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Angelo, o carteiro amigo dos animais

Quem conhece as histórias de apuros que os carteiros passam para fazer as entregas de correspondências com o moradores peludos? Mas o que vamos contar agora nessa matéria irá mostrar que com amor e carinho, os animais sempre vão receber os nossos carteiros do mesmo jeito.

Esse embaraço entre os cachorros e os carteiros é tão comum que os profissionais dos Correios, recebem ensinamentos sobre como se prevenir de possíveis ataques, porque os animais agem dessa maneira em defesa do seu território.

Os treinamentos abordam conteúdos como comportamento e características dos cães, como identificar sinais e situações de risco, atitudes recomendadas na iminência de um ataque e as providências em caso de acidentes.

Angelo Cristino Antunes, de 32 anos, é carteiro na cidade de Guaratinguetá, no interior de São Paulo. Ele mudou esse “embaraço” de os animais correrem atrás do entregador de cartas, na verdade ele virou amigos dos moradores peludos de onde faz as entregas de correspondências.

Ele costuma chegar nos animais com carinho e atenção, assim conquista novos amigos peludos pelo percurso do seu trabalho!

Angelo criou redes sociais para divulgar as fotos que tira com seus novos amigos!

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

Na foto a seguir, Angelo ao chegar no setor de entregas, escutou um chorinho e encontrou esses dois cachorrinhos abandonados. Não pensou duas vezes e colocou na bolsa do correio, entrou em contato com algumas protetoras de animais e conseguiu ajuda para serem adotados.

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

Tudo de que fazemos com amor e principalmente o que está ligado ao mundo animal, nos surpreendemos a cada dia mais, porque iriam imaginar que o carteiro que vive temendo os animais, viraria amigo deles? Óbvio que sim! Desde que tratados com amor e respeito, é isso que basta para o animal ser seu amigo!

Nós do Debate Animal ficamos muito gratos em poder dividir essas histórias de amor com os bichos! Agradecemos imensamente ao Angelo que autorizou divulgar suas imagens para matéria no blog. Desejamos que você continue fazendo seu trabalho com amor e com todas as bençãos, porque com certeza já está recebendo muito em troca, com a amizade dos bichinhos que cruzam seu caminho!

E se quiserem acompanhar o Angelo nas redes sociais, tem toda história e as fotos dele com os amigos peludos!

Facebook

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Youtube

E você que tem uma história com animais e queria dividir com a gente, estaremos felizes em publicar!

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

 

amor, histórias

Sr. Djalma e Duda vão transbordar seu coração de amor e melhorar seu dia com essa história

Esses dias me marcaram para ver uma publicação e morri de amores com a história. Não aguentei e pedi para a Juliana Goffi, se poderia postar aqui no Debate Animal.

A Juliana é neta do Sr. Djalma, um vovozinho muito simpático e fofo, que foi passear com a sua filha e passando em frente ao pet shop, se apaixonou por uma cachorrinha que estava lá.

No vídeo pode-se ver a empolgação do Sr. Djalma, que ama de paixão animais

Vídeo: Juliana Goffi

Sua filha não pode levar a cachorrinha naquele dia, mas Sr. Djalma ficou falando a volta do passeio o tempo todo na cachorrinha e já tinha até escolhido um nome para ela ” Duda”.

No dia seguinte sua filha, não aguentou e resolveu ir buscar a Duda e fazer uma surpresa para Sr. Djalma. Imagina que surpresa!!!

Vídeo: Juliana Goffi

E nesse vídeo a felicidade do vovô ao ter a Duda para ele. O Sr. Djalma quando pegou a Duda no colo falou que tinha sonhado ter ganho ela nesta noite.

Sua neta Juliana, quis dividir essa história com todo mundo, porque acredita que uma cena linda e emocionante dessa pode melhor nosso dia, e vocês tem dúvida?

Obrigada Juliana, por dividir essa história conosco! Com certeza alegra nosso dia e faz nossos corações apaixonados por animais transbordarem de amor!

E você também tem alguma história com animais? Mande para o Debate Animal também!!!!

