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Torcedor do Flamengo rifa ingresso da Libertadores para tratar câncer de seu cachorro

Ter a chance de ir ao Maracanã e presenciar o duelo entre Flamengo e Grêmio, no próximo dia 23, que vale vaga na grande final da Libertadores, é para muitos rubro-negros a realização de um sonho. Danilo Mello era um dos torcedores que estavam na expectativa de acompanhar de perto este momento histórico. No entanto, o amor pelo seu cachorro, que luta contra um câncer, fez com que ele rifasse seu ingresso para custear o tratamento. A história bombou nas redes sociais, e a torcida do clube carioca abraçou a causa, fazendo com que a meta estabelecida fosse batida em menos de uma semana.
Danilo, de 32 anos, que é ator, mas atualmente está desempregado, divide os cuidados de “Doze” com sua namorada, a publicitária Renata Ragi, de 31. Em 2014, o casal adotou o cão que estava abandonado em Niterói. Ao DIA, os dois relataram a saga pela busca de dinheiro, que começou logo após uma visita ao veterinário, no dia 30 de setembro.
“Na segunda-feira (30), a gente ficou sabendo que o tumor era maligno. Antes ele já teve que operar. Ele teve o tumor retirado, que foi para a biópsia. Aí a gente teve essa resposta. Era um tumor maligno, grau 3. Descobrimos isso e falamos com a nossa veterinária, ela indicou uma quimioterapia com radioterapia. Disse que era a única chance, porquê este tumor na mandíbula não era operável”, contou Danilo.
O drama do casal aumentou quando a veterinária explicou que só a fase inicial do tratamento poderia custar entre R$ 7 mil e R$ 9 mil. Para piorar, na última segunda, foi descoberto um nódulo no pescoço de Doze, que surgiu em decorrência ao câncer que se espalhou, fazendo com que os custos do tratamento subissem mais um pouco, podendo chegar em até R$ 10 mil. Com isso, o casal começou a pensar em soluções para arcar com essa quantia.
“Chegando em casa, começamos a pensar… O que a gente faz pra arrumar R$ 10 mil reais? Aí pensamos na vaquinha online. Eu falei pra ela (Renata): Devo conhecer umas 100 pessoas, você deve conhecer umas 100 pessoas. Num mundo ideal, se todo mundo ajudar um pouquinho, a gente consegue chegar num valor maneiro.”
“No meio disso tudo, eu pensei em vender alguma coisa. Primeiro pensei no meu carro, que tá velho, e nem tá pago. Depois de falar com um amigo, ele me explicou que sobraria no máximo uns R$ 2 mil reais. Olhei pra casa e só tinha um videogame. Aí eu pensei no maior bem material que eu tenho no momento, a maior preciosidade, que é o ingresso da semifinal, que todo mundo quer”, relatou Danilo, que confessou que sua namorada ficou surpresa com a ideia, pois sabia do seu amor pelo time.
“Não queria só solicitar dinheiro. Assim como eu tô no negativo, sei que muita gente também tá, então quisemos oferecer alguma coisa. Aí veio a ideia do ingresso. A gente pensou: Tem milhares de flamenguistas querendo, se cada um der um pouquinho a gente vai conseguir a ajuda, e alguém ainda vai conseguir este ingresso”, explicou Renata.
“Não vou perder o jogo, vou deixar de ir ao estádio, sei que é histórico… Sou alucinado pelo Flamengo, vejo tudo, meu vício é o Flamengo. Mas é o meu cachorro, vejo o jogo pela televisão”, disse Danilo, confessando que o amor pelo seu cachorro, é maior que o que ele tem pelo clube do coração.
A vaquinha que começou na última sexta-feira, havia arrecadado R$ 2 mil até domingo. O boom veio após a história viralizar entre os perfis e grupos de torcedores do Flamengo. Até o momento da publicação desta reportagem, quase R$ 20 mil reais tinham sido arrecadados. O casal, que escolheu o nome do cachorro em homenagem ao dia em que se conheceram (1/12/2012), prometeu repassar o valor doado além do limite para ONGS que atuam no resgate de animais.

Link para a vaquinha: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/rifa-do-doze

Matéria de: Leandro Chagas

Publicado originalmente: odia.ig

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DIA 04 DE OUTUBRO – DIA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS – PROTETOR DOS ANIMAIS E DA NATUREZA!

