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ESCOLA INFANTIL NA ALEMANHA TEM ARQUITETURA LÚDICA EM FORMA DE GATO GIGANTE

A escola infantil Die Katze em Wolfartsweier, perto de Karlsruhe, na Alemanha, tem chamado atenção das crianças e adultos pelo mundo todo. Isso porque sua arquitetura lúdica foi construída em forma semelhante de um adorável gato branco gigante.

Projetado pelo incrível artista francês Tomi Ungerer e pela arquiteta Ayla-Suzan Yöndel, o local, devido a criatividade e capricho, foi pensado justamente para que as crianças tenham prazer de ir à escola. Todos os dias, os alunos são estimulados a entrar pela boca do simpático gato. A barriga traz um vestiário, salas de aula, uma cozinha, refeitório e a escada principal.
As pernas são espaços dedicados a brincadeira. A turnê anatômica continua no andar de cima. A cabeça do gato é uma sala principal, por onde a luz natural entra através dos olhos e ouvidos. Tomi conta que escolheu o tema “gato” por ser seu animal favorito: “São animais inteligentes e conscientes de seu ser, perfeito para inspirar as crianças”.


O espaço construído para abrigar 100 alunos pode parecer estranho aos olhos de algumas pessoas, mas o tema usado em sua construção tem ampliado os conhecimentos dos pequenos. O edifício, que tomou forma para imitar um gatinho agachado com as orelhas de pé traz até um escorregador na parte de trás – no formato de seu rabo. Tudo é implementado para que eles aprendam enquanto se divertem.

Publicado originalmente em: FollowTheColours

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Por um mundo melhor: Nescau tira canudos plásticos de suas embalagens

TODA A INICIATIVA DA EMPRESA SERÁ EM PARCERIA COM O PROJETO TAMAR

A Nescau levou a gente para a Praia do Forte, na Bahia, na última segunda-feira (4), para contar sobre uma novidade que a marca vai lançar junto com Projeto Tamar. Eles vão disponibilizar duas versões diferentes da embalagem: uma sem canudinho e outra com canudos de papel biodegradáveis.
A Nestlé, dona da Nescau, disse na última terça-feira (5) que o objetivo é eliminar todos os canudinhos de plástico até 2025 no Brasil. A empresa quer conseguir substituir mais de quatro milhões de unidades, este ano, pelos canudos de papel.

O projeto será dividido em três iniciativas:

1. Disponibilizar no mercado duas versões do produto. O primeiro é um pack com 6 embalagens sem canudos, neste a ideia é estimular a criatividade de como você vai tomar a bebida. E o segundo é aquela embalagem com canudos de papel biodegradáveis.

2. #Jogapradentro: como ainda terão canudos de plásticos circulando, a ideia é que após beber você empurre o canudinho para dentro da embalagem. Essa atitude garante que o material não termine como resíduos, principalmente em mares, oceanos e rios.
3. A marca vai abrir um núcleo de pesquisa. Qualquer pessoa pode enviar uma sugestão com uma nova proposta de embalagem até abril para reduzir a produção de lixo.

Por que com o Projeto Tamar?

O plástico é um dos grandes inimigos da vida marinha. Se o canudinho vai para o mar, pode matar as criaturas que vivem lá. Isso é extremamente prejudicial para as tartarugas, por exemplo, porque a cada mil que nascem, somente uma chega a vida adulta. O mais chocante é que somente as adultas podem reproduzir.

No final da viagem a gente ganhou um superpresente e pôde ver de perto uma tartaruga cavando um ninho para desovar seus ovos. Elas podem colocar em média 120 ovos a cada reprodução. Foi um privilégio a oportunidade de participar desse momento e enxergar a importância da conscientização sobre o uso desenfreado do plástico.

Uma pesquisa recente, feita pela Universidade de Exeter, do Laboratório Marinho de Plymouth e do Greenpeace, concluiu que todas as tartarugas marinhas do planeta têm plástico no organismo.

