amor, histórias

Por que os cães vivem menos que as pessoas??

Por que os cães vivem menos que as pessoas??

Aqui está a resposta (por uma criança de 6 anos):

Sendo um veterinário, fui chamado para examinar um cão irlandês de 13 anos de idade chamado Belker.

A família do cão, Ron, sua esposa Lisa e seu pequeno Shane, eram muito ligados a Belker e esperavam por um milagre.

Examinei Belker e descobri que ele estava morrendo de câncer. Eu disse à família que não poderia fazer nada por Belker, e me ofereci para realizar o procedimento de eutanásia em sua casa.

No dia seguinte, eu senti a sensação familiar na minha garganta quando Belker foi cercado pela família. Shane parecia tão calmo, acariciando o cão pela última vez, e eu me perguntava se ele entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Belker caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar.

O garotinho parecia aceitar a transição de Belker sem dificuldade. Sentamo-nos por um momento nos perguntando por que do infeliz fato de que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos.
Shane, que tinha estado escutando atentamente, disse:” Eu sei por quê.”

O que ele disse depois me espantou: Eu nunca tinha escutado uma explicação mais reconfortante que esta. Este momento mudou minha maneira de ver a vida.
Ele disse:” a gente vêm ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser boa pessoa, né?”

” Bem, como os cães já nascem sabendo como fazer tudo isso, eles não tem que ficar por tanto tempo como nós.”
O moral da história é:

Se um cão fosse seu professor, você aprenderia coisas como:

* Quando teus entes queridos chegarem em casa, sempre corra para cumprimentá-los;

* Nunca deixe passar uma oportunidade de ir passear;

* Permita que a experiência do ar fresco e do vento;

* Corra, salte e brinque diariamente;

* Melhore a sua atenção e deixe as pessoas te tocarem;

* Evite “morder” quando apenas um “rosnado” seria suficiente;

* Em dias quentes, deite-se de costas sobre a grama;

E nunca se esqueça: ” Quando alguém tiver um mal dia, fique em silêncio, sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que está aí…
EIS O SEGREDO DA FELICIDADE QUE OS CÃES TODOS OS DIAS NOS ENSINARAM.

34181941_256419244925916_862122720832258048_n

Imagem: São Francisco Pet Shop
amor, histórias

Amor antes mesmo de nascer

Esse é o Manny, da nossa seguidora Tatiana Araújo Galves. É um amor enorme com a barriga do próximo irmãozinho o João!

O irmãozinho nem nasceu e já conhece o que é um amor verdadeiro! Imagina depois que nascer o quanto amor ainda vai receber!

É muito amor mesmo! O mais puro e sincero que existe!

😍😍😍😍😍

Mande para o debate animal a sua foto e história também!

#debateanimal #loucosporbichos #amoranimal #amorpuro

amor, histórias, Sem categoria

Conheça a história do Kadu

E vamos contar mais uma história de amor com esses nossos bichinhos fantásticos.

A história de hoje é do Kadu, um cachorrinho muito amado e que ganha sempre até festinha de aniversário.

Nossa seguidora Taís Martins quem quis dividir com a gente tanto amor.

” Eu vi uma cadelinha que estava na rua amamentando, cheia de filhotes. Eu sempre fui louca por bichos e naquele momento eu estava me sentindo sozinha, então fiquei doida e quis pegar um dos filhotinhos para mim.

Quando vi o Kadu foi amor a primeira vista, era o mais levado de todos os filhotes. Eu o escolhi e trouxe para casa.

Hoje ele é o príncipe da casa! E quem manda aqui! Ganhou espaço na cama, no sofá e em tudo, mas principalmente em nossos corações.

Todos os anos fazemos sua festinha de aniversário, que ele adora!

Tanto eu como meu esposo, temos o Kadu como um filho enviado para nos trazer paz e amor, foi nossa melhor escolha com toda a certeza do mundo! “

A Taís contou o quanto ama seu bichinho, se você quiser contar sua história e do seu pet, mande para o debate animal e teremos muito prazer em publicar!

#debateanimal #loucosporbichos #amoranimal #contesuahistoria #amor #muitoamor

31958978_1756410904424431_6324234567632814080_n

Família canina e humana reunida no último aniversário do Kadu

Imagem: Taís Martins

31961455_1756410934424428_2526143233424097280_n

Imagem: Taís Martins

31959542_1756411091091079_5066158176127156224_n

Kadu bebezinho com a sua dona

Imagem: Taís Martins

31957604_1756410971091091_1064958942297194496_n

Imagem: Taís Martins

 

 

amor, curiosidades, histórias, notícias

Conheça a história de Hachiko, o cão que esperou seu dono por 10 anos em uma estação de trem. Virou monumento e filme!

A Verdadeira História de Hachiko

Chu-ken Hachiko (o cachorro fiel Hachiko) nasceu em Odate, na província de Akita, no Japão em novembro de 1923. Em 1924, Hachiko foi enviado a casa de seu futuro proprietário, o Dr. Eisaburo Ueno, um professor do Departamento Agrícola da Universidade de Tóquio. A história dá conta de que o professor ansiava por ter um Akita há anos, e que tão logo recebeu seu almejado cãozinho, deu-lhe o de Hachi, ao que depois passou a chamá-lo carinhosamente pelo diminutivo, Hachiko. Foi uma espécie de ‘amor à primeira vista’, pois, desde então, se tornariam amigos inseparáveis!

O professor Ueno morava em Shibuya, subúrbio de Tóquio, perto da estação de trem. Como fazia do trem seu meio de transporte diário até o local de trabalho, já era parte integrante da rotina de Hachiko acompanhar seu dono todas as manhãs. Caminhavam juntos o inteiro percurso que ia de casa à estação de Shibuya. Hachiko parecia ter um relógio interno, e sempre às 15 horas retornava à estação para encontrar o professor, que desembarcava do trem das 16 horas, para acompanhá-lo no percurso de volta a casa.

Em 21 de Maio de 1925, o professor Ueno sofreu um AVC, durante uma reunião do corpo docente na faculdade e morreu. Hachiko, que na época tinha pouco menos de dois anos de idade. No horário previsto, esperava seu dono pacientemente na estação. Naquele dia a espera durou até a madrugada.

Na noite do velório, Hachiko, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Outro relato diz que como de costume, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachiko pulou dentro do mesmo e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.

Depois que o professor morreu a Senhora Ueno deu Hachiko para alguns parentes do que morava em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, um ano se passou e ele ainda não tinha se acostumado à nova casa. Foi dado ao ex-jardineiro da família que conhecia Hachi desde que ele era um filhote. Mas Hachiko continuava a fugir, aparecendo frequentemente em sua antiga casa. Depois de certo tempo, aparentemente Hachiko se deu conta de que o professor Ueno não morava mais ali.

Todos os dias à estação de Shibuya para esperar seu dono voltar do trabalho, da mesma forma como sempre fazia. Procurava a figura de seu dono entre os passageiros, saindo somente quando as dores da fome o obrigavam. E ele fez isso dia após dia, ano após ano, em meio aos apressados passageiros. Estes começaram passaram então a trazer petiscos e comida para aliviar sua vigília.

Em 1929, Hachiko contraiu um caso grave de sarna, que quase o matou. Devido aos anos passados nas ruas, ele estava magro e com feridas das brigas com outros cães. Uma de suas orelhas já não se levantava mais, e ele já estava com uma aparência miserável, não parecendo mais com a criatura orgulhosa e forte que tinha sido uma vez.

Um dos fiéis alunos de Ueno viu o cachorro na estação e o seguiu até a residência dos Kobayashi, onde aprendeu a história da vida de Hachiko. Coincidentemente o aluno era um pesquisador da raça Akita, e logo após seu encontro com o cão, publicou um censo de Akitas no Japão. Na época haviam apenas 30 Akitas puro-sangue restantes no país, incluindo Hachiko da estação de Shibuya. O antigo aluno do Professor Ueno retornou frequentemente para visitar o cachorro e durante muitos anos publicou diversos artigos sobre a marcante lealdade de Hachiko.

Sua história foi enviada para o Asahi Shinbun, um dos principais jornais do país, que foi publicada em setembro de 1932. O escritor tinha interesse em Hachiko, e prontamente enviou fotografias e detalhes sobre ele para uma revista especializada em cães japoneses. Uma foto de Hachiko tinha também aparecido em uma enciclopédia sobre cães, publicada no exterior. No entanto, quando um grande jornal nacional assumiu a história de Hachiko, todo o povo japonês soube sobre ele e se tornou uma espécie de celebridade, uma sensação nacional. Sua devoção à memória de seu mestre impressionou o povo japonês e se tornou modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachiko como exemplo para educar crianças.

Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze de Hachiko, esculpida pelo renomado escultor Teru Ando, foi erguida em frente ao portão de bilheteria da estação de Shibuya, com um poema gravado em um cartaz intitulado “Linhas para um cão leal”. A cerimônia de inauguração foi uma grande ocasião, com a participação do neto do professor Ueno e uma multidão de pessoas.

Hachiko envelheceu, tornou-se muito fraco e sofria de problemas no coração (heartworms). Na madrugada de 8 de março de 1935, com idade de 11 anos e 4 meses, ele deu seu último suspiro no mesmo lugar onde por anos a fio esperou pacientemente por seu dono. A duração total de seu tempo de espera foi de nove anos e dez meses. A morte de Hachiko estampou as primeiras páginas dos principais jornais japoneses, e muitas pessoas ficaram inconsoláveis com a notícia. Um dia de luto foi declarado.

Seus ossos foram enterrados na sepultura do professor Ueno, no Cemitério Aoyama, Minami-Aoyama, Minato-ku, Tóquio. Sua pele foi empalhado – para conservar-lhe as formas e submetido à substâncias que o isentam de decomposição, e o resultado deste maravilhoso processo de conservação está agora em exibição no Museu Nacional da Ciência do Japão em Ueno. Alguns autores dizem que Hachiko, esta no Museu de Artes de Tóquio.

Durante a 2ª Guerra Mundial, para aplicar no desenvolvimento de material bélico, todas as estátuas foram confiscadas e derretidas, e, infelizmente, entre elas estava a de Hachiko.

Em 1948, formou-se a “The Society For Recreating The Hachiko Statue” entidade organizada em prol da recriação da estátua de Hachiko. Tekeshi Ando, o filho de Teru Ando foi contratado para esculpir uma nova estátua. A réplica foi reintegrada no mesmo lugar da estátua original, em uma cerimônia realizada no dia 15 de agosto.

A estação de Odate, em 1964, recebeu a estátua de um grupo de Akitas. Anos mais tarde, em 1988, também uma réplica da estátua de Hachiko foi colocada próxima a estação. A história de Hachiko atravessa anos, passa de pai para filho, sendo até mesmo ensinada nas escolas japonesas – no início do século para estimular lealdade ao governo, e atualmente, para exemplificar e instilar o respeito e a lealdade aos anciãos.

Na atualidade, viajantes que passam pela estação de Shibuya podem comprar presentes e recordações do seu cão favorito na Loja localizada no Memorial de Hachiko chamada “Shibuya No Shippo” ou “Tail of Shibuya”. Um mosaico colorido de Akitas cobre a parede perto da estação.

Todos os anos, no dia 8 de março. Ocorre uma cerimônia solene na estação de trem de Shibuya, em Tóquio. São centenas de amantes de cães que se reúnem em homenagem à lealdade e devoção de Hachiko. Ao nascimento de uma criança, a família recebe uma estatueta de Akita como desejo de saúde, felicidade e vida longa. O objeto também é considerado um amuleto de boa sorte. Quando há alguém doente, amigos dão ao enfermo esta estatueta, desejando pronta recuperação.

Por causa desse zelo, o Akita se tornou Patrimônio Nacional do povo japonês, tendo sido proibida sua exportação. Se algum proprietário não tiver condições financeiras de manter seu cão, o governo japonês assume sua guarda.

hachiko
Imagem: contioutra

A última foto da Hachiko. Aquele cão que esperou o dono morto na estação por quase 10 anos. Exemplo de lealdade que falta a muitos seres humanos. A foto foi tirada em 8 de março de 1935. Hachiko tinha 11 anos.

733749_584916888186351_934076295_n

Imagem: contioutra

Um dos nossos seguidores Nelson Gomes Pires, esteve no Japão de férias e nos mandou a foto do monumento do Hachiko.

IMG-20180418-WA0012

Imagem: Nelson Gomes Pires

Além de monumento no Japão, essa história virou inspiração para o filme “ Sempre ao seu lado”, com o ator Richard Gere.

tumblr_lrkwovdaBX1qgqm0mo1_500

Imagem: contioutra

E esse é o nosso seguidor Nelson, que nos enviou a foto!

_IMG-20180418-WA0011

Imagem: Nelson Gomes Pires

Se você tem alguma história ou foto legal do mundo animal que queira mandar para a gente, teremos o prazer de postar!!!!!

Fonte: chikovssinistro.blogspot.com.br
amor, histórias, notícias

Prefeitura de SP faz campanha para que moradores de rua saibam que os abrigos agora aceitam seus animais

A prefeitura de SP está com uma campanha para divulgar aos moradores de rua que agora é permitido entrar com seus animais nos abrigos.

Foi feito esse vídeo para divulgação de campanha. Por sinal você vai se emocionar!

E para a novidade chegar aos moradores de rua, eles começaram a pintar como divulgação embaixo dos viadutos e paredes aonde são suas moradias. Fizeram essa campanha, pois moradores de rua não tem acesso a mídias e usaram esses locais para a idéia chegar a eles.

A Prefeitura de São Paulo construiu CTAs com canis para que quem está em situação de rua possa dormir em uma cama, usar o chuveiro e ter alimentação e cursos profissionalizantes sem precisar se separar daquele que está sempre ao seu lado.

Até que enfim os abrigos estão permitindo os animais de irem juntos com os seus donos, uma iniciativa linda, pois para os moradores de rua que já não tem nada, seus companheiros pet são tudo que eles tem.

 

amor, histórias

Conheça a história do Pereba

 

E lá vamos nós, contarmos mais uma história linda, de amor e dedicação que salvou uma vida!

A nossa seguidora Gabi Mota foi quem contou a sua história e do Pereba!

” Era um dia frio, estava fazendo meu treinamento de corrida, quando avistei o Pereba, deitado em um cantinho na rua. Estava todo machucado, com o pelo falho e cheio de problemas de pele. Parei naquele mesmo momento e comecei a conversar com ele, que veio todo dengoso para o meu lado.

Eu não poderia parar o treino naquele momento, mas o Pereba me seguiu por uns 2 km. Fique intrigada, pois ele não me conhecia e mesmo assim me seguiu.

Em um momento percebi que ele não me seguiu mais, mas fiquei o caminho todo pensando em como poderia ajuda-lo, mesmo estando passando por dificuldade e já tinha alguns animais comigo.

Resolvi voltar, e ele estava lá no mesmo lugar. Ele me seguiu novamente por mais 2 km, até chegar na minha casa. Logo coloquei-o para dentro, ele estava faminto. Comeu, bebeu água e deitou-se em uma caixa e lá passou a noite.

No dia seguinte, por um descuido, com o portão aberto ele acabou fugindo. Sumiu! Pensei que nunca mais iria voltar, pois meu bairro é grande e ele não conhecia a o local. Procurei por um dia todo e não o encontrei.

Após 2 dias, ele apareceu desesperado. Uivava, latia e estava muito feliz!

Primeiramente eu cortei todo o pouco pelo que lhe restava, dei um banho e iniciei o tratamento necessário para recuperar sua pele.

Foram muitos dias de luta, mas vencemos! Agora o Pereba é membro da minha família e me segue em todos os lugares, somos apaixonados um pelo outro!

Enfim, o Pereba ganhou um lar, uma mãe e muito amor! Isso é a prova de que o amor transforma. Não foi eu quem o escolheu, ele me escolheu e nunca mais saberá o que é abandono! “

Essa história realmente mexe com quem ama e faz o bem pelos animais. Existem uma infinidade de pessoas como a Gabi, que acolhem e transformam a vida de animais que sofrem muito ao serem abandonados.

Na verdade não foi só o Pereba a ser salvo ou transformado, mas a Gabi também, pois um animal salvo, é um animal que te dará tanto amor e alegria, que com certeza será sua salvação também!

Acredito que muitas pessoas tem um história linda dessas com um bicho de estimação! Se você tem uma, mande e conte para gente aqui no debate animal!!!!!

27906253_189692818447024_1131329186_o

Pereba quando foi encontrado (Imagem: Gabi Mota)

27906304_189692838447022_1878143489_o

Pereba em casa! (Imagem: Gabi Mota)

27951269_189698485113124_1800062274_oPereba hoje felizão!! (Imagem: Gabi Mota)

27990308_189694125113560_1140820273_o

Pereba  e sua dona Gabi (Imagem: Gabi Mota)

Adote uma vida!!!!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

adoção, amor, histórias

Conheça a história de Juca e Bolota – Adoção + amor e seus benefícios!

20180115_10413228327072.png

Ter um animal de estimação já é mais do que comprovado que traz diversos benefícios, tanto para saúde física, como emocional.

A História que vamos contar hoje é a prova de como é importante e gratificante adotar um animalzinho, que não só fará bem, como vai transformar a sua vida para melhor!

” Juca foi adotado há 2 anos, a mãe dele foi encontrada com os filhotes e resgatado. Encontrei-o em uma feirinha super cheia.

Os irmãos do Juca eram muito lindos (apelidados de bombons, por causa dos seus pelos marrons), mas quando cheguei só tinha sobrado o Juca por lá. Aí nem pensamos e o trouxemos para casa .

O Juca veio cheio de traumas, tinha medo de tudo (ainda tem muito medo de varias coisas), mas com muito carinho e amor, começou a entender que ali era o seu lar.

Ano passado ele nos deu o maior susto das nossas vidas quando fugiu enquanto viajávamos pra fora do país, mas nosso amor e a nossa conexão era tão grande que mesmo longe conseguimos encontrá-lo e levá-lo de volta pra nossa casa.

Foi aí que nossa vida também mudou, começamos a fazer resgates e ajudar alguns cachorros de rua, tudo com o intuito de que mais pessoas sentissem o amor imenso que existe entre um cachorro adotado e sua família.

Num desses resgates, nos ligaram pedindo ajuda pra uma filhotinha que estava amarrada a uma árvore no nosso bairro. Na mesma hora nos disponibilizamos a ajudar, mas não encontramos hospedagem pra ela ficar. Então decidimos que dormiria na nossa casa por uma noite e foi o suficiente pra ver que o Juca havia adotado aquela filhotinha como sua irmã. E foi assim que a Bolota também passou a fazer parte da nossa família.

Com tudo isso, pudemos perceber que o amor é multiplicado quando temos dois filhotes adotados e não dividido, e o amor só aumenta a cada dia! “

Está história foi enviada pela Arine, a dona do Juca e da Bolota!

Quando adota um cão, dificilmente vai se sentir sozinho. A presença deles é notante. E se você habituá-lo a ser sua companhia, pode ter certeza que ele ficará muito feliz e agradecido.

Ter um bichinho aumenta a segurança e autoestima do seu dono, ajudando assim em doenças como depressão, ansiedade e ajuda a melhorar as relações sociais do dono.

Ajudam a diminuir a pressão sanguínea, sedentarismo e a ter hábitos mais saudáveis. É um fato que adotar de cães e gatos traz muito amor para o lar. Animais abandonados geralmente possuem muito apego com quem os adota, porque se sentem gratos pelo cuidado.

Mas lembre-se adotar é um ato de amor, só adote se você estará disposto a cuidar do seu animalzinho até o fim da vida dele! Ele precisa de cuidados como qualquer ser vivo e de muito amor, se não está disposto a isto, não adote para abandonar novamente!

E se você quiser acompanhar a história do Juca e  da Bolota, é só segui-los no Instagram (https://www.instagram.com/ju_cao/)

Fotos: https://www.instagram.com/ju_cao/       https://www.instagram.com/carolinaspinaarts/

20180115_104156-1762577384.png

 

amor, histórias, superação

Leishimaniose: Uma história de amor com final feliz

   Sabe aquelas histórias que te inspiram? Ainda mais nos dias de hoje onde as pessoas e animais são descartados ou esquecidos, como se não fossem uma alma com sentimento e vida?

   Eu me deparei sem querer com a história do Luau, um cãozinho que foi encontrado muito doente na rua, com nada menos que uma doença terrível, a Leishmaniose. A Mara foi quem o encontrou e resolveu se dedicar a dar amor e lutar pela cura desse “menino”, mesmo passando por todas dificuldades do tratamento que essa doença exige.

   A Leishmaniose é uma doença contagiosa causado por um protozoário, que é transmitida  somente pela picada de um mosquito. Os cães são apenas hospedeiros, não podem transmitir a doença para humanos. Os sinais mais comuns nos cães são: perda de peso e pelos, feridas e descamação da pele que não cicatrizam, crescimento anormal das unhas, entre outros.

   No Brasil o tratamento da Leishmaniose ainda é polêmico. Os ministérios da Saúde e da Agricultura determinam que animais infectados pela doença, devam ser sacrificados; o que causa revolta nos proprietários, pois os animais de estimação são considerados membros da família. Porém, o tratamento não é proibido e pode ser sintomático, com medicações veterinárias de uso oral.

   Para vocês conhecerem melhor a história do Luau, a Mara nós enviou um texto lindo.

” Era uma segunda-feira quente. Dez da manhã, 27 graus. Estradinha a caminho do trabalho e pá: algo ali no meio do caminho. Não era uma pedra no meio do caminho. Era um cão. Mas…cão?
Desviei, parei, desci do carro: ele estava inerte, entregue. Fiz uma foto me sentindo mal: não me sinto a vontade em registrar desgraças alheias. Mas fiz, subi no carro e fui pro trabalho que era a 100 metros dali.
Por coincidência do destino (e sorte do dog), eu trabalho num hotel/daycare/clínica vet. Em menos de 10 minutos estávamos lá eu e a vet — luva, jaleco, toalha pra envolvê-lo, muita curiosidade e corações a mil.
Peguei! Toalha ferveu na hora — ele estava num asfalto quente, entregue, só esperando o juízo final.
Levamos ele pra dentro da clínica, demos um conforto, mas a auto-estima era zero — sem resposta a estímulos, apenas um ser com uma casca na pele que já não tinha pelos.
Mal enxergava, mal ouvia, mal comia, não conseguia ter forças para ficar em pé e beber água. 
COMO ESTÁ O CÃO?
Colhemos sangue e mandamos para análise. Deixamos o dog confortável num local no hotel – com caminha, água a vontade, ração. Ele tremia muito. Estava muito magro, ferido – sentindo dor de alma.
Dia seguinte, resultados dos exames. Um pouquinho de anemia e nada demais gritante no resto, a não ser uma temida zoonose – a tal Leishmaniose Visceral Canina.
Aquilo veio como o soco no meu estômago. Tudo o que sempre li sobre essa doença era de que deve-se notificar o Centro de Controle de Zoonoses da região e o animal eutanasiado. Chorei bastante, pedi ajuda para amigos, li o que pude a respeito para não ser injusta nem com o cão, nem com o meio ambiente e nem com a lei.
E tudo me levava a entender que a eutanásia seria a única coisa a ser feita. Na noite do dia 11/10 ele ainda estava muito mal – comia na minha mão, com muito sacrifício. Conversei uns 40 minutos com ele, pedindo para ele reagir, sentir meu cheiro e entender que não estava sozinho. Mas ao mesmo tempo eu estava querendo que ele entendesse e já me perdoasse — o dia seguinte seria o Dia D.
Uma profissional médica veterinária, que auxiliou nos primeiros cuidados com ele, afirmou que havia tratamento e que eutanásia não seria a solução. Mas eu não estava confortável pois inclusive estava me achando uma fora-da-lei em sonegar a informação de uma zoonose importante — com a cabeça a mil, fui até o local onde ele estava, já decidida — obvio que perdi a coragem quando ele, com todo o sacrifício ficou em pé, tentou me olhar e me ofereceu um tímido abanar de rabo pelado pela doença.
Ainda enquanto buscava informações sobre o que fazer, um vet amigo meu citou sobre um médico veterinário que seria uma pessoa referência que poderia me ajudar na decisão sobre o assunto.
Fui em busca do profissional — o prof Marcio Moreira, que atende no Hospital Veterinário Anhembi-Morumbi. Em 48 horas eu estava levando o cão para ser examinado no hospital da faculdade e sendo orientada — agora com base para eu poder decidir o que fazer. 
ALTERNATIVAS
Tratar — tratamento de alto custo e trabalhoso. Nos primeiros 90 dias, muitos medicamentos, muita dedicação e um cão monitorado pelo resto da vida.
Eutanasiar — uma possibilidade, dado que o cão que vivia na rua e não era meu.
Ele me deixou a vontade para decidir – coisa que decidi ali mesmo no final da consulta. Tratar, pois nada é por acaso. Ele apareceu na minha frente. Essa situação era minha e de mais ninguém.
ARREGAÇANDO AS MANGAS
E com a ajuda e compreensão de marido, amigos queridos e meus cães — tenho 3 — iniciamos a maratona. Estamos na metade dela. Ele ganhou o nome de Luau, ganhou peso, ganhou seus pelos de volta e está respondendo bem ao tratamento. 
Tomamos todas as precauções, estamos levando o tratamento muito a sério, sem falhar um dia, um horário. E ficando com a emoção a flor da pele nos dias ruins que ele tem por conta das medicações. 
De alguma forma essa situação caiu no meu colo para eu aprender alguma coisa com isso. Já aprendi sobre tratamento de Leishmaniose. Já aprendi que quem tem amigos tem tudo. Continuo aprendendo sobre as coisas do amor. E tenho certeza que nessa jornada eu vou aprender ainda mais. Porque vida é vida – e enquanto ela existe, a gente não pode desistir. “
img-20171219-wa0043-1537147623.jpgEvolução da doença (Imagem: Mara Pallotta/Arquivo pessoal)
   Não é uma história linda e emocionante? Quisera todas as pessoas ou pelo menos poucas, que sejam, pensarem dessa forma, arregaçarem as mangas e lutar pela vida de outra vida, sem medir esforços?
   A incidência de Leishmaniose cresce a cada dia, e a cada dia, pessoas abandonam seu animais, por falta de informação, comprometimento e amor verdadeiro pelo seus cães. Sei o quanto é difícil e caro o tratamento, mas se você pode fazer, faça!
 img-20171219-wa00361695473258.jpg
Luau Feliz da vida! (Imagem: Mara Pallotta/Arquivo pessoal)
   Se você quiser acompanhar a história do Luau, siga-o no Instagram, lá você vai saber como ele está reagindo o tratamento e como está sua vida feliz!
   E caso queria saber mais sobre a Leishmaniose, temos uma matéria completa aqui no debate animal (https://debateanimal.com/2017/09/13/leishmaniose-canina)
   Para finalizar gostaria de agradecer a Mara Lucia Pallotta, hoje a dona dedicada do Luau, que foi incrível dividindo essa história de muito amor e garra! Estarei torcendo para que o Luau consiga se manter forte, feliz e saudável!
img-20171220-wa0017765991784.jpg
Mara e Luau – Prova do que o amor e a dedicação são capazes! Só olhar a carinha de felicidade dele! 🙂 (Imagem: Mara Pallotta/Arquivo pessoal)
histórias

Mãe manda mensagem para professora depois que o cão começou a agir estranho em casa – veja sua resposta inesperada

Sadie, uma menina de 4 anos de idade, tem diabetes tipo 1 e síndrome de Down, o que torna difícil para seus pais manter seus níveis de açúcar no sangue estáveis. Até que um Labrador especial se juntou à família!

Todos sabemos que os cães têm um olfato incrivelmente apurado. Na verdade, um cachorro chamado Hero, detectou uma queda nos valores de açúcar no sangue a quilômetros de distância! O animal é treinado para detectar quando os níveis de açúcar de Sadie estão muito baixos ou muito altos.

Um dia, Sadie estava na sua Escola Primária, enquanto Hero estava em casa, a mais de 8 quilômetros de distância. E foi aí que o cão começou a agir de forma estranha.

“Ele é normalmente um cachorro muito quieto.”, disse Michelle, a mãe de Sadie. “Gritar não está no seu protocolo. Mas ele apenas começou a lamentar e ele não parou.” Hero estava alertando Michelle de que os açúcares no sangue de Sadie estavam caindo, embora a criança estivesse bem longe. Então, a mulher enviou uma mensagem à professora de Sadie, para confirmar se estava tudo bem.

A professora, Kimberly Stoneman, disse: “ [A mãe de Sadie] me chamou e perguntou se eu poderia verificar seus níveis de açúcar e eles estavam bem.”, explicou Stoneman. “Eu testei e ela estava bem. Mas, dentro de meia hora, os níveis começaram a descer.”

Os valores de Sadie caíram repentinamente de 122 para 82. “Com valores baixos, ela podia entrar em um coma diabético ou até mesmo morrer!”, disse Michelle.

Mas não sob a guarda de Hero! KC Owens, a treinadora do animal, disse que usou uma fragrância engarrafada para o ajudar a detectar níveis baixos e altos de açúcar no sangue.

“Eles são fáceis de treinar e são usados pelo seu nariz”, disse Owens. “Esses cães podem acordar uma família no meio da noite por algo mínimo. Eles podem obter ajuda, e eles fazem isso muito antes de toda a tecnologia”. Owen disse que os Labradores têm centenas de milhões de receptores no nariz que os ajudam a cheirar a quilômetros de distância.

Ninguém tem certeza como Hero conseguiu detectar a mudança no açúcar no sangue de Sadie naquele dia, mas graças ao seu instinto e ao seu olfato incrivelmente apurado, ele acabou por salvar uma vida!

Felizmente, tudo isso não passou de um susto e a menina está sã e salva… Parabéns Hero!

Compartilhe essa história maravilhosa com seus amigos e familiares!

Fonte: terrainteressante.com

 

 

 

histórias

Carta do seu animal de estimação 

“Tenho uma expectativa de vida entre 10 e 15 anos. Uma das coisas que mais me machucaria seria uma separação forçada da pessoa que eu aprendi a gostar. Saudade dói muito!

Dizem que sou irracional, mas é só dar um tempinho pra mim e saberei entender o que você deseja. Confiança se conquista e farei de tudo pra conquistar a sua. Isto me fará um bem muito grande.

Quando você me prende em algum lugar como punição ou então fica zangado comigo por muito tempo, eu fico muito triste, pois você tem amigos, escola, trabalho, diversão, mas eu, só tenho você! 

Sei que muitas vezes sou levado, ciumento e arteiro. Por favor, nestas situações, não me bata, nem me maltrate, são apenas atitudes de quem quer chamar a atenção e receber um carinho a mais da pessoa que mais gosto na vida! 

Estava me esquecendo, lembre-se, não tem dia nem horário, estarei sempre pronto a te acompanhar, sem reclamar e muito feliz por fazer parte da sua vida. 

Por tudo isso, quando eu ficar velhinho, cuide bem de mim! Lembre-se dos momentos maravilhosos que passamos, e não me abandone, um dia você também vai ficar com mais idade.

E finalmente, a vida pra mim é muito mais fácil e bonita, pois tenho você sempre ao meu lado.”

Assinado: Seu Animal de Estimação