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Ter animais de estimação é melhor para crianças do que ter irmãos, indica estudo

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nos anos 2000, as brasileiras tinham, em média, 2,14 filhos, mas este número caiu para 1,74 em 2014. Ou seja, cada vez mais casais estão optando por ter apenas um filho.

Se você também planeja ter filho único, mas tem medo de que ele se sinta muito solitário sem irmãos, um novo estudo traz uma boa notícia: as crianças têm mais satisfação com animais de estimação do que com irmãozinhos.

Quem chegou a esta conclusão foram pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Eles fizeram uma análise com 77 crianças de 12 anos de idade, cujo resultado acaba de ser publicado no Journal of Applied Developmental Psychology. Todos os entrevistados tinham, pelo menos, um animal e um irmão.

Vantagens de ter um animal de estimação


A pesquisa ainda aponta para grandes evidências de que animais domésticos podem contribuir muito para o desenvolvimento da criança e exercer impacto positivo nas habilidades sociais e no bem-estar emocional delas.

“Qualquer um que amou um animal de estimação na infância sabe que nós nos aproximamos deles devido ao companheirismo e conforme nos conhecemos, assim como em relacionamentos com pessoas,” diz Matt Cassells, psiquiatra que conduziu o estudo.

Apesar de os benefícios serem válidos para todos os tipos de pets, crianças que têm cachorros demonstraram ainda mais satisfação e companheirismo com seu bichinho que donos de animais de outras espécies.

As meninas demonstraram mais proximidade, companheirismo e até conflitos com os animais, o que pode indicar que elas interagem mais e de maneiras diferentes com seus pets.

Benefícios para a saúde

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“Existem evidências crescentes que mostram que animais de estimação propiciam benefícios para a saúde humana e coesão social”, comenta Nancy Gee, que é pesquisadora na área da interação humana-animal e coautora do estudo.

Para Nancy, o apoio social que as crianças recebem de seus animais pode contribuir para um futuro bem-estar psicológico.

Matéria: vix.com

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Leptospirose Canina

A Leptospirose é uma doença infecciosa causada por uma bactérias que pode ser transmitida para o homem (zoonose). É conhecida como “a doença do xixi dos ratos”, pois estes roedores são os principais transmissores.

Essa doença costuma ter maior ocorrência em estações chuvosas, como o verão, porque a água parada é ideal para sua sobrevivência. Portanto, locais que possuem alagamentos e saneamento básicos precários apresentam altos índices de casos de Leptospirose.

A transmissão ocorre através da urina, água e alimentos contaminados pela bactéria, por penetração de pele lesada ou pela ingestão. Um cão com a doença também pode eliminar a bactéria na urina e contaminar os homens e outros cães.

Os ratos costumam ir atrás de comedouros dos cães, pois se sentem atraídos pela comida e podem urinar nelas, aonde ocorre à contaminação. É importante deixar o comedouro em locais altos e armazenar os sacos de ração em locais bem fechados.

 Os sinais de manifestação da doença em cães são: perda de apetite, apatia, vômito e febre alta. A bactéria afeta os rins e o fígado, evoluindo para anemia, cor amarelada pelo corpo (icterícia), aumento do consumo de água e de eliminação de urina, podendo ter coloração escura.

Os sinais em humanos são: febre, dor de cabeça forte, apatia, dores no corpo, principalmente nas panturrilhas, olhos vermelhos e problemas hemorrágicos. Normalmente se contaminam ao andar descalços ou ingerindo água ou alimentos contaminados.

O diagnóstico é feito através das manifestações clinicas e por exames laboratoriais.

O tratamento é feito com o uso de antibióticos, com chances de cura, mas deve ser iniciada o mais rápido possível, para evitar riscos a vida do cão.

Para evitar a leptospirose nos cães, é necessário vaciná-los anualmente, principalmente em regiões com alto índice da doença e locais aonde possuem muitos ratos.

Outros meios de prevenções são: evitar a contaminação de água e alimentos com urina do rato, não acumular lixo, evitar água parada, manter sempre limpo comedouros e bebedouros. É bom fazer o controle de roedores com telas e fechamentos de possíveis locais onde possam passar.

Cães que apresentam a doença devem ser isolados e todo o material que esteve em contato com o animal deve ser infectado, assim como os locais onde eles urinam.

Portanto, agora com o verão, vacine seu cão e tome todos os cuidados necessários para que ele não se contamine com a Leptospirose.

