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Os benefícios científicos de ser um amante de gatos

Oito de agosto  foi o Dia Internacional do Gato. Cora provavelmente começará a manhã como qualquer outra: subindo no meu peito e batendo no meu ombro, exigindo atenção. Vou levantar o edredom, com sono, e ela vai se aconchegar debaixo dele, esparramada ao meu lado. Para Cora – e, portanto, para mim – todo dia é o Dia Internacional do Gato.

Os gatos podem nos acordar às 4 da manhã e vomitarem em uma frequência alarmante, mas entre 10 a 30% das pessoas podem dizer que gostam de gatos – não de cachorro, nem mesmo amantes de gato e cachorro. Então, por que escolhemos trazer essas bolas de pelo para nossas casas – e gastamos mais de US$ 1.000 por ano em quem não é geneticamente relacionado a nós e, francamente, parece ingrato a maior parte do tempo?

A resposta é óbvia para mim – e provavelmente para todos os amantes de gatos que não precisam de pesquisa científica para justificar seu amor feroz. Mas cientistas os estudaram de qualquer maneira e descobriram que, embora nossos amigos felinos possam não ser bons para os nossos móveis, eles podem dar alguma contribuição à nossa saúde física e mental.

  1. Bem-estar

De acordo com um estudo australiano, os donos de gatos têm melhor saúde psicológica do que pessoas sem animais de estimação. Nos questionários, eles afirmam se sentir mais felizes, mais confiantes e menos nervosos, além de dormir, se concentrar e enfrentar melhor os problemas em suas vidas.

Adotar um gato também pode ser bom para seus filhos: em uma pesquisa com mais de 2.200 jovens escoceses com idades entre 11 e 15 anos, as crianças que tinham um forte vínculo com seus gatinhos tinham uma qualidade de vida maior. Quanto mais ligadas, mais se sentiam parte de algo, enérgicas, atenciosas e menos tristes e solitárias; e mais elas aproveitavam o tempo sozinhas, no lazer e na escola.

Com suas artimanhas desafiadoras da gravidade e posturas de sono tipo ioga, os gatos também podem nos tirar de nossos maus humores. Em um estudo, pessoas com gatos relataram ter menos emoções negativas e sentimentos de reclusão do que pessoas sem gatos. Na verdade, os solteiros com gatos ficavam de mau humor com menos frequência do que as pessoas com um gato e um parceiro. (Seu gato nunca está atrasado para o jantar, afinal.)

Até os gatos da Internet podem nos fazer sorrir. Pessoas que assistem a vídeos de gatos online dizem que sentem menos emoções negativas depois (menos ansiedade, aborrecimento e tristeza) e mais sentimentos positivos (mais esperança, felicidade e contentamento). É certo que, como os pesquisadores descobriram, esse prazer se torna ruim se o fizermos com o propósito de procrastinação. Mas assistir gatos incomodando seus humanos ou embrulhados em presentes para o Natal parece nos ajudar a nos sentir menos esgotados e a recuperar nossa energia para o dia seguinte.

  1. Estresse

Eu posso atestar que um gato quente em seu colo, pisoteando bem suas coxas, é uma das melhores formas de alívio do estresse. Uma tarde, me sentindo sobrecarregado, disse em voz alta: – Eu gostaria que Cora se sentasse no meu colo. E eis que ela trotou e caiu em cima de mim segundos depois (embora as tentativas de reproduzir este fenômeno não tenham sido bem-sucedidas).

Em um estudo, pesquisadores visitaram 120 casais em suas casas para observar como eles reagiriam ao estresse – e se os gatos eram de alguma ajuda. Ligados a monitores de frequência cardíaca e pressão arterial, as pessoas foram submetidas a um desafio de tarefas assustadoras: subtrair três repetidamente de um número de quatro dígitos e depois segurar a mão em água gelada (abaixo de 4 graus Celsius) por dois minutos. As pessoas se sentavam sozinhas numa sala, com o animal de estimação perambulando, com a esposa (que podia oferecer apoio moral), ou ambos.

