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Equilibre a energia do seu bichinho de estimação

Os animais são mais sensíveis do que a gente às variações energéticas do ambiente. Por isso, é importante aprender como deixá-los sempre de bem com a vida

Se você tem um bicho de estimação já deve ter notado que, às vezes, ele se recusa a ficar em certos cômodos da casa por mais que você insista. É que os animais são extremamente sensíveis às variações de energia! Como se baseiam mais nos sentidos do que na razão, eles percebem mais facilmente do que nós a qualidade da energia de um lugar.

Sensibilidade nas patinhas

Gatos, lobos e cães percebem as mudanças de energia pelas patas. Ali, estão pequenos chacras, ensina o escritor Wagner Borges, integrante do Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas, órgão que estuda a bioenergia – a aura e os chacras (centros de energia).

É por isso que, quando um animal entra em um ambiente carregado ou encontra alguém negativo, sente logo os efeitos. Ele pode até adoecer, diz Borges. Aprenda algumas técnicas para ajudar a proteger seu bichinho.

Proteção com orações e Reiki

Se essa exposição for inevitável (às vezes, estamos cercados de pessoas negativas sem reparar), podemos fortalecer nosso animal. Se você trabalha com Reiki (energização pelas mãos) ou outras técnicas de cura, já sabe passar boas vibrações. Caso contrário, basta rezar, independentemente da crença. É melhor fazer isso com eles no colo ou por perto, ensina Borges.

Espante doenças com águas energizadas

Outra técnica bem simples para cobrir seu amigão de energia positiva é oferecer a ele água energizada. Segundo Angélica Lisanty, litoterapeuta (especialista em pedras e cristais), basta pôr uma jarra de vidro com água ao sol até as 10h. Dê essa água a seu animalzinho, pois ela estará cheia de energia positiva. Você também pode usar cristais, energizando a água com eles. Veja como:

· Compre o cristal em um lugar confiável e confirme se ele não dilui na água.

· Coloque a pedra na vasilha de água do seu bichinho. Deixe-a no máximo 15 dias.

· Lembre-se de usar uma pedra grande para ele não a engolir quando beber!

Boas afirmações que fazem a diferença

Você ama seu animalzinho, mantém as vacinas em dia e sempre o leva ao veterinário? Ótimo. Mas, como as palavras têm força, também dá para transmitir boas energias para ele se:

· Fizer afirmações positivas ao acariciá-lo. Uma sugestão é dizer: Você é um bichinho feliz e saudável. Eu te amo.

· Falar que ele é bonito e é seu grande parceiro na jornada desta vida.

· Disser o quanto ele é importante e como ilumina sua vida.

Fonte: MdeMulher

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Será mesmo que o seu cachorro sente frio?

A mudança de pequenos hábitos na rotina do pet vai ajudá-lo a passar pelos dias frios de forma tranquila e segura

Apesar de morarmos em um país tropical e não conviver com mudanças bruscas do clima, os agasalhos e cobertores são necessários em algumas épocas do ano. Preocupamos-nos e proteger a família inteira, inclusive, os cães.

Com tantas opções de roupas de lã, toucas e cachecóis no mercado pet, ficamos na dúvida e sempre perguntamos se os cachorros sentem frio como nós sentimos.

Fatores que interferem na sensibilidade às variações de temperatura

Apesar da anatomia dos cães ser diferente da nossa, eles também possuem sensibilidade ao clima, mas não da forma como a gente sente. Fatores como porte, raça e pelagem interferem na forma como o pet se relaciona com as mudanças climáticas.

Raças, como chihuahua, whippet,  american pit bull terrier, boston terrier, pug, bulldog francês, boxer, greyhound  e dog alemão são mais sensíveis às baixas temperaturas. A pelagem curta e o porte desses animais justificam o fato.

Algumas raças, como akita inu, golden retriever, samoieda, husky siberiano, chow chow e são Bernardo, por exemplo, são mais resistentes às baixas temperaturas.  Isso se justifica porque elas são originárias de regiões extremamente frias.