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Os benefícios científicos de ser um amante de gatos

Oito de agosto  foi o Dia Internacional do Gato. Cora provavelmente começará a manhã como qualquer outra: subindo no meu peito e batendo no meu ombro, exigindo atenção. Vou levantar o edredom, com sono, e ela vai se aconchegar debaixo dele, esparramada ao meu lado. Para Cora – e, portanto, para mim – todo dia é o Dia Internacional do Gato.

Os gatos podem nos acordar às 4 da manhã e vomitarem em uma frequência alarmante, mas entre 10 a 30% das pessoas podem dizer que gostam de gatos – não de cachorro, nem mesmo amantes de gato e cachorro. Então, por que escolhemos trazer essas bolas de pelo para nossas casas – e gastamos mais de US$ 1.000 por ano em quem não é geneticamente relacionado a nós e, francamente, parece ingrato a maior parte do tempo?

A resposta é óbvia para mim – e provavelmente para todos os amantes de gatos que não precisam de pesquisa científica para justificar seu amor feroz. Mas cientistas os estudaram de qualquer maneira e descobriram que, embora nossos amigos felinos possam não ser bons para os nossos móveis, eles podem dar alguma contribuição à nossa saúde física e mental.

  1. Bem-estar

De acordo com um estudo australiano, os donos de gatos têm melhor saúde psicológica do que pessoas sem animais de estimação. Nos questionários, eles afirmam se sentir mais felizes, mais confiantes e menos nervosos, além de dormir, se concentrar e enfrentar melhor os problemas em suas vidas.

Adotar um gato também pode ser bom para seus filhos: em uma pesquisa com mais de 2.200 jovens escoceses com idades entre 11 e 15 anos, as crianças que tinham um forte vínculo com seus gatinhos tinham uma qualidade de vida maior. Quanto mais ligadas, mais se sentiam parte de algo, enérgicas, atenciosas e menos tristes e solitárias; e mais elas aproveitavam o tempo sozinhas, no lazer e na escola.

Com suas artimanhas desafiadoras da gravidade e posturas de sono tipo ioga, os gatos também podem nos tirar de nossos maus humores. Em um estudo, pessoas com gatos relataram ter menos emoções negativas e sentimentos de reclusão do que pessoas sem gatos. Na verdade, os solteiros com gatos ficavam de mau humor com menos frequência do que as pessoas com um gato e um parceiro. (Seu gato nunca está atrasado para o jantar, afinal.)

Até os gatos da Internet podem nos fazer sorrir. Pessoas que assistem a vídeos de gatos online dizem que sentem menos emoções negativas depois (menos ansiedade, aborrecimento e tristeza) e mais sentimentos positivos (mais esperança, felicidade e contentamento). É certo que, como os pesquisadores descobriram, esse prazer se torna ruim se o fizermos com o propósito de procrastinação. Mas assistir gatos incomodando seus humanos ou embrulhados em presentes para o Natal parece nos ajudar a nos sentir menos esgotados e a recuperar nossa energia para o dia seguinte.

  1. Estresse

Eu posso atestar que um gato quente em seu colo, pisoteando bem suas coxas, é uma das melhores formas de alívio do estresse. Uma tarde, me sentindo sobrecarregado, disse em voz alta: – Eu gostaria que Cora se sentasse no meu colo. E eis que ela trotou e caiu em cima de mim segundos depois (embora as tentativas de reproduzir este fenômeno não tenham sido bem-sucedidas).

Em um estudo, pesquisadores visitaram 120 casais em suas casas para observar como eles reagiriam ao estresse – e se os gatos eram de alguma ajuda. Ligados a monitores de frequência cardíaca e pressão arterial, as pessoas foram submetidas a um desafio de tarefas assustadoras: subtrair três repetidamente de um número de quatro dígitos e depois segurar a mão em água gelada (abaixo de 4 graus Celsius) por dois minutos. As pessoas se sentavam sozinhas numa sala, com o animal de estimação perambulando, com a esposa (que podia oferecer apoio moral), ou ambos.