Antes de as tarefas estressantes começarem, os donos dos gatos tinham uma frequência cardíaca e pressão arterial em repouso mais baixas do que as pessoas que não tinham animais de estimação. E durante as tarefas, os donos de gatos também se saíram melhor: eles eram mais propensos a se sentirem desafiados do que ameaçados, seus batimentos cardíacos e pressão arterial estavam mais baixos e até cometeram menos erros matemáticos. De todos os cenários, os donos de gatos pareciam mais calmos e cometiam o menor número de erros quando o gato estava presente. Em geral, os donos de gatos também se recuperaram mais rapidamente fisiologicamente.

Por que os gatos são tão calmantes? Gatos não nos julgam por nossas habilidades matemáticas pobres, ou ficam excessivamente angustiados quando estamos angustiados – o que explica por que os gatos eram realmente uma influência mais calmante do que os entes queridos em alguns casos.

Como Karin Stammbach e Dennis Turner, da Universidade de Zurique, explicam, os gatos não são simplesmente pequenos seres que dependem de nós. Também recebemos conforto deles – há toda uma escala científica que mede o quanto de apoio emocional você recebe do seu gato, com base na probabilidade de procurá-lo em diferentes situações estressantes.

Os gatos oferecem uma presença constante, aliviados pelos cuidados do mundo, que podem fazer com que todas as nossas pequenas preocupações e ansiedades pareçam supérfluas. Como a jornalista Jane Pauley disse: “Você não pode olhar para um gato adormecido e sentir-se tenso”.

  1. Relacionamentos

Gatos são seres de quem cuidamos e que cuidam de nós (ou pelo menos acreditamos que eles o fazem). E as pessoas que investem nesse vínculo entre espécies também podem ver benefícios em seus relacionamentos entre humanos.

Por exemplo, pesquisas descobriram que os donos de gatos são mais sensíveis socialmente, confiam mais nas outras pessoas e gostam mais de outras pessoas do que de pessoas que não possuem animais de estimação. Se você se considera uma pessoa que gosta de gatos, tenderá a pensar que outras pessoas gostam mais de você do que de uma pessoa que não goste de gato nem cachorro. Enquanto isso, mesmo as pessoas que assistem a vídeos sobre gatos se sentem mais apoiadas por outras pessoas do que pessoas que não são tão grandes fãs da mídia digital felina.

Embora essas correlações pareçam desconcertantes, elas fazem sentido se você considerar os gatos apenas uma parte de sua rede social.

“Sentimentos positivos sobre cães/gatos podem gerar sentimentos positivos sobre as pessoas, ou vice-versa”, escrevem Rose Perrine e Hannah Osbourne, da Eastern Kentucky University.

Quando alguém – humano ou animal – nos faz sentir bem e conectado, isso aumenta nossa capacidade de bondade e generosidade para com os outros. Como esse estudo de adolescentes escoceses descobriu, as crianças que se comunicam bem com um melhor amigo são mais apegadas aos seus gatos, provavelmente porque passam algum tempo brincando como um trio.

“Animais de estimação parecem agir como ‘catalisadores sociais’, induzindo contato social entre pessoas”, escreveu o pesquisador britânico Ferran Marsa-Sambola e seus colegas. “Um animal de estimação pode ser receptivo, abertamente carinhoso, consistente, leal e honesto, características que podem satisfazer a necessidade básica de uma pessoa de sentir um senso de valor próprio e ser amado”.

  1. Saúde

Finalmente, apesar do que você possa ter ouvido sobre parasitas cerebrais de gatinhos para humanos, há um punhado de evidências de que os gatos podem ser bons para nossa saúde.

Em um estudo, os pesquisadores acompanharam 4.435 pessoas por 13 anos. Pessoas que possuíam gatos no passado eram menos propensas a morrer de um ataque cardíaco durante aquele período do que pessoas que nunca tinham possuído gatos – mesmo quando contabilizavam outros fatores de risco como pressão arterial, colesterol, tabagismo e índice de massa corporal.

Isso era verdadeiro mesmo que não tivessem gatos atualmente, explicam os pesquisadores, o que sugere que os gatos são mais como a medicina preventiva do que o tratamento de uma doença em andamento.

