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Abandono de pets cresce nas festas de fim de ano e férias; saiba como denunciar o crime

Abandonar animais é crime. A prática, porém, é recorrente no país e aumenta nas épocas de festas de fim de ano e de férias escolares. São cães e gatos que tinham água, comida e uma casa, mas de uma hora para outra acabaram sozinhos nas ruas, enquanto as famílias aproveitam a folga. Alguns são recolhidos por protetores, mas muitos passam fome e até morrem doentes ou atropelados.

Embora atualmente existam opções para hospedar o animal, o abandono ainda é frequente. Muitos abandonam seus pets em ruas e estradas. São pessoas irresponsáveis que querem viajar e simplesmente abandonam porque não podem levar os animais para os locais aonde estão indo.

Segundo os relatos das ONGs, o aumento do abandono é de até 200% no número de cães e gatos no fim do ano.

DENÚNCIAS E PROVAS
Quem abandona animais pode ser punido. Mas, para isso, precisa ser denunciado. É importante que o denunciante consiga o máximo de informações possíveis para que a polícia chegue ao agressor. Se viu um motorista jogando o animal na rua, deve filmar ou tirar fotos do carro e da placa. Se o animal estiver abandonado em uma residência ou flagrar uma agressão, deve, além de registrar em foto ou vídeo, chamar a polícia.

O protetor que conseguir resgatar o animal vítima de maus-tratos, deve levá-lo imediatamente a um veterinário para fazer o laudo como prova e, em seguida, fazer o registro na delegacia. Deve pedir o termo de fiel depositário, para ficar responsável pelo animal até que, se houver processo, a Justiça determine o destino do animal.

PUNIÇÃO
A punição para quem comete maus-tratos contra animais é considerada branda. Pela Lei de Crimes Ambientais, a pena prevista é de três meses a um ano de detenção, além de multa —pode ser aumentada de um sexto a um terço se ocorrer morte do animal.

No caso de crimes de menor potencial ofensivo (penas de até 2 anos), pode não ocorrer a abertura da ação penal, e a punição normalmente é convertida em prestação de serviço.

A prisão para o responsável pelos maus-tratos ocorre se houver uma soma de penas. “Nós crimes de maus-tratos, cada crime é uma conduta. Se a pessoa abandona dois animais, são dois crimes, e penas se somam. Se maltrata três vezes o mesmo cachorro, cada conduta é um crime. As penas se somam e a pessoa pode ser presa.”

Após a morte da cadela Manchinha, em Osasco, dois projetos que endurecem as punições para crimes de maus-tratos contra animais foram aprovados na Câmara e no Senado. Eles ainda serão analisados pelas duas Casas.

ONDE DENUNCIAR
Denúncias de maus-tratos devem ser feitas à polícia, e é possível registrar boletim de ocorrência nas delegacias. Casos mais graves e urgentes, como flagrantes de agressões, devem ser comunicados à Polícia Militar.
Em São Paulo, a Depa permite o registro da denúncia pela internet. As informações passam por triagem e são encaminhadas às polícias Civil ou Militar.

O endereço da Depa para fazer a denúncia é DEPA. É preciso se identificar no cadastro, mas os dados são sigilosos. O denunciante recebe um número de protocolo e pode acompanhar o andamento do caso. Na Grande São Paulo, outra possibilidade é o recém-criado Disque-Denúncia da Defesa Animal Estadual, pelo 0800-600-6428.

Além da Abraa, que pode orientar protetores sobre como proceder em resgates, a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) tem comissões de proteção e defesa dos animais.

Pense e reflita…os animais são serem vivos, sencientes e necessitam amor e carinho…é uma vida que está em jogo.

Publicado originalmente em: vivatatuape
Imagem: Revista circuito
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Feliz Natal

O Debate Animal deseja a todos nossos queridos seguidores e nossos amigos animais um feliz Natal! Que seja brilhante de alegria, iluminado de amor, paz e harmonia!

Essa é a Olívia nossa mascotinha!

