curiosidades, gatos, notícias, Sem categoria

Empresa japonesa produz chinelos em forma de gatinhos

Saber criar produtos que conquistem os clientes é uma característica imprenscíndivel de um negócio de sucesso. Para isso, é preciso encontrar o caminho certo até o coração deles. Para alguns, são carros e flores. Para outros, são gatos.

A empresa japonesa Nyara Geta desenvolveu chinelos especiais para os fãs de felinos.

Diferente dos calçados encontrados normalmente por aí, estes possuem o formato de um gatinho sentado.

Eles são, na verdade, uma mistura dos chinelos ocidentais com os tamancos tradicionais da cultura japonesa – chamados de geta pelos nipônicos. Mas ao contrário destes últimos, que são feitos de madeira, os pares criados pela Nyara Geta são feitos de borracha EVA.

A empresa tem nove modelos diferentes de calçados. Para adquiri-los, o consumidor desembolsa 3780 ienes japoneses, algo em torno de R$ 134.

Publicado originalmente em: Revistapgn.globo.com

notícias, Sem categoria

Professor leva cães para a sala e ensina cuidados e afeto aos alunos

Orion, Vega e Mel não estão na lista de presença nem ganham nota no fim do semestre, mas são vistos com frequência nas aulas do professor Diogo Cesar Gomes da Silva, na UCBD (Universidade Católica Dom Bosco), em Campo Grande (MS). Além de encantar os alunos, os três cães da raça border collie acompanham o tutor na universidade por um motivo didático: Silva leciona uma disciplina sobre comportamento e bem-estar animal, e os cães ajudam os alunos a transportarem para a prática o conteúdo ministrado pelo professor.

Faz mais de dois anos que Silva entrou em classe pela primeira vez com as companhias inesperadas. “Eu lembro que, quando cheguei com os cães, não avisei aos alunos, me apresentei como professor da disciplina e expliquei que a gente ia estudar juntos. A expressão dos acadêmicos era de surpresa, empolgação e satisfação”, diz o professor, que dá aula nos cursos de medicina veterinária e zootecnia.

A rotina dos animais em sala depende da aula. Se o tema é comunicação entre animais, por exemplo, pelo menos dois deles saem de casa e garantem o conteúdo prático. “Se eu vou falar sobre como o animal constrói mecanismos de aprendizagem, posso levar um deles ou mais de um, caso eu vá dividir a sala em grupos”, explica.

Entre um afago e outro, os cães ensinam não só conteúdo, mas desenvolvem também habilidades emocionais na turma. “Os alunos aprendem comportamentos de afeição, carinho, cuidado. A presença deles deixa o ambiente da sala de aula mais leve, mais estimulante”. Silva garante que o trio contribui até para melhorar a imagem do professor: “Quando eu vou com os cães, os alunos interagem comigo de outras formas, tiram dúvidas, fazem perguntas, estreitamos os laços e saímos da tensão da sala de aula”, afirma.

Orion, Vega e Mel têm autorização da universidade para participar das aulas. Outros cães, no entanto, não têm circulação liberada, já que, segundo a instituição, a entrada de animais é permitida “apenas para fins pedagógicos e excepcionais”.

Além disso, o trio foi treinado pelo tutor e está adaptado ao ambiente universitário. Nos intervalos, inclusive, são disputados pelos alunos que aproveitam para passear e dar água enquanto o professor precisa resolver algo na secretaria do curso.

“Para esse tipo de interação, os cães precisam ter alto grau de socialização, e esses animais receberam treinamento e estimulação adequados desde filhotes para que se adaptassem a pessoas e ambientes diferentes”, diz o docente.

Fonte: New Pangea

histórias, Sem categoria

MARIDO DIZ À ESPOSA: EU OU OS CACHORROS? E ELA FICA COM OS CACHORROS

Após 25 anos casada, Liz Haslam teve que escolher entre seu marido e seus cães, quando ele disse à ela: eu ou os cachorros? Ela optou ficar com seus cachorros!
Saiba o que a levou a tomar essa decisão.