De acordo com a Galileu, eles analisaram 102 exemplares de tartarugas marinhas encontradas nos oceanos Atlântico, Pacífico e Mediterrâneo e infelizmente encontraram o plástico na barriga de cada uma.

Publicado originalmente em: Paisefilhos.uol.br

Imagem: Getty

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Os olhos de um animal têm o poder de falar uma língua única

Quando olho para os olhos do meu cachorro, do meu gato ou de qualquer outro animal, não vejo um “animal”. Vejo um ser vivo como eu, um amigo, uma alma que sente, que entende afetos e medos e que merece o mesmo respeito que qualquer outra pessoa.

O poder de um olhar transcende muito além do sentido da visão. Por incrível que pareça, os nossos nervos ópticos estão intimamente ligados ao hipotálamo, essa estrutura delicada e primitiva onde se localizam as nossas emoções e a nossa memória. Quem olha sente, e isto é algo que acontece também com os animais.

Se os olhos são a janela da alma, então algo me diz que os animais também a têm, porque eles sabem usar essa linguagem que não necessita de palavras como ninguém: é o idioma do afeto e do respeito mais sincero.

Todos nós, em algum momento da nossa vida, já experimentamos o seguinte: ir adotar um cachorro ou um gato e estabelecer de imediato uma conexão muito intensa com um deles só de o olhar nos olhos. Sem saber como, eles nos cativam e nos conquistam. No entanto, os cientistas dizem que existe algo mais profundo e intrigante do que tudo isto.

Os olhos dos animais, uma conexão muito antiga

Os cachorros e os gatos são dois dos animais habituados há muitos anos a conviver com o ser humano. Já não surpreende a ninguém a forma tão sábia, e por vezes atrevida, que eles têm de interagir conosco. Eles nos olham nos olhos fixamente e são capazes de expressar desejos e necessidades através de todo tipo de carinhos, gestos, movimentos do rabo e vários tipos de cumplicidades.

Temos harmonizado comportamentos e linguagens para nos compreendermos, e isto não é um ato casual. É mais um resultado de uma evolução genética onde espécies diferentes se acostumaram a conviver juntas para benefício mútuo. Algo que também não nos surpreende é o que nos revelou um interessante estudo realizado pelo antropólogo Evan MacLean: os cachorros e os gatos são bastante capazes de ler as nossas próprias emoções só de nos olharem nos olhos.

(Imagem: Contioutra)

Os nossos animais de estimação são mestres dos sentimentos. Eles podem identificar padrões gestuais básicos para os associar a uma determinada emoção e raramente falham. Além disso, este estudo também explica que as pessoas costumam estabelecer um vínculo com os seus cachorros e gatos muito parecido com o que criam com uma criança pequena.

Nós os criamos, entendemos e estabelecemos um laço forte como se fossem membros da família, algo que, por incrível que pareça, foi proporcionado pelos nossos mecanismos biológicos depois de tantos anos de interação mútua.

As nossas redes neurológicas e a nossa química cerebral reagem do mesmo modo como se estivéssemos cuidando de uma criança ou de uma pessoa que necessita de atenção: liberamos oxitocina, o hormônio do carinho e do cuidado. Por sua vez, os animais também agem da mesma forma: nós somos o seu grupo social, a sua família, os humanos amáveis com que eles compartilham o sofá e as sete vidas de um gato.

A biofilia, a conexão com a natureza e os animais

O mundo é muito mais bonito visto através dos olhos de um animal. Se todas as pessoas tivessem a excepcional habilidade para se conectar com eles deste modo, “recordaríamos” aspectos que antes eram inatos e que agora esquecemos devido à agitação da civilização.

A nossa sociedade está agarrada ao consumismo, à exploração exagerada dos recursos, e isto fere o planeta Terra que os nossos netos deveriam herdar com a beleza do passado, com os seus ecossistemas intactos, com a sua natureza tão bela, viva e reluzente, e não com tantas fraturas quase impossíveis de recuperar.