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TV terá programas para acalmar bichinhos durante queima de fogos

National Geographic irá transmitir conteúdo relaxante nas vésperas de Natal e Réveillon

É comum que animais como cachorros e gatos fiquem assustados com as queimas de fogos de artifício das festas de final de ano. O barulho intenso pode deixá-los agitados e estressados. Pensando nisso, dois canais a cabo da rede National Geographic prepararam programação especialmente destinada a acalmar os bichos de estimação amedrontados nas vésperas de Natal e Réveillon deste ano.
Os canais National Geographic Core e National Geographic Wild irão transmitir o programa “Sinfonia pelo Planeta” a partir de 15 minutos antes da meia-noite dos dias 24 e 31 de dezembro. O especial tem duração de 45 minutos, apresentando música clássica e imagens relaxantes da natureza. A direção da rede, que conta com a iniciativa desde 2017, embasou-se na percepção de especialistas de que música clássica é capaz de ajudar os animais a se acalmar.
(KimJane Photography/Getty Images)

Publicado em: Revista Claudia

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Os olhos de um animal têm o poder de falar uma língua única

Quando olho para os olhos do meu cachorro, do meu gato ou de qualquer outro animal, não vejo um “animal”. Vejo um ser vivo como eu, um amigo, uma alma que sente, que entende afetos e medos e que merece o mesmo respeito que qualquer outra pessoa.

O poder de um olhar transcende muito além do sentido da visão. Por incrível que pareça, os nossos nervos ópticos estão intimamente ligados ao hipotálamo, essa estrutura delicada e primitiva onde se localizam as nossas emoções e a nossa memória. Quem olha sente, e isto é algo que acontece também com os animais.

Se os olhos são a janela da alma, então algo me diz que os animais também a têm, porque eles sabem usar essa linguagem que não necessita de palavras como ninguém: é o idioma do afeto e do respeito mais sincero.

Todos nós, em algum momento da nossa vida, já experimentamos o seguinte: ir adotar um cachorro ou um gato e estabelecer de imediato uma conexão muito intensa com um deles só de o olhar nos olhos. Sem saber como, eles nos cativam e nos conquistam. No entanto, os cientistas dizem que existe algo mais profundo e intrigante do que tudo isto.

Os olhos dos animais, uma conexão muito antiga

Os cachorros e os gatos são dois dos animais habituados há muitos anos a conviver com o ser humano. Já não surpreende a ninguém a forma tão sábia, e por vezes atrevida, que eles têm de interagir conosco. Eles nos olham nos olhos fixamente e são capazes de expressar desejos e necessidades através de todo tipo de carinhos, gestos, movimentos do rabo e vários tipos de cumplicidades.

Temos harmonizado comportamentos e linguagens para nos compreendermos, e isto não é um ato casual. É mais um resultado de uma evolução genética onde espécies diferentes se acostumaram a conviver juntas para benefício mútuo. Algo que também não nos surpreende é o que nos revelou um interessante estudo realizado pelo antropólogo Evan MacLean: os cachorros e os gatos são bastante capazes de ler as nossas próprias emoções só de nos olharem nos olhos.

(Imagem: Contioutra)

Os nossos animais de estimação são mestres dos sentimentos. Eles podem identificar padrões gestuais básicos para os associar a uma determinada emoção e raramente falham. Além disso, este estudo também explica que as pessoas costumam estabelecer um vínculo com os seus cachorros e gatos muito parecido com o que criam com uma criança pequena.

Nós os criamos, entendemos e estabelecemos um laço forte como se fossem membros da família, algo que, por incrível que pareça, foi proporcionado pelos nossos mecanismos biológicos depois de tantos anos de interação mútua.

As nossas redes neurológicas e a nossa química cerebral reagem do mesmo modo como se estivéssemos cuidando de uma criança ou de uma pessoa que necessita de atenção: liberamos oxitocina, o hormônio do carinho e do cuidado. Por sua vez, os animais também agem da mesma forma: nós somos o seu grupo social, a sua família, os humanos amáveis com que eles compartilham o sofá e as sete vidas de um gato.

A biofilia, a conexão com a natureza e os animais

O mundo é muito mais bonito visto através dos olhos de um animal. Se todas as pessoas tivessem a excepcional habilidade para se conectar com eles deste modo, “recordaríamos” aspectos que antes eram inatos e que agora esquecemos devido à agitação da civilização.

A nossa sociedade está agarrada ao consumismo, à exploração exagerada dos recursos, e isto fere o planeta Terra que os nossos netos deveriam herdar com a beleza do passado, com os seus ecossistemas intactos, com a sua natureza tão bela, viva e reluzente, e não com tantas fraturas quase impossíveis de recuperar.