Liz e sua convivência com cães desde pequena

A mãe de Liz criava cães terrier, por isso ela convive desde criança com cachorros, e o pai tinha um comércio de alimentação animal.

Quando Mike conheceu Liz, já sabia do amor e da afinidade dela pelos cachorros.

Liz Haslam se apaixonou por Mike quando tinha apenas 16 anos e foi viver com ele em uma casa em Barnham, Suffolk, na Inglaterra.

Com três anos de casados, eles tiveram um filho chamado Ollie, mas, isso não foi suficiente para evitar a separação.

adoção, amor, histórias, Sem categoria

Conheça a história da Tina, Maria Cristina de Alcântara Machado

E mais uma vez temos uma linda história, que na verdade podemos chamar de linda homenagem que nossa seguidora Regina Alvim nos enviou.

Imagem: Regina Alves

A história que vamos contar é da Tina, seu nome carinhoso, porque seu verdadeiro nome é Maria Cristina de Alcântara Machado, sim um nome de Lady.

A Tina foi encontrada, em um sábado de 2001. Uma vizinha estava espiando alguma coisa no meio do mato, e mesmo atrasada a Regina foi lá ajudar e ver o que estava acontecendo. Elas se depararam como uma cena triste, Tina estava dentro do bueiro muito ferida, pois tinha sido atropelada e deixada para morrer.

Regina levou a cachorrinha imediatamente para sua casa, mesmo com o seu marido não querendo que ela se responsabilizasse pelo caso. Mas ela não pensou duas vezes!!

A cachorrinha tinha diversos ferimentos na pele, cheia de carrapatos e um ferimento que praticamente podia-se ver o coração dela batendo.

Regina conversou com Tina e pediu que reagisse que ela ia fazer todo possível para não desistir de viver e ficar curada. Nesse mesmo dia, Tina começou a se alimentar, e foi reagindo bem aos medicamentos e cuidados.

Tina se recuperou totalmente! Ela viveu sendo a sombra de Regina, e o grande amor de sua vida. Foi muito feliz!

Em 2015, Tina adoeceu! Começou a apresentar problemas na pata que tinha sido atropelada, e foi diagnosticado câncer nos pulmões, metástase de um câncer nos ossos.

Regina ficou devastada, achando que ia morrer, mas se dedicou dia e noite para poder ajudar Tina a não sofrer tanto e conseguir ter qualidade de vida.

Tina sofreu muito nesses últimos dias de sua vida, mas do seu lado teve muito amor e apoio, pode descansar em paz.

Regina agradece muito por ter compartilhado sua vida com Tina, que foi quem a resgatou todos os dias de uma depressão e trouxe muita alegria para sua vida!

Imagem: Regina Alvim

Cada dia que passa, nós que gostamos de bichos, nos deparamos com essas histórias lindas e podemos ter mais certeza que essa ligação e amor com animais é maravilhosa!

E se você também tem alguma história do seu pet que queria compartilhar, mande para o Debate Animal!

Imagem: Regina Alvim
Sem categoria

Vira-lata é “funcionária modelo” de empresa imobiliária

Sem categoria

Por um mundo melhor: Nescau tira canudos plásticos de suas embalagens

TODA A INICIATIVA DA EMPRESA SERÁ EM PARCERIA COM O PROJETO TAMAR

A Nescau levou a gente para a Praia do Forte, na Bahia, na última segunda-feira (4), para contar sobre uma novidade que a marca vai lançar junto com Projeto Tamar. Eles vão disponibilizar duas versões diferentes da embalagem: uma sem canudinho e outra com canudos de papel biodegradáveis.
A Nestlé, dona da Nescau, disse na última terça-feira (5) que o objetivo é eliminar todos os canudinhos de plástico até 2025 no Brasil. A empresa quer conseguir substituir mais de quatro milhões de unidades, este ano, pelos canudos de papel.

O projeto será dividido em três iniciativas:

1. Disponibilizar no mercado duas versões do produto. O primeiro é um pack com 6 embalagens sem canudos, neste a ideia é estimular a criatividade de como você vai tomar a bebida. E o segundo é aquela embalagem com canudos de papel biodegradáveis.