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Imagem: mundocao
Imagem destaque: canaldopet

 

 

 

 

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Outubro Rosa – Câncer de mama

No mês de outubro foi criada a campanha de conscientização do câncer de mama para mulheres. Infelizmente essa doença também acomete as fêmeas de cadelas e gatas.

O câncer é uma doença que costuma causa pânico nos proprietários por ser sinônimo de morte para os cães, mas desde que diagnosticado precocemente, pode ser tratado e curado. Por isso é muito importante ficar atento aos sinais que indicam o surgimento de um tumor e acompanhar periodicamente a saúde dos animais de estimação, com idas frequentes ao veterinário.

A maior incidência é em fêmeas acima dos sete anos de idade. É muito semelhante ao que acontece na mulher, que tem como o principal fator de desenvolvimento o uso de alguns anticoncepcionais, dieta imprópria, obesidade e a pseudociese, que é popularmente conhecida como gravidez psicológica.

O câncer de mama, ao contrário do que muitos pensam, não afeta apenas as fêmeas, podendo acometer machos em alguns casos.

 

Como identificar o câncer de mama

As primeiras mudanças que podem ser observadas nos animais são as comportamentais, como tristeza, falta de apetite, febres e vômitos.

Na maioria dos casos o tumor é maligno (50% dos casos), muitas vezes os sinais podem se desenvolver de forma silenciosa, não causando alterações físicas ou comportamentais latentes e imediatas.

Os sinais nem sempre aparecem no início da doença. Alguns deles são detectáveis somente em um estágio avançado do câncer:

  • Caroços na região das mamas do animal
  • Inchaço ou dilatação na área mamária da cadela
  • Dores na região das mamas
  • Presença de secreções nas mamas com odor desagradável
  • Perda de peso e apetite, feridas que não cicatrizam, febre e vômito

Os tumores podem ser identificados como uma massa sólida ou como a presença de pequenos inchaços múltiplos, que podem dobrar de volume em apenas um mês (ao contrário dos tumores benignos, que apresentam desenvolvimento lento).

Como é diagnosticado e seu tratamento

O diagnóstico do câncer é feito principalmente por exames clínicos da região mamária e exames de citologia aspirativa do nódulo.

Após a análise dos resultados, é o veterinário quem irá pedir uma série de exames, para se certificar qual será o tratamento adequado e em qual estágio a doença se encontra. Sendo possível descobrir se existe a presença de metástases do câncer, que são responsáveis pela propagação do tumor para outras partes do corpo além das mamas.

Com o diagnóstico de câncer de mama definido, vem a parte do tratamento, a primeira opção é a cirurgia para a retirada completa do tumor.

A operação cirúrgica geralmente já é o suficiente para o caso de cânceres benignos, mas se forem malignos é necessário a realização de uma quimioterapia e um intenso cuidado de prevenção contra a reincidência e a metástase após a operação.

Infelizmente, quando a metástase ocorre as chances de cura são mínimas, e a opção é fazer o tratamento dos sinais clínicos para da qualidade de vida.

Prevenção

A melhor maneira de prevenir é a castração antes do primeiro cio, que reduz as chances do desenvolvimento de um câncer de mama em 95%, por diminuir drasticamente as alterações hormonais que ocorrem durante o ciclo menstrual.

É contra indicado o  uso de anticoncepcionais, pois o descontrole do estrógeno e da progesterona (hormônios relacionados à sexualidade, prenhez e amamentação) é a principal causa deste tipo de tumor.

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Imagens: anda.jor.br/olhardovale/castracaosolidaria

 

 

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Convivência com gatos na infância reduz risco de asma

Grande levantamento mostra que a exposição a substâncias liberadas por esses bichinhos protege contra a doença

Cientistas acabaram de trazer novos argumentos para se defender a convivência entre bichos e crianças . Em extenso estudo feito pelos Institutos Nacionais de Saúde, nos Estados Unidos, foi avaliada a influência de certos alérgenos na saúde respiratória de 560 crianças. A conclusão principal? Estar exposto, desde bebê, a certas substâncias que os gatos soltam deixaria as crianças mais resistentes à asma por volta dos 7 anos de idade. Os estudiosos notaram uma associação similar em relação aos cachorros, mas os resultados não foram considerados estatisticamente significativos.

