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Conheça a história da Pê

Fico feliz quando me deparo com histórias de amor com os animais, e mais feliz ainda em poder dividir com vocês.

A história de hoje é da Pê, uma cachorrinha linda e charmosa, que sofreu muito com o abandono e maus-tratos, mas felizmente encontrou uma dona maravilhosa que a acolheu e mudou sua vida!

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Imagem: Instagram @pe_pezinha

Eu pedi que sua dona, Tássia Búrigo, contasse a história da Pê para fazer a matéria, e ela fez um relato tão fofo, como se fosse a Pê escrevendo, que eu não quis mudar nadinha o texto para dividir com vocês!

“Eu era moradora de rua e seguia a minha vida normalmente. Até que um dia, em março de 2014, uns tios malvados colocaram um cano de PVC no meu pescoço, parecia um colar largo de PVC. Este cano era muito justo, machucando a parte de trás das minhas orelhinhas e o meu pescoço. E aí, eu comecei a definhar, porque eu não conseguia me alimentar, nem beber água com aquela coisa no pescoço. Mas não foi só isso, esses mesmos tios também me deram uma lambada na carinha, fazendo com que meu olho direito pulasse fora. Meus ossinhos do rostinho ficaram bem alterados, tipo amassados mesmo, sabem, tios?

Os moradores do bairro por onde eu andava falaram para os tios da ONG SOS Vira-Lata, uma ONG da minha cidadezinha, que tinha uma cadela andando com um cano de PVC no pescoço. As tias da ONG, então, começaram a me procurar. Mas foi difícil elas me encontrarem, porque eu não ficava sempre no mesmo lugar. Eu estava desesperada, procurando segurança e algum tio que pudesse me tirar aquilo do pescoço.

Levaram umas 3 semanas até que as tias me encontraram. Eu já estava desistindo da vida. Estava um saquinho de osso, já sem pelos, e sendo comida viva por bicheiras que se formaram em meu olhinho e em meus ferimentos ocasionados pelo cano. Quando a tia Carol me encontrou, eu estava num armário velho de cozinha, paradinha, olhando pro nada. A tia Carol tentou se aproximar, me ofereceu petisco, e eu: nada. Eu já havia realmente desistido de imaginar que alguém viria me salvar. Até que a tia viu que o jeito era me pegar no colo e me colocar no carro. Foi o que ela fez.

Deixei o maior futum no carro da tia Carol hihihi e fomos para a clínica veterinária, onde serraram meu cano, numa segunda tentativa com um outro serrote, e onde permaneci por uns 15 dias.

A maninha estava procurando um cãozinho especial para adotar, já que o trabalho dela então permitia ela ter um cachorro – antes ela ficava fora o dia todo e assim ela tinha consciência de que não daria para ter um cãozinho no apartamento. Ela queria um cão especial, pois via que, nas feirinhas de adoção, estes cães iam restando – tem muitos tios que preferem cãezinhos “perfeitos”.

Quando a maninha me viu passando na Fanpage da ONG, ela pensou “meu tio Jesus, não vou encontrar nenhum outro cão que precise mais da minha atenção do que essa!”. E assim, maninha começou a me visitar na clínica.

Todos os dias, maninha ia lá e me fazia carinho, que era pra ver se eu já estava me acostumando com ela. É que a maninha pensava que, em vista do que passei, eu certamente seria raivosa, ou antissocial, ou ia morder tudo, ou fazer xixi por tudo hihihi. Mas não.

Na primeira semana, maninha me fazia carinho e era como se ela fizesse carinho numa pedra. Eu estava estática, desacreditada, inanimada. Nos dias seguintes, comecei a ir tendo reações, até que chegou o dia de ir pra casa. Foi aí que veio a surpresa.

Quando os tios veterinários me colocaram no chão para eu ir até a maninha, eu fui faceira, balançando a rabiola! Maninha quase chorou e se arrepende até hoje de não ter filmado esta cena.