Em outro estudo, James Serpell, da Universidade da Pensilvânia, acompanhou duas dúzias de pessoas que tinham acabado de adotar um gato. Eles completaram pesquisas depois de um dia ou dois de levar seu gato para casa, e depois várias vezes nos 10 meses seguintes. Na marca de um mês, as pessoas tinham reduzido as queixas de saúde, como dores de cabeça, dores nas costas e resfriados – embora (em média) esses benefícios parecessem desaparecer com o passar do tempo. Como Serpell especula, é possível que as pessoas que formam um bom relacionamento com o gato continuem a ver os benefícios, e as pessoas que não o fazem, bem, não o fazem.

Grande parte desta pesquisa sobre gatos é correlacional, o que significa que não sabemos se os gatos são realmente benéficos ou se as pessoas felinas já são apenas um grupo feliz e bem ajustado. Mas infelizmente para nós amantes de gatos, este último não parece ser o caso. Comparado aos amantes de cães, pelo menos, nós tendemos a ser mais abertos a novas experiências (mesmo que nossos gatos ariscos não sejam). Mas também somos menos extrovertidos, menos calorosos e amigáveis ​​e mais neuróticos. Vivenciamos mais emoções negativas e as reprimimos mais, uma técnica que nos torna menos felizes e menos satisfeitos com nossas vidas.

Pelo lado positivo, isso significa que é mais provável que os gatos realmente nos tragam tanto prazer e alegria quanto afirmamos que eles trazem, embora a pesquisa esteja longe de ser conclusiva. Na verdade, a grande maioria das pesquisas com animais concentra-se em cães, em parte porque são mais fáceis de treinar como assistentes de terapia. “Os gatos foram deixados para trás um pouco pela pesquisa”, diz Serpell. Mais uma conta a acertar com os nossos homólogos caninos.

Enquanto esperamos por mais dados, continuarei a espalhar para todos que conheço sobre como estou feliz por ter um gato na minha vida – e na minha cama, na minha mesa de jantar, e me vendo ir ao banheiro. O que eu perco no sono eu compenso no amor suave e peludo.

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Tradução CONTI outra. Do original: The Science-Backed Benefits of Being a Cat Lover, artigo de Kira M. Newman

Imagem: Rita Locci

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Avenida Paulista terá exposição gratuita com 260 gatos de vinte raças

Promovida pelo Clube Brasileiro do Gato, mais uma exposição de felinos com pedigree rola neste sábado (18) e neste domingo (19), das 10h às 17h. O evento gratuito ocupa o Club Homs, na Avenida Paulista.

Haverá cerca de 260 bichanos de vinte raças, incluindo o vira-lata. Espere encontrar tipos como o gigante maine coon, o tigrado bengal e os mais tradicionais siamês e persa. Será a primeira participação na atração de um british longhair, que lembra o peludo do filme Alice no País das Maravilhas. Lojinhas com produtos temáticos também estarão por lá.

A entrada é gratuita. Porém, pede-se aos visitantes que levem uma lata de leite em pó para ser doada à Casa Hope, entidade que ajuda crianças com câncer. A mesma quantidade arrecadada em leite será presenteada em ração para duas ONGs de gatos.

Aos interessados em visitas monitoradas para conhecer melhor as raças: elas começam às 11h, 13h e 15h. As inscrições devem ser realizadas na hora. Vale lembrar que não é possível comprar animais por lá ou levar seu próprio pet ao local.

Exposição do Clube Brasileiro do Gato

Quando: Sábado (18) e domingo (19), 10h às 17h

Onde: Club Homs. Avenida Paulista, 735, próximo ao metrô Brigadeiro

Quanto: Grátis. Pede-se a doação de uma lata de leite em pó

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Ter animais de estimação é melhor para crianças do que ter irmãos, indica estudo

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nos anos 2000, as brasileiras tinham, em média, 2,14 filhos, mas este número caiu para 1,74 em 2014. Ou seja, cada vez mais casais estão optando por ter apenas um filho.

Se você também planeja ter filho único, mas tem medo de que ele se sinta muito solitário sem irmãos, um novo estudo traz uma boa notícia: as crianças têm mais satisfação com animais de estimação do que com irmãozinhos.

Quem chegou a esta conclusão foram pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Eles fizeram uma análise com 77 crianças de 12 anos de idade, cujo resultado acaba de ser publicado no Journal of Applied Developmental Psychology. Todos os entrevistados tinham, pelo menos, um animal e um irmão.

Vantagens de ter um animal de estimação


A pesquisa ainda aponta para grandes evidências de que animais domésticos podem contribuir muito para o desenvolvimento da criança e exercer impacto positivo nas habilidades sociais e no bem-estar emocional delas.

“Qualquer um que amou um animal de estimação na infância sabe que nós nos aproximamos deles devido ao companheirismo e conforme nos conhecemos, assim como em relacionamentos com pessoas,” diz Matt Cassells, psiquiatra que conduziu o estudo.

Apesar de os benefícios serem válidos para todos os tipos de pets, crianças que têm cachorros demonstraram ainda mais satisfação e companheirismo com seu bichinho que donos de animais de outras espécies.

As meninas demonstraram mais proximidade, companheirismo e até conflitos com os animais, o que pode indicar que elas interagem mais e de maneiras diferentes com seus pets.

Benefícios para a saúde

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“Existem evidências crescentes que mostram que animais de estimação propiciam benefícios para a saúde humana e coesão social”, comenta Nancy Gee, que é pesquisadora na área da interação humana-animal e coautora do estudo.

Para Nancy, o apoio social que as crianças recebem de seus animais pode contribuir para um futuro bem-estar psicológico.

Matéria: vix.com

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Leptospirose Canina

A Leptospirose é uma doença infecciosa causada por uma bactérias que pode ser transmitida para o homem (zoonose). É conhecida como “a doença do xixi dos ratos”, pois estes roedores são os principais transmissores.

Essa doença costuma ter maior ocorrência em estações chuvosas, como o verão, porque a água parada é ideal para sua sobrevivência. Portanto, locais que possuem alagamentos e saneamento básicos precários apresentam altos índices de casos de Leptospirose.

A transmissão ocorre através da urina, água e alimentos contaminados pela bactéria, por penetração de pele lesada ou pela ingestão. Um cão com a doença também pode eliminar a bactéria na urina e contaminar os homens e outros cães.

Os ratos costumam ir atrás de comedouros dos cães, pois se sentem atraídos pela comida e podem urinar nelas, aonde ocorre à contaminação. É importante deixar o comedouro em locais altos e armazenar os sacos de ração em locais bem fechados.

 Os sinais de manifestação da doença em cães são: perda de apetite, apatia, vômito e febre alta. A bactéria afeta os rins e o fígado, evoluindo para anemia, cor amarelada pelo corpo (icterícia), aumento do consumo de água e de eliminação de urina, podendo ter coloração escura.

Os sinais em humanos são: febre, dor de cabeça forte, apatia, dores no corpo, principalmente nas panturrilhas, olhos vermelhos e problemas hemorrágicos. Normalmente se contaminam ao andar descalços ou ingerindo água ou alimentos contaminados.

O diagnóstico é feito através das manifestações clinicas e por exames laboratoriais.

O tratamento é feito com o uso de antibióticos, com chances de cura, mas deve ser iniciada o mais rápido possível, para evitar riscos a vida do cão.

Para evitar a leptospirose nos cães, é necessário vaciná-los anualmente, principalmente em regiões com alto índice da doença e locais aonde possuem muitos ratos.

Outros meios de prevenções são: evitar a contaminação de água e alimentos com urina do rato, não acumular lixo, evitar água parada, manter sempre limpo comedouros e bebedouros. É bom fazer o controle de roedores com telas e fechamentos de possíveis locais onde possam passar.

Cães que apresentam a doença devem ser isolados e todo o material que esteve em contato com o animal deve ser infectado, assim como os locais onde eles urinam.

Portanto, agora com o verão, vacine seu cão e tome todos os cuidados necessários para que ele não se contamine com a Leptospirose.

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Imagem: mundocao
Imagem destaque: canaldopet

 

 

 

 

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Outubro Rosa – Câncer de mama

No mês de outubro foi criada a campanha de conscientização do câncer de mama para mulheres. Infelizmente essa doença também acomete as fêmeas de cadelas e gatas.