(Imagem: Contioutra)

Quando ter um animal significava sobreviver melhor como espécie

Edward Osborne Wilson é um entomologista e biólogo norte-americano conhecido por ter criado o termo “biofilia”. Esta palavra define o amor por todos os seres vivos que, em geral, é algo que a maioria das pessoas que gostam de animais já experimentou. Segundo o cientista, a afinidade que estabelecemos com os nossos animais tem a sua origem nos primeiros períodos evolutivos da nossa espécie.

Ao olhar nos olhos de um animal nasce dentro de nós, de forma inconsciente, uma ancoragem emocional e genética. O ser humano estabeleceu um tipo de vinculação muito íntima com certos tipos de animais, sendo o cão um dos mais relevantes nessas épocas remotas, onde a nossa máxima prioridade era sobreviver.

Uma das teorias de Edward Osborne é que as pessoas que contavam com a companhia de vários cachorros nos seus grupos sociais tinham mais chances de viver mais tempo, em comparação com aqueles que não dispunham deste vínculo.

As pessoas que eram capazes de conquistar um animal, de domesticá-lo e de construir uma relação de afeto e respeito mútuo estavam muito mais unidas à natureza, aos seu ciclos, a esses segredos sobre encontrar mais recursos para seguir em frente: água, caça, plantas comestíveis…

(Imagem: Contioutra)

É possível que nos dias de hoje os nossos cachorros já não sejam mais úteis para conseguir alimento. No entanto, para muitas pessoas a proximidade e a companhia de um cachorro ou gato continua a ser imprescindível para “sobreviver”.

Eles nos dão carinho, doses imensas de companhia, aliviam sofrimentos, conferem alegrias e nos recordam todos os dias por que é tão reconfortante olhá-los nos olhos. Eles não precisam de palavras, pois a sua linguagem é muito antiga, muito básica e até maravilhosamente primitiva: o amor.

Não deixe de desfrutar dos seus olhares, veja o seu reflexo neles todos os dias e você vai descobrir tudo o que há de bom em você.

Matéria e imagens publicadas originalmente: Contioutra

amor

Lolla Natalina

Para a alegrar nosso dia!

Esta é a Lolla, coisa mais fofa com o seu modelito para Natal!

Nosso seguidor Charles Lino quem mandou a foto da sua coelhinha charmosa!

Mande a foto do seu amigo também, já estamos nos preparando para o Natal!

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Argos, o cão de rodinha! Conheça sua história de luta, amor e coragem!

Nós do Debate Animal, estamos sempre procurando ou cruzando com histórias lindas e cheia de amor com os animais, por isso buscamos fazer tudo com mais carinho e amor!

Hoje iremos contar a história do Argos, um Border Collie, de um ano e seis meses, cheio de energia e vontade de viver!

Sua tutora Larissa Tanaka Onuki relatou a sua história:

” A HISTÓRIA: (Curitiba-PR) Argos é um Border Collie cheio de energia! O adotamos filhote, em condições perfeitas de saúde. Em resumo, em Julho deste ano, ele (sempre curioso) deu um jeitinho de sair para fora do portão de casa e foi atropelado por um carro em alta velocidade. Sobreviveu bravamente a um traumatismo craniano, pulmão perfurado, e fratura de coluna, o que o deixou paraplégico. Segundo os veterinários que o salvaram, foi por um milagre. Hoje ele não corre mais riscos. Fizemos algumas adaptações na nossa estrutura e rotina que permitem que ele leve uma vida normal e muito feliz, mesmo sendo cadeirante. Ele é incrível e nos ensina todos os dias. Realmente é muito feliz e não se importa com a nova condição, ultrapassa todos os obstáculos, é um exemplo de garra, alegria e superação para qualquer bichinho e também o ser humano. “

Hoje nós nos deparamos com muitos casos de cães que tem problemas de locomoção, e seus tutores dispostos a mantê-los com qualidade de vida e sem sofrimento. Antigamente era raro as pessoas que aceitavam essas condições do seu animal e estavam dispostos a cuidar deles, mesmo com toda sua limitação. Muitas vezes o animal era levado para eutanásia, e hoje existem muitas opções de tratamentos para que o cãozinho possa viver bem, sem sofrimento e feliz.

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A prova de que ser paraplégico, não o impede de nada! (Imagem: Instagram@cao_de_rodinhas)

O Argos recebeu e recebe todo o tratamento necessário para viver bem e feliz, fez cirurgia, faz fisioterapia, acupuntura, ozonioterapia e tem sua cadeirinha de rodas adaptada para que possa se locomover.