De lá pra cá, foi só alegria. No começo eu morria de medo de colo – e até hoje não curto muito – mas fomos nos conhecendo e nos adaptando uma à outra. Maninha sempre chora quando fala sobre nossa historinha, porque ela diz que fui eu quem adotei ela. Somos muito parceiras, já fui à praia, a restaurantes, em diversas praças, e outras cidades com ela. Uma vez fomos até a Gramado, num chalé que aceitava cachorro.

Maninha fala que nossa ligação é de outras vidas. Ela não imagina a vidinha dela sem mim (e vice-versa). Eu já sei quando ela vai sair, quando ela vai chegar, já conheço as palavras: petisco, nanar, passeio, já volto, não, vem, pula, tiozinho e outras. Sou tão gulosa que, na fase pós-internação, fui rapidamente dos 7 Kg até os atuais 12 Kg – mas num momento extrapolei e fiquei bem gordinha hihihi. Passei por fases feias, desde a cicatrização de todas as feridas até o nascimento dos pelos. Porém, maninha sempre me enxergou por dentro e sempre via a minha alminha linda e iluminada.

Hoje, eu sonho que nenhum cachorro desista, e acredite que, para cada tio maldoso, sempre haverá mais tios anjos. Maninha é meu anjo, minha luz.”

Dia do resgate da Pê Imagem: Instagram @pe_pezinha

Imagem: Instagram @pe_pezinha

“Maninha” é a salvadora da Pê (Tássia Búrigo), que com todo amor do mundo acolheu a Pê, mesmo com todas as dificuldades, ela cuidou, amou e fez a vida da cachorrinha mudar e poder ser muito feliz agora!

Para quem ama os animais, é muito difícil acreditar e aceitar que existam pessoas que façam mal as essas criaturinhas maravilhosas, mas também enche nosso coração de esperança quando nos deparamos com histórias como essa, aonde o amor e a dedicação prevalece!

E quem quiser acompanhar a vida da Pê, o Instagram dela é: @pe_pezinha. Sigam ela lá!

E o Facebook

Imagem: Instagram @pe_pezinha

Espero que a Pê continue linda e feliz na companhia da “Maninha” e que apareçam muitas outras histórias como essa para contarmos aqui no Debate Animal! E você tem alguma história de amor com um bichinho? Mande e conte para a gente!!!!!

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Adotar um gato alonga a vida: eles combatem a depressão e fazem bem ao coração

Se você ainda não foi conquistado pela sua simpatia e beleza, aqui está uma boa razão para adotar um gato: de acordo com um estudo recente, os felinos prolongam a vida de seus donos. E não só.

Isso foi confirmado pela Fundação Iseni e pelo Centro Cuore Malpensa: há um ano essas instituições fizeram uma campanha pela adoção de um cão entre os cardiopatas para melhorar a expectativa de vida dos pacientes e evidenciaram os mesmos benefícios no caso dos gatos – com alguns benefícios extras.

O principal benefício que pode ser extraído da companhia felina diz respeito à esfera dos transtornos relacionados ao estresse, transtornos depressivos e síndrome de ansiedade.

A explicar os mecanismos subjacentes a esta relação benéfica é diretamente Professor Andrea Macchi – Diretor do Centro do Coração e dos Istituti di Ricovero e Cura Gruppo Iseni Sanità di Lonate Pozzolo: “O contato com pêlo de gato produz oxitocina, o hormônio felicidade. Ao contrário do cão, a dificuldade do gato para confiar e contar com o ser humano estimula nesse último o auto-controle e um esforço mais prolongado para se relacionar com o filhote. O contato com o pelo do gato também é agradável e relaxante, tem um efeito positivo sobre a pressão sanguínea e sobre os batimentos cardíacos. Ronronar é uma resposta imediata da atenção dada ao animal e relaxam naturalmente também o paciente, que tem enormes benefícios a nível cardiovascular, prolongando e melhorando a vida humana”.

Os resultados do estudo feito, portanto, levaram a uma iniciativa semelhante àquela feita com os cães: foram feitas parcerias com abrigos locais, convidando os pacientes com doença cardiovascular a adotarem um gato. Serão os cardiologistas do centro a explicarem os benefícios aos pacientes, de maneira científica detalhada.