O câncer é uma doença que costuma causa pânico nos proprietários por ser sinônimo de morte para os cães, mas desde que diagnosticado precocemente, pode ser tratado e curado. Por isso é muito importante ficar atento aos sinais que indicam o surgimento de um tumor e acompanhar periodicamente a saúde dos animais de estimação, com idas frequentes ao veterinário.

A maior incidência é em fêmeas acima dos sete anos de idade. É muito semelhante ao que acontece na mulher, que tem como o principal fator de desenvolvimento o uso de alguns anticoncepcionais, dieta imprópria, obesidade e a pseudociese, que é popularmente conhecida como gravidez psicológica.

O câncer de mama, ao contrário do que muitos pensam, não afeta apenas as fêmeas, podendo acometer machos em alguns casos.

 

Como identificar o câncer de mama

As primeiras mudanças que podem ser observadas nos animais são as comportamentais, como tristeza, falta de apetite, febres e vômitos.

Na maioria dos casos o tumor é maligno (50% dos casos), muitas vezes os sinais podem se desenvolver de forma silenciosa, não causando alterações físicas ou comportamentais latentes e imediatas.

Os sinais nem sempre aparecem no início da doença. Alguns deles são detectáveis somente em um estágio avançado do câncer:

  • Caroços na região das mamas do animal
  • Inchaço ou dilatação na área mamária da cadela
  • Dores na região das mamas
  • Presença de secreções nas mamas com odor desagradável
  • Perda de peso e apetite, feridas que não cicatrizam, febre e vômito

Os tumores podem ser identificados como uma massa sólida ou como a presença de pequenos inchaços múltiplos, que podem dobrar de volume em apenas um mês (ao contrário dos tumores benignos, que apresentam desenvolvimento lento).

Como é diagnosticado e seu tratamento

O diagnóstico do câncer é feito principalmente por exames clínicos da região mamária e exames de citologia aspirativa do nódulo.

Após a análise dos resultados, é o veterinário quem irá pedir uma série de exames, para se certificar qual será o tratamento adequado e em qual estágio a doença se encontra. Sendo possível descobrir se existe a presença de metástases do câncer, que são responsáveis pela propagação do tumor para outras partes do corpo além das mamas.

Com o diagnóstico de câncer de mama definido, vem a parte do tratamento, a primeira opção é a cirurgia para a retirada completa do tumor.

A operação cirúrgica geralmente já é o suficiente para o caso de cânceres benignos, mas se forem malignos é necessário a realização de uma quimioterapia e um intenso cuidado de prevenção contra a reincidência e a metástase após a operação.

Infelizmente, quando a metástase ocorre as chances de cura são mínimas, e a opção é fazer o tratamento dos sinais clínicos para da qualidade de vida.

Prevenção

A melhor maneira de prevenir é a castração antes do primeiro cio, que reduz as chances do desenvolvimento de um câncer de mama em 95%, por diminuir drasticamente as alterações hormonais que ocorrem durante o ciclo menstrual.

É contra indicado o  uso de anticoncepcionais, pois o descontrole do estrógeno e da progesterona (hormônios relacionados à sexualidade, prenhez e amamentação) é a principal causa deste tipo de tumor.

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Imagens: anda.jor.br/olhardovale/castracaosolidaria

 

 

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Convivência com gatos na infância reduz risco de asma

Grande levantamento mostra que a exposição a substâncias liberadas por esses bichinhos protege contra a doença

Cientistas acabaram de trazer novos argumentos para se defender a convivência entre bichos e crianças . Em extenso estudo feito pelos Institutos Nacionais de Saúde, nos Estados Unidos, foi avaliada a influência de certos alérgenos na saúde respiratória de 560 crianças. A conclusão principal? Estar exposto, desde bebê, a certas substâncias que os gatos soltam deixaria as crianças mais resistentes à asma por volta dos 7 anos de idade. Os estudiosos notaram uma associação similar em relação aos cachorros, mas os resultados não foram considerados estatisticamente significativos.

A descoberta vai contra crenças antigas de que, ao reduzir o contato com alérgenos dentro do ambiente doméstico, acabamos afastando a doença. E olha que todos os participantes do estudo possuíam grande tendência a desenvolver a condição, já que pelo menos um dois pais tinha alergia ou asma. Além disso, as crianças cresceram em áreas extremamente urbanizadas (e, portanto,poluídas) dos Estados Unidos, como Baltimore, Boston e Nova York.

O relatório ainda confirmou dados que já apareciam em outros trabalhos. Por exemplo: a influência de alguns hábitos e problemas de saúde da mãe no bem-estar respiratório de seus filhos. É o caso do tabagismo durante a gestação e de depressão e estresse durante os três primeiros anos de vida dos pequenos – tudo isso aumentou o risco de as crianças apresentarem asma.

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Fonte: Revista superinteressante

Foto: Vivienstock/iStock

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Dica de leitura – Procurava um marido e encontrei um cachorro

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Livro: Procurava um marido e encontrei um cachorro

Autora: Karen Templeton

     “Procurava um marido e encontrei um cachorro é um romance bem-humorado sobre as ocorrências inusitadas na vida de Ginger Petrocelli, uma designer de interiores de Manhattan abandonada pelo noivo no altar. Agora Ginger tem de retomar o dia-a-dia de mulher solteira e também enfrentar milhões de imprevistos que continuam acontecendo, sem perder o rebolado e muito menos o charme e a graça.”

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Bebês que convivem com cães são mais fortes e saudáveis

Novo estudo mostra que ter um cachorro em casa pode fazer bem para a saúde do recém-nascido, afastando problemas como alergias e obesidade

     A relação entre as crianças e os bichos de estimação é recheada de afeto e cumplicidade. Basta dar uma navegada nas redes sociais para ver os inúmeros vídeos que provam tamanha interação e fofura. Porém, ainda há muitas famílias que têm ou querem adotar um pet mas ficam com receio em relação aos prejuízos à saúde das crianças e se questionam: “Será que meu filho vai ficar doente por causa dos vírus e bactérias que os pets carregam?” Segundo estudos recentes, o que acontece é exatamente o contrário.

        Uma pesquisa da Universidade de Aberta, no Canadá, mostrou que os cães não só reforçam o sistema imunológico dos bebês, diminuindo o risco de desenvolverem doenças infantis alérgicas, como também os protegem da obesidade. Os cientistas analisaram dados de 700 bebês, sendo que 46% deles conviveram com pelo menos um pet (a maioria, cachorro) desde a barriga da mãe (nos últimos seis meses de gestação) até os três meses após o nascimento.

     Ao analisar o exame de fezes dos recém-nascidos, os pesquisadores chegaram à conclusão de que o grupo (que teve contato com o cachorro desde a barriga da mãe) apresentava, em média, duas vezes mais duas bactérias: Ruminococcus e Oscillospira, em comparação à turma que não tinha um mascote. Essas duas bactérias estão ligadas à uma chance menor das crianças apresentarem complicações alérgicas e ganho acelerado de peso.

    Estudos já haviam comprovado que o convívio dos pequenos com pets é bom para evitar dermatites e asma e, também, deixar os bebês mais ativos e afastar a ansiedade. “A relação afetiva entre animais e crianças sempre se mostrou muito positiva. Defendo esse convívio porque estimula o companheirismo, a amizade e o cuidado”, diz o pediatra Carlos Eduardo Correa, conhecido como Cacá (SP).

     E não se preocupe caso o seu filho ganhe um beijinho em forma de lambida no rosto. “É praticamente impossível achar que o cachorro não vai lamber a mão ou alguma parte do corpo da criança. Por isso, o mais importante é manter o pet sempre saudável para evitar qualquer problema de saúde que possa passar para o bebê, como a sarna, por exemplo”, observa Cacá.

Fonte: http://revistacrescer.globo.com
saúde

Animais também sofrem com o tempo seco

     O tempo seco pode causar problemas para  saúde do seu animal, principalmente para cães e gatos,  filhotes ou idosos. Os adultos com doenças cardíacas, respiratórias ou alérgicas, necessitam de muito mais atenção, assim como cães de raças braqueocéfalicas (Pug, Buldogue, entre outros).

    Com a baixa umidade do ar, vírus e as bactérias se instalam no aparelho respiratório de cães e gatos com maior facilidade e causando infecções em diferentes partes do corpo.

