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Os benefícios científicos de ser um amante de gatos

Oito de agosto  foi o Dia Internacional do Gato. Cora provavelmente começará a manhã como qualquer outra: subindo no meu peito e batendo no meu ombro, exigindo atenção. Vou levantar o edredom, com sono, e ela vai se aconchegar debaixo dele, esparramada ao meu lado. Para Cora – e, portanto, para mim – todo dia é o Dia Internacional do Gato.

Os gatos podem nos acordar às 4 da manhã e vomitarem em uma frequência alarmante, mas entre 10 a 30% das pessoas podem dizer que gostam de gatos – não de cachorro, nem mesmo amantes de gato e cachorro. Então, por que escolhemos trazer essas bolas de pelo para nossas casas – e gastamos mais de US$ 1.000 por ano em quem não é geneticamente relacionado a nós e, francamente, parece ingrato a maior parte do tempo?

A resposta é óbvia para mim – e provavelmente para todos os amantes de gatos que não precisam de pesquisa científica para justificar seu amor feroz. Mas cientistas os estudaram de qualquer maneira e descobriram que, embora nossos amigos felinos possam não ser bons para os nossos móveis, eles podem dar alguma contribuição à nossa saúde física e mental.

  1. Bem-estar

De acordo com um estudo australiano, os donos de gatos têm melhor saúde psicológica do que pessoas sem animais de estimação. Nos questionários, eles afirmam se sentir mais felizes, mais confiantes e menos nervosos, além de dormir, se concentrar e enfrentar melhor os problemas em suas vidas.

Adotar um gato também pode ser bom para seus filhos: em uma pesquisa com mais de 2.200 jovens escoceses com idades entre 11 e 15 anos, as crianças que tinham um forte vínculo com seus gatinhos tinham uma qualidade de vida maior. Quanto mais ligadas, mais se sentiam parte de algo, enérgicas, atenciosas e menos tristes e solitárias; e mais elas aproveitavam o tempo sozinhas, no lazer e na escola.

Com suas artimanhas desafiadoras da gravidade e posturas de sono tipo ioga, os gatos também podem nos tirar de nossos maus humores. Em um estudo, pessoas com gatos relataram ter menos emoções negativas e sentimentos de reclusão do que pessoas sem gatos. Na verdade, os solteiros com gatos ficavam de mau humor com menos frequência do que as pessoas com um gato e um parceiro. (Seu gato nunca está atrasado para o jantar, afinal.)

Até os gatos da Internet podem nos fazer sorrir. Pessoas que assistem a vídeos de gatos online dizem que sentem menos emoções negativas depois (menos ansiedade, aborrecimento e tristeza) e mais sentimentos positivos (mais esperança, felicidade e contentamento). É certo que, como os pesquisadores descobriram, esse prazer se torna ruim se o fizermos com o propósito de procrastinação. Mas assistir gatos incomodando seus humanos ou embrulhados em presentes para o Natal parece nos ajudar a nos sentir menos esgotados e a recuperar nossa energia para o dia seguinte.

  1. Estresse

Eu posso atestar que um gato quente em seu colo, pisoteando bem suas coxas, é uma das melhores formas de alívio do estresse. Uma tarde, me sentindo sobrecarregado, disse em voz alta: – Eu gostaria que Cora se sentasse no meu colo. E eis que ela trotou e caiu em cima de mim segundos depois (embora as tentativas de reproduzir este fenômeno não tenham sido bem-sucedidas).

Em um estudo, pesquisadores visitaram 120 casais em suas casas para observar como eles reagiriam ao estresse – e se os gatos eram de alguma ajuda. Ligados a monitores de frequência cardíaca e pressão arterial, as pessoas foram submetidas a um desafio de tarefas assustadoras: subtrair três repetidamente de um número de quatro dígitos e depois segurar a mão em água gelada (abaixo de 4 graus Celsius) por dois minutos. As pessoas se sentavam sozinhas numa sala, com o animal de estimação perambulando, com a esposa (que podia oferecer apoio moral), ou ambos.

Antes de as tarefas estressantes começarem, os donos dos gatos tinham uma frequência cardíaca e pressão arterial em repouso mais baixas do que as pessoas que não tinham animais de estimação. E durante as tarefas, os donos de gatos também se saíram melhor: eles eram mais propensos a se sentirem desafiados do que ameaçados, seus batimentos cardíacos e pressão arterial estavam mais baixos e até cometeram menos erros matemáticos. De todos os cenários, os donos de gatos pareciam mais calmos e cometiam o menor número de erros quando o gato estava presente. Em geral, os donos de gatos também se recuperaram mais rapidamente fisiologicamente.

Por que os gatos são tão calmantes? Gatos não nos julgam por nossas habilidades matemáticas pobres, ou ficam excessivamente angustiados quando estamos angustiados – o que explica por que os gatos eram realmente uma influência mais calmante do que os entes queridos em alguns casos.

Como Karin Stammbach e Dennis Turner, da Universidade de Zurique, explicam, os gatos não são simplesmente pequenos seres que dependem de nós. Também recebemos conforto deles – há toda uma escala científica que mede o quanto de apoio emocional você recebe do seu gato, com base na probabilidade de procurá-lo em diferentes situações estressantes.

