de um cão na família.

Com isso, a pressão sanguínea e a frequência cardíaca ficam mais estabilizadas, o que auxilia na redução do estresse. O simples gesto de acariciar o cachorro, reduz as condições psicossomáticas produzidas por fortes emoções, como por exemplo a agressividade.

A redução de quadros de ansiedade também entra na lista dos benefícios de deixar a criança ter contato com cachorro. As brincadeiras e o cuidado com o pet servem como exercício terapêutico e reduz sintomas de angústia, medo, insegurança e solidão.

Em uma pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Montreal, no Canadá, a criança portadora de autismo, na presença de um cão treinado para lidar com esse tipo de quadro, entra em estado de tranquilidade e segurança.

Com isso, os níveis de hormônios de estresse reduzem consideravelmente. A “terapia animal” vem sendo uma prática utilizada por especialistas do mundo todo e os resultados têm sido cada vez mais positivos.

Autonomia e autoestima são outras vantagens que podem ser citadas. A criança sente que é amada pelo seu cachorro e, de alguma forma, quer retribuir, dando comida e proporcionando momentos de lazer.

Cães deixam as crianças mais ativas

Uma das queixas da atualidade é em relação ao uso excessivo do celular, que deixa as crianças cada vez mais longe de atividades de recreação que são realizadas fora do sofá.

Com o cachorro, seu filho vai se sentir mais estimulado a brincar fora de casa. Brincadeiras de correr, bola e arremesso de objetos vão fazer com que os criança e pet gastem suas energias e fiquem mais ativos socialmente.

Os cães estimulam a socialização das crianças

Desde que nascemos, aprendemos a desenvolver habilidades de organização social e esse processo fica muito mais enriquecedor quando se tem a companhia de um “aumigo”.

Quando cresce convivendo com um cão, seu filho desenvolve habilidades sociais e adquire senso de responsabilidade e cooperação. A expansão das relações sociais influenciam diretamente na melhora de  autoestima.

Além disso, vai ficar muito mais fácil fazer novas amizades, administrar sentimentos de compaixão e paciência com os outros. Isso ajuda e muito a fortalecer o vínculo entre irmãos ou outros membros da família, reduzindo ciúmes e inimizades.

Crianças que têm déficit de atenção também começam a ter uma considerável elevação nos níveis de concentração e interação social. Isso acontece graças à rotina que é criada durante a convivência com seu pet.

As crianças desenvolvem autonomia e responsabilidade

Você pode dar uma tarefa que a criança seja capaz de desempenhar em relação ao cuidado do cão. Mas tome cuidado e se certifique de que vai ser seguro para ambos.

Trocar a água ou escovar os pelos do pet vai fazer com que ela tenha noção de responsabilidade. A prática também auxilia na percepção de autoconfiança porque seu filho vai se sentir orgulhoso em poder executar uma tarefa que só cabe a ela.

A importância do trabalho em equipe também pode ser explorada. O cachorro é de responsabilidade de todos da família, então, cada membro deve dar sua contribuição para garantir que ele seja bem cuidado.

Já deu para perceber que a felicidade e o bem-estar vão fazer parte dessa amizade verdadeira que vai durar muitos anos. Lindas histórias e ótimos frutos renderão da parceria perfeita entre criança e cachorro.

Se você tem alguma dúvida sobre essa relação que é só amor, entre em contato com um veterinário 24h. O especialista vai ser capaz de orientar sobre raças, rotina e adaptação do pet e da criança à nova rotina.

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Imagem: Freepik