A densa pelagem forma uma barreira natural de proteção e promove o aquecimento do corpo. Quanto mais pelos o pet tiver, mais protegido contra o frio ele estará.

Por isso, ao inserir um novo animal na família, verifique se ele se adapta ao clima de onde você mora. Essas informações são importantes porque auxiliam na tomada de atitudes que visam favorecer o bem-estar do animal.

Além disso, a gordura corporal também interfere na relação do pet com o clima. Cachorros mais magros são mais propensos a sentir frio.

Outro fator que deve ser levado em consideração é a idade do animal. Cachorros filhotes ou idosos não conseguem manter a temperatura do corpo regulada com eficiência. Isso pode causar quedas bruscas e causar problemas sérios.

Sinais que indicam que os cães estão com frio

Os cachorros possuem sangue quente. Quando a temperatura do ambiente diminui, eles começam a sentir frio porque não são capazes de regular a temperatura do corpo sozinhos.

O primeiro sinal que indica que eles estão com frio é o mesmo apresentado pelos humanos. Eles começam a tremer. Em situações mais extremas, podem se chacoalhar e ficar eufóricos, principalmente se não conseguirem encontrar uma forma para aquecer.

Além desses comportamentos, cachorros que estão sentindo frio podem dormir mais do que o normal, deitar de forma encolhida ou começar a chorar, de forma a chamar a atenção para que alguém os ajude a superar o desconforto.

Também muito comum que eles se escondam embaixo de móveis ou outros objetos.

O que fazer para manter seu amigo aquecido em dias de frio

A primeira atitude que você deve tomar é manter o cachorro dentro de casa ou em local coberto, longe de correntes de ar, chuva ou vento. A atenção deve ser redobrada se o pet possuir pêlos curtos.

No local onde ele dorme, coloque almofadas e cobertores, de forma a garantir que ele não fique em contato com o chão frio.

Se você mora em local onde as temperaturas ficam muito baixas e a raça, a pelagem e o porte do seu pet demandarem aquecimento, utilize roupinhas de cachorro. No entanto, alguns cuidados devem ser tomados para garantir a saúde do bichinho.

Certifique-se de que o tamanho da peça esteja adequado ao tamanho do animal. Isso evita o desconforto, assaduras ou outros problemas que podem ser causados pelo uso de roupas muito apertadas.

Não deixe o cão com a roupa por muitos dias. Isso pode causar o acúmulo de bactérias e provocar dermatites ou outras infecções. O uso inadequado também pode gerar quadros de hipertermia, que ocorre quando a temperatura fica acima do normal.

Os animais que possuem pelagem longa ou estão acima do peso, normalmente, não precisam de roupas para se aquecer. No entanto, para que não haja dúvidas em relação a isso, siga as orientações do médico veterinário.

Evite banhos com intervalos curtos no período de inverno. Caso eles sejam necessários, certifique-se de que a água esteja morna. Isso evita resfriados, gripe ou pneumonia.

A tosa também deve ser realizada com menos frequência. Se houver necessidade, prefira a tosa higiênica e regule o tamanho da pelagem apenas com a tesoura.

É importante conhecer o comportamento que seu amigo apresenta diante das mudanças no clima. Não deixe de levar em consideração que cada animal possui suas particularidades e que é preciso promover um ambiente seguro e aconchegante.

Para maiores informações sobre que medidas devem ser tomadas para proteger seu pet do frio, não deixe de procurar por um veterinário 24 horas. O especialista será capaz de avaliar seu pet e indicar a melhor forma de aquecê-lo.

20180711_181729.jpgImagem: Laurie Locci
Imagem destacada: Dicas online.com
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Porque as abelhas são indispensáveis para a humanidade?


As abelhas são há séculos uma das espécies mais importantes do mundo, pois com seu trabalho duro contribuem para a alimentação de milhões de pessoas, plantas e animais, garantindo que possamos sobreviver no planeta.
Embora seja pequena em tamanho, seu papel é fundamental nos ecossistemas com sua polinização, o que nos permite produzir a comida que consumimos diariamente, contribuindo para a segurança alimentar e nutricional do mundo.
A polinização é uma troca de pólen entre as flores e seu objetivo principal é conseguir a reprodução de qualquer tipo de semente e fruta, por isso, se este processo não for cumprido, não teremos alimento da maneira como o fazemos hoje em dia.