A descoberta vai contra crenças antigas de que, ao reduzir o contato com alérgenos dentro do ambiente doméstico, acabamos afastando a doença. E olha que todos os participantes do estudo possuíam grande tendência a desenvolver a condição, já que pelo menos um dois pais tinha alergia ou asma. Além disso, as crianças cresceram em áreas extremamente urbanizadas (e, portanto,poluídas) dos Estados Unidos, como Baltimore, Boston e Nova York.

O relatório ainda confirmou dados que já apareciam em outros trabalhos. Por exemplo: a influência de alguns hábitos e problemas de saúde da mãe no bem-estar respiratório de seus filhos. É o caso do tabagismo durante a gestação e de depressão e estresse durante os três primeiros anos de vida dos pequenos – tudo isso aumentou o risco de as crianças apresentarem asma.

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Fonte: Revista superinteressante

Foto: Vivienstock/iStock

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Dica de leitura – Procurava um marido e encontrei um cachorro

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Livro: Procurava um marido e encontrei um cachorro

Autora: Karen Templeton

     “Procurava um marido e encontrei um cachorro é um romance bem-humorado sobre as ocorrências inusitadas na vida de Ginger Petrocelli, uma designer de interiores de Manhattan abandonada pelo noivo no altar. Agora Ginger tem de retomar o dia-a-dia de mulher solteira e também enfrentar milhões de imprevistos que continuam acontecendo, sem perder o rebolado e muito menos o charme e a graça.”

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Bebês que convivem com cães são mais fortes e saudáveis

Novo estudo mostra que ter um cachorro em casa pode fazer bem para a saúde do recém-nascido, afastando problemas como alergias e obesidade

     A relação entre as crianças e os bichos de estimação é recheada de afeto e cumplicidade. Basta dar uma navegada nas redes sociais para ver os inúmeros vídeos que provam tamanha interação e fofura. Porém, ainda há muitas famílias que têm ou querem adotar um pet mas ficam com receio em relação aos prejuízos à saúde das crianças e se questionam: “Será que meu filho vai ficar doente por causa dos vírus e bactérias que os pets carregam?” Segundo estudos recentes, o que acontece é exatamente o contrário.

        Uma pesquisa da Universidade de Aberta, no Canadá, mostrou que os cães não só reforçam o sistema imunológico dos bebês, diminuindo o risco de desenvolverem doenças infantis alérgicas, como também os protegem da obesidade. Os cientistas analisaram dados de 700 bebês, sendo que 46% deles conviveram com pelo menos um pet (a maioria, cachorro) desde a barriga da mãe (nos últimos seis meses de gestação) até os três meses após o nascimento.

     Ao analisar o exame de fezes dos recém-nascidos, os pesquisadores chegaram à conclusão de que o grupo (que teve contato com o cachorro desde a barriga da mãe) apresentava, em média, duas vezes mais duas bactérias: Ruminococcus e Oscillospira, em comparação à turma que não tinha um mascote. Essas duas bactérias estão ligadas à uma chance menor das crianças apresentarem complicações alérgicas e ganho acelerado de peso.

    Estudos já haviam comprovado que o convívio dos pequenos com pets é bom para evitar dermatites e asma e, também, deixar os bebês mais ativos e afastar a ansiedade. “A relação afetiva entre animais e crianças sempre se mostrou muito positiva. Defendo esse convívio porque estimula o companheirismo, a amizade e o cuidado”, diz o pediatra Carlos Eduardo Correa, conhecido como Cacá (SP).

     E não se preocupe caso o seu filho ganhe um beijinho em forma de lambida no rosto. “É praticamente impossível achar que o cachorro não vai lamber a mão ou alguma parte do corpo da criança. Por isso, o mais importante é manter o pet sempre saudável para evitar qualquer problema de saúde que possa passar para o bebê, como a sarna, por exemplo”, observa Cacá.

Fonte: http://revistacrescer.globo.com
saúde

Animais também sofrem com o tempo seco

     O tempo seco pode causar problemas para  saúde do seu animal, principalmente para cães e gatos,  filhotes ou idosos. Os adultos com doenças cardíacas, respiratórias ou alérgicas, necessitam de muito mais atenção, assim como cães de raças braqueocéfalicas (Pug, Buldogue, entre outros).

    Com a baixa umidade do ar, vírus e as bactérias se instalam no aparelho respiratório de cães e gatos com maior facilidade e causando infecções em diferentes partes do corpo.