Os gatos oferecem uma presença constante, aliviados pelos cuidados do mundo, que podem fazer com que todas as nossas pequenas preocupações e ansiedades pareçam supérfluas. Como a jornalista Jane Pauley disse: “Você não pode olhar para um gato adormecido e sentir-se tenso”.

  1. Relacionamentos

Gatos são seres de quem cuidamos e que cuidam de nós (ou pelo menos acreditamos que eles o fazem). E as pessoas que investem nesse vínculo entre espécies também podem ver benefícios em seus relacionamentos entre humanos.

Por exemplo, pesquisas descobriram que os donos de gatos são mais sensíveis socialmente, confiam mais nas outras pessoas e gostam mais de outras pessoas do que de pessoas que não possuem animais de estimação. Se você se considera uma pessoa que gosta de gatos, tenderá a pensar que outras pessoas gostam mais de você do que de uma pessoa que não goste de gato nem cachorro. Enquanto isso, mesmo as pessoas que assistem a vídeos sobre gatos se sentem mais apoiadas por outras pessoas do que pessoas que não são tão grandes fãs da mídia digital felina.

Embora essas correlações pareçam desconcertantes, elas fazem sentido se você considerar os gatos apenas uma parte de sua rede social.

“Sentimentos positivos sobre cães/gatos podem gerar sentimentos positivos sobre as pessoas, ou vice-versa”, escrevem Rose Perrine e Hannah Osbourne, da Eastern Kentucky University.

Quando alguém – humano ou animal – nos faz sentir bem e conectado, isso aumenta nossa capacidade de bondade e generosidade para com os outros. Como esse estudo de adolescentes escoceses descobriu, as crianças que se comunicam bem com um melhor amigo são mais apegadas aos seus gatos, provavelmente porque passam algum tempo brincando como um trio.

“Animais de estimação parecem agir como ‘catalisadores sociais’, induzindo contato social entre pessoas”, escreveu o pesquisador britânico Ferran Marsa-Sambola e seus colegas. “Um animal de estimação pode ser receptivo, abertamente carinhoso, consistente, leal e honesto, características que podem satisfazer a necessidade básica de uma pessoa de sentir um senso de valor próprio e ser amado”.

  1. Saúde

Finalmente, apesar do que você possa ter ouvido sobre parasitas cerebrais de gatinhos para humanos, há um punhado de evidências de que os gatos podem ser bons para nossa saúde.

Em um estudo, os pesquisadores acompanharam 4.435 pessoas por 13 anos. Pessoas que possuíam gatos no passado eram menos propensas a morrer de um ataque cardíaco durante aquele período do que pessoas que nunca tinham possuído gatos – mesmo quando contabilizavam outros fatores de risco como pressão arterial, colesterol, tabagismo e índice de massa corporal.

Isso era verdadeiro mesmo que não tivessem gatos atualmente, explicam os pesquisadores, o que sugere que os gatos são mais como a medicina preventiva do que o tratamento de uma doença em andamento.

Em outro estudo, James Serpell, da Universidade da Pensilvânia, acompanhou duas dúzias de pessoas que tinham acabado de adotar um gato. Eles completaram pesquisas depois de um dia ou dois de levar seu gato para casa, e depois várias vezes nos 10 meses seguintes. Na marca de um mês, as pessoas tinham reduzido as queixas de saúde, como dores de cabeça, dores nas costas e resfriados – embora (em média) esses benefícios parecessem desaparecer com o passar do tempo. Como Serpell especula, é possível que as pessoas que formam um bom relacionamento com o gato continuem a ver os benefícios, e as pessoas que não o fazem, bem, não o fazem.

Grande parte desta pesquisa sobre gatos é correlacional, o que significa que não sabemos se os gatos são realmente benéficos ou se as pessoas felinas já são apenas um grupo feliz e bem ajustado. Mas infelizmente para nós amantes de gatos, este último não parece ser o caso. Comparado aos amantes de cães, pelo menos, nós tendemos a ser mais abertos a novas experiências (mesmo que nossos gatos ariscos não sejam). Mas também somos menos extrovertidos, menos calorosos e amigáveis ​​e mais neuróticos. Vivenciamos mais emoções negativas e as reprimimos mais, uma técnica que nos torna menos felizes e menos satisfeitos com nossas vidas.

Pelo lado positivo, isso significa que é mais provável que os gatos realmente nos tragam tanto prazer e alegria quanto afirmamos que eles trazem, embora a pesquisa esteja longe de ser conclusiva. Na verdade, a grande maioria das pesquisas com animais concentra-se em cães, em parte porque são mais fáceis de treinar como assistentes de terapia. “Os gatos foram deixados para trás um pouco pela pesquisa”, diz Serpell. Mais uma conta a acertar com os nossos homólogos caninos.

Enquanto esperamos por mais dados, continuarei a espalhar para todos que conheço sobre como estou feliz por ter um gato na minha vida – e na minha cama, na minha mesa de jantar, e me vendo ir ao banheiro. O que eu perco no sono eu compenso no amor suave e peludo.

***

Tradução CONTI outra. Do original: The Science-Backed Benefits of Being a Cat Lover, artigo de Kira M. Newman

Imagem: Rita Locci

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Chico Xavier e o gato selvagem

Chico Xavier e o gato selvagem

A sua casa era frequentada por um gato selvagem que não deixava ninguém se aproximar…

Todos os dias, o Chico colocava num pires alguma alimentação para ele.

Numa noite, quando retornava de uma das reuniões, um amigo avisou que o gato estava morrendo estendido no quintal.

Babava muito, mas ainda mantinha a cabeça firme em atitude de defesa contra quem se aproximasse.

O Chico ficou bastante penalizado, pensando que ele poderia estar envenenado.

O amigo explicou que, horas antes, o vira brincando com uma aranha e que, provavelmente, ele a engolira. E sugeriu que o Chico transmitisse um passe no felino…

O gato, apesar de agonizante, estava agressivo.

Ficando à meia distância, o nosso querido amigo começou a conversar com ele…

-Olhe – falou o Chico -, você está morrendo. O nosso amigo pediu um passe e eu, com a permissão de Jesus, vou transmitir…Mas você tem que colaborar, pois está muito doente…Em nome de Jesus, você fique calmo e abaixe a cabeça, porque, quando a gente fala no nome do Senhor, é preciso muito respeito…

O gato teve, então, uma reação surpreendente. Esticando-se todo no chão, permaneceu quieto até que o Chico terminasse o passe…

Depois, tomando-o no colo, esse admirável medianeiro do Senhor pediu que se trouxesse leite e, com um conta-gotas, colocou o alimento na sua boca…

O gato tornou-se um grande amigo e ganhou até nome!

Livro: 100 anos de Chico Xavier – Carlos A. Bacelli.

amor, notícias

Conheça o projeto “Cada gota” que tem a missão de divulgar a importância da doação de sangue para cães e gatos

Todo mundo já sabe que a doação de sangue além de salvar vidas, é um ato de amor ao próximo, mas vocês sabiam que os cães e gatos também precisam de sangue para a cura de diversas doenças?

O seu cão ou gato podem salvar diversas vidas! E a doação de sangue é super segura e não causa nenhum problema para o doador. São realizados exames no animal doador para ver se está apto e saudável. Coleta-se a quantidade de sangue necessária e depois são feitos outros procedimentos com a amostra coletada para que assim possa ser utilizada na transfusão do paciente que necessite.

O projeto “cada gota” tem a missão de compartilhar a importância da doação de sangue para os pets. Os animais precisam desta ação assim como os humanos. A conscientização é muito importante!

“Cada gota” trabalha sem fins lucrativos, e acreditam que a doação de sangue animal é uma informação muito importante e pouco divulgada.

O principal canal de contato com o público, é uma página no Facebook (https://www.facebook.com/pg/unikacadagota/about/?ref=page_internal), criada recentemente em fase de interação para engajamento do público. Na página existem informações como tipos de sangue, perfil dos animais que podem ser doadores, a necessidade nos hemocentros, assim como sua localização. As postagens terão como partida a necessidade de conscientização que animais precisam desta ação assim como os humanos.

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Imagem: lupusalimentos

E quais são os critérios para tornar um animal doador?

  • Saudável, temperamento dócil, sociável
  • Idade: 1 a 8 anos;
  • Peso mínimo de 25kg (cães) e peso mínimo de 4,5kg (gatos);
  • Possuir controle de pulgas e carrapatos.
  • Vacinação e vermifugação
  • Clinicamente saudável sem nenhuma doença infecciosa, parasitária ou outras;
  • Não ter realizado nenhuma transfusão prévia.
  • Femêas não podem estar no cio ou prenhas

Além de ajudar outros animais, quais as vantagens que um cão ou gato doador podem ter?

Normalmente aonde são realizadas as coletas de sangue, os animais devem passar por check-up gratuito, onde são realizados diversos exames para atestar que o doador esteja saudável e pronto para ajudar outro.

O processo todo costuma durar uns 15 minutos e é praticamente indolor e os animais agem naturalmente, não se incomodando muito com a coleta.

Vocês sabiam também que existe tipos  sanguíneos dos animais, diferentes dos nossos? Conheça:

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Imagem: @unikacadagota

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Imagem: @unikacadagota

O hemocentro Aclivet – Análises Clínicas Veterinárias, apoiador do projeto possui qualificações para realizar a transfusão de sangue do seu pet e atender todas as necessidades dos bichinhos.

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Imagem: @unikacadagota

Existem outros hemocentros veterinários pelo Brasil, além do Aclivet:

São Paulo

Hospital Veterinário da Universitário Anhembi Morumbi
Rua Conselheiro Lafaiete, 64 – Brás
Tel.: (11) 2790-4693 / (11) 2790-4642 / (11) 2790-4642

HOVET – Hospital Veterinário da USP
Av. Prof. Dr. Orlando Marques de Paiva, 87 – Cidade Universitária
Tel.: (11) 3091-1248 / (11) 3091-1364 / (11) 3091-1244
Site: www.fmvz.usp.br/hospital-veterinario

Hemovet – Laboratório e Centro de Hemoterapia Veterinária.
R. José Macedo, 98 – Parque São Lucas
Tel.: (11) 2918-8050 / (11) 2918-0082 / (11) 3567-9801 / (11) 3567-9802/ (11) 99655-1583
Site: www.hemovet.com.br

Pets & Life – Banco de sangue de cães e gatos e Laboratório de análises clínicas veterinário
Rua Araicas, 35 – Jaguaré
Tel.: (11) 3624-3958
Site: www.petsandlife.com.br

Banco de Sangue Veterinário
R. Desembargador do Vale, 196 – Perdizes
Tel.:  (11) 3476.9461 / (11) 99824-3995
Site: www.bsvet.com.br
E-mail: contato@bsvet.com.br

Bauru
Centro Veterinário de Bauru
Endereço: Av. Getúlio Vargas, 15-28, Jardim América, Baurú / SP
Tel.: (14) 3224-3183 / (14) 3202-9657

Rio de Janeiro

Hemopet – Hemocentro do Rio de Janeiro
Rua Ipiranga, 53 – Laranjeiras
Tel.: Luciula (21) 7855-8898 id: 83*31055; Roberta  (21) 7854-5433 / (21) 7854-5433 id: 83*30226
Site: www.hemopet.net

Hemoterapet
R. Barão de São Francisco, 56, Vila Isabel
Tel.: (21) 3286-8888 / (21) 3286-8888
E-mail: contato@hemoterapet.com.br

Pernambuco

Recife

Hospital Veterinário da UFRP (Universidade Federal Rural de Pernambuco)
Rua Dom Manoel de Medeiros, s/nº – Dois Irmãos, Recife/PE.
Telefones: (81) 3320-6401 / (81) 3320-6000
Site: www.ufrpe.br/fale

Bahia

Itapetinga

Polivet
Rua Min. Esaú Corrêa de Almeida Moraes, 134 – Vila Rosa
Tel.: (15) 3272-6992 / (15) 3272-6992 / 3272-1991
site: www.polivet-itapetininga.vet.br

Salvador

Banco de Sangue Veterinário Hemodog
Rua dos Radialistas, 209 – salas 1 e 2 – (2º andar da Clínica Veterinária Diagnose Animal) Pituba
Tel.: (71) 3011-6846 / (71) 3011-6846
Plantão: (71) 9978 -2188

Rio Grande do Sul

Porto Alegre

Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Faculdade de Veterinária da UFGS
Av. Bento Gonçalves, 9090 – Bairro Agronomia
Tel.: (51) 3308-6095 / (51) 3308-6095

Bluts Centro de Diagnóstico Veterinário
Rua Dr. Florêncio Ygartua, 427 – Rio Branco, Porto Alegre (RS).
Tel: (51) 3072-0427

Minas Gerais

Belo Horizonte

Pronto Socorro Veterinário
Rua Jacuí 891, Bairro Floresta, Belo Horizonte, MG
Tel.: (31) 3422-5020 /

Life Hospital Veterinário
Rua Platina, 165 – Prado – Belo Horizonte (MG).
Tel:. (31) 2552-5694 / (31) 3588-5694

Uberlândia

Hospital Veterinário da Universidade Federal de Uberlândia
Av. Mato Grosso, 3289 – Bloco 2S Campus Umuarama
Tel.: (34) 3218-2135/2196
Fax.: (34) 3218-2242
E-mail: hvet@umuarama.ufu.br
Site: http://www.hospitalveterinario.ufu.br/

Paraná

Curitiba

Hospital Veterinário da UFP – Universidade Federal do Paraná
Rua dos Funcionários, 1540
Tel.: (41) 3350-5663 / (41) 3350-5664
Site: www.ufpr.br/portalufpr/hospital-veterinario
E-mail: hv@ufpr.br

Londrina

UEL – Universidade Estadual de Londrina
Tel.: (43) 3371-4269 / (43) 3371-4269
Rodovia Celso Garcia Cid – Pr 445 Km 380, s/n – Campus Universitário, Londrina
e-mail: dir.hv@uel.br
Site: www.uel.br/hv

E então o que acharam do projeto? Nós do debate animal temos a honra de apoiar o projeto “cada gota”, e esperamos que vocês além de apoiarem e divulgarem, se tiverem um cão ou gato apto a fazerem as doações de sangue, que os levem.

Pensem se fossem uns dos bichinhos de vocês que estivessem precisando de uma transfusão e não tivessem nenhuma bolsa de sangue disponível para ajudar na cura? E façam mais!!! Humanos vão também procurar hemocentros para pessoas e ajudar nessa corrente do bem?

Espero que o Debate Animal tenha passado sua mensagem e ajudando ainda mais este projeto mais que especial e importante: Cada Gota!

https://www.facebook.com/unikacadagota/videos/2305203732830475/

Este é um vídeo que você encontra na página do facebook da campanha “cada gota”, vai lá assistir e curti a página!!!

“Cada gota salva! Cada gota conta! Cada gota faz a diferença!!!!”

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#compartilhe #cadagota #debateanimal

Imagem: @unikacadagota

 

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Imagem: @unikacadagota

 

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Conheça a história de Hachiko, o cão que esperou seu dono por 10 anos em uma estação de trem. Virou monumento e filme!

A Verdadeira História de Hachiko

Chu-ken Hachiko (o cachorro fiel Hachiko) nasceu em Odate, na província de Akita, no Japão em novembro de 1923. Em 1924, Hachiko foi enviado a casa de seu futuro proprietário, o Dr. Eisaburo Ueno, um professor do Departamento Agrícola da Universidade de Tóquio. A história dá conta de que o professor ansiava por ter um Akita há anos, e que tão logo recebeu seu almejado cãozinho, deu-lhe o de Hachi, ao que depois passou a chamá-lo carinhosamente pelo diminutivo, Hachiko. Foi uma espécie de ‘amor à primeira vista’, pois, desde então, se tornariam amigos inseparáveis!

