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Conheça a história da Tina, Maria Cristina de Alcântara Machado

E mais uma vez temos uma linda história, que na verdade podemos chamar de linda homenagem que nossa seguidora Regina Alvim nos enviou.

Imagem: Regina Alves

A história que vamos contar é da Tina, seu nome carinhoso, porque seu verdadeiro nome é Maria Cristina de Alcântara Machado, sim um nome de Lady.

A Tina foi encontrada, em um sábado de 2001. Uma vizinha estava espiando alguma coisa no meio do mato, e mesmo atrasada a Regina foi lá ajudar e ver o que estava acontecendo. Elas se depararam como uma cena triste, Tina estava dentro do bueiro muito ferida, pois tinha sido atropelada e deixada para morrer.

Regina levou a cachorrinha imediatamente para sua casa, mesmo com o seu marido não querendo que ela se responsabilizasse pelo caso. Mas ela não pensou duas vezes!!

A cachorrinha tinha diversos ferimentos na pele, cheia de carrapatos e um ferimento que praticamente podia-se ver o coração dela batendo.

Regina conversou com Tina e pediu que reagisse que ela ia fazer todo possível para não desistir de viver e ficar curada. Nesse mesmo dia, Tina começou a se alimentar, e foi reagindo bem aos medicamentos e cuidados.

Tina se recuperou totalmente! Ela viveu sendo a sombra de Regina, e o grande amor de sua vida. Foi muito feliz!

Em 2015, Tina adoeceu! Começou a apresentar problemas na pata que tinha sido atropelada, e foi diagnosticado câncer nos pulmões, metástase de um câncer nos ossos.

Regina ficou devastada, achando que ia morrer, mas se dedicou dia e noite para poder ajudar Tina a não sofrer tanto e conseguir ter qualidade de vida.

Tina sofreu muito nesses últimos dias de sua vida, mas do seu lado teve muito amor e apoio, pode descansar em paz.

Regina agradece muito por ter compartilhado sua vida com Tina, que foi quem a resgatou todos os dias de uma depressão e trouxe muita alegria para sua vida!

Imagem: Regina Alvim

Cada dia que passa, nós que gostamos de bichos, nos deparamos com essas histórias lindas e podemos ter mais certeza que essa ligação e amor com animais é maravilhosa!

E se você também tem alguma história do seu pet que queria compartilhar, mande para o Debate Animal!

Imagem: Regina Alvim
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Vira-lata é “funcionária modelo” de empresa imobiliária

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Por um mundo melhor: Nescau tira canudos plásticos de suas embalagens

TODA A INICIATIVA DA EMPRESA SERÁ EM PARCERIA COM O PROJETO TAMAR

A Nescau levou a gente para a Praia do Forte, na Bahia, na última segunda-feira (4), para contar sobre uma novidade que a marca vai lançar junto com Projeto Tamar. Eles vão disponibilizar duas versões diferentes da embalagem: uma sem canudinho e outra com canudos de papel biodegradáveis.
A Nestlé, dona da Nescau, disse na última terça-feira (5) que o objetivo é eliminar todos os canudinhos de plástico até 2025 no Brasil. A empresa quer conseguir substituir mais de quatro milhões de unidades, este ano, pelos canudos de papel.

O projeto será dividido em três iniciativas:

1. Disponibilizar no mercado duas versões do produto. O primeiro é um pack com 6 embalagens sem canudos, neste a ideia é estimular a criatividade de como você vai tomar a bebida. E o segundo é aquela embalagem com canudos de papel biodegradáveis.

2. #Jogapradentro: como ainda terão canudos de plásticos circulando, a ideia é que após beber você empurre o canudinho para dentro da embalagem. Essa atitude garante que o material não termine como resíduos, principalmente em mares, oceanos e rios.
3. A marca vai abrir um núcleo de pesquisa. Qualquer pessoa pode enviar uma sugestão com uma nova proposta de embalagem até abril para reduzir a produção de lixo.