DIA 04 DE OUTUBRO – DIA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS – PROTETOR DOS ANIMAIS E DA NATUREZA!

Meu São Francisco de Assis
Protetor dos animais
Olhai por nós que rogamos
Vossa benção e muita paz.

Olhai os abandonados
Sofrendo agruras nas ruas
E os que puxam carroças
Açoitados nas ancas nuas.

Pelos pobres passarinhos
Que não podem mais voar
Presos em rudes gaiolas
Só porque sabem cantar.

E as cobaias de laboratório
Que sofrem dores atrozes
Em experiências terríveis
Que lhes impõem seus algozes.

Olhai os que são perseguidos
Sem piedade nas florestas
Só por causa da ambição
Dessas caçadas funestas.

Pelos animais de circo
Que não têm mais liberdade
Presos em jaulas minúsculas
À mercê de crueldade.

Olhai os bois de rodeio
E os sangrados nas touradas
Barbárie e crimes impostos
Por pessoas desalmadas.

Pelos que têm de lutar
Até a morte nas rinhas
Quando o homem faz apostas
Em transações tão mesquinhas.

Olhai para os que são mortos
Nos macabros rituais
Em altares religiosos
Que usam sangue de animais.

Meu bondoso protetor
Oro a vós por meus irmãos
Para que sua dor e tristeza
Não sejam sofrimentos vãos.

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Gatos são tão apegados aos donos quanto cachorros, diz estudo

Toda mãe e pai de gato sabe: eles são independentes. Limpam-se sozinhos, não pedem por atenção toda hora e mantêm aquele temperamento blasé boa parte do tempo. Isso faz parecer que eles são mais indiferentes aos donos que os cães.

Mas, como todo pai e mãe de gato também sabe, a verdade é que eles são incompreendidos. É o que diz um estudo da Universidade do Estado do Oregon, nos EUA. A pesquisa mostra que os bichinhos desenvolvem uma apego emocional muito grande com seu cuidador, tão forte quanto o desenvolvido por um cachorro ou mesmo por uma criança.

Os autores escrevem no estudo, publicado no periódico Current Biology, que as pesquisas científicas costumam subestimar a importância das relações sociais na vida dos gatos. Para analisar essas relações, eles resolveram investigar o nível de “apego” que os gatos têm com seus donos.

No estudo, os pesquisadores fizeram com os gatos um teste geralmente aplicado a bebês e cães. O experimento foi dividido em três partes: na primeira, o gato passou dois minutos em uma sala desconhecida junto com seu cuidador; na segunda, o felino ficou dois minutos sozinho nessa mesma sala e, na terceira, o dono retornou para mais dois minutos com o animal.

Nas duas primeiras fases do teste, a grande maioria dos gatos teve as mesmas reações: ficaram com seus donos durante os primeiros dois minutos, e demonstraram certa estranheza ou curiosidade sobre o lugar nos minutos em que estavam sozinhos. A terceira fase foi a que realmente mostrou resultados.

“Os gatos reagiram de três formas, basicamente. Vários deles “cumprimentaram” seus donos e seguiram explorando o ambiente de forma mais tranquila do que antes. Os mais inseguros deixaram de explorar o lugar e ficaram agarrados aos donos, outros evitaram o dono quando ele retornou”. A maioria (dois terços) estava no primeiro grupo, o que demonstrou menos estresse com a presença do criador.

É a mesma proporção que se encontra quando o teste é aplicado a cachorros e bebês. Ou seja: dá para dizer que, sim, os gatos são tão apegados aos seus pais humanos quanto cães e crianças pequenas.

Pense duas vezes antes de chamar seu gato de insensível.