O papel da polinização também tem um impacto positivo sobre o meio ambiente, porque contribui para manter a biodiversidade e a dinâmica dos ecossistemas dos quais depende a agricultura mundial.

Além disso, as abelhas são famosas por seu papel no fornecimento de alimentos de alta qualidade, como mel, geleia real e pólen, além de outros produtos como cera, própolis e outros…
É por isso que a Organização das Nações Unidas (ONU) decretou o dia 20 de maio como o Dia Mundial das Abelhas, como forma de destacar o papel essencial que esses seres têm para manter a vida no planeta.
Esta data foi estabelecida porque neste dia nasceu Anton Janša, um dos maiores pioneiros da apicultura moderna e que pertenceu a uma família de apicultores na Eslovénia, uma actividade agrícola com uma longa tradição.

A importância
A ONU enfatizou que cerca de três quartos das espécies agrícolas do mundo dependem das abelhas para completar seu processo de desenvolvimento e produção de alimentos.
Alertas foram incendiados nos últimos anos, já que há uma diminuição considerável na população de abelhas no mundo devido ao uso de agrotóxicos na agricultura e poluição do ar, bem como eventos climáticos extremos gerados pela mudança climática.
“Pesquisas preliminares mostram que os poluentes atmosféricos interagem com as moléculas aromáticas liberadas pelas plantas que as abelhas precisam para localizar os alimentos. Os sinais mistos interferem na capacidade das abelhas de se alimentar, tornando-as mais lentas e menos eficazes na polinização “, disse a ONU.
Esse cenário complexo pode gerar uma crise na segurança alimentar do mundo, pois mais de 75% das lavouras dependem da polinização das abelhas. Além disso, estaríamos em risco diante de um aumento de surtos de pragas e doenças que causariam sérios problemas de saúde para a população do planeta.
Fatos divertidos
As abelhas devem visitar 4 milhões de flores e voar quatro vezes a distância ao redor da terra para produzir um quilo de mel.
As abelhas contribuem para a polinização de mais de 170.000 espécies de plantas no mundo.
Em média, uma abelha é capaz de produzir uma quantidade equivalente a 1/12 de uma colher de chá de mel em toda a sua vida
Um enxame de abelhas é composto de 30.000 a 60.000 abelhas operárias, 300 a 1000 zangões e uma abelha-rainha.
A abelha rainha geralmente vive de 1 a 4 anos, enquanto os trabalhadores vivem 6 a 8 semanas no verão e 4 a 6 semanas no inverno.

Publicado originalmente em: curiosidadesdaterra

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Cães fazem a alegria da Pediatria do Hospital das Clínicas da UFMG

Projeto de terapia assistida explora laços entre humanos e animais

Três cachorros, acompanhados de suas tutoras, fizeram a alegria do setor de Pediatria do Hospital das Clínicas da UFMG, na manhã deste sábado, dia 6. Crianças, mães e profissionais do Hospital vivenciaram momentos de descontração durante a visita da equipe do projeto Amigos pra cachorro.

A ação foi idealizada em sala de aula, durante uma disciplina ministrada pela professora Maria Izabel de Azevedo, do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, da Escola de Veterinária. Ela e três alunas desenvolveram o projeto, que se baseia na Terapia Assistida por Animais.

Para a superintendente do Hospital das Clínicas, professora Andréa Maria Silveira, o laço entre seres humanos e animais traz muitos benefícios: “Sabemos, pela literatura internacional, que a interação dos humanos com os animais, que é muito antiga, traz efeitos muito benéficos para pessoas doentes, principalmente para crianças”, analisa. Entre os pontos positivos, a professora destaca que brincar com animal ajuda a tirar o foco da dor e da doença, além de diminuir a ansiedade, a melancolia e estimular o bom humor.