Por que com o Projeto Tamar?

O plástico é um dos grandes inimigos da vida marinha. Se o canudinho vai para o mar, pode matar as criaturas que vivem lá. Isso é extremamente prejudicial para as tartarugas, por exemplo, porque a cada mil que nascem, somente uma chega a vida adulta. O mais chocante é que somente as adultas podem reproduzir.

No final da viagem a gente ganhou um superpresente e pôde ver de perto uma tartaruga cavando um ninho para desovar seus ovos. Elas podem colocar em média 120 ovos a cada reprodução. Foi um privilégio a oportunidade de participar desse momento e enxergar a importância da conscientização sobre o uso desenfreado do plástico.

Uma pesquisa recente, feita pela Universidade de Exeter, do Laboratório Marinho de Plymouth e do Greenpeace, concluiu que todas as tartarugas marinhas do planeta têm plástico no organismo.

De acordo com a Galileu, eles analisaram 102 exemplares de tartarugas marinhas encontradas nos oceanos Atlântico, Pacífico e Mediterrâneo e infelizmente encontraram o plástico na barriga de cada uma.

Publicado originalmente em: Paisefilhos.uol.br

Imagem: Getty

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Conheça a história da Pê

Fico feliz quando me deparo com histórias de amor com os animais, e mais feliz ainda em poder dividir com vocês.

A história de hoje é da Pê, uma cachorrinha linda e charmosa, que sofreu muito com o abandono e maus-tratos, mas felizmente encontrou uma dona maravilhosa que a acolheu e mudou sua vida!

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Imagem: Instagram @pe_pezinha

Eu pedi que sua dona, Tássia Búrigo, contasse a história da Pê para fazer a matéria, e ela fez um relato tão fofo, como se fosse a Pê escrevendo, que eu não quis mudar nadinha o texto para dividir com vocês!

“Eu era moradora de rua e seguia a minha vida normalmente. Até que um dia, em março de 2014, uns tios malvados colocaram um cano de PVC no meu pescoço, parecia um colar largo de PVC. Este cano era muito justo, machucando a parte de trás das minhas orelhinhas e o meu pescoço. E aí, eu comecei a definhar, porque eu não conseguia me alimentar, nem beber água com aquela coisa no pescoço. Mas não foi só isso, esses mesmos tios também me deram uma lambada na carinha, fazendo com que meu olho direito pulasse fora. Meus ossinhos do rostinho ficaram bem alterados, tipo amassados mesmo, sabem, tios?

Os moradores do bairro por onde eu andava falaram para os tios da ONG SOS Vira-Lata, uma ONG da minha cidadezinha, que tinha uma cadela andando com um cano de PVC no pescoço. As tias da ONG, então, começaram a me procurar. Mas foi difícil elas me encontrarem, porque eu não ficava sempre no mesmo lugar. Eu estava desesperada, procurando segurança e algum tio que pudesse me tirar aquilo do pescoço.

Levaram umas 3 semanas até que as tias me encontraram. Eu já estava desistindo da vida. Estava um saquinho de osso, já sem pelos, e sendo comida viva por bicheiras que se formaram em meu olhinho e em meus ferimentos ocasionados pelo cano. Quando a tia Carol me encontrou, eu estava num armário velho de cozinha, paradinha, olhando pro nada. A tia Carol tentou se aproximar, me ofereceu petisco, e eu: nada. Eu já havia realmente desistido de imaginar que alguém viria me salvar. Até que a tia viu que o jeito era me pegar no colo e me colocar no carro. Foi o que ela fez.

Deixei o maior futum no carro da tia Carol hihihi e fomos para a clínica veterinária, onde serraram meu cano, numa segunda tentativa com um outro serrote, e onde permaneci por uns 15 dias.

A maninha estava procurando um cãozinho especial para adotar, já que o trabalho dela então permitia ela ter um cachorro – antes ela ficava fora o dia todo e assim ela tinha consciência de que não daria para ter um cãozinho no apartamento. Ela queria um cão especial, pois via que, nas feirinhas de adoção, estes cães iam restando – tem muitos tios que preferem cãezinhos “perfeitos”.