    Os principais sinais apresentados são:  dificuldade para respirar, tosse, secreção nasal, espirros, cansaço, boca seca e desidratação, além de coceira e secreção nos olhos. Com um quadro agravado eles podem apresentar gripe (traqueobronquite canina ou rinotraqueite felina) – ou outras complicações.

    Os olhos também apresentam problemas que precisam de limpeza com soro fisiológico ou água filtrada várias vezes ao dia e lubrificação com colírios específicos para animais com olho seco ou outras doenças oftálmicas.

    A incidência de carrapatos também aumentam nesse período, o problema não é relacionado diretamente com a baixa umidade, mas sim com a grama seca, que é ideal para a proliferação de carrapatos. Recomenda-se o tratamento preventivo contra o parasita.

    É recomendado fornecer muito líquido para os animais durante todo o dia, evitar passeios em horários de sol em que há a menor taxa de umidade do dia,  manter o ambiente sempre umidificado com toalhas molhadas, bacias com água ou umidificadores de ar.

     Fique atento se o seu bichinho está comendo bem, se continua ativo e brincando, ou a qualquer sinal de tosse, secreção nasal e ocular e dificuldade respiratória grave.

     A vacinação em dia é muito importante, principalmente a vacina contra a gripe!

    Qualquer alteração que o seu animal não esteja habituado, leve-o ao veterinário para uma consulta!

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Por Laurie Locci Marques Pires – Médica Veterinária

Imagens: granvitapet e globo.com

 

 

curiosidades

Curiosidades Felinas

* A audição dos gatos é bem mais sensível que dos homens e cães, possuem os ouvidos afunilados que podem amplificar os sons como um megafone.

 

* Andam na ponta dos dedos.

* São muito limpos e passam cerca de 30% de sua vida se limpando. Quando se lavam, perdem quase tanto liquido, quanto perdem urina.

* O ronronar nem sempre é por alegria e prazer. Alguns gatos ronronam alto quando estão com medo ou com dor.

* Possuem 30 dentes, enquanto os cães possuem 42. Os dentes de leite são substituídos pelos permanentes por volta dos 7 meses de idade.

* A expectativa de vida de um gato bem cuidado é de mais ou menos 16 anos.

* Em proporção ao corpo, os gatos são os mamíferos que possuem os maiores olhos.

* Usam a cauda para se equilibrarem.

* A mania de se esfregarem nas pessoas acontece porque possuem glândulas odoríferas na cabeça, que ao se esfregarem liberam secreções (limpas) que deixam seu odor impregnado para marcação de território. O cheiro não é detectado por nós humanos, somente por animais.

* Podem dormir por 16 horas, divididas em vários períodos.

* São capazes de pular 5 vezes a sua altura.

* A velocidade, visão e habilidade de um gato colocam-no entre os maiores caçadores da natureza.

* Enxerga 6 vezes melhor que um humano a noite.

* A pelagem com 3 cores diferentes é sempre de fêmeas.

* Os bigodes de um gato servem para orienta-los, nunca devem ser cortados.

* A temperatura normal de um gato é de 38 graus.

* Quando assustado, todo o pelo do corpo se eriça. Quando pronto para o ataque, o pelo se eriça apenas numa estreita faixa sobre a coluna vertebral.

Curiosidades geográficas:

* Na China, estátuas de gatos possuem a simbologia de expulsar maus espíritos.

* Na França, simboliza sorte e fortuna.

* Na Grécia, simboliza a feminilidade e prazer sexual.

* Na Índia, possuem livre acesso às residências porque trazem a prosperidade aos lares.

* Na Indonésia tem a superstição que ao aspergir gotas de água sobre o gato atrai a chuva.

* No Japão o talismã Maneki-Neko é um símbolo de boa sorte.

* As lendas dizem que Maomé foi salvo de uma picada de cobra por um gato.

* Os gatos em muitos locais do mundo foram introduzidos para reduzir a população de ratos.

* Antigos egípcios tinham uma adoração, como se gatos fossem Deuses. Matar um gato, era crime punido com a morte.

 

Fonte: Revista pulo do gato
Imagem: Mundo dos animais