Segundo a professora Maria Izabel, os cães são ideais para esse tipo de terapia. Para a visita, foram selecionados animais sadios e dóceis que passaram por avaliação clínica e higienização. A TV UFMG acompanhou a atividade e mostra como foi a reação das crianças. Assista:

 

Equipe: Olívia Resende (produção e reportagem), Ravik Gomes (captação e edição de imagens).
Publicado originalmente: UFMG
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Ter um companheiro pet faz bem para sua saúde mental

Um amigo peludo pode ser um ótimo remédio para uma depressão severa, indica estudo

Muito já se sabe sobre os efeitos positivos da presença de animais de estimação para a nossa saúde mental – vide a quantidade de cães terapêuticos que atuam em hospitais para ajudar pacientes que sofrem de ansiedade e estresse pós-traumático e até na recente adesão de empresas à política de que seus funcionários levem seus pets ao escritório.

Mas parece que o impacto de cães e gatos na vida do ser humano pode ser ainda maior. Segundo estudo realizado por psiquiatras da Clínica Médico-Psiquiátrica da Ordem, em Porto (Portugal), adotar um pet pode amenizar as dores de pacientes com tipos perniciosos de depressões que não respondem aos tratamentos médicos convencionais.

Conforme descrito no periódico científico Journal of Psychiatric Research, 33 pacientes diagnosticados com distúrbio depressivo maior (DDM) experimentaram melhora significativa em seus quadros nutrindo contato com pets. Desse montante, mais de um terço já não tinha mais sintomas suficientes para ser enquadrado com a doença após 12 semanas. Por outro lado, outros 33 pacientes do estudo que não adotaram animais não mostraram ter nenhuma melhora significativa em seus sintomas depressivos.

Os participantes da pesquisa eram 80 pacientes de uma clínica psiquiátrica ambulatorial portuguesa. Nenhum deles tinha experimentado algum alívio da depressão mesmo após 9 a 15 meses de tratamento com sessões de terapia e dois ciclos de ingestão de medicações.

Foi aí que os pesquisadores decidiram incluir os pets e estudar como eles poderiam servir como auxiliares no tratamento do transtorno depressivo.

Durante as 12 semanas seguintes após a tomada de decisão, todos os pacientes continuaram participando de sessões de terapia e ingerindo suas medicações.
Utilizando a Escala de Avaliação de Depressão de Hamilton (HAM-D) e a Escala de Avaliação Global da Funcionalidade (GAF), os psiquiatras observaram que os novos donos de animais de estimação começaram a demonstrar sinais de alívio da depressão em apenas quatro semanas.

As diferenças significativas entre os dois grupos pela escala HAM-D apareceu na 8ª semana. Já na 12ª, os níveis entre os pacientes era bastante divergente na escala GAF – que indica uma relação de como a doença mental afeta a capacidade da pessoa funcionar no dia-a-dia. Não houve diferença significativa entre pacientes mulheres e homens.

Como os participantes do estudo não foram escolhidos aleatoriamente para saber quais teriam um animal de estimação e quais não, os resultados da pesquisa devem ser vistos com ressalvas. No entanto, mesmo assim, os dados fornecem indícios convincentes para futuras investigações.

Especulando sobre a conclusão, os autores do estudo afirmaram: “Uma das razões que podem os explicar os resultados é que os animais de estimação se forçam a neutralizar um dos principais sintomas da depressão, a anedonia. A Anedonia é a incapacidade de experimentar prazer encontrado em atividades normalmente agradáveis, como exercícios físicos, hobbies e interações sociais.”

A dupla ressalta que os cães podem proporcionar o benefício adicional de forçar seus donos a praticar atividades físicas e, muitas vezes, vivenciar novas situações sociais.
“No entanto, eles não são uma cura para esse tipo de doença e os benefícios só aparecem em pessoas que apreciam pets e têm tempo, atenção e dinheiro (para alimentação e cuidado veterinário) para gastar com eles.”

Com informações de IFLScience.

Publicado originalmente em Revista Galileu

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Gatoterapia: 5 benefícios de viver com um gato

Gatos são seres realmente especiais e que os humanos muitas vezes não compreendem.