Antes de as tarefas estressantes começarem, os donos dos gatos tinham uma frequência cardíaca e pressão arterial em repouso mais baixas do que as pessoas que não tinham animais de estimação. E durante as tarefas, os donos de gatos também se saíram melhor: eles eram mais propensos a se sentirem desafiados do que ameaçados, seus batimentos cardíacos e pressão arterial estavam mais baixos e até cometeram menos erros matemáticos. De todos os cenários, os donos de gatos pareciam mais calmos e cometiam o menor número de erros quando o gato estava presente. Em geral, os donos de gatos também se recuperaram mais rapidamente fisiologicamente.

Por que os gatos são tão calmantes? Gatos não nos julgam por nossas habilidades matemáticas pobres, ou ficam excessivamente angustiados quando estamos angustiados – o que explica por que os gatos eram realmente uma influência mais calmante do que os entes queridos em alguns casos.

Como Karin Stammbach e Dennis Turner, da Universidade de Zurique, explicam, os gatos não são simplesmente pequenos seres que dependem de nós. Também recebemos conforto deles – há toda uma escala científica que mede o quanto de apoio emocional você recebe do seu gato, com base na probabilidade de procurá-lo em diferentes situações estressantes.

Os gatos oferecem uma presença constante, aliviados pelos cuidados do mundo, que podem fazer com que todas as nossas pequenas preocupações e ansiedades pareçam supérfluas. Como a jornalista Jane Pauley disse: “Você não pode olhar para um gato adormecido e sentir-se tenso”.

  1. Relacionamentos

Gatos são seres de quem cuidamos e que cuidam de nós (ou pelo menos acreditamos que eles o fazem). E as pessoas que investem nesse vínculo entre espécies também podem ver benefícios em seus relacionamentos entre humanos.

Por exemplo, pesquisas descobriram que os donos de gatos são mais sensíveis socialmente, confiam mais nas outras pessoas e gostam mais de outras pessoas do que de pessoas que não possuem animais de estimação. Se você se considera uma pessoa que gosta de gatos, tenderá a pensar que outras pessoas gostam mais de você do que de uma pessoa que não goste de gato nem cachorro. Enquanto isso, mesmo as pessoas que assistem a vídeos sobre gatos se sentem mais apoiadas por outras pessoas do que pessoas que não são tão grandes fãs da mídia digital felina.

Embora essas correlações pareçam desconcertantes, elas fazem sentido se você considerar os gatos apenas uma parte de sua rede social.

“Sentimentos positivos sobre cães/gatos podem gerar sentimentos positivos sobre as pessoas, ou vice-versa”, escrevem Rose Perrine e Hannah Osbourne, da Eastern Kentucky University.

Quando alguém – humano ou animal – nos faz sentir bem e conectado, isso aumenta nossa capacidade de bondade e generosidade para com os outros. Como esse estudo de adolescentes escoceses descobriu, as crianças que se comunicam bem com um melhor amigo são mais apegadas aos seus gatos, provavelmente porque passam algum tempo brincando como um trio.

“Animais de estimação parecem agir como ‘catalisadores sociais’, induzindo contato social entre pessoas”, escreveu o pesquisador britânico Ferran Marsa-Sambola e seus colegas. “Um animal de estimação pode ser receptivo, abertamente carinhoso, consistente, leal e honesto, características que podem satisfazer a necessidade básica de uma pessoa de sentir um senso de valor próprio e ser amado”.

  1. Saúde

Finalmente, apesar do que você possa ter ouvido sobre parasitas cerebrais de gatinhos para humanos, há um punhado de evidências de que os gatos podem ser bons para nossa saúde.

Em um estudo, os pesquisadores acompanharam 4.435 pessoas por 13 anos. Pessoas que possuíam gatos no passado eram menos propensas a morrer de um ataque cardíaco durante aquele período do que pessoas que nunca tinham possuído gatos – mesmo quando contabilizavam outros fatores de risco como pressão arterial, colesterol, tabagismo e índice de massa corporal.

Isso era verdadeiro mesmo que não tivessem gatos atualmente, explicam os pesquisadores, o que sugere que os gatos são mais como a medicina preventiva do que o tratamento de uma doença em andamento.