    Os principais sinais apresentados são:  dificuldade para respirar, tosse, secreção nasal, espirros, cansaço, boca seca e desidratação, além de coceira e secreção nos olhos. Com um quadro agravado eles podem apresentar gripe (traqueobronquite canina ou rinotraqueite felina) – ou outras complicações.

    Os olhos também apresentam problemas que precisam de limpeza com soro fisiológico ou água filtrada várias vezes ao dia e lubrificação com colírios específicos para animais com olho seco ou outras doenças oftálmicas.

    A incidência de carrapatos também aumentam nesse período, o problema não é relacionado diretamente com a baixa umidade, mas sim com a grama seca, que é ideal para a proliferação de carrapatos. Recomenda-se o tratamento preventivo contra o parasita.

    É recomendado fornecer muito líquido para os animais durante todo o dia, evitar passeios em horários de sol em que há a menor taxa de umidade do dia,  manter o ambiente sempre umidificado com toalhas molhadas, bacias com água ou umidificadores de ar.

     Fique atento se o seu bichinho está comendo bem, se continua ativo e brincando, ou a qualquer sinal de tosse, secreção nasal e ocular e dificuldade respiratória grave.

     A vacinação em dia é muito importante, principalmente a vacina contra a gripe!

    Qualquer alteração que o seu animal não esteja habituado, leve-o ao veterinário para uma consulta!

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Por Laurie Locci Marques Pires – Médica Veterinária

Imagens: granvitapet e globo.com

 

 

curiosidades

Curiosidades Felinas

* A audição dos gatos é bem mais sensível que dos homens e cães, possuem os ouvidos afunilados que podem amplificar os sons como um megafone.

 

* Andam na ponta dos dedos.

* São muito limpos e passam cerca de 30% de sua vida se limpando. Quando se lavam, perdem quase tanto liquido, quanto perdem urina.

* O ronronar nem sempre é por alegria e prazer. Alguns gatos ronronam alto quando estão com medo ou com dor.

* Possuem 30 dentes, enquanto os cães possuem 42. Os dentes de leite são substituídos pelos permanentes por volta dos 7 meses de idade.

* A expectativa de vida de um gato bem cuidado é de mais ou menos 16 anos.

* Em proporção ao corpo, os gatos são os mamíferos que possuem os maiores olhos.

* Usam a cauda para se equilibrarem.

* A mania de se esfregarem nas pessoas acontece porque possuem glândulas odoríferas na cabeça, que ao se esfregarem liberam secreções (limpas) que deixam seu odor impregnado para marcação de território. O cheiro não é detectado por nós humanos, somente por animais.

* Podem dormir por 16 horas, divididas em vários períodos.

* São capazes de pular 5 vezes a sua altura.

* A velocidade, visão e habilidade de um gato colocam-no entre os maiores caçadores da natureza.

* Enxerga 6 vezes melhor que um humano a noite.

* A pelagem com 3 cores diferentes é sempre de fêmeas.

* Os bigodes de um gato servem para orienta-los, nunca devem ser cortados.

* A temperatura normal de um gato é de 38 graus.

* Quando assustado, todo o pelo do corpo se eriça. Quando pronto para o ataque, o pelo se eriça apenas numa estreita faixa sobre a coluna vertebral.

Curiosidades geográficas:

* Na China, estátuas de gatos possuem a simbologia de expulsar maus espíritos.

* Na França, simboliza sorte e fortuna.

* Na Grécia, simboliza a feminilidade e prazer sexual.

* Na Índia, possuem livre acesso às residências porque trazem a prosperidade aos lares.

* Na Indonésia tem a superstição que ao aspergir gotas de água sobre o gato atrai a chuva.

* No Japão o talismã Maneki-Neko é um símbolo de boa sorte.

* As lendas dizem que Maomé foi salvo de uma picada de cobra por um gato.

* Os gatos em muitos locais do mundo foram introduzidos para reduzir a população de ratos.

* Antigos egípcios tinham uma adoração, como se gatos fossem Deuses. Matar um gato, era crime punido com a morte.

 

Fonte: Revista pulo do gato
Imagem: Mundo dos animais
saúde

Primeiros socorros para cães

               Em caso de acidentes com seu cão, saber o que fazer para salvá-lo, antes de ter tempo de socorrer com atendimento veterinário, é de extrema importância.

               Os casos mais comuns são: atropelamento, envenenamento, cortes ou feridas, convulsões, picadas de inseto, queimaduras, entre outros.