Publicado originalmente em Revista Super Interessante

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Pais de pet: Cuidados a serem tomados ao levar seu bichinho em uma viagem

Promova dias de passeio e diversão a quem sempre está ao seu lado em todos os momentos da sua vida
Quem tem bicho em casa conhece de perto o dilema chamado viagem. Como deixá-los sem nossa companhia por alguns dias? Essa é, sem dúvida, uma das perguntas mais angustiantes para quem não vive sem seu melhor amigo.
A boa notícia é que viajar com animais de estimação é uma tendência cada vez maior no Brasil.
Isso quer dizer que você não precisa deixar seu pet em hotéis para animais ou sob os cuidados de algum parente ou amigo enquanto você curte alguns dias de férias.
No entanto, para levar seu companheiro de aventuras com você e proporcionar momentos de muita diversão, relaxamento e brincadeiras, é necessário estar atento a alguns pontos importantes.
Conheça o temperamento do seu amigo
Esse aspecto é fundamental e deve estar muito claro antes que qualquer providência seja tomada. Seu pet já viajou antes? Ele se adapta com tranquilidade a ambientes diferentes? Fica com medo ou agressivo quando está perto de estranhos?
Se ele for do tipo mais descontraído e amigo da galera, não haverá problema em levá-lo com você. Se você não sabe como ele irá se comportar, opte por fazer viagens curtas e para locais não muito distantes da sua casa para que ele possa ir se acostumando com essa vida boa de viajante.
De olho nas condições de saúde
Leve seu amigo ao veterinário antes da viagem. Muitas horas em carro ou avião podem gerar desconforto ao animal. Por isso, antes de tirá-lo da sua rotina, informe ao especialista que deseja viajar e ele fará a avaliação das condições de saúde.
Não se esqueça de que é imprescindível que o calendário de vacinas e vermifugação esteja em dia. Informe ao profissional quais são as condições e características do local para onde vocês irão.
Se o pet for para áreas muito quentes, zonas rurais ou locais com tendência para a contaminação por alguns tipos de zoonoses, ele pode estar sujeito a contrair determinadas doenças. Isso pode ser facilmente evitado com a profilaxia adequada.
Para não ter nenhum transtorno, peça ao veterinário uma declaração por escrito atestando as boas condições de saúde do pet, principalmente se a viagem será feita de avião.
Não é recomendado viajar com cães ou gatos doentes ou idosos. As mudanças no clima e no ambiente podem contribuir com a queda da imunidade, o que prejudica ainda mais os pets nessas condições.
Filhotes com menos de 4 meses devem viajar apenas em casos de extrema necessidade. Eles estão mais suscetíveis em adquirir doenças porque a vacinação não está completa.
O que não deve faltar na mala do seu amigo
Não são só os humanos que precisam de itens de viagens. Veja o que você deve providenciar para colocar na bagagem do seu pet:
Itens básicos – Coleira, guia, comida, brinquedos e recipiente para água e comida devem ser reservados. Não conte com a possibilidade de comprar ração no local de destino. Leve a porção ideal para os dias em que vocês estarão fora.
Cuidados pessoais – Lenços umedecidos, toalha de banho, filtro solar (essencial para cães albinos) e saquinhos para recolher as fezes devem ir para o necessaire do pet.
Medicamentos – Caso o pet faça uso de medicamentos de uso contínuo, leve-os juntamente com a receita. Na farmacinha, inclua os remédios que o veterinário poderá prescrever para serem usados durante a viagem.
Documentos – Carteira de vacinação e atestado de saúde do pet devem ficar em local de fácil acesso. O ideal é colocá-los junto com seus documentos de viagem.
Cuidados durante o deslocamento
Viagem de carro – O pet deve estar no banco traseiro e devidamente acomodado na caixa de transporte presa ao cinto de segurança. Evite o alimentar até 3 horas antes do início do percurso e não o alimente durante a viagem. Isso evita enjoos.
Não o prive de beber água e certifique-se de que ela esteja sempre na temperatura adequada. Faça paradas a cada 2 horas para que ele possa se alongar, fazer xixi e relaxar. Deixe a temperatura bem fresca. O calor deixa os bichinhos estressados.
Viagem de avião – O pet deve contar com uma caixa de transporte que atenda aos padrões estipulados pela companhia aérea. Siga todas as regras para evitar surpresas na hora do embarque.
Não se esqueça de deixar água para que ele possa tomar durante a viagem. Geralmente, junto com as caixas de transporte você receberá um recipiente apropriado para água.
Aproveitando os dias de descanso e curtição
Assim que chegarem ao local de destino, vocês estarão prontos para curtir dias de muita alegria. Para que tudo seja perfeito, leve em consideração os seguintes elementos:
Adaptação ao novo ambiente – Espalhar alguns brinquedos pelo local vai ajudá-lo a relaxar e transmitir maior sensação de segurança.
Áreas comuns de hotéis – É cada vez maior o número de acomodações que recebem pets. Para garantir um melhor convívio, não permita que seu amigo faça nada que atrapalhe os demais hóspedes.
Respeite a risca todas as normas relacionadas à presença de animais de estimação nos restaurantes dos hotéis, áreas de lazer, piscina e demais espaços.
Higiene – Leve seu amigo para fazer as necessidades fora do hotel. Não se esqueça de recolher as fezes com saco plástico e jogar o material corretamente no lixo.
Segurança – Mantenha seu pet sempre na coleira quando vocês estiverem desfrutando das áreas comuns ou passeando. Jamais o deixe sozinho no quarto. Tudo pode acontecer, desde choros que incomodam os demais hóspedes até acidentes.
Como conviver – Nem todo mundo gosta de bichos de estimação, então preveja olhares e comportamentos de reprovação e evite que seu bichinho se aproxime dessas pessoas.
É natural que crianças queiram se aproximar do seu pet para brincar e fazer carinho. Seja o termômetro para saber se ele fica agitado ou estressado demais. Isso evita transtornos e confusões.
Se você leu esse artigo e acha que é o momento para criar roteiros de viagem com seu bicho de estimação, considere viver dias de felicidade e amor em um resort no Rio de Janeiro. A cidade vai ficar ainda mais maravilhosa com a presença de quem só sabe dar amor e afeto.
Imagem: melhoramigo.com
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Empresa japonesa produz chinelos em forma de gatinhos