Em outro estudo, James Serpell, da Universidade da Pensilvânia, acompanhou duas dúzias de pessoas que tinham acabado de adotar um gato. Eles completaram pesquisas depois de um dia ou dois de levar seu gato para casa, e depois várias vezes nos 10 meses seguintes. Na marca de um mês, as pessoas tinham reduzido as queixas de saúde, como dores de cabeça, dores nas costas e resfriados – embora (em média) esses benefícios parecessem desaparecer com o passar do tempo. Como Serpell especula, é possível que as pessoas que formam um bom relacionamento com o gato continuem a ver os benefícios, e as pessoas que não o fazem, bem, não o fazem.

Grande parte desta pesquisa sobre gatos é correlacional, o que significa que não sabemos se os gatos são realmente benéficos ou se as pessoas felinas já são apenas um grupo feliz e bem ajustado. Mas infelizmente para nós amantes de gatos, este último não parece ser o caso. Comparado aos amantes de cães, pelo menos, nós tendemos a ser mais abertos a novas experiências (mesmo que nossos gatos ariscos não sejam). Mas também somos menos extrovertidos, menos calorosos e amigáveis ​​e mais neuróticos. Vivenciamos mais emoções negativas e as reprimimos mais, uma técnica que nos torna menos felizes e menos satisfeitos com nossas vidas.

Pelo lado positivo, isso significa que é mais provável que os gatos realmente nos tragam tanto prazer e alegria quanto afirmamos que eles trazem, embora a pesquisa esteja longe de ser conclusiva. Na verdade, a grande maioria das pesquisas com animais concentra-se em cães, em parte porque são mais fáceis de treinar como assistentes de terapia. “Os gatos foram deixados para trás um pouco pela pesquisa”, diz Serpell. Mais uma conta a acertar com os nossos homólogos caninos.

Enquanto esperamos por mais dados, continuarei a espalhar para todos que conheço sobre como estou feliz por ter um gato na minha vida – e na minha cama, na minha mesa de jantar, e me vendo ir ao banheiro. O que eu perco no sono eu compenso no amor suave e peludo.

***

Tradução CONTI outra. Do original: The Science-Backed Benefits of Being a Cat Lover, artigo de Kira M. Newman

Imagem: Rita Locci

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Chico Xavier e o gato selvagem

Chico Xavier e o gato selvagem

A sua casa era frequentada por um gato selvagem que não deixava ninguém se aproximar…

Todos os dias, o Chico colocava num pires alguma alimentação para ele.

Numa noite, quando retornava de uma das reuniões, um amigo avisou que o gato estava morrendo estendido no quintal.

Babava muito, mas ainda mantinha a cabeça firme em atitude de defesa contra quem se aproximasse.

O Chico ficou bastante penalizado, pensando que ele poderia estar envenenado.

O amigo explicou que, horas antes, o vira brincando com uma aranha e que, provavelmente, ele a engolira. E sugeriu que o Chico transmitisse um passe no felino…

O gato, apesar de agonizante, estava agressivo.

Ficando à meia distância, o nosso querido amigo começou a conversar com ele…

-Olhe – falou o Chico -, você está morrendo. O nosso amigo pediu um passe e eu, com a permissão de Jesus, vou transmitir…Mas você tem que colaborar, pois está muito doente…Em nome de Jesus, você fique calmo e abaixe a cabeça, porque, quando a gente fala no nome do Senhor, é preciso muito respeito…

O gato teve, então, uma reação surpreendente. Esticando-se todo no chão, permaneceu quieto até que o Chico terminasse o passe…

Depois, tomando-o no colo, esse admirável medianeiro do Senhor pediu que se trouxesse leite e, com um conta-gotas, colocou o alimento na sua boca…

O gato tornou-se um grande amigo e ganhou até nome!

Livro: 100 anos de Chico Xavier – Carlos A. Bacelli.

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O amor inexplicável desse gatinho por pêssegos será a melhor coisa que verá o dia todo

Com o verão bem adiantado, os mercados de agricultores estão cheios de produtos maravilhosos – e o gato de que vamos falar hoje, não poderia estar mais empolgado com a chegada da temporada do pêssego.

Não é que Ozzy queira comer a fruta suculenta. Para o gato malhado de 5 anos, nenhuma cama se pode comparar a uma pilha de pêssegos maduros. Na verdade, ele consegue até encontrar múltiplos usos para a fruta, toda vez que sua família os traz para casa.