Amam ser independentes, mas também adoram os mimos. Muitas vezes parecem estar de mal com o mundo, mas em outras são tão carinhosos que chegam a incomodar.

Na verdade esse comportamento contraditório e confuso dos gatos é muito parecido com o dos humanos. Por esse motivo é que técnicas como a gatoterapia, começaram a ganhar força no terreno da saúde emocional.

Mas o que é a Gatoterapia?

É um tratamento para pessoas com problemas de ansiedade, estresse e depressão. Além de criar uma melhora na qualidade de vida ela cria uma conexão muito especial entre o felino e seu dono. De acordo com vários estudos, as pessoas que sofrem de algum tipo de cardiopatia mostram uma evolução progressiva no quadro após o convívio com um felino.

Para pessoas que vivem sozinhas é altamente recomendadas terem um felino como companhia, principalmente no caso de pessoas com idade avançada. Pessoas que sofrem com algum tipo de demência, como o Alzheimer, podem ter lembranças ao fazer carinho nos gatos, retardando a degeneração que sofrem.

5 benefícios da Gatoterapia

Melhora os sintomas da depressão e do estresse

Gatos provocam uma sensível melhora em pessoas que sofrem de transtornos de estresse, ansiedade e depressão. O ronronar de um gatinho cria um ambiente acolhedor, estimula a concentração e é muito relaxante.

Representa uma companhia

Para pessoas que vivem sozinhas o gato é a melhor opção. Os felinos são animais independentes quando querem, porém são muito carinhosos.

Lembre-se de que é preciso oferecer alimentação adequada, ficar atento às vacinas e cortar as unhas dos gatos (a não ser que você queira que ele rasgue todos os seus móveis e as suas cortinas.

Ajuda no tratamento do Alzheimer, do autismo e do TDAH

Como já mencionamos anteriormente, os gatos são usados como terapia complementar em casos de autismo, Alzheimer ou TDAH. Embora cientificamente não existam pesquisas que apoiem esse uso, são conhecidos milhares de casos nos quais a presença dos gatos melhorou a qualidade de vida dos seus donos.

Uma oportunidade de delegar responsabilidade às crianças

Possuir um gato em casa trás grandes responsabilidade para as crianças porque elas vão precisar cuidar, dar comida e educar o animal, que como sabemos não é uma tarefa fácil. Se você tem ou quer ter um felino é importante conversar com as crianças sobre o tema, para que elas tenham consciência da importância das tarefas que devem ser realizadas.

Deixe bem claro para a criança que um gato NÃO é um brinquedo, que não é certo bater, jogar no chão ou segurar o animal pelo rabo.

Não exigem muitos cuidados

Ao contrário de outros animais, gatos não exigem muitos cuidados além de vacinas e uma alimentação correta. São seres muito limpos por natureza e quando aprendem a utilizar a caixa de areia, vão utilizá-la sempre. Eles mesmos se banham e não exigem constante atenção.

Lembre-se de que um gato saudável representa um ser humano saudável.

Publicado originalmente: Revista bem mais mulher

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Leptospirose Canina

A Leptospirose é uma doença infecciosa causada por uma bactérias que pode ser transmitida para o homem (zoonose). É conhecida como “a doença do xixi dos ratos”, pois estes roedores são os principais transmissores.

Essa doença costuma ter maior ocorrência em estações chuvosas, como o verão, porque a água parada é ideal para sua sobrevivência. Portanto, locais que possuem alagamentos e saneamento básicos precários apresentam altos índices de casos de Leptospirose.

A transmissão ocorre através da urina, água e alimentos contaminados pela bactéria, por penetração de pele lesada ou pela ingestão. Um cão com a doença também pode eliminar a bactéria na urina e contaminar os homens e outros cães.

Os ratos costumam ir atrás de comedouros dos cães, pois se sentem atraídos pela comida e podem urinar nelas, aonde ocorre à contaminação. É importante deixar o comedouro em locais altos e armazenar os sacos de ração em locais bem fechados.