               Primeiramente deve-se manter a calma, para poder fazer os procedimentos necessários sem cometer erros que possam prejudicar ainda mais o estado do cão. Tome cuidado quando for se aproximar do animal, pois com dor podem se tornar agressivos.

1-) Atropelamento

               A remoção deve ser feita com muito cuidado, para que nenhum movimento errado piore os ferimentos. Coloque-o em um papelão ou uma tábua e tente imobilizar para transportá-lo com segurança.

               Se o cão estiver com hemorragia, pressione o local com um pano, fazendo o estancamento do sangue.

               O cão, nesses casos, deve ser levado imediatamente ao veterinário.

2-) Queimaduras

               Em casos de queimadura, nunca coloque nenhuma substância e nem cubra a ferida.

               Queimaduras superficiais, lavar a lesão com soro fisiológico frio. Em casos mais graves, por ser muito doloroso, levar imediatamente ao veterinário, pois o procedimento deve ser feito com anestésicos.

3-) Envenenamento

               Observar os sinais clínicos: salivação excessiva, vômito, diarreia, olhos lacrimejando, agitação, sonolência, hemorragia, tremores, dificuldades respiratórias e alterações dos batimentos cardíacos.

               Os sinais dependem muito do tipo de substância e quantidade que foi ingerido. Os mais comuns são: produtos de limpeza, inseticidas, plantas e agrotóxicos.

               Lembre-se de levar a embalagem do produto ou substância que o cão ingeriu para o veterinário saber o tipo de tratamento adequado.

               Jamais tente medicar seu cão, pois pode estar piorando seu estado.

4-) Cortes ou Feridas

               Feridas superficiais pode-se fazer um curativo, limpando o local com água e sabão, passar água oxigenada e antisséptico e tampar com uma gaze.

               Feridas profundas devem ser tratadas pelo médico veterinário. Até chegar ao atendimento pressionar o ferimento com uma gaze ou pano limpo, para estancar o sangue.

5-) Convulsões

               Nesses casos, colocar o animal em um local seguro, macio, sem objetos por perto, para que não se machuque quando se debater. Mantenha o local em silêncio, pois muito barulho agita ainda mais o cão. Mantenha-o aquecido.

               Normalmente as convulsões duram de dez segundos a três minutos. Aguarde a crise passar.

               Para maiores esclarecimentos e saber se o cão vai precisar de medicamentos, levá-lo ao veterinário.

6-) Engasgo

               Os sinais que os cães demonstram quando estão engasgados são: o animal limpa a boca com as patas, tem dificuldade de respirar, palidez, língua ou mucosas azuladas, agonia e desmaios.

               Para ajudá-lo, tente acalmá-lo. Abra a boca do cão pressionando os lábios entre o dedo e os dentes para que respire melhor e verificar se não tem nenhum objeto, causando obstrução.

               Caso não consiga ver algum objeto, se o cão for pequeno, pegue-o pela pernas traseiras e vire-o de cabeça para baixo e chacoalhe devagar.

               Quando o cão for grande, deite-o no chão e vire-o de lado. Coloque a mão atrás do seu tórax e faça um movimento apertado para baixo. Solte um pouco e repita o movimento várias vezes.

7-) Picadas de inseto

               A maioria das picadas de insetos são inofensivas para cães, mas há casos que podem manifestar uma reação alérgica, causando inchaço, dor nos músculos e na área afetada, vômitos, fraqueza, febre e choque.

               Nos casos mais graves que levam o animal ao choque, onde as gengivas ficam pálidas, batimento cardíaco e respiratório acelerados, deve-se levar imediatamente ao veterinário.

😎 Dicas importantes

               Respiração artificial – com sua mão, feche a boca do cão segurando o focinho. Eleve a cabeça do cão e encoste sua boca em seu focinho. Sopre nas narinas até perceber que o peito do cão estufe. Deite a cabeça do cão e faça uma pressão no peito para que o ar saia. Em cada minuto, repita este procedimento de 8 a 10 vezes.

               Massagem cardíaca – deitar o cão sobre o lado direito. Coloque a palma da mão sobre o coração do cão. Faça uma pressão rápida sobre a região e solta. Massageie por um minuto, até perceber que os batimentos voltaram.

               Kit de primeiro socorros – tesoura, pinça, luvas, gaze, toalha, cobertor, esparadrapo, termômetro, solução antisséptico, água oxigenada, papelão para imobilização.

Por Laurie Locci Marques Pires – Médica Veterinária