“Ele fuça neles, usa como travesseiro, ou fica simplesmente de pé sobre eles,protegendo-os”, disse Lydia Coutré, cujos pais são os donos de Ozzy. Durante anos, os estranhos hábitos do gato encantaram suas irmãs humanas, Lydia e Lorraine.

“[Ele] foi ‘apresentado’ aos pêssegos durante a primeira estação de pêssegos em que ele veio para a nossa família”, disse Coutré. “Ele os encontrou na mesa e imediatamente se começou a esfregar neles, então achamos que seja provavelmente essa a sensação dos pêssegos que ele gosta.”

O dono do Ozzy deixa os pêssegos a amadurecer em folhas de jornal – dando a Ozzy a oportunidade perfeita para se aninhar. Se a família de Ozzy quiser manter seus produtos livres de pêlos de gato, então irão precisar recorrer a medidas desesperadas.

“Minha mãe uma vez colocou os pêssegos no porão para mantê-los longe de Ozzy”, explicou Coutré. “Mas ainda assim ele os encontrou e deixou um buraco do tamanho do corpo dele no meio do que antes eram enormes fileiras de pêssegos.”

Ozzy mora com a família Coutré desde que foi adotado no outono de 2013. Lorraine e sua mãe foram voluntárias na Harbor Humane Society em West Olive, Michigan, quando decidiram dar uma olhada nos gatos disponíveis para adoção. Eles não estavam planejando expandir sua família no momento, mas quando Lorraine viu Ozzy, foi amor à primeira vista.

“Eu vi Ozzy logo no começo (seu nome era Blaze na época) e não consegui manter minha vista longe dele”, disse Lorraine Coutré. “Quando eu finalmente consegui conhecê-lo, logo antes de irmos embora, ele se derreteu completamente em meus braços e aí nós o trouxemos para casa!”

Ozzy é um gato brincalhão e fofo em geral, mas seu amor não se estende a todos os frutos. De fato, o citrinos têm o efeito oposto nele.

“Ozzy odeia clementinas”, disse Coutré. “Ele cheira, faz cara má, vira o nariz e foge. Ozzy não abraça nenhuma outra fruta – apenas pêssegos.

O estranho caso de amor de Ozzy com a fruta se tornou uma piada na família Coutré. Os donos do Ozzy irão deliciar suas filhas enviando fotos do Ozzy dormindo entre os pêssegos para o bate-papo familiar.

Por fim, Coutré não conseguiu guardar as fotos hilárias para si e as compartilhou em um post no Twitter.

Dentro de poucos dias, o post se tornou viral com mais de 60.000 retweets e mais de 100.000 curtidas. No entanto, Ozzy não parece se importar com o quão famoso ele se tornou – ele está muito mais preocupado com o final da temporada do pêssego.

“Estou feliz que a internet o ame tanto quanto nós”, acrescentou Coutré. “E talvez nós lhe compremos alguns pêssegos fora de época para lhe fazer companhia.”“Estou feliz que a internet o ame tanto quanto nós”, acrescentou Coutré. “E talvez nós lhe compremos alguns pêssegos fora de época para lhe fazer companhia.”

Para saber mais sobre Ozzy e seus amigos pêssegos, você pode segui-lo no Instagram.Para saber mais sobre Ozzy e seus amigos pêssegos, você pode segui-lo no Instagram. (@ozzyanddarcy)

Publicado originalmente em Portal do animal

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Conheçam a Nina

A Nina foi adotada no Rio de Janeiro. Seus donos amam vira-latas, mas no fim descobriram na consulta veterinária que a Nina era da raça Dachshund. Claro que a raça não importava para eles, somente o amor e foi logo de cara que se apaixonaram por ela.

É muito brincalhona, bagunceira, comilona, carente e muito feliz. Adora dormir agarrada com seus pais.

Ela tem seu Instagram e adora fazer poses!

Siga a Nina no Instagram: @mundonina2018

Se você quer dividir seu amor com a gente, conte sua história e mande fotos do seu amigo para o debate animal!

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Imagens: Paula Mello
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Por que os cães vivem menos que as pessoas??

Por que os cães vivem menos que as pessoas??

Aqui está a resposta (por uma criança de 6 anos):

Sendo um veterinário, fui chamado para examinar um cão irlandês de 13 anos de idade chamado Belker.

A família do cão, Ron, sua esposa Lisa e seu pequeno Shane, eram muito ligados a Belker e esperavam por um milagre.

Examinei Belker e descobri que ele estava morrendo de câncer. Eu disse à família que não poderia fazer nada por Belker, e me ofereci para realizar o procedimento de eutanásia em sua casa.

No dia seguinte, eu senti a sensação familiar na minha garganta quando Belker foi cercado pela família. Shane parecia tão calmo, acariciando o cão pela última vez, e eu me perguntava se ele entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Belker caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar.

O garotinho parecia aceitar a transição de Belker sem dificuldade. Sentamo-nos por um momento nos perguntando por que do infeliz fato de que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos.
Shane, que tinha estado escutando atentamente, disse:” Eu sei por quê.”

O que ele disse depois me espantou: Eu nunca tinha escutado uma explicação mais reconfortante que esta. Este momento mudou minha maneira de ver a vida.
Ele disse:” a gente vêm ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser boa pessoa, né?”

” Bem, como os cães já nascem sabendo como fazer tudo isso, eles não tem que ficar por tanto tempo como nós.”
O moral da história é:

Se um cão fosse seu professor, você aprenderia coisas como:

* Quando teus entes queridos chegarem em casa, sempre corra para cumprimentá-los;

* Nunca deixe passar uma oportunidade de ir passear;

* Permita que a experiência do ar fresco e do vento;

* Corra, salte e brinque diariamente;

* Melhore a sua atenção e deixe as pessoas te tocarem;

* Evite “morder” quando apenas um “rosnado” seria suficiente;

* Em dias quentes, deite-se de costas sobre a grama;

E nunca se esqueça: ” Quando alguém tiver um mal dia, fique em silêncio, sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que está aí…
EIS O SEGREDO DA FELICIDADE QUE OS CÃES TODOS OS DIAS NOS ENSINARAM.

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Imagem: São Francisco Pet Shop
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Amor antes mesmo de nascer

Esse é o Manny, da nossa seguidora Tatiana Araújo Galves. É um amor enorme com a barriga do próximo irmãozinho o João!

O irmãozinho nem nasceu e já conhece o que é um amor verdadeiro! Imagina depois que nascer o quanto amor ainda vai receber!

É muito amor mesmo! O mais puro e sincero que existe!

😍😍😍😍😍

Mande para o debate animal a sua foto e história também!

#debateanimal #loucosporbichos #amoranimal #amorpuro

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Conheça a história do Kadu

E vamos contar mais uma história de amor com esses nossos bichinhos fantásticos.

A história de hoje é do Kadu, um cachorrinho muito amado e que ganha sempre até festinha de aniversário.

Nossa seguidora Taís Martins quem quis dividir com a gente tanto amor.

” Eu vi uma cadelinha que estava na rua amamentando, cheia de filhotes. Eu sempre fui louca por bichos e naquele momento eu estava me sentindo sozinha, então fiquei doida e quis pegar um dos filhotinhos para mim.

Quando vi o Kadu foi amor a primeira vista, era o mais levado de todos os filhotes. Eu o escolhi e trouxe para casa.

Hoje ele é o príncipe da casa! E quem manda aqui! Ganhou espaço na cama, no sofá e em tudo, mas principalmente em nossos corações.

Todos os anos fazemos sua festinha de aniversário, que ele adora!

Tanto eu como meu esposo, temos o Kadu como um filho enviado para nos trazer paz e amor, foi nossa melhor escolha com toda a certeza do mundo! “

A Taís contou o quanto ama seu bichinho, se você quiser contar sua história e do seu pet, mande para o debate animal e teremos muito prazer em publicar!

#debateanimal #loucosporbichos #amoranimal #contesuahistoria #amor #muitoamor

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Família canina e humana reunida no último aniversário do Kadu

Imagem: Taís Martins

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Imagem: Taís Martins

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Kadu bebezinho com a sua dona

Imagem: Taís Martins

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Imagem: Taís Martins

 

 

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Conheça a história de Hachiko, o cão que esperou seu dono por 10 anos em uma estação de trem. Virou monumento e filme!

A Verdadeira História de Hachiko

Chu-ken Hachiko (o cachorro fiel Hachiko) nasceu em Odate, na província de Akita, no Japão em novembro de 1923. Em 1924, Hachiko foi enviado a casa de seu futuro proprietário, o Dr. Eisaburo Ueno, um professor do Departamento Agrícola da Universidade de Tóquio. A história dá conta de que o professor ansiava por ter um Akita há anos, e que tão logo recebeu seu almejado cãozinho, deu-lhe o de Hachi, ao que depois passou a chamá-lo carinhosamente pelo diminutivo, Hachiko. Foi uma espécie de ‘amor à primeira vista’, pois, desde então, se tornariam amigos inseparáveis!

O professor Ueno morava em Shibuya, subúrbio de Tóquio, perto da estação de trem. Como fazia do trem seu meio de transporte diário até o local de trabalho, já era parte integrante da rotina de Hachiko acompanhar seu dono todas as manhãs. Caminhavam juntos o inteiro percurso que ia de casa à estação de Shibuya. Hachiko parecia ter um relógio interno, e sempre às 15 horas retornava à estação para encontrar o professor, que desembarcava do trem das 16 horas, para acompanhá-lo no percurso de volta a casa.

Em 21 de Maio de 1925, o professor Ueno sofreu um AVC, durante uma reunião do corpo docente na faculdade e morreu. Hachiko, que na época tinha pouco menos de dois anos de idade. No horário previsto, esperava seu dono pacientemente na estação. Naquele dia a espera durou até a madrugada.

Na noite do velório, Hachiko, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Outro relato diz que como de costume, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachiko pulou dentro do mesmo e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.

Depois que o professor morreu a Senhora Ueno deu Hachiko para alguns parentes do que morava em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, um ano se passou e ele ainda não tinha se acostumado à nova casa. Foi dado ao ex-jardineiro da família que conhecia Hachi desde que ele era um filhote. Mas Hachiko continuava a fugir, aparecendo frequentemente em sua antiga casa. Depois de certo tempo, aparentemente Hachiko se deu conta de que o professor Ueno não morava mais ali.

Todos os dias à estação de Shibuya para esperar seu dono voltar do trabalho, da mesma forma como sempre fazia. Procurava a figura de seu dono entre os passageiros, saindo somente quando as dores da fome o obrigavam. E ele fez isso dia após dia, ano após ano, em meio aos apressados passageiros. Estes começaram passaram então a trazer petiscos e comida para aliviar sua vigília.

Em 1929, Hachiko contraiu um caso grave de sarna, que quase o matou. Devido aos anos passados nas ruas, ele estava magro e com feridas das brigas com outros cães. Uma de suas orelhas já não se levantava mais, e ele já estava com uma aparência miserável, não parecendo mais com a criatura orgulhosa e forte que tinha sido uma vez.

Um dos fiéis alunos de Ueno viu o cachorro na estação e o seguiu até a residência dos Kobayashi, onde aprendeu a história da vida de Hachiko. Coincidentemente o aluno era um pesquisador da raça Akita, e logo após seu encontro com o cão, publicou um censo de Akitas no Japão. Na época haviam apenas 30 Akitas puro-sangue restantes no país, incluindo Hachiko da estação de Shibuya. O antigo aluno do Professor Ueno retornou frequentemente para visitar o cachorro e durante muitos anos publicou diversos artigos sobre a marcante lealdade de Hachiko.

Sua história foi enviada para o Asahi Shinbun, um dos principais jornais do país, que foi publicada em setembro de 1932. O escritor tinha interesse em Hachiko, e prontamente enviou fotografias e detalhes sobre ele para uma revista especializada em cães japoneses. Uma foto de Hachiko tinha também aparecido em uma enciclopédia sobre cães, publicada no exterior. No entanto, quando um grande jornal nacional assumiu a história de Hachiko, todo o povo japonês soube sobre ele e se tornou uma espécie de celebridade, uma sensação nacional. Sua devoção à memória de seu mestre impressionou o povo japonês e se tornou modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachiko como exemplo para educar crianças.

Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze de Hachiko, esculpida pelo renomado escultor Teru Ando, foi erguida em frente ao portão de bilheteria da estação de Shibuya, com um poema gravado em um cartaz intitulado “Linhas para um cão leal”. A cerimônia de inauguração foi uma grande ocasião, com a participação do neto do professor Ueno e uma multidão de pessoas.

Hachiko envelheceu, tornou-se muito fraco e sofria de problemas no coração (heartworms). Na madrugada de 8 de março de 1935, com idade de 11 anos e 4 meses, ele deu seu último suspiro no mesmo lugar onde por anos a fio esperou pacientemente por seu dono. A duração total de seu tempo de espera foi de nove anos e dez meses. A morte de Hachiko estampou as primeiras páginas dos principais jornais japoneses, e muitas pessoas ficaram inconsoláveis com a notícia. Um dia de luto foi declarado.

Seus ossos foram enterrados na sepultura do professor Ueno, no Cemitério Aoyama, Minami-Aoyama, Minato-ku, Tóquio. Sua pele foi empalhado – para conservar-lhe as formas e submetido à substâncias que o isentam de decomposição, e o resultado deste maravilhoso processo de conservação está agora em exibição no Museu Nacional da Ciência do Japão em Ueno. Alguns autores dizem que Hachiko, esta no Museu de Artes de Tóquio.

Durante a 2ª Guerra Mundial, para aplicar no desenvolvimento de material bélico, todas as estátuas foram confiscadas e derretidas, e, infelizmente, entre elas estava a de Hachiko.

Em 1948, formou-se a “The Society For Recreating The Hachiko Statue” entidade organizada em prol da recriação da estátua de Hachiko. Tekeshi Ando, o filho de Teru Ando foi contratado para esculpir uma nova estátua. A réplica foi reintegrada no mesmo lugar da estátua original, em uma cerimônia realizada no dia 15 de agosto.

A estação de Odate, em 1964, recebeu a estátua de um grupo de Akitas. Anos mais tarde, em 1988, também uma réplica da estátua de Hachiko foi colocada próxima a estação. A história de Hachiko atravessa anos, passa de pai para filho, sendo até mesmo ensinada nas escolas japonesas – no início do século para estimular lealdade ao governo, e atualmente, para exemplificar e instilar o respeito e a lealdade aos anciãos.

Na atualidade, viajantes que passam pela estação de Shibuya podem comprar presentes e recordações do seu cão favorito na Loja localizada no Memorial de Hachiko chamada “Shibuya No Shippo” ou “Tail of Shibuya”. Um mosaico colorido de Akitas cobre a parede perto da estação.

Todos os anos, no dia 8 de março. Ocorre uma cerimônia solene na estação de trem de Shibuya, em Tóquio. São centenas de amantes de cães que se reúnem em homenagem à lealdade e devoção de Hachiko. Ao nascimento de uma criança, a família recebe uma estatueta de Akita como desejo de saúde, felicidade e vida longa. O objeto também é considerado um amuleto de boa sorte. Quando há alguém doente, amigos dão ao enfermo esta estatueta, desejando pronta recuperação.

Por causa desse zelo, o Akita se tornou Patrimônio Nacional do povo japonês, tendo sido proibida sua exportação. Se algum proprietário não tiver condições financeiras de manter seu cão, o governo japonês assume sua guarda.

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Imagem: contioutra

A última foto da Hachiko. Aquele cão que esperou o dono morto na estação por quase 10 anos. Exemplo de lealdade que falta a muitos seres humanos. A foto foi tirada em 8 de março de 1935. Hachiko tinha 11 anos.

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Imagem: contioutra

Um dos nossos seguidores Nelson Gomes Pires, esteve no Japão de férias e nos mandou a foto do monumento do Hachiko.

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Imagem: Nelson Gomes Pires

Além de monumento no Japão, essa história virou inspiração para o filme “ Sempre ao seu lado”, com o ator Richard Gere.

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Imagem: contioutra

E esse é o nosso seguidor Nelson, que nos enviou a foto!

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Imagem: Nelson Gomes Pires

Se você tem alguma história ou foto legal do mundo animal que queira mandar para a gente, teremos o prazer de postar!!!!!

Fonte: chikovssinistro.blogspot.com.br