Saber criar produtos que conquistem os clientes é uma característica imprenscíndivel de um negócio de sucesso. Para isso, é preciso encontrar o caminho certo até o coração deles. Para alguns, são carros e flores. Para outros, são gatos.

A empresa japonesa Nyara Geta desenvolveu chinelos especiais para os fãs de felinos.

Diferente dos calçados encontrados normalmente por aí, estes possuem o formato de um gatinho sentado.

Eles são, na verdade, uma mistura dos chinelos ocidentais com os tamancos tradicionais da cultura japonesa – chamados de geta pelos nipônicos. Mas ao contrário destes últimos, que são feitos de madeira, os pares criados pela Nyara Geta são feitos de borracha EVA.

A empresa tem nove modelos diferentes de calçados. Para adquiri-los, o consumidor desembolsa 3780 ienes japoneses, algo em torno de R$ 134.

Publicado originalmente em: Revistapgn.globo.com

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Professor leva cães para a sala e ensina cuidados e afeto aos alunos

Orion, Vega e Mel não estão na lista de presença nem ganham nota no fim do semestre, mas são vistos com frequência nas aulas do professor Diogo Cesar Gomes da Silva, na UCBD (Universidade Católica Dom Bosco), em Campo Grande (MS). Além de encantar os alunos, os três cães da raça border collie acompanham o tutor na universidade por um motivo didático: Silva leciona uma disciplina sobre comportamento e bem-estar animal, e os cães ajudam os alunos a transportarem para a prática o conteúdo ministrado pelo professor.

Faz mais de dois anos que Silva entrou em classe pela primeira vez com as companhias inesperadas. “Eu lembro que, quando cheguei com os cães, não avisei aos alunos, me apresentei como professor da disciplina e expliquei que a gente ia estudar juntos. A expressão dos acadêmicos era de surpresa, empolgação e satisfação”, diz o professor, que dá aula nos cursos de medicina veterinária e zootecnia.

A rotina dos animais em sala depende da aula. Se o tema é comunicação entre animais, por exemplo, pelo menos dois deles saem de casa e garantem o conteúdo prático. “Se eu vou falar sobre como o animal constrói mecanismos de aprendizagem, posso levar um deles ou mais de um, caso eu vá dividir a sala em grupos”, explica.

Entre um afago e outro, os cães ensinam não só conteúdo, mas desenvolvem também habilidades emocionais na turma. “Os alunos aprendem comportamentos de afeição, carinho, cuidado. A presença deles deixa o ambiente da sala de aula mais leve, mais estimulante”. Silva garante que o trio contribui até para melhorar a imagem do professor: “Quando eu vou com os cães, os alunos interagem comigo de outras formas, tiram dúvidas, fazem perguntas, estreitamos os laços e saímos da tensão da sala de aula”, afirma.