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Argos na fisioterapia (Imagem: Instagram@cao_de-rodinhas)

A Larissa nos contou também, que o Argos foi inspiração para começar o projeto ‘Cão de rodinhas”

” O projeto tem o objetivo de ajudar ao máximo, fornecendo informações sobre os cuidados diários de um cãozinho especial e dicas para pessoas que possam estar enfrentando a mesma situação. Existem poucas informações disponíveis sobre o assunto e é um alívio quando entendemos que é possível sim seguir em frente sem precisar reinventar a roda ou desistir. Dentre os posts também conscientizarmos sobre os cuidados no trânsito em relação a atropelamentos, o não abandono dos bichinhos que adquirem uma condição especial ao longo da vida e que existe caminho fora a eutanásia (que infelizmente é muito recomendada nestes casos, e muitas vezes sem necessidade).

Para acompanhar e conhecer mais do projeto , O Instagram é @cao_de_rodinhas.

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Argos representando os cães de rodinhas, inclusão e acessibilidade, no evento do concurso do cachorro do ano (Imagem: Larissa Tanaka Onuki)

PROJETO CÃO DE RODINHAS + FACULDADE DE DESIGN DE MODA SENAI: Foi realizado uma pesquisa com mais de 100 tutores de pets especiais de todo o Brasil, sobre este cenário e também as suas necessidades. Em parceria com a faculdade de Design de Moda do Senai de Curitiba, os futuros designers de moda, na disciplina de Inovação e Criatividade, tiveram acesso a dados da nossa pesquisa para desenvolver estudos de soluções de moda pet inclusiva e acessórios que ajudem no cuidado de pets especiais. Foi feita uma imersão com os alunos com a presença do Argos na faculdade e foi um sucesso, com muita emoção e empatia!

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Projeto cão de rodinas + Faculdade de moda Senai – Curitiba – Futuros designers de moda (Imagem: Larissa Tanaka Onuki)

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Imagem: Larissa Tanaka Onuki

Nós do Debate Animal desejamos que o Argos continue sua jornada feliz e saudável, com o amor dos seus tutores e que o projeto cresça ainda mais, para que ajude e sirva de exemplo de amor e dedicação para cães com condições especiais. Que seus donos nunca desistam deles!

E agradecemos a Larissa Tanaka Onuki, tutora do Argos, que cuida e respeita seu amigo! Que seu projeto só continue prosperando!

#debateanimal #amoranimal #loucosporbichos #loucosporcachorros #dogs #caoderodinhas

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Dica de leitura: Para sempre Ninão

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Livro: Para sempre Ninão      Autor: Rodrigo Coelho

” Agora em forma de livro, é hora de conhecer as histórias das aventuras ninônicas!

Ninão e Pai do Ninão tinham uma relação de magnetismo puro na frente e atrás das câmeras, se tornando uma das duplas de maior sucesso na internet, com seus vídeos irreverentes e diferentes de tudo antes visto, cheios de fantasias e enredos mirabolantes ninônicos. Com relatos desses dois na vida real, vivências, detalhes e fotografias inéditas dessa conexão única e cativante, conheça toda a Família Ninônica, a rotina por trás das câmeras e detalhes de como foi essa amizade verdadeira que encantou tantos. Tudo isso contado pelo próprio protagonista, que finalmente ganha uma voz como sempre sonhou: Ninão. ”

Sobre os autores

Ninão
O cachorro que conquistou as redes sociais através de seu carisma, irreverência e expressividade. Protagonista de vídeos com um estilo único e insubstituível.

Pai do Ninão
O escudo de Rodrigo Coelho para expressar seu verdadeiro eu e mostrar ao mundo toda luz de Ninão. Seguindo um conselho de sua professora do primário, lança seu primeiro livro.

   Para quem adora um história divertida, emocionante e para quem se identifica e ama animais. O cachorro com a risada mais famosa do youtube, em uma narrativa muito descontraída e divertida, com um final muito emocionante. Passa uma mensagem muito positiva sobre o amor que temos pelos nossos cães. Se você já conhece o Ninão e o pai do Ninão pelo youtube e facebook, não pode deixar de conhecer toda a história contada no livro.

Canal: https://www.youtube.com/channel/UCIZ3qgxLHn1iOAeVSFbdQtw