Quando a maninha me viu passando na Fanpage da ONG, ela pensou “meu tio Jesus, não vou encontrar nenhum outro cão que precise mais da minha atenção do que essa!”. E assim, maninha começou a me visitar na clínica.

Todos os dias, maninha ia lá e me fazia carinho, que era pra ver se eu já estava me acostumando com ela. É que a maninha pensava que, em vista do que passei, eu certamente seria raivosa, ou antissocial, ou ia morder tudo, ou fazer xixi por tudo hihihi. Mas não.

Na primeira semana, maninha me fazia carinho e era como se ela fizesse carinho numa pedra. Eu estava estática, desacreditada, inanimada. Nos dias seguintes, comecei a ir tendo reações, até que chegou o dia de ir pra casa. Foi aí que veio a surpresa.

Quando os tios veterinários me colocaram no chão para eu ir até a maninha, eu fui faceira, balançando a rabiola! Maninha quase chorou e se arrepende até hoje de não ter filmado esta cena.

De lá pra cá, foi só alegria. No começo eu morria de medo de colo – e até hoje não curto muito – mas fomos nos conhecendo e nos adaptando uma à outra. Maninha sempre chora quando fala sobre nossa historinha, porque ela diz que fui eu quem adotei ela. Somos muito parceiras, já fui à praia, a restaurantes, em diversas praças, e outras cidades com ela. Uma vez fomos até a Gramado, num chalé que aceitava cachorro.

Maninha fala que nossa ligação é de outras vidas. Ela não imagina a vidinha dela sem mim (e vice-versa). Eu já sei quando ela vai sair, quando ela vai chegar, já conheço as palavras: petisco, nanar, passeio, já volto, não, vem, pula, tiozinho e outras. Sou tão gulosa que, na fase pós-internação, fui rapidamente dos 7 Kg até os atuais 12 Kg – mas num momento extrapolei e fiquei bem gordinha hihihi. Passei por fases feias, desde a cicatrização de todas as feridas até o nascimento dos pelos. Porém, maninha sempre me enxergou por dentro e sempre via a minha alminha linda e iluminada.

Hoje, eu sonho que nenhum cachorro desista, e acredite que, para cada tio maldoso, sempre haverá mais tios anjos. Maninha é meu anjo, minha luz.”

Dia do resgate da Pê Imagem: Instagram @pe_pezinha

Imagem: Instagram @pe_pezinha

“Maninha” é a salvadora da Pê (Tássia Búrigo), que com todo amor do mundo acolheu a Pê, mesmo com todas as dificuldades, ela cuidou, amou e fez a vida da cachorrinha mudar e poder ser muito feliz agora!

Para quem ama os animais, é muito difícil acreditar e aceitar que existam pessoas que façam mal as essas criaturinhas maravilhosas, mas também enche nosso coração de esperança quando nos deparamos com histórias como essa, aonde o amor e a dedicação prevalece!

E quem quiser acompanhar a vida da Pê, o Instagram dela é: @pe_pezinha. Sigam ela lá!

E o Facebook

Imagem: Instagram @pe_pezinha

Espero que a Pê continue linda e feliz na companhia da “Maninha” e que apareçam muitas outras histórias como essa para contarmos aqui no Debate Animal! E você tem alguma história de amor com um bichinho? Mande e conte para a gente!!!!!

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Adotar um gato alonga a vida: eles combatem a depressão e fazem bem ao coração

Se você ainda não foi conquistado pela sua simpatia e beleza, aqui está uma boa razão para adotar um gato: de acordo com um estudo recente, os felinos prolongam a vida de seus donos. E não só.

Isso foi confirmado pela Fundação Iseni e pelo Centro Cuore Malpensa: há um ano essas instituições fizeram uma campanha pela adoção de um cão entre os cardiopatas para melhorar a expectativa de vida dos pacientes e evidenciaram os mesmos benefícios no caso dos gatos – com alguns benefícios extras.