2. #Jogapradentro: como ainda terão canudos de plásticos circulando, a ideia é que após beber você empurre o canudinho para dentro da embalagem. Essa atitude garante que o material não termine como resíduos, principalmente em mares, oceanos e rios.
3. A marca vai abrir um núcleo de pesquisa. Qualquer pessoa pode enviar uma sugestão com uma nova proposta de embalagem até abril para reduzir a produção de lixo.

Por que com o Projeto Tamar?

O plástico é um dos grandes inimigos da vida marinha. Se o canudinho vai para o mar, pode matar as criaturas que vivem lá. Isso é extremamente prejudicial para as tartarugas, por exemplo, porque a cada mil que nascem, somente uma chega a vida adulta. O mais chocante é que somente as adultas podem reproduzir.

No final da viagem a gente ganhou um superpresente e pôde ver de perto uma tartaruga cavando um ninho para desovar seus ovos. Elas podem colocar em média 120 ovos a cada reprodução. Foi um privilégio a oportunidade de participar desse momento e enxergar a importância da conscientização sobre o uso desenfreado do plástico.

Uma pesquisa recente, feita pela Universidade de Exeter, do Laboratório Marinho de Plymouth e do Greenpeace, concluiu que todas as tartarugas marinhas do planeta têm plástico no organismo.

De acordo com a Galileu, eles analisaram 102 exemplares de tartarugas marinhas encontradas nos oceanos Atlântico, Pacífico e Mediterrâneo e infelizmente encontraram o plástico na barriga de cada uma.

Publicado originalmente em: Paisefilhos.uol.br

Imagem: Getty

adoção, amor, histórias, Sem categoria, superação

Conheça a história da Pê

Fico feliz quando me deparo com histórias de amor com os animais, e mais feliz ainda em poder dividir com vocês.

A história de hoje é da Pê, uma cachorrinha linda e charmosa, que sofreu muito com o abandono e maus-tratos, mas felizmente encontrou uma dona maravilhosa que a acolheu e mudou sua vida!

20190207_092416.jpg

Imagem: Instagram @pe_pezinha

Eu pedi que sua dona, Tássia Búrigo, contasse a história da Pê para fazer a matéria, e ela fez um relato tão fofo, como se fosse a Pê escrevendo, que eu não quis mudar nadinha o texto para dividir com vocês!

“Eu era moradora de rua e seguia a minha vida normalmente. Até que um dia, em março de 2014, uns tios malvados colocaram um cano de PVC no meu pescoço, parecia um colar largo de PVC. Este cano era muito justo, machucando a parte de trás das minhas orelhinhas e o meu pescoço. E aí, eu comecei a definhar, porque eu não conseguia me alimentar, nem beber água com aquela coisa no pescoço. Mas não foi só isso, esses mesmos tios também me deram uma lambada na carinha, fazendo com que meu olho direito pulasse fora. Meus ossinhos do rostinho ficaram bem alterados, tipo amassados mesmo, sabem, tios?

Os moradores do bairro por onde eu andava falaram para os tios da ONG SOS Vira-Lata, uma ONG da minha cidadezinha, que tinha uma cadela andando com um cano de PVC no pescoço. As tias da ONG, então, começaram a me procurar. Mas foi difícil elas me encontrarem, porque eu não ficava sempre no mesmo lugar. Eu estava desesperada, procurando segurança e algum tio que pudesse me tirar aquilo do pescoço.

Levaram umas 3 semanas até que as tias me encontraram. Eu já estava desistindo da vida. Estava um saquinho de osso, já sem pelos, e sendo comida viva por bicheiras que se formaram em meu olhinho e em meus ferimentos ocasionados pelo cano. Quando a tia Carol me encontrou, eu estava num armário velho de cozinha, paradinha, olhando pro nada. A tia Carol tentou se aproximar, me ofereceu petisco, e eu: nada. Eu já havia realmente desistido de imaginar que alguém viria me salvar. Até que a tia viu que o jeito era me pegar no colo e me colocar no carro. Foi o que ela fez.