 Os sinais de manifestação da doença em cães são: perda de apetite, apatia, vômito e febre alta. A bactéria afeta os rins e o fígado, evoluindo para anemia, cor amarelada pelo corpo (icterícia), aumento do consumo de água e de eliminação de urina, podendo ter coloração escura.

Os sinais em humanos são: febre, dor de cabeça forte, apatia, dores no corpo, principalmente nas panturrilhas, olhos vermelhos e problemas hemorrágicos. Normalmente se contaminam ao andar descalços ou ingerindo água ou alimentos contaminados.

O diagnóstico é feito através das manifestações clinicas e por exames laboratoriais.

O tratamento é feito com o uso de antibióticos, com chances de cura, mas deve ser iniciada o mais rápido possível, para evitar riscos a vida do cão.

Para evitar a leptospirose nos cães, é necessário vaciná-los anualmente, principalmente em regiões com alto índice da doença e locais aonde possuem muitos ratos.

Outros meios de prevenções são: evitar a contaminação de água e alimentos com urina do rato, não acumular lixo, evitar água parada, manter sempre limpo comedouros e bebedouros. É bom fazer o controle de roedores com telas e fechamentos de possíveis locais onde possam passar.

Cães que apresentam a doença devem ser isolados e todo o material que esteve em contato com o animal deve ser infectado, assim como os locais onde eles urinam.

Portanto, agora com o verão, vacine seu cão e tome todos os cuidados necessários para que ele não se contamine com a Leptospirose.

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Imagem: mundocao
Imagem destaque: canaldopet

 

 

 

 

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Projeto quer liberar animais em hospitais de SP para visitar pacientes

SÃO PAULO – Um projeto de lei que tramita na Câmara Municipal de São Paulo propõe a liberação de animais de estimação em hospitais públicos para visitar pacientes internados. Uma das justificativas é o benefício da relação entre homens e bichos, comprovado cientificamente.

Autor da proposta, o vereador Rinaldi Digilio (PRB) argumenta que a visita do animal é uma forma de levar “carinho e alegria” ao paciente internado.

“Conforme a psicóloga Karina Schutz, especialista em terapia cognitivo-comportamental e diretora da Pet Terapeuta, tratamentos que utilizam animais na recuperação de pacientes já vêm sendo aplicados em diversos países, contabilizando resultados de sucesso”, defendeu o vereador.

Segundo Digilio, na Inglaterra, onde Karina estudou por três anos e meio, foi possível comprovar “que o estímulo dos pets em ambientes hospitalares, por exemplo, ajuda não somente o paciente, mas toda a equipe que convive com o animal”.

O texto determina regras para a liberação dos bichos, como vacinação em dia e laudo veterinário atestando a boa condição. Além disso, os animais deverão estar em recipiente ou caixa adequada.

“No caso de cães e gatos, devem estar em guias presas por coleiras e se necessário de enforcador e focinheiras”, afirmou o parlamentar.

Também está previsto que os hospitais devem estabelecer normas e procedimentos próprios para organizar o tempo e o local de permanência dos animais durante a visita. O local de encontro do paciente com o pet ficará a critério do médico e da administração do hospital, que determinarão as regras.

“A presença do animal se dará mediante a solicitação e autorização do médico responsável pelo paciente. A visita dos animais terá que ser agendada previamente na administração do hospital”, determina o projeto de lei.

O texto ainda será discutido por quatro comissões: Constituição e Justiça; Administração Pública; Saúde, Promoção Social e Trabalho; Finanças e Orçamento.

Fonte: saude.estadao
Imagem: laurielocci
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CÃO DESNUTRIDO SALVA VIDA DE GAROTA COM ANOREXIA

cão garota anorexia
Foto – Reprodução/catersnewsagency
O amor pode fazer milagres! Seja entre duas pessoas, famílias ou até entre cão e dono. E foi graças ao amor por seu cãozinho, que Sophie Hewlett, uma mulher de 24 anos, conseguiu superar uma das maiores adversidades de sua vida: a luta contra a anorexia, um grave distúrbio alimentar.
A garota note-americana tinha uma alimentação normal até que começou a pular refeições por conta do estresse que sofria na faculdade. Ela ficava tão nervosa, que mal percebia que não estava se alimentando regularmente, além de comer cada vez em menor quantidade.