(Imagem: Contioutra)

Quando ter um animal significava sobreviver melhor como espécie

Edward Osborne Wilson é um entomologista e biólogo norte-americano conhecido por ter criado o termo “biofilia”. Esta palavra define o amor por todos os seres vivos que, em geral, é algo que a maioria das pessoas que gostam de animais já experimentou. Segundo o cientista, a afinidade que estabelecemos com os nossos animais tem a sua origem nos primeiros períodos evolutivos da nossa espécie.

Ao olhar nos olhos de um animal nasce dentro de nós, de forma inconsciente, uma ancoragem emocional e genética. O ser humano estabeleceu um tipo de vinculação muito íntima com certos tipos de animais, sendo o cão um dos mais relevantes nessas épocas remotas, onde a nossa máxima prioridade era sobreviver.

Uma das teorias de Edward Osborne é que as pessoas que contavam com a companhia de vários cachorros nos seus grupos sociais tinham mais chances de viver mais tempo, em comparação com aqueles que não dispunham deste vínculo.

As pessoas que eram capazes de conquistar um animal, de domesticá-lo e de construir uma relação de afeto e respeito mútuo estavam muito mais unidas à natureza, aos seu ciclos, a esses segredos sobre encontrar mais recursos para seguir em frente: água, caça, plantas comestíveis…

(Imagem: Contioutra)

É possível que nos dias de hoje os nossos cachorros já não sejam mais úteis para conseguir alimento. No entanto, para muitas pessoas a proximidade e a companhia de um cachorro ou gato continua a ser imprescindível para “sobreviver”.

Eles nos dão carinho, doses imensas de companhia, aliviam sofrimentos, conferem alegrias e nos recordam todos os dias por que é tão reconfortante olhá-los nos olhos. Eles não precisam de palavras, pois a sua linguagem é muito antiga, muito básica e até maravilhosamente primitiva: o amor.

Não deixe de desfrutar dos seus olhares, veja o seu reflexo neles todos os dias e você vai descobrir tudo o que há de bom em você.

Matéria e imagens publicadas originalmente: Contioutra

adoção, amor, histórias, superação

Cachorro que tinha medo de ser tocado, agora não consegue parar de se aconchegar em seu salvador

Para um cachorro chamado Aka, toda a sua vida se resumiu a sobrevivência. Ele vagou pelas ruas de Lahan Sai, no Camboja, em busca de comida, água e lugares seguros para dormir. Quando Aka ficou doente e perdeu a maior parte de sua pele, a sobrevivência ficou ainda mais difícil.

Em agosto, Michael Chour, fundador do The Sound of Animals, um grupo que resgata cachorros na Tailândia e no Camboja, estava dirigindo para casa quando viu Aka na estrada.

“Aka saiu no meio de uma estrada muito movimentada a meio da noite, sem se importar com os carros que passavam por ele”, disse Chour. “Ele tinha um dos piores casos de sarna que já tinha visto. Eu acho que ele ficou doente por mais de um ano.”

Chour parou o carro e chamou por Aka. A princípio, o cachorro tentou fugir, mas quando Chour colocou uma tigela de comida no chão, Aka voltou.

Então Chour estendeu a mão e começou a acariciar Aka, que não parecia saber como reagir. É possível que ninguém tenha tocado em Aka dessa forma anteriormente, explicou Chour.

“As pessoas aqui odeiam cachorros vadios e muitas vezes simplesmente atiram pedras neles”, disse ele. “E eu que ele nunca teve um dono a vida toda.”

Aka ainda parecia estar com muito medo, mas Chour conseguiu convencê-lo a entrar no carro para que ele pudesse levar Aka ao abrigo de sua organização, o Blue Dream.

“Provavelmente foi o cansaço que o fez aceitar vir comigo”, disse Chour. “Mas também acho que ele entendeu que eu queria ajudar.”

Chour colocou alguns cobertores macios no banco de trás do carro e Aka se aconchegou neles.

“Eu coloquei minha mão em sua cabeça o tempo todo que dirigimos de volta ao abrigo”, disse Chour. “A certa altura ele se chegou perto de meus braços para um abraço.”