Deixei o maior futum no carro da tia Carol hihihi e fomos para a clínica veterinária, onde serraram meu cano, numa segunda tentativa com um outro serrote, e onde permaneci por uns 15 dias.

A maninha estava procurando um cãozinho especial para adotar, já que o trabalho dela então permitia ela ter um cachorro – antes ela ficava fora o dia todo e assim ela tinha consciência de que não daria para ter um cãozinho no apartamento. Ela queria um cão especial, pois via que, nas feirinhas de adoção, estes cães iam restando – tem muitos tios que preferem cãezinhos “perfeitos”.

Quando a maninha me viu passando na Fanpage da ONG, ela pensou “meu tio Jesus, não vou encontrar nenhum outro cão que precise mais da minha atenção do que essa!”. E assim, maninha começou a me visitar na clínica.

Todos os dias, maninha ia lá e me fazia carinho, que era pra ver se eu já estava me acostumando com ela. É que a maninha pensava que, em vista do que passei, eu certamente seria raivosa, ou antissocial, ou ia morder tudo, ou fazer xixi por tudo hihihi. Mas não.

Na primeira semana, maninha me fazia carinho e era como se ela fizesse carinho numa pedra. Eu estava estática, desacreditada, inanimada. Nos dias seguintes, comecei a ir tendo reações, até que chegou o dia de ir pra casa. Foi aí que veio a surpresa.

Quando os tios veterinários me colocaram no chão para eu ir até a maninha, eu fui faceira, balançando a rabiola! Maninha quase chorou e se arrepende até hoje de não ter filmado esta cena.

De lá pra cá, foi só alegria. No começo eu morria de medo de colo – e até hoje não curto muito – mas fomos nos conhecendo e nos adaptando uma à outra. Maninha sempre chora quando fala sobre nossa historinha, porque ela diz que fui eu quem adotei ela. Somos muito parceiras, já fui à praia, a restaurantes, em diversas praças, e outras cidades com ela. Uma vez fomos até a Gramado, num chalé que aceitava cachorro.

Maninha fala que nossa ligação é de outras vidas. Ela não imagina a vidinha dela sem mim (e vice-versa). Eu já sei quando ela vai sair, quando ela vai chegar, já conheço as palavras: petisco, nanar, passeio, já volto, não, vem, pula, tiozinho e outras. Sou tão gulosa que, na fase pós-internação, fui rapidamente dos 7 Kg até os atuais 12 Kg – mas num momento extrapolei e fiquei bem gordinha hihihi. Passei por fases feias, desde a cicatrização de todas as feridas até o nascimento dos pelos. Porém, maninha sempre me enxergou por dentro e sempre via a minha alminha linda e iluminada.

Hoje, eu sonho que nenhum cachorro desista, e acredite que, para cada tio maldoso, sempre haverá mais tios anjos. Maninha é meu anjo, minha luz.”

Dia do resgate da Pê Imagem: Instagram @pe_pezinha

Imagem: Instagram @pe_pezinha

“Maninha” é a salvadora da Pê (Tássia Búrigo), que com todo amor do mundo acolheu a Pê, mesmo com todas as dificuldades, ela cuidou, amou e fez a vida da cachorrinha mudar e poder ser muito feliz agora!

Para quem ama os animais, é muito difícil acreditar e aceitar que existam pessoas que façam mal as essas criaturinhas maravilhosas, mas também enche nosso coração de esperança quando nos deparamos com histórias como essa, aonde o amor e a dedicação prevalece!

E quem quiser acompanhar a vida da Pê, o Instagram dela é: @pe_pezinha. Sigam ela lá!

E o Facebook

Imagem: Instagram @pe_pezinha

Espero que a Pê continue linda e feliz na companhia da “Maninha” e que apareçam muitas outras histórias como essa para contarmos aqui no Debate Animal! E você tem alguma história de amor com um bichinho? Mande e conte para a gente!!!!!