Uma solução que satisfaz dois objetivos: “primeiro, é claro, prolonga a vida do doente e depois, dá uma casa para gatos abandonados, que terão agora uma família”, diz Andrea Macchi, que, para dar um bom exemplo, imediatamente recebeu um gato em casa.

Inútil dizer que você não precisa ter problemas de coração para adotar um gato: ele irá recompensá-lo da mesma maneira – e com muito mais. 😉

Imagem de Rita Locci – Seus gatos Donatella e Leonardo

Publicado originalmente: Contioutra

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REGRAS PARA VIAGENS INTERNACIONAIS COM CÃES E GATOS SÃO ATUALIZADAS

O material que expõe as regras para o trânsito internacional de animais foi atualizado. Com o objetivo de facilitar ainda mais o acesso a informações relacionadas ao tema, o guia orienta e traz link para o sistema de emissão de certificados eletrônicos para embarques aos Estados Unidos. O processo permite que toda a documentação seja enviada e recebida de forma on-line. A nova versão traz, ainda, diretrizes do acordo com mais cinco países, além de recursos facilitadores.

O material dispõe das mudanças nas normas para a entrada de cães e gatos brasileiros na África do Sul, Colômbia, Japão, Peru e Estados Unidos. Também foram incluídas as regras da Rússia, Bielorrússia, Armênia, Cazaquistão e Quirguistão, países que compõem a União Econômica Eurasiática, que firmou acordo com o Brasil para o trânsito de cães e gatos.

Além da atualização, também foi lançado o “Guia para Utilização de Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos”. “Identificamos a necessidade de abordar o assunto separadamente, devido ao grande volume de dúvidas que surgiam no SVA/GRU, mesmo em meio ao crescimento da emissão de passaportes”, conta o médico-veterinário Luiz Carlos Teixeira de Souza Junior, auditor fiscal federal agropecuário.

A incidência de problemas nos atestados de saúde emitidos por médicos-veterinários chegava a provocar a rejeição de 40% dos documentos. “Antes havia uma disseminação de informações equivocadas e até a inexistência de explicações fundamentais para que os médicos-veterinários pudessem atender às regras”, comenta o médico-veterinário.

O documento foi criado no início deste ano e é fruto da parceria entre o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP) e o Serviço de Vigilância Agropecuária local (SVA/GRU) – unidade do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). A parceria foi ampliada e conta agora com a participação do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical).

Sabendo da importância do material, o Anffa Sindical ofereceu apoio. “Nossa equipe de comunicação fez a diagramação e também fará impressões do Guia para colaborar com a eficiência do trabalho dos auditores”, disse o diretor de Comunicação e Relações Públicas do Anffa, Roberto Siqueira Filho.

Pulicado originalmente: caesegatos.com
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Abandono de pets cresce nas festas de fim de ano e férias; saiba como denunciar o crime

Abandonar animais é crime. A prática, porém, é recorrente no país e aumenta nas épocas de festas de fim de ano e de férias escolares. São cães e gatos que tinham água, comida e uma casa, mas de uma hora para outra acabaram sozinhos nas ruas, enquanto as famílias aproveitam a folga. Alguns são recolhidos por protetores, mas muitos passam fome e até morrem doentes ou atropelados.

Embora atualmente existam opções para hospedar o animal, o abandono ainda é frequente. Muitos abandonam seus pets em ruas e estradas. São pessoas irresponsáveis que querem viajar e simplesmente abandonam porque não podem levar os animais para os locais aonde estão indo.

Segundo os relatos das ONGs, o aumento do abandono é de até 200% no número de cães e gatos no fim do ano.

DENÚNCIAS E PROVAS
Quem abandona animais pode ser punido. Mas, para isso, precisa ser denunciado. É importante que o denunciante consiga o máximo de informações possíveis para que a polícia chegue ao agressor. Se viu um motorista jogando o animal na rua, deve filmar ou tirar fotos do carro e da placa. Se o animal estiver abandonado em uma residência ou flagrar uma agressão, deve, além de registrar em foto ou vídeo, chamar a polícia.

O protetor que conseguir resgatar o animal vítima de maus-tratos, deve levá-lo imediatamente a um veterinário para fazer o laudo como prova e, em seguida, fazer o registro na delegacia. Deve pedir o termo de fiel depositário, para ficar responsável pelo animal até que, se houver processo, a Justiça determine o destino do animal.

PUNIÇÃO
A punição para quem comete maus-tratos contra animais é considerada branda. Pela Lei de Crimes Ambientais, a pena prevista é de três meses a um ano de detenção, além de multa —pode ser aumentada de um sexto a um terço se ocorrer morte do animal.

No caso de crimes de menor potencial ofensivo (penas de até 2 anos), pode não ocorrer a abertura da ação penal, e a punição normalmente é convertida em prestação de serviço.

A prisão para o responsável pelos maus-tratos ocorre se houver uma soma de penas. “Nós crimes de maus-tratos, cada crime é uma conduta. Se a pessoa abandona dois animais, são dois crimes, e penas se somam. Se maltrata três vezes o mesmo cachorro, cada conduta é um crime. As penas se somam e a pessoa pode ser presa.”

Após a morte da cadela Manchinha, em Osasco, dois projetos que endurecem as punições para crimes de maus-tratos contra animais foram aprovados na Câmara e no Senado. Eles ainda serão analisados pelas duas Casas.

ONDE DENUNCIAR
Denúncias de maus-tratos devem ser feitas à polícia, e é possível registrar boletim de ocorrência nas delegacias. Casos mais graves e urgentes, como flagrantes de agressões, devem ser comunicados à Polícia Militar.
Em São Paulo, a Depa permite o registro da denúncia pela internet. As informações passam por triagem e são encaminhadas às polícias Civil ou Militar.

O endereço da Depa para fazer a denúncia é DEPA. É preciso se identificar no cadastro, mas os dados são sigilosos. O denunciante recebe um número de protocolo e pode acompanhar o andamento do caso. Na Grande São Paulo, outra possibilidade é o recém-criado Disque-Denúncia da Defesa Animal Estadual, pelo 0800-600-6428.

Além da Abraa, que pode orientar protetores sobre como proceder em resgates, a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) tem comissões de proteção e defesa dos animais.

Pense e reflita…os animais são serem vivos, sencientes e necessitam amor e carinho…é uma vida que está em jogo.

Publicado originalmente em: vivatatuape
Imagem: Revista circuito
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Feliz Natal

O Debate Animal deseja a todos nossos queridos seguidores e nossos amigos animais um feliz Natal! Que seja brilhante de alegria, iluminado de amor, paz e harmonia!

Essa é a Olívia nossa mascotinha!

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#debateanimal #loucosporbichos #amoranimal #feliznatal #natal

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Argos, o cão de rodinha! Conheça sua história de luta, amor e coragem!

Nós do Debate Animal, estamos sempre procurando ou cruzando com histórias lindas e cheia de amor com os animais, por isso buscamos fazer tudo com mais carinho e amor!

Hoje iremos contar a história do Argos, um Border Collie, de um ano e seis meses, cheio de energia e vontade de viver!

Sua tutora Larissa Tanaka Onuki relatou a sua história:

” A HISTÓRIA: (Curitiba-PR) Argos é um Border Collie cheio de energia! O adotamos filhote, em condições perfeitas de saúde. Em resumo, em Julho deste ano, ele (sempre curioso) deu um jeitinho de sair para fora do portão de casa e foi atropelado por um carro em alta velocidade. Sobreviveu bravamente a um traumatismo craniano, pulmão perfurado, e fratura de coluna, o que o deixou paraplégico. Segundo os veterinários que o salvaram, foi por um milagre. Hoje ele não corre mais riscos. Fizemos algumas adaptações na nossa estrutura e rotina que permitem que ele leve uma vida normal e muito feliz, mesmo sendo cadeirante. Ele é incrível e nos ensina todos os dias. Realmente é muito feliz e não se importa com a nova condição, ultrapassa todos os obstáculos, é um exemplo de garra, alegria e superação para qualquer bichinho e também o ser humano. “

Hoje nós nos deparamos com muitos casos de cães que tem problemas de locomoção, e seus tutores dispostos a mantê-los com qualidade de vida e sem sofrimento. Antigamente era raro as pessoas que aceitavam essas condições do seu animal e estavam dispostos a cuidar deles, mesmo com toda sua limitação. Muitas vezes o animal era levado para eutanásia, e hoje existem muitas opções de tratamentos para que o cãozinho possa viver bem, sem sofrimento e feliz.

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A prova de que ser paraplégico, não o impede de nada! (Imagem: Instagram@cao_de_rodinhas)

O Argos recebeu e recebe todo o tratamento necessário para viver bem e feliz, fez cirurgia, faz fisioterapia, acupuntura, ozonioterapia e tem sua cadeirinha de rodas adaptada para que possa se locomover.

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Argos na fisioterapia (Imagem: Instagram@cao_de-rodinhas)

A Larissa nos contou também, que o Argos foi inspiração para começar o projeto ‘Cão de rodinhas”

” O projeto tem o objetivo de ajudar ao máximo, fornecendo informações sobre os cuidados diários de um cãozinho especial e dicas para pessoas que possam estar enfrentando a mesma situação. Existem poucas informações disponíveis sobre o assunto e é um alívio quando entendemos que é possível sim seguir em frente sem precisar reinventar a roda ou desistir. Dentre os posts também conscientizarmos sobre os cuidados no trânsito em relação a atropelamentos, o não abandono dos bichinhos que adquirem uma condição especial ao longo da vida e que existe caminho fora a eutanásia (que infelizmente é muito recomendada nestes casos, e muitas vezes sem necessidade).

Para acompanhar e conhecer mais do projeto , O Instagram é @cao_de_rodinhas.

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Argos representando os cães de rodinhas, inclusão e acessibilidade, no evento do concurso do cachorro do ano (Imagem: Larissa Tanaka Onuki)

PROJETO CÃO DE RODINHAS + FACULDADE DE DESIGN DE MODA SENAI: Foi realizado uma pesquisa com mais de 100 tutores de pets especiais de todo o Brasil, sobre este cenário e também as suas necessidades. Em parceria com a faculdade de Design de Moda do Senai de Curitiba, os futuros designers de moda, na disciplina de Inovação e Criatividade, tiveram acesso a dados da nossa pesquisa para desenvolver estudos de soluções de moda pet inclusiva e acessórios que ajudem no cuidado de pets especiais. Foi feita uma imersão com os alunos com a presença do Argos na faculdade e foi um sucesso, com muita emoção e empatia!

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Projeto cão de rodinas + Faculdade de moda Senai – Curitiba – Futuros designers de moda (Imagem: Larissa Tanaka Onuki)

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Imagem: Larissa Tanaka Onuki

Nós do Debate Animal desejamos que o Argos continue sua jornada feliz e saudável, com o amor dos seus tutores e que o projeto cresça ainda mais, para que ajude e sirva de exemplo de amor e dedicação para cães com condições especiais. Que seus donos nunca desistam deles!

E agradecemos a Larissa Tanaka Onuki, tutora do Argos, que cuida e respeita seu amigo! Que seu projeto só continue prosperando!

#debateanimal #amoranimal #loucosporbichos #loucosporcachorros #dogs #caoderodinhas

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Nota de repúdio

Nós do Debate Animal não gostamos de publicar notícias de atrocidades com animais, mesmo sabendo que isso acontece diariamente!

Não poderíamos deixar de prestar nossa solidariedade neste caso de grande comoção com o destino cruel que deram a esse cão!

Um dos funcionários do hipermercado da rede Carrefour de Osasco, em São Paulo, matou um cachorro que ficava por lá a pauladas.

Esperamos que a justiça seja feita e que esse crime, como tantos outros, não seja esquecido e os responsáveis sejam punidos, para que sirva de exemplo e consiga evitar mais casos graves como este!

Que Deus tenha piedade de nós e dos animais, e que a humanidade pare de fazer das vidas dos animais um inferno!

Não foi o primeiro e nem será o último! A sociedade não enxerga os animais como seres dotados e capazes de sentir e terem sentimentos de forma consciente.

Chega de crueldade!

” A grandeza de um país e seu progresso podem ser medidos pela maneira como se trata seus animais” (Mahatma Gandhi)

Arte: Geraldo Felício