De acordo com informações do jornal britânico Daily Mail, a garota disse que sua família e amigos começaram a perceber sua perda de peso e tentar ajuda-la. Ao contrario deles, Sophie não enxergava problema nenhum em si mesma, recusando ajuda.

Tudo isso mudou quando ela comprou uma cachorrinha da raça dachshund, no qual ela deu o nome de Eevee. Infelizmente, o bichinho não saiu do pet shop completamente saudável.

Já que ele era um cachorro ‘miniatura’ , estava muito desnutrida e doente. Para curar seu novo amigo, a garota precisava alimenta-la pelo menos a cada 20 minutos, e foi isso o que a fez rever seus conceitos.

A garota começou a perceber que não era normal comer tão pouco. Depois disso, ela passou a notar que seus ossos estavam cada vez mais salientes e procurou um tratamento.

cão garota anorexia

Foto – Reprodução/catersnewsagency

“Ver minha cachorrinha se recuperar depois de estar tão doente me ajudou a colocar a minha vida de volta nos trilhos”, confessou.

Os médicos chegaram a dizer que se Sophie demorasse mais para buscar ajuda ela poderia até morrer. Ela precisou ser internada e passar por um tratamento intensivo para que se recuperasse.

A família deu todo o apoio necessário, inclusive levando a cachorrinha Eevee para visitar a dona durante a recuperação. O tratamento foi lento e nada fácil para Shophie, mas com a ajuda de Eevee a garota já tem forças para brincar com a cadelinha e até comer panquecas.

cão garota anorexia

Foto – Reprodução/catersnewsagency

‘Ela sempre me fazia rir. Isso me fez pensar que se Eevee comia até aranhas, eu também poderia comer o jantar”, disse bem humorada.

 

Fonte: viamulher.uol.com.br / Por Thamirys Teixeira

 

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Vaquinha para ajudar no tratamento do Luau

Vocês lembram do Luau, nosso amigo que foi encontrado na rua com Leishmaniose?

Para reelembrar a história dele: https://debateanimal.com/2017/12/21/leishimaniose-uma-historia-de-amor-com-final-feliz/

Ele está super bem e respondendo ao tratamento, mas por ser um tratamento muito caro, sua dona Mara, resolveu pedir ajuda para que ele possa continuar sua luta contra essa doença horrível!

” Tinha um cão no meio do caminho. Parei e acolhi. Ele mal tinha forças para comer ou beber. Exames mostraram Leishmaniose. Por ignorância, eu quase o eutanasiei. Por sorte, descobri que existe tratamento. E hoje o cão que estava no meu caminho está aqui, fazendo parte da família, ganhou o nome de Luau e está lutando contra a doença. Se você lutar junto com a gente, a vitória será certa. ” (Mara Pallota)

Quem puder ajudar, segue o link da “Vakinha”

http://www.vakinha.com.br/vaquinha/luau-contra-a-leishmaniose

Sobre a campanha:

Muita gente ainda não sabe que Leishmaniose Visceral Canina tem tratamento e os cães vítimas da doença não precisam mais ser eutanasiados, desde que façam o tratamento correto e estejam documentados junto aos órgãos competentes.

O tratamento não é simples nem barato. Por isso Luau pede um help aqui. E para quem quiser conhecer a história desde o início, segue o Insta @chupaleish e vamos juntos com a gente vencer as parasitas.

Custos básicos e aproximados com o tratamento: – antibióticos. R$ 1800,00; – Milteforan: R$ 900,00; – Vacinas: R$ 2000,00; – exames: R$ 500,00; – consultas: R$ 480,00; – outros medicamentos: R$ 350,00; – suplementos: R$ 450,00;-  coleira anti-mosquito: R$ 380,00

Vamos ajudar o Luau a vencer essa luta contra a Leishmaniose!!!!

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Evolução da doença (Imagem: Mara Pallotta/Arquivo pessoal)