O principal benefício que pode ser extraído da companhia felina diz respeito à esfera dos transtornos relacionados ao estresse, transtornos depressivos e síndrome de ansiedade.

A explicar os mecanismos subjacentes a esta relação benéfica é diretamente Professor Andrea Macchi – Diretor do Centro do Coração e dos Istituti di Ricovero e Cura Gruppo Iseni Sanità di Lonate Pozzolo: “O contato com pêlo de gato produz oxitocina, o hormônio felicidade. Ao contrário do cão, a dificuldade do gato para confiar e contar com o ser humano estimula nesse último o auto-controle e um esforço mais prolongado para se relacionar com o filhote. O contato com o pelo do gato também é agradável e relaxante, tem um efeito positivo sobre a pressão sanguínea e sobre os batimentos cardíacos. Ronronar é uma resposta imediata da atenção dada ao animal e relaxam naturalmente também o paciente, que tem enormes benefícios a nível cardiovascular, prolongando e melhorando a vida humana”.

Os resultados do estudo feito, portanto, levaram a uma iniciativa semelhante àquela feita com os cães: foram feitas parcerias com abrigos locais, convidando os pacientes com doença cardiovascular a adotarem um gato. Serão os cardiologistas do centro a explicarem os benefícios aos pacientes, de maneira científica detalhada.

Uma solução que satisfaz dois objetivos: “primeiro, é claro, prolonga a vida do doente e depois, dá uma casa para gatos abandonados, que terão agora uma família”, diz Andrea Macchi, que, para dar um bom exemplo, imediatamente recebeu um gato em casa.

Inútil dizer que você não precisa ter problemas de coração para adotar um gato: ele irá recompensá-lo da mesma maneira – e com muito mais. 😉

Imagem de Rita Locci – Seus gatos Donatella e Leonardo

Publicado originalmente: Contioutra

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REGRAS PARA VIAGENS INTERNACIONAIS COM CÃES E GATOS SÃO ATUALIZADAS

O material que expõe as regras para o trânsito internacional de animais foi atualizado. Com o objetivo de facilitar ainda mais o acesso a informações relacionadas ao tema, o guia orienta e traz link para o sistema de emissão de certificados eletrônicos para embarques aos Estados Unidos. O processo permite que toda a documentação seja enviada e recebida de forma on-line. A nova versão traz, ainda, diretrizes do acordo com mais cinco países, além de recursos facilitadores.

O material dispõe das mudanças nas normas para a entrada de cães e gatos brasileiros na África do Sul, Colômbia, Japão, Peru e Estados Unidos. Também foram incluídas as regras da Rússia, Bielorrússia, Armênia, Cazaquistão e Quirguistão, países que compõem a União Econômica Eurasiática, que firmou acordo com o Brasil para o trânsito de cães e gatos.

Além da atualização, também foi lançado o “Guia para Utilização de Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos”. “Identificamos a necessidade de abordar o assunto separadamente, devido ao grande volume de dúvidas que surgiam no SVA/GRU, mesmo em meio ao crescimento da emissão de passaportes”, conta o médico-veterinário Luiz Carlos Teixeira de Souza Junior, auditor fiscal federal agropecuário.

A incidência de problemas nos atestados de saúde emitidos por médicos-veterinários chegava a provocar a rejeição de 40% dos documentos. “Antes havia uma disseminação de informações equivocadas e até a inexistência de explicações fundamentais para que os médicos-veterinários pudessem atender às regras”, comenta o médico-veterinário.

O documento foi criado no início deste ano e é fruto da parceria entre o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP) e o Serviço de Vigilância Agropecuária local (SVA/GRU) – unidade do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). A parceria foi ampliada e conta agora com a participação do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical).