Assim que chegaram ao Blue Dream, Chour e os outros voluntários fizeram um exame médico completo a Aka e além de sarna, ele tinha parasitas no sangue e uma infecção bacteriana, então a equipe começou a tratar ele com antibióticos e fluidos IV.

Aka passou as semanas seguintes recuperando sua saúde e força – e depois de um mês, ele já parecia um cachorro completamente novo .

“Ele está aos meus cuidados há mais de um mês, e ele já tem seu todo o pelo de volta”, disse Chour. “Não completamente, mas quase.”

Aka também começou a adorar Chour e agora procura ativamente amor e atenção.

“Aka encontrou seu motivo para viver”, disse Chour. “Ele voltou a confiar novamente e sempre pede atenção. Eu adoro vê-lo pular atrás de mim. Ele nem precisa de uma coleira para caminhar, porque ele nunca fica a mais de um metro de mim.

Aka vai ficar no Blue Dream até Chour encontrar uma família que gostaria de adotá-lo, embora Chour também esteja considerando manter Aka no abrigo, porque ele simplesmente não consegue ficar longe de Chour.

“Todos os dias, eu o trago comigo no carro para fazê-lo feliz, e ele gosta de pular nos meus ombros enquanto eu dirijo”, disse Chour. “Ele me beija e me beija o tempo todo.”

Aka está seguro agora, mas Chour ressalta que há inúmeros outros cachorro na mesma situação – não apenas no sudeste da Ásia, mas em todo o mundo.

“Eu adoraria que as pessoas olhassem em volta e se vissem outro Aka, apenas o leve e o ame, já que todos esses cachorros têm muito para dar”, disse Chour.

Publicado originalmente em: Portal Animal

 

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Angelo, o carteiro amigo dos animais

Quem conhece as histórias de apuros que os carteiros passam para fazer as entregas de correspondências com o moradores peludos? Mas o que vamos contar agora nessa matéria irá mostrar que com amor e carinho, os animais sempre vão receber os nossos carteiros do mesmo jeito.

Esse embaraço entre os cachorros e os carteiros é tão comum que os profissionais dos Correios, recebem ensinamentos sobre como se prevenir de possíveis ataques, porque os animais agem dessa maneira em defesa do seu território.

Os treinamentos abordam conteúdos como comportamento e características dos cães, como identificar sinais e situações de risco, atitudes recomendadas na iminência de um ataque e as providências em caso de acidentes.

Angelo Cristino Antunes, de 32 anos, é carteiro na cidade de Guaratinguetá, no interior de São Paulo. Ele mudou esse “embaraço” de os animais correrem atrás do entregador de cartas, na verdade ele virou amigos dos moradores peludos de onde faz as entregas de correspondências.

Ele costuma chegar nos animais com carinho e atenção, assim conquista novos amigos peludos pelo percurso do seu trabalho!

Angelo criou redes sociais para divulgar as fotos que tira com seus novos amigos!

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

Na foto a seguir, Angelo ao chegar no setor de entregas, escutou um chorinho e encontrou esses dois cachorrinhos abandonados. Não pensou duas vezes e colocou na bolsa do correio, entrou em contato com algumas protetoras de animais e conseguiu ajuda para serem adotados.

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

Tudo de que fazemos com amor e principalmente o que está ligado ao mundo animal, nos surpreendemos a cada dia mais, porque iriam imaginar que o carteiro que vive temendo os animais, viraria amigo deles? Óbvio que sim! Desde que tratados com amor e respeito, é isso que basta para o animal ser seu amigo!

Nós do Debate Animal ficamos muito gratos em poder dividir essas histórias de amor com os bichos! Agradecemos imensamente ao Angelo que autorizou divulgar suas imagens para matéria no blog. Desejamos que você continue fazendo seu trabalho com amor e com todas as bençãos, porque com certeza já está recebendo muito em troca, com a amizade dos bichinhos que cruzam seu caminho!

E se quiserem acompanhar o Angelo nas redes sociais, tem toda história e as fotos dele com os amigos peludos!

