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Raro golfinho cor-de-rosa quase extinto dá a luz a filhote super raro

Golfinhos-cor-de-rosa são extremamente raros e estão quase que extintos. Porém, um acontecimento trouxe mais uma esperança para essa espécie. Um dos poucos golfinhos já aviadores, conhecido como Pinky, foi avistado novamente, mas com um bebê!

A espécie de golfinhos-cor-de-rosa se tornou conhecida há cerca de 12 anos, quando o capitão Erik o avistou. O vídeo de Pinky e seu filho foi compartilhado em uma página no Facebook e já tem milhares de visualizações.

A cor deste animal deve-se a uma mutação genética rara que acontece dificilmente em golfinhos. Especialistas na conservação e proteção de animais colocaram o golfinho rosa na lista de animais ameaçados de extinção. O nascimento do bebê golfinho representa uma gigantesca esperança para a espécie.

O Capitão Rue explicou que o golfinho é rosa de sua cauda até a ponta, e tem os olhos vermelhos. Sua pele é lisa e brilhante.

Pinky não é afetado pelo ambiente ou luz solar, mas com certeza gosta de permanecer abaixo da superfície mais do que outros animais.

A aparição deste animal é algo realmente incrível. Com certeza eles vão trazer uma alegria imensa aos habitantes da região.

Publicado originalmente em: Isso é super interessante

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MARIDO DIZ À ESPOSA: EU OU OS CACHORROS? E ELA FICA COM OS CACHORROS

Após 25 anos casada, Liz Haslam teve que escolher entre seu marido e seus cães, quando ele disse à ela: eu ou os cachorros? Ela optou ficar com seus cachorros!
Saiba o que a levou a tomar essa decisão.

Liz e sua convivência com cães desde pequena

A mãe de Liz criava cães terrier, por isso ela convive desde criança com cachorros, e o pai tinha um comércio de alimentação animal.

Quando Mike conheceu Liz, já sabia do amor e da afinidade dela pelos cachorros.

Liz Haslam se apaixonou por Mike quando tinha apenas 16 anos e foi viver com ele em uma casa em Barnham, Suffolk, na Inglaterra.

Com três anos de casados, eles tiveram um filho chamado Ollie, mas, isso não foi suficiente para evitar a separação.

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Zoológico de Sorocaba recupera mais de 400 animais silvestres por ano

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Cumprindo uma missão de caráter humanitário, o Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, vinculado à Secretaria de Meio Ambiente, Parques e Jardins (Sema) de Sorocaba, trata de animais silvestres machucados que são encontrados em residências ou apreendidos pela polícia ambiental. Anualmente, a clínica do zoo recebe cerca de 400 animais, que passam por procedimentos cirúrgicos e, após a recuperação, são devolvidos à natureza em áreas protegidas.

Segundo a bióloga Cecília Pessuti, são inúmeras as formas com que os animais se machucam ao chegar em áreas urbanas. “Geralmente, animais como sapos e gambás são encontrados atropelados, aves batem em vidraças ou caem em recipientes com óleo e se machucam, especialmente maritacas e corujas. Filhotes encontrados em lajes de casas também são trazidos para cá”, explica a veterinária. Além desses, há casos de serpentes e aranhas, encontradas em residências e apreendidas pela polícia ambiental.

Apesar de não corresponder às obrigações dos funcionários, a equipe de veterinários residentes do zoo faz o possível para que todos os animais trazidos à clínica sejam atendidos, levando também em consideração a individualidade e o comportamento de cada caso atendido.

“Como consenso entre os cuidadores de animais (tratadores, biólogos e veterinários), a melhor parte de trabalhar em um ambiente como este é a satisfação de receber o carinho deles, em troca de darmos o melhor nós em cuidar diariamente dos recintos, da saúde e do preparo de suas dietas. Poder observá-los no dia a dia e poder contemplar a natureza do comportamento animal é muito gratificante”, comenta Cecília sobre o comprometimento dos profissionais do zoo.

Vale lembrar que o Quinzinho de Barros também tem toda a atenção voltada para o bem-estar dos animais que lá residem. Hoje, o parque dispõe de um conjunto de técnicas, chamadas de enriquecimento ambiental, usadas em zoológicos modernos com o objetivo de evitar o estresse de animais. A técnica consiste em criar ambientes mais complexos nos recintos, de acordo com o comportamento e o físico da cada espécie. Assim, eles são estimulados a desempenharem seus comportamentos naturais por meio de desafios físicos e mentais.

Sendo uma das maiores referências em pesquisas na área de biologia e veterinária no Brasil, o Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros atrai anualmente mais de 20 mil visitantes interessados em educação ambiental e em conhecimento histórico da região, com o Museu Histórico Sorocabano, situado dentro do parque zoológico.

PARQUE ZOOLÓGICO MUNICIPAL QUINZINHO DE BARROS ESTÁ LOCALIZADO NA RUA TEODORO KAISEL, Nº 883, NA VILA HORTÊNCIA, E ESTÁ ABERTO PARA VISITAÇÃO DIARIMENTE DAS 9H ÀS 16H.

Publicado originalmente em: sorocabices.com.br

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Vila Madalena recebe Pet Networking neste sábado (25)

No próximo sábado (25/05) acontece em São Paulo o evento Pet Networking, voltado para amantes de animais. É um modelo descontraído de relacionamento entre cães e seus tutores, para estreitar novas amizades e gerar novos negócios. O projeto é uma iniciativa da Olá Pet! Vivências Pet Friendly, idealizado pela médica veterinária CEO & Founder da empresa, Patrícia Moraes. Para participar é necessário fazer apenas um breve cadastro no local, a expectativa é que 70 pessoas compareçam e que em média 30 pets participem do evento. Esta será a 8ª edição do Pet Networking, com início a partir das 9h30, no Spaces Vila Madalena, localizado na rua Capitão Antonio Rosa, 409.

Petnetworking - Maio

Serviço:
Pet Networking
Data: 25 de maio
horário: a partir das 9h30
Local: Spaces Vila Madalena – rua Capitão Antonio Rosa, 409

As inscrições serão feitas no local do evento.

Organizador do evento: Olá Pet! 

 

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Criança passa a noite toda ao lado de seu cachorro internado. Os amigos não desistem!

Aquele garoto entendeu tudo: a certeza de que há momentos em que você tem que ser responsável e companheiro. É tão simples, mas tão complexo. É humano.

E embora ele estivesse cansado, ele não queria se separar dele.
Quando adotamos um animal de estimação, rapidamente começamos a estabelecer um relacionamento forte. Eles se sentem protegidos e entendem que agora eles são parte de uma família, então eles se tornam fiéis e nunca vão querer ficar longe daquela pessoa que os faz tão felizes.

Mas, às vezes, acontecem certas situações que podem complicar as coisas … como uma doença que requer visita ao veterinário e internação.

Foi o que aconteceu com este filhote, que ficou doente e teve que ser operado com urgência. E enquanto tudo correu como esperado e a recuperação teve que ir ao veterinário, seu irmão mais novo e melhor amigo se recusou a ir para casa e voltar no dia seguinte.

O garoto pensou que seu cachorro ficaria com medo se ele não tivesse ninguém ao seu lado e decidisse passar a noite acompanhando-o. Porém ele não resistiu à fadiga e adormeceu na cadeira perto de onde seu animal de estimação descansou… mas nada importava se fossem os dois juntos.

Pelo menos é assim que pode ser visto na imagem compartilhada nas redes sociais pela Revista Sudestada e Editorial, com uma mensagem tão acurada, que emociona:

Talvez existam pessoas que não conheçam em profundidade o que significa ser criança e ter um animal de estimação. Talvez haja alguém lá fora que não saiba o que significa ficar acordado a noite toda em um veterinário porque seu cão é operado e está com medo. Talvez haja quem nunca encontre o amor por trás dessa foto, o amor por companheiros de andanças, lealdade para com outro ser vivo que é quase parte de si mesmo. Aquele garoto entendeu tudo: a certeza de que há momentos em que você tem que ser responsável e companheiro. É tão simples, mas tão complexo. É humano.

E você conhece esse tipo de amor?

Tradução feita pela CONTI outra, do original de UPSOCL.

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Porque as abelhas são indispensáveis para a humanidade?


As abelhas são há séculos uma das espécies mais importantes do mundo, pois com seu trabalho duro contribuem para a alimentação de milhões de pessoas, plantas e animais, garantindo que possamos sobreviver no planeta.
Embora seja pequena em tamanho, seu papel é fundamental nos ecossistemas com sua polinização, o que nos permite produzir a comida que consumimos diariamente, contribuindo para a segurança alimentar e nutricional do mundo.
A polinização é uma troca de pólen entre as flores e seu objetivo principal é conseguir a reprodução de qualquer tipo de semente e fruta, por isso, se este processo não for cumprido, não teremos alimento da maneira como o fazemos hoje em dia.

O papel da polinização também tem um impacto positivo sobre o meio ambiente, porque contribui para manter a biodiversidade e a dinâmica dos ecossistemas dos quais depende a agricultura mundial.

Além disso, as abelhas são famosas por seu papel no fornecimento de alimentos de alta qualidade, como mel, geleia real e pólen, além de outros produtos como cera, própolis e outros…
É por isso que a Organização das Nações Unidas (ONU) decretou o dia 20 de maio como o Dia Mundial das Abelhas, como forma de destacar o papel essencial que esses seres têm para manter a vida no planeta.
Esta data foi estabelecida porque neste dia nasceu Anton Janša, um dos maiores pioneiros da apicultura moderna e que pertenceu a uma família de apicultores na Eslovénia, uma actividade agrícola com uma longa tradição.

A importância
A ONU enfatizou que cerca de três quartos das espécies agrícolas do mundo dependem das abelhas para completar seu processo de desenvolvimento e produção de alimentos.
Alertas foram incendiados nos últimos anos, já que há uma diminuição considerável na população de abelhas no mundo devido ao uso de agrotóxicos na agricultura e poluição do ar, bem como eventos climáticos extremos gerados pela mudança climática.
“Pesquisas preliminares mostram que os poluentes atmosféricos interagem com as moléculas aromáticas liberadas pelas plantas que as abelhas precisam para localizar os alimentos. Os sinais mistos interferem na capacidade das abelhas de se alimentar, tornando-as mais lentas e menos eficazes na polinização “, disse a ONU.
Esse cenário complexo pode gerar uma crise na segurança alimentar do mundo, pois mais de 75% das lavouras dependem da polinização das abelhas. Além disso, estaríamos em risco diante de um aumento de surtos de pragas e doenças que causariam sérios problemas de saúde para a população do planeta.
Fatos divertidos
As abelhas devem visitar 4 milhões de flores e voar quatro vezes a distância ao redor da terra para produzir um quilo de mel.
As abelhas contribuem para a polinização de mais de 170.000 espécies de plantas no mundo.
Em média, uma abelha é capaz de produzir uma quantidade equivalente a 1/12 de uma colher de chá de mel em toda a sua vida
Um enxame de abelhas é composto de 30.000 a 60.000 abelhas operárias, 300 a 1000 zangões e uma abelha-rainha.
A abelha rainha geralmente vive de 1 a 4 anos, enquanto os trabalhadores vivem 6 a 8 semanas no verão e 4 a 6 semanas no inverno.

Publicado originalmente em: curiosidadesdaterra

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Soldado homenageia cão-bombeiro Barney com tatuagem: ‘Quando coração transborda, transparece na pele’

O labrador Barney, do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, pulou no Rio Urussanga em Içara, no Sul do estado, durante buscas por uma pessoa desaparecida. Após mergulhar, ele não retornou mais à superfície. O acidente ocorreu em 2 de maio. O cachorro atuava em situações de buscas e foi levado a Brumadinho (MG) para ajudar a encontrar vítimas.

“Quando o coração transborda, ele transparece na pele. Primeira sessão em homenagem ao meu parceiro, definitivamente marcado para sempre em minha vida. Meu Barney!”, escreve Rangel ao publicar a imagem em uma rede social.

O cachorro estava no batalhão em Lages, mas atuava em salvamentos em vários pontos do estado. No dia do acidente fatal, segundo os bombeiros, ele teria mergulhado para apontar o local onde estaria a vítima desparecida, mas não retornou à superfície.

Publicado originalmente em: G1.com

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Animais que ajudam quem tem epilepsia

Saiba como os pets podem prevenir, identificar e alertar quando uma crise se aproxima

Os amantes de animais encontram nesses bichinhos fontes inesgotáveis de companheirismo, amor sincero e muito carinho. Muitos são os benefícios de compartilhar uma vida com esses seres que tanto nos ensinam.

Como se não bastasse todas as vantagens de conviver com eles, especialistas estão criando correntes do bem que incluem a inserção de animais em tratamentos para vários tipos de doenças.

Os resultados da participação dos bichos como complemento de terapias têm apontado para o sucesso. Uma das doenças que podem ser tratadas com o apoio dos pets é a epilepsia. Saiba mais sobre a doença e como nossos amigos ajudam a tratá-la.

O que é epilepsia

A epilepsia é uma doença que se desenvolve a partir de uma anormalidade na atividade elétrica cerebral. As causas mais comuns para seu desenvolvimento são meningite, acidente vascular cerebral, traumatismo craniano, falta de oxigenação durante o parto e algumas doenças genéticas.

Essa anomalia é diagnosticada por meio de exames de ressonância magnética. Os tipos de crise epilética dependem da região do cérebro que será envolvida pela atividade elétrica. A crise convulsiva é a mais conhecida.

Os sintomas da convulsão são: contração muscular, salivação excessiva, respiração intensa e perda do controle das atividades fisiológicas, como urinar e defecar.  É muito comum que os portadores de epilepsia mordam a língua quando estão em crise convulsiva.

Além da convulsão, os epiléticos podem apresentar sintomas de desligamento, em que ficam com olhar fixo. Nesse caso, a região cerebral atingida está relacionada à capacidade de falar.

Nas crises de desligamento, é comum que os portadores da doença façam movimentos automáticos, como piscamento, tentativa de pegar objetos e deglutição.

Epilepsia em números

De acordo com dados fornecidos pela Organização Mundial de Saúde, cerca de 50 milhões de pessoas em todo o mundo têm epilepsia. Dentre os casos registrados, 80% dos epiléticos vivem em países de baixa e média renda.

Ainda que os remédios sejam eficazes, três quartos das pessoas não recebem o tratamento adequado.  No Brasil, a doença atinge 1,9 milhões de pessoas. Pelo menos 25% dos pacientes brasileiros com epilepsia são portadores em estágios mais graves.

Sempre alerta! Pets detectores de epilepsia

Existem animais que, além de possuírem o pacote completo de fofura, desenvolvem habilidades mais que especiais. Eles são capazes de detectar ataques de epilepsia nos humanos e, melhor ainda, podem evitar que eles aconteçam.

E quem são esses pets salva-vidas? Sim, são os cães, os melhores amigos e verdadeiros anjos da guarda. Veja como eles desenvolvem a habilidade para cuidar de um portador de epilepsia:

Treinamento de cães para prevenir crises – Existe uma diferença entre cães que possuem um comportamento instintivo e natural diante de uma crise de ataque epilético e cães que são realmente treinados para esse fim.

Os cães que são adestrados para isso são chamados “cães de alerta”. Eles são treinados para realizarem tarefas específicas que são muito importantes, principalmente nos momentos depois da crise.

Perfil dos cães de alerta – Os comportamentos desses cães não estão relacionados a raças. No entanto, um padrão que vem sendo estudado por especialistas revela que os animais de grande porte são mais bem preparados.

Além disso, a quantidade de fêmeas que são destinadas para esse fim é maior em relação aos machos.

Identificando os sinais – Para saber se o amigo humano está prestes a ter uma crise, os cães são treinados identificar alguns sinais. Isso evita ataques de convulsão e permite que a assistência médica, caso seja necessário, seja solicitada.

Que sinais são esses? Os cachorros são muito sensíveis a ruídos e odores. São esses os principais norteadores para que eles sejam capazes de identificar as mudanças em seus amigos.

Assim, o cheiro, o tom da voz e o comportamento da pessoa vai acionar o alerta em seu amigo de quatro patas.

Atitudes que os pets tomam quando identificam o ataque – Os cães podem ser treinados para se comportarem de várias maneiras ao perceberem que a crise epilética se aproxima. Não devemos subestimar sua inteligência, eles aprendem muito rápido!

Dentre os comportamentos mais comuns, podemos citar: latidos constantes, gemidos para chamar a atenção de outras pessoas e bloqueio de lugares que oferecem riscos aos humanos, como escadas e janelas.

Além disso, eles são capazes de pressionar botões de alarmes, pegar um aparelho de telefone, despertar uma pessoa e abrir portas para que os vizinhos percebam que alguém precisa de socorro.

Habilidade em correr contra o tempo – Estudos têm apontado que alguns cães podem ser capazes de identificar ataques epiléticos com até 45 minutos de antecedência. Isso é extremamente importante para que os donos se tenham tempo de se prevenir.

O que muda na vida das pessoas que são assistidas por cães de alerta

Diminuição do risco de acidentes – As crises acabam gerando alguns acidentes, como quedas e impactos na cabeça. Com o alerta do amigo de quatro patas, é possível que as pessoas procurem um local seguro.

Redução das crises – Um estudo realizado pelo Hospital Universitário Thomas Jefferson de Filadélfia revelou que a quantidade de crises reduziu em 14% em pacientes que passaram a conviver com cães de alerta durante um ano.

Além disso, o tempo de duração de um ataque também diminui consideravelmente. A estabilidade, saúde e segurança têm assumido o lugar que antes era ocupado pelos ataques.

Melhoria da qualidade de vida – Quem convive com cães de alerta relata possuir maior segurança para realizar as atividades do dia-a-dia. Bem-estar, sensação de felicidade e conforto também são sentimentos presentes em quem convive com esses pets.

Caso você tenha alguma dúvida sobre a terapia animal em casos de epilepsia, procure um veterinário 24h.  Ele irá te orientar sobre como encontrar cães e locais de treinamento para que essa corrente do bem cresça cada vez mais.