Sabendo da importância do material, o Anffa Sindical ofereceu apoio. “Nossa equipe de comunicação fez a diagramação e também fará impressões do Guia para colaborar com a eficiência do trabalho dos auditores”, disse o diretor de Comunicação e Relações Públicas do Anffa, Roberto Siqueira Filho.

Pulicado originalmente: caesegatos.com
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Abandono de pets cresce nas festas de fim de ano e férias; saiba como denunciar o crime

Abandonar animais é crime. A prática, porém, é recorrente no país e aumenta nas épocas de festas de fim de ano e de férias escolares. São cães e gatos que tinham água, comida e uma casa, mas de uma hora para outra acabaram sozinhos nas ruas, enquanto as famílias aproveitam a folga. Alguns são recolhidos por protetores, mas muitos passam fome e até morrem doentes ou atropelados.

Embora atualmente existam opções para hospedar o animal, o abandono ainda é frequente. Muitos abandonam seus pets em ruas e estradas. São pessoas irresponsáveis que querem viajar e simplesmente abandonam porque não podem levar os animais para os locais aonde estão indo.

Segundo os relatos das ONGs, o aumento do abandono é de até 200% no número de cães e gatos no fim do ano.

DENÚNCIAS E PROVAS
Quem abandona animais pode ser punido. Mas, para isso, precisa ser denunciado. É importante que o denunciante consiga o máximo de informações possíveis para que a polícia chegue ao agressor. Se viu um motorista jogando o animal na rua, deve filmar ou tirar fotos do carro e da placa. Se o animal estiver abandonado em uma residência ou flagrar uma agressão, deve, além de registrar em foto ou vídeo, chamar a polícia.

O protetor que conseguir resgatar o animal vítima de maus-tratos, deve levá-lo imediatamente a um veterinário para fazer o laudo como prova e, em seguida, fazer o registro na delegacia. Deve pedir o termo de fiel depositário, para ficar responsável pelo animal até que, se houver processo, a Justiça determine o destino do animal.

PUNIÇÃO
A punição para quem comete maus-tratos contra animais é considerada branda. Pela Lei de Crimes Ambientais, a pena prevista é de três meses a um ano de detenção, além de multa —pode ser aumentada de um sexto a um terço se ocorrer morte do animal.

No caso de crimes de menor potencial ofensivo (penas de até 2 anos), pode não ocorrer a abertura da ação penal, e a punição normalmente é convertida em prestação de serviço.

A prisão para o responsável pelos maus-tratos ocorre se houver uma soma de penas. “Nós crimes de maus-tratos, cada crime é uma conduta. Se a pessoa abandona dois animais, são dois crimes, e penas se somam. Se maltrata três vezes o mesmo cachorro, cada conduta é um crime. As penas se somam e a pessoa pode ser presa.”

Após a morte da cadela Manchinha, em Osasco, dois projetos que endurecem as punições para crimes de maus-tratos contra animais foram aprovados na Câmara e no Senado. Eles ainda serão analisados pelas duas Casas.

ONDE DENUNCIAR
Denúncias de maus-tratos devem ser feitas à polícia, e é possível registrar boletim de ocorrência nas delegacias. Casos mais graves e urgentes, como flagrantes de agressões, devem ser comunicados à Polícia Militar.
Em São Paulo, a Depa permite o registro da denúncia pela internet. As informações passam por triagem e são encaminhadas às polícias Civil ou Militar.

O endereço da Depa para fazer a denúncia é DEPA. É preciso se identificar no cadastro, mas os dados são sigilosos. O denunciante recebe um número de protocolo e pode acompanhar o andamento do caso. Na Grande São Paulo, outra possibilidade é o recém-criado Disque-Denúncia da Defesa Animal Estadual, pelo 0800-600-6428.

Além da Abraa, que pode orientar protetores sobre como proceder em resgates, a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) tem comissões de proteção e defesa dos animais.

Pense e reflita…os animais são serem vivos, sencientes e necessitam amor e carinho…é uma vida que está em jogo.

Publicado originalmente em: vivatatuape
Imagem: Revista circuito