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E você que tem uma história com animais e queria dividir com a gente, estaremos felizes em publicar!

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Imagem: Angelo Cristino da Silva Antunes

 

 

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Ruble, o gato de 30 anos

Rubble(foto) nasceu no dia 20 de maio de 1988. E em 2018 se tornou o gato mais velho ainda vivo, com 30 anos. O recorde foi celebrado com uma festa de aniversário em uma clínica veterinária na cidade de Exeter, na Inglaterra, com direito a bexigas, comida e um checkup grátis.

Ao seu lado estava a tutora Michele Foster que lembra exatamente do dia em que adotou Rubble. O momento era marcante, pois era o dia de seu aniversártio de 20 anos de idade, hoje ela tem 50 anos.

Michele, que nunca teve filhos, acredita que a longevidade de Rubble deve-se ao excesso de zelo com que ele é cuidado. Rubble também tinha outra irmã postiça felina, que viveu mais de 25 anos.

Ele poderia estar no Guiness Book mas Michele não quer : “Não tenho certeza se ele gostaria que muitas pessoas viessem vê-lo ou um rebuliço sendo feito por causa dele. Rubble está velho agora e não gosta de muita atenção ou de ser incomodado e se irrita as vezes.Quero que ele tenha uma velhice em paz.”, explica.

(Picture: Heavitree City Vet / SWNS.com)

O gato mais velho (falecido) do mundo, de acordo com os livros de registro, foi Creme Puff, que nasceu em 3 de agosto de 1967 e viveu até 6 de agosto de 2005 – um total de 38 anos e 3 dias.
E ainda tem gente que fala que gato com 10~15 anos é velho. A média de vida de um gato bem cuidado hoje em dia é de 20 anos ou mais.

Quem quiser verificar a veracidade da história clique no link abaixo

https://en.wikipedia.org/wiki/Rubble_(cat)
https://metro.co.uk/2018/06/02/rubble-the-oldest-cat-in-britain-has-just-celebrated-his-30th-birthday-7596975/

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Os benefícios científicos de ser um amante de gatos

Oito de agosto  foi o Dia Internacional do Gato. Cora provavelmente começará a manhã como qualquer outra: subindo no meu peito e batendo no meu ombro, exigindo atenção. Vou levantar o edredom, com sono, e ela vai se aconchegar debaixo dele, esparramada ao meu lado. Para Cora – e, portanto, para mim – todo dia é o Dia Internacional do Gato.

Os gatos podem nos acordar às 4 da manhã e vomitarem em uma frequência alarmante, mas entre 10 a 30% das pessoas podem dizer que gostam de gatos – não de cachorro, nem mesmo amantes de gato e cachorro. Então, por que escolhemos trazer essas bolas de pelo para nossas casas – e gastamos mais de US$ 1.000 por ano em quem não é geneticamente relacionado a nós e, francamente, parece ingrato a maior parte do tempo?

A resposta é óbvia para mim – e provavelmente para todos os amantes de gatos que não precisam de pesquisa científica para justificar seu amor feroz. Mas cientistas os estudaram de qualquer maneira e descobriram que, embora nossos amigos felinos possam não ser bons para os nossos móveis, eles podem dar alguma contribuição à nossa saúde física e mental.

  1. Bem-estar

De acordo com um estudo australiano, os donos de gatos têm melhor saúde psicológica do que pessoas sem animais de estimação. Nos questionários, eles afirmam se sentir mais felizes, mais confiantes e menos nervosos, além de dormir, se concentrar e enfrentar melhor os problemas em suas vidas.

Adotar um gato também pode ser bom para seus filhos: em uma pesquisa com mais de 2.200 jovens escoceses com idades entre 11 e 15 anos, as crianças que tinham um forte vínculo com seus gatinhos tinham uma qualidade de vida maior. Quanto mais ligadas, mais se sentiam parte de algo, enérgicas, atenciosas e menos tristes e solitárias; e mais elas aproveitavam o tempo sozinhas, no lazer e na escola.