O professor Ueno morava em Shibuya, subúrbio de Tóquio, perto da estação de trem. Como fazia do trem seu meio de transporte diário até o local de trabalho, já era parte integrante da rotina de Hachiko acompanhar seu dono todas as manhãs. Caminhavam juntos o inteiro percurso que ia de casa à estação de Shibuya. Hachiko parecia ter um relógio interno, e sempre às 15 horas retornava à estação para encontrar o professor, que desembarcava do trem das 16 horas, para acompanhá-lo no percurso de volta a casa.

Em 21 de Maio de 1925, o professor Ueno sofreu um AVC, durante uma reunião do corpo docente na faculdade e morreu. Hachiko, que na época tinha pouco menos de dois anos de idade. No horário previsto, esperava seu dono pacientemente na estação. Naquele dia a espera durou até a madrugada.

Na noite do velório, Hachiko, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Outro relato diz que como de costume, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachiko pulou dentro do mesmo e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.

Depois que o professor morreu a Senhora Ueno deu Hachiko para alguns parentes do que morava em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, um ano se passou e ele ainda não tinha se acostumado à nova casa. Foi dado ao ex-jardineiro da família que conhecia Hachi desde que ele era um filhote. Mas Hachiko continuava a fugir, aparecendo frequentemente em sua antiga casa. Depois de certo tempo, aparentemente Hachiko se deu conta de que o professor Ueno não morava mais ali.

Todos os dias à estação de Shibuya para esperar seu dono voltar do trabalho, da mesma forma como sempre fazia. Procurava a figura de seu dono entre os passageiros, saindo somente quando as dores da fome o obrigavam. E ele fez isso dia após dia, ano após ano, em meio aos apressados passageiros. Estes começaram passaram então a trazer petiscos e comida para aliviar sua vigília.

Em 1929, Hachiko contraiu um caso grave de sarna, que quase o matou. Devido aos anos passados nas ruas, ele estava magro e com feridas das brigas com outros cães. Uma de suas orelhas já não se levantava mais, e ele já estava com uma aparência miserável, não parecendo mais com a criatura orgulhosa e forte que tinha sido uma vez.

Um dos fiéis alunos de Ueno viu o cachorro na estação e o seguiu até a residência dos Kobayashi, onde aprendeu a história da vida de Hachiko. Coincidentemente o aluno era um pesquisador da raça Akita, e logo após seu encontro com o cão, publicou um censo de Akitas no Japão. Na época haviam apenas 30 Akitas puro-sangue restantes no país, incluindo Hachiko da estação de Shibuya. O antigo aluno do Professor Ueno retornou frequentemente para visitar o cachorro e durante muitos anos publicou diversos artigos sobre a marcante lealdade de Hachiko.

Sua história foi enviada para o Asahi Shinbun, um dos principais jornais do país, que foi publicada em setembro de 1932. O escritor tinha interesse em Hachiko, e prontamente enviou fotografias e detalhes sobre ele para uma revista especializada em cães japoneses. Uma foto de Hachiko tinha também aparecido em uma enciclopédia sobre cães, publicada no exterior. No entanto, quando um grande jornal nacional assumiu a história de Hachiko, todo o povo japonês soube sobre ele e se tornou uma espécie de celebridade, uma sensação nacional. Sua devoção à memória de seu mestre impressionou o povo japonês e se tornou modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachiko como exemplo para educar crianças.

Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze de Hachiko, esculpida pelo renomado escultor Teru Ando, foi erguida em frente ao portão de bilheteria da estação de Shibuya, com um poema gravado em um cartaz intitulado “Linhas para um cão leal”. A cerimônia de inauguração foi uma grande ocasião, com a participação do neto do professor Ueno e uma multidão de pessoas.

Hachiko envelheceu, tornou-se muito fraco e sofria de problemas no coração (heartworms). Na madrugada de 8 de março de 1935, com idade de 11 anos e 4 meses, ele deu seu último suspiro no mesmo lugar onde por anos a fio esperou pacientemente por seu dono. A duração total de seu tempo de espera foi de nove anos e dez meses. A morte de Hachiko estampou as primeiras páginas dos principais jornais japoneses, e muitas pessoas ficaram inconsoláveis com a notícia. Um dia de luto foi declarado.

Seus ossos foram enterrados na sepultura do professor Ueno, no Cemitério Aoyama, Minami-Aoyama, Minato-ku, Tóquio. Sua pele foi empalhado – para conservar-lhe as formas e submetido à substâncias que o isentam de decomposição, e o resultado deste maravilhoso processo de conservação está agora em exibição no Museu Nacional da Ciência do Japão em Ueno. Alguns autores dizem que Hachiko, esta no Museu de Artes de Tóquio.

Durante a 2ª Guerra Mundial, para aplicar no desenvolvimento de material bélico, todas as estátuas foram confiscadas e derretidas, e, infelizmente, entre elas estava a de Hachiko.

Em 1948, formou-se a “The Society For Recreating The Hachiko Statue” entidade organizada em prol da recriação da estátua de Hachiko. Tekeshi Ando, o filho de Teru Ando foi contratado para esculpir uma nova estátua. A réplica foi reintegrada no mesmo lugar da estátua original, em uma cerimônia realizada no dia 15 de agosto.

A estação de Odate, em 1964, recebeu a estátua de um grupo de Akitas. Anos mais tarde, em 1988, também uma réplica da estátua de Hachiko foi colocada próxima a estação. A história de Hachiko atravessa anos, passa de pai para filho, sendo até mesmo ensinada nas escolas japonesas – no início do século para estimular lealdade ao governo, e atualmente, para exemplificar e instilar o respeito e a lealdade aos anciãos.

Na atualidade, viajantes que passam pela estação de Shibuya podem comprar presentes e recordações do seu cão favorito na Loja localizada no Memorial de Hachiko chamada “Shibuya No Shippo” ou “Tail of Shibuya”. Um mosaico colorido de Akitas cobre a parede perto da estação.

Todos os anos, no dia 8 de março. Ocorre uma cerimônia solene na estação de trem de Shibuya, em Tóquio. São centenas de amantes de cães que se reúnem em homenagem à lealdade e devoção de Hachiko. Ao nascimento de uma criança, a família recebe uma estatueta de Akita como desejo de saúde, felicidade e vida longa. O objeto também é considerado um amuleto de boa sorte. Quando há alguém doente, amigos dão ao enfermo esta estatueta, desejando pronta recuperação.

Por causa desse zelo, o Akita se tornou Patrimônio Nacional do povo japonês, tendo sido proibida sua exportação. Se algum proprietário não tiver condições financeiras de manter seu cão, o governo japonês assume sua guarda.

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Imagem: contioutra

A última foto da Hachiko. Aquele cão que esperou o dono morto na estação por quase 10 anos. Exemplo de lealdade que falta a muitos seres humanos. A foto foi tirada em 8 de março de 1935. Hachiko tinha 11 anos.

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Imagem: contioutra

Um dos nossos seguidores Nelson Gomes Pires, esteve no Japão de férias e nos mandou a foto do monumento do Hachiko.

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Imagem: Nelson Gomes Pires

Além de monumento no Japão, essa história virou inspiração para o filme “ Sempre ao seu lado”, com o ator Richard Gere.

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Imagem: contioutra

E esse é o nosso seguidor Nelson, que nos enviou a foto!

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Imagem: Nelson Gomes Pires

Se você tem alguma história ou foto legal do mundo animal que queira mandar para a gente, teremos o prazer de postar!!!!!

Fonte: chikovssinistro.blogspot.com.br
amor, histórias, notícias

Prefeitura de SP faz campanha para que moradores de rua saibam que os abrigos agora aceitam seus animais

A prefeitura de SP está com uma campanha para divulgar aos moradores de rua que agora é permitido entrar com seus animais nos abrigos.

Foi feito esse vídeo para divulgação de campanha. Por sinal você vai se emocionar!

E para a novidade chegar aos moradores de rua, eles começaram a pintar como divulgação embaixo dos viadutos e paredes aonde são suas moradias. Fizeram essa campanha, pois moradores de rua não tem acesso a mídias e usaram esses locais para a idéia chegar a eles.

A Prefeitura de São Paulo construiu CTAs com canis para que quem está em situação de rua possa dormir em uma cama, usar o chuveiro e ter alimentação e cursos profissionalizantes sem precisar se separar daquele que está sempre ao seu lado.

Até que enfim os abrigos estão permitindo os animais de irem juntos com os seus donos, uma iniciativa linda, pois para os moradores de rua que já não tem nada, seus companheiros pet são tudo que eles tem.

 

curiosidades, notícias

Cães abandonados viram gandulas em torneio de tênis

Além de serem extremamente fofos, cachorros também têm energia e disposição de sobra para correr atrás de objetos. Quando se trata de bolinhas então, nem se fala. Aproveitando todo esse entusiasmo, cães abandonados foram treinados para servir como gandulas em partidas de tênis.

Carinhosamente apelidados de “cãodulas”, seis animaizinhos foram recrutados em duas ONGs (Projeto Segunda Chance e Cão sem Dono) especialmente para atuar na semifinal e na final do torneio internacional Brasil Open, no Ibirapuera. As partidas acontecem entre 27 de fevereiro e 5 de março.

Cindy, Nanda, Pretinha, Mia, Arlete e Ovelha foram treinados para recolher as bolinhas de tênis e devolvê-las para os atletas o mais rápido possível. Essa é a segunda vez que esse projeto entra em cena, em 2016 a experiência foi bem-sucedida e conseguiu encontrar novos donos após o evento.

Veja no vídeo de 2016

 

1519394662385Imagem: Leandro Martins/ DGW Comunicação

CãoDula-Isabelle_Divulgação

Imagem: r7.com

 

Fonte: esportefera.com.br

curiosidades, notícias

Cientistas identificam pela primeira vez orca capaz de imitar palavras

Uma orca capaz de pronunciar “hello” e “bye”- “oi” e “tchau”, em inglês – pode ser o primeiro bicho da espécie a imitar palavras humanas já identificado.

A fêmea Wikie, que mora em um parque marinho na França, foi ensinada a pronunciar pelo menos cinco palavras em inglês, imitando uma treinadora.

O repertório do animal inclui também o nome “Amy”, a contagem de um a três e até “raspberries”- framboesas em inglês.

O treinamento da orca Wikie integra uma pesquisa da Universidade de St. Andrews, na Escócia, sobre a capacidade de comunicação de animais entre si.

As orcas estão entre os poucos animais, além dos humanos, que conseguem aprender a reproduzir novos sons só de ouvir outros bichos.

“Em mamíferos, isso é muito raro”, diz Josep Call, um dos pesquisadores responsáveis pelo experimento.

“Humanos obviamente são bons nisso. Curiosamente, os outros mamíferos que fazem isso bem são marinhos.”

Wikie foi ensinada a imitar palavras ao controlar a pressão no orifício que as orcas usam para expelir água e respirar.

Orcas são conhecidas por viver em grupos que compartilham sons ou “dialetos” próprios. Mas podem copiar outros bichos da mesma espécie quando vivem livres no oceano.

O estudo feito pela Universidade de St. Andrews com a baleia Wikie ajuda a explicar essa capacidade de comunicação desses animais.

“A orca que estudamos em cativeiro foi capaz de aprender a vocalização de outras orcas e também sons humanos, ao imitá-los”, diz Call.

“Portanto, esse resultado sugere que é plausível a explicação de por que orcas aprendem, no ambiente selvagem, os sons feitos por outras orcas e como desenvolvem dialetos.”

A imitação de palavras e sons é uma característica marcante da espécie humana, mas é extremamente rara em outros animais.

Os golfinhos e as baleias belugas estão entre os poucos mamíferos capazes de copiar sons de outras espécies e uns dos outros. Alguns pássaros conseguem imitar palavras humanas, como papagaios e algumas espécies de corvo.

Jose Abramson, da Universidade Complutense de Madrid, na Espanha, que também participou da pesquisa, “conversas” entre humanos e a orca Wikie podem, um dia, ser possíveis.

“Sim, isso é concebível, se você usar sinais e descrições do que as palavras representam. Isso já foi feito antes como um famoso papagaio cinza e com golfinhos, usando linguagem americana de sinais e frases como: ‘Traga-me esse objeto’, ou ‘Coloque esse objeto em cima ou embaixo deste outro’.”

Wikie reproduziu os sons enquanto estava parcialmente imersa na água, com sua cavidade nasal exposta na superfície. Sons feitos dentro d’água podem ser bem diferentes.

E como isso ocorreu somente com um animal, os pesquisadores não sabem se há outras orcas capazes de copiar palavras assim vivendo no ambiente selvagem.

Embora sejam conhecidas como “baleias assassinas”, as orcas são os maiores golfinhos do mundo e um dos mais poderosos predadores dos oceanos.

Elas comem mamíferos dos mares, como leões marinhos, focas e até baleias filhotes.

Fonte: BBC

amor, doação, histórias, saúde, superação

Vaquinha para ajudar no tratamento do Luau

Vocês lembram do Luau, nosso amigo que foi encontrado na rua com Leishmaniose?

Para reelembrar a história dele: https://debateanimal.com/2017/12/21/leishimaniose-uma-historia-de-amor-com-final-feliz/

Ele está super bem e respondendo ao tratamento, mas por ser um tratamento muito caro, sua dona Mara, resolveu pedir ajuda para que ele possa continuar sua luta contra essa doença horrível!

” Tinha um cão no meio do caminho. Parei e acolhi. Ele mal tinha forças para comer ou beber. Exames mostraram Leishmaniose. Por ignorância, eu quase o eutanasiei. Por sorte, descobri que existe tratamento. E hoje o cão que estava no meu caminho está aqui, fazendo parte da família, ganhou o nome de Luau e está lutando contra a doença. Se você lutar junto com a gente, a vitória será certa. ” (Mara Pallota)

Quem puder ajudar, segue o link da “Vakinha”

http://www.vakinha.com.br/vaquinha/luau-contra-a-leishmaniose

Sobre a campanha:

Muita gente ainda não sabe que Leishmaniose Visceral Canina tem tratamento e os cães vítimas da doença não precisam mais ser eutanasiados, desde que façam o tratamento correto e estejam documentados junto aos órgãos competentes.

O tratamento não é simples nem barato. Por isso Luau pede um help aqui. E para quem quiser conhecer a história desde o início, segue o Insta @chupaleish e vamos juntos com a gente vencer as parasitas.

Custos básicos e aproximados com o tratamento: – antibióticos. R$ 1800,00; – Milteforan: R$ 900,00; – Vacinas: R$ 2000,00; – exames: R$ 500,00; – consultas: R$ 480,00; – outros medicamentos: R$ 350,00; – suplementos: R$ 450,00;-  coleira anti-mosquito: R$ 380,00

Vamos ajudar o Luau a vencer essa luta contra a Leishmaniose!!!!

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Evolução da doença (Imagem: Mara Pallotta/Arquivo pessoal)
curiosidades, notícias

Ciência confirma: nós gostamos mais de cachorros do que de gente

 Um artigo científico acaba de confirmar o que todo mundo já sabia: na média, pessoas gostam mais de cachorros que de outras pessoas. Principalmente se o bichinho for um filhote de olhos bem grandes.

Psicólogos da Northeastern Universtity, em Boston, nos EUA, distribuíram quatro notícias falsas, supostamente publicadas no Boston Globe, a 256 estudantes de graduação voluntários.

Os relatos tinham protagonistas diferentes: um adulto na faixa dos 30, um bebê de um ano, um cãozinho recém-nascido e um cachorro mais velho, com seis anos de idade.

Todos eram encontrados gravemente feridos após uma sessão de espancamento com um bastão de beisebol. Leia um trecho:

“De acordo com as testemunhas presentes no local, um ataque particularmente cruel envolveu um filhote de um ano de idade que foi golpeado com um taco de beisebol por um atacante desconhecido. Chegando ao local do crime alguns minutos após o ataque, um policial encontrou a vítima com uma perna quebrada, lacerações múltiplas e inconsciente. Ninguém foi preso.”

Após a leitura, os participantes eram orientados a indicar, de acordo com uma escala, o grau de empatia que sentiram por cada uma das vítimas.

Resultado? O bebê humano, o bebê canino e o cão adulto despertaram todos mais piedade que o humano adulto – e a comoção foi maior entre mulheres que entre homens.

A explicação é simples: a violência parece menos justificável quando a vítima é um ser indefeso, como um bebê ou o cachorro.

Mesmo que o adulto não pudesse ter se defendido na situação narrada, nós ainda o encaramos como um ser consciente e autônomo, que (pelo menos em teoria) teria mais chances de se defender.

Segundo os próprios autores, a inspiração para a pesquisa veio após um caso real, ocorrido no estado norte-americano do Arizona em 2014.

Um garoto de quatro anos foi atacado violentamente por um cão de grande porte, e precisou passar por delicadas cirurgias de reconstrução facial.

Uma campanha para ajudá-lo alcançou cerca de 500 seguidores no Facebook. Já uma página criada por ativistas para evitar que o cão responsável pelo ataque fosse sacrificado alcançou 40 mil pessoas em pouco mais de uma semana.

Dito isso, é sempre bom lembrar que, na média, o ser humano não tem um bom histórico de relações com os animais.

Na conclusão, os pesquisadores afirmam que a descoberta servirá justamente para criar campanhas de prevenção contra maus-tratos mais eficientes – que comovam usando filhotes simpáticos em vez de cenas de agressão apelativas.

“Ao enfatizar a vulnerabilidade, em vez de focar na exposição à violência e agressão, programas inovadores podem revolucionar a prevenção de casos de abuso de animais.”

Testes futuros terão as raças de cachorro especificadas e envolverão animais de outras espécies.

Este conteúdo foi publicado originalmente no site da Superinteressante.

adoção, amor, histórias

Conheça a história de Juca e Bolota – Adoção + amor e seus benefícios!

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Ter um animal de estimação já é mais do que comprovado que traz diversos benefícios, tanto para saúde física, como emocional.

A História que vamos contar hoje é a prova de como é importante e gratificante adotar um animalzinho, que não só fará bem, como vai transformar a sua vida para melhor!

” Juca foi adotado há 2 anos, a mãe dele foi encontrada com os filhotes e resgatado. Encontrei-o em uma feirinha super cheia.

Os irmãos do Juca eram muito lindos (apelidados de bombons, por causa dos seus pelos marrons), mas quando cheguei só tinha sobrado o Juca por lá. Aí nem pensamos e o trouxemos para casa .

O Juca veio cheio de traumas, tinha medo de tudo (ainda tem muito medo de varias coisas), mas com muito carinho e amor, começou a entender que ali era o seu lar.

Ano passado ele nos deu o maior susto das nossas vidas quando fugiu enquanto viajávamos pra fora do país, mas nosso amor e a nossa conexão era tão grande que mesmo longe conseguimos encontrá-lo e levá-lo de volta pra nossa casa.

Foi aí que nossa vida também mudou, começamos a fazer resgates e ajudar alguns cachorros de rua, tudo com o intuito de que mais pessoas sentissem o amor imenso que existe entre um cachorro adotado e sua família.

Num desses resgates, nos ligaram pedindo ajuda pra uma filhotinha que estava amarrada a uma árvore no nosso bairro. Na mesma hora nos disponibilizamos a ajudar, mas não encontramos hospedagem pra ela ficar. Então decidimos que dormiria na nossa casa por uma noite e foi o suficiente pra ver que o Juca havia adotado aquela filhotinha como sua irmã. E foi assim que a Bolota também passou a fazer parte da nossa família.

Com tudo isso, pudemos perceber que o amor é multiplicado quando temos dois filhotes adotados e não dividido, e o amor só aumenta a cada dia! “

Está história foi enviada pela Arine, a dona do Juca e da Bolota!

Quando adota um cão, dificilmente vai se sentir sozinho. A presença deles é notante. E se você habituá-lo a ser sua companhia, pode ter certeza que ele ficará muito feliz e agradecido.

Ter um bichinho aumenta a segurança e autoestima do seu dono, ajudando assim em doenças como depressão, ansiedade e ajuda a melhorar as relações sociais do dono.

Ajudam a diminuir a pressão sanguínea, sedentarismo e a ter hábitos mais saudáveis. É um fato que adotar de cães e gatos traz muito amor para o lar. Animais abandonados geralmente possuem muito apego com quem os adota, porque se sentem gratos pelo cuidado.

Mas lembre-se adotar é um ato de amor, só adote se você estará disposto a cuidar do seu animalzinho até o fim da vida dele! Ele precisa de cuidados como qualquer ser vivo e de muito amor, se não está disposto a isto, não adote para abandonar novamente!

E se você quiser acompanhar a história do Juca e  da Bolota, é só segui-los no Instagram (https://www.instagram.com/ju_cao/)

Fotos: https://www.instagram.com/ju_cao/       https://www.instagram.com/carolinaspinaarts/

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