Orion, Vega e Mel têm autorização da universidade para participar das aulas. Outros cães, no entanto, não têm circulação liberada, já que, segundo a instituição, a entrada de animais é permitida “apenas para fins pedagógicos e excepcionais”.

Além disso, o trio foi treinado pelo tutor e está adaptado ao ambiente universitário. Nos intervalos, inclusive, são disputados pelos alunos que aproveitam para passear e dar água enquanto o professor precisa resolver algo na secretaria do curso.

“Para esse tipo de interação, os cães precisam ter alto grau de socialização, e esses animais receberam treinamento e estimulação adequados desde filhotes para que se adaptassem a pessoas e ambientes diferentes”, diz o docente.

Fonte: New Pangea

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MARIDO DIZ À ESPOSA: EU OU OS CACHORROS? E ELA FICA COM OS CACHORROS

Após 25 anos casada, Liz Haslam teve que escolher entre seu marido e seus cães, quando ele disse à ela: eu ou os cachorros? Ela optou ficar com seus cachorros!
Saiba o que a levou a tomar essa decisão.

Liz e sua convivência com cães desde pequena

A mãe de Liz criava cães terrier, por isso ela convive desde criança com cachorros, e o pai tinha um comércio de alimentação animal.

Quando Mike conheceu Liz, já sabia do amor e da afinidade dela pelos cachorros.

Liz Haslam se apaixonou por Mike quando tinha apenas 16 anos e foi viver com ele em uma casa em Barnham, Suffolk, na Inglaterra.

Com três anos de casados, eles tiveram um filho chamado Ollie, mas, isso não foi suficiente para evitar a separação.

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Conheça a história da Tina, Maria Cristina de Alcântara Machado

E mais uma vez temos uma linda história, que na verdade podemos chamar de linda homenagem que nossa seguidora Regina Alvim nos enviou.

Imagem: Regina Alves

A história que vamos contar é da Tina, seu nome carinhoso, porque seu verdadeiro nome é Maria Cristina de Alcântara Machado, sim um nome de Lady.

A Tina foi encontrada, em um sábado de 2001. Uma vizinha estava espiando alguma coisa no meio do mato, e mesmo atrasada a Regina foi lá ajudar e ver o que estava acontecendo. Elas se depararam como uma cena triste, Tina estava dentro do bueiro muito ferida, pois tinha sido atropelada e deixada para morrer.

Regina levou a cachorrinha imediatamente para sua casa, mesmo com o seu marido não querendo que ela se responsabilizasse pelo caso. Mas ela não pensou duas vezes!!

A cachorrinha tinha diversos ferimentos na pele, cheia de carrapatos e um ferimento que praticamente podia-se ver o coração dela batendo.

Regina conversou com Tina e pediu que reagisse que ela ia fazer todo possível para não desistir de viver e ficar curada. Nesse mesmo dia, Tina começou a se alimentar, e foi reagindo bem aos medicamentos e cuidados.

Tina se recuperou totalmente! Ela viveu sendo a sombra de Regina, e o grande amor de sua vida. Foi muito feliz!

Em 2015, Tina adoeceu! Começou a apresentar problemas na pata que tinha sido atropelada, e foi diagnosticado câncer nos pulmões, metástase de um câncer nos ossos.

Regina ficou devastada, achando que ia morrer, mas se dedicou dia e noite para poder ajudar Tina a não sofrer tanto e conseguir ter qualidade de vida.

Tina sofreu muito nesses últimos dias de sua vida, mas do seu lado teve muito amor e apoio, pode descansar em paz.

Regina agradece muito por ter compartilhado sua vida com Tina, que foi quem a resgatou todos os dias de uma depressão e trouxe muita alegria para sua vida!

Imagem: Regina Alvim

Cada dia que passa, nós que gostamos de bichos, nos deparamos com essas histórias lindas e podemos ter mais certeza que essa ligação e amor com animais é maravilhosa!

E se você também tem alguma história do seu pet que queria compartilhar, mande para o Debate Animal!

Imagem: Regina Alvim