Com suas artimanhas desafiadoras da gravidade e posturas de sono tipo ioga, os gatos também podem nos tirar de nossos maus humores. Em um estudo, pessoas com gatos relataram ter menos emoções negativas e sentimentos de reclusão do que pessoas sem gatos. Na verdade, os solteiros com gatos ficavam de mau humor com menos frequência do que as pessoas com um gato e um parceiro. (Seu gato nunca está atrasado para o jantar, afinal.)

Até os gatos da Internet podem nos fazer sorrir. Pessoas que assistem a vídeos de gatos online dizem que sentem menos emoções negativas depois (menos ansiedade, aborrecimento e tristeza) e mais sentimentos positivos (mais esperança, felicidade e contentamento). É certo que, como os pesquisadores descobriram, esse prazer se torna ruim se o fizermos com o propósito de procrastinação. Mas assistir gatos incomodando seus humanos ou embrulhados em presentes para o Natal parece nos ajudar a nos sentir menos esgotados e a recuperar nossa energia para o dia seguinte.

  1. Estresse

Eu posso atestar que um gato quente em seu colo, pisoteando bem suas coxas, é uma das melhores formas de alívio do estresse. Uma tarde, me sentindo sobrecarregado, disse em voz alta: – Eu gostaria que Cora se sentasse no meu colo. E eis que ela trotou e caiu em cima de mim segundos depois (embora as tentativas de reproduzir este fenômeno não tenham sido bem-sucedidas).

Em um estudo, pesquisadores visitaram 120 casais em suas casas para observar como eles reagiriam ao estresse – e se os gatos eram de alguma ajuda. Ligados a monitores de frequência cardíaca e pressão arterial, as pessoas foram submetidas a um desafio de tarefas assustadoras: subtrair três repetidamente de um número de quatro dígitos e depois segurar a mão em água gelada (abaixo de 4 graus Celsius) por dois minutos. As pessoas se sentavam sozinhas numa sala, com o animal de estimação perambulando, com a esposa (que podia oferecer apoio moral), ou ambos.

Antes de as tarefas estressantes começarem, os donos dos gatos tinham uma frequência cardíaca e pressão arterial em repouso mais baixas do que as pessoas que não tinham animais de estimação. E durante as tarefas, os donos de gatos também se saíram melhor: eles eram mais propensos a se sentirem desafiados do que ameaçados, seus batimentos cardíacos e pressão arterial estavam mais baixos e até cometeram menos erros matemáticos. De todos os cenários, os donos de gatos pareciam mais calmos e cometiam o menor número de erros quando o gato estava presente. Em geral, os donos de gatos também se recuperaram mais rapidamente fisiologicamente.

Por que os gatos são tão calmantes? Gatos não nos julgam por nossas habilidades matemáticas pobres, ou ficam excessivamente angustiados quando estamos angustiados – o que explica por que os gatos eram realmente uma influência mais calmante do que os entes queridos em alguns casos.

Como Karin Stammbach e Dennis Turner, da Universidade de Zurique, explicam, os gatos não são simplesmente pequenos seres que dependem de nós. Também recebemos conforto deles – há toda uma escala científica que mede o quanto de apoio emocional você recebe do seu gato, com base na probabilidade de procurá-lo em diferentes situações estressantes.

Os gatos oferecem uma presença constante, aliviados pelos cuidados do mundo, que podem fazer com que todas as nossas pequenas preocupações e ansiedades pareçam supérfluas. Como a jornalista Jane Pauley disse: “Você não pode olhar para um gato adormecido e sentir-se tenso”.

  1. Relacionamentos

Gatos são seres de quem cuidamos e que cuidam de nós (ou pelo menos acreditamos que eles o fazem). E as pessoas que investem nesse vínculo entre espécies também podem ver benefícios em seus relacionamentos entre humanos.

Por exemplo, pesquisas descobriram que os donos de gatos são mais sensíveis socialmente, confiam mais nas outras pessoas e gostam mais de outras pessoas do que de pessoas que não possuem animais de estimação. Se você se considera uma pessoa que gosta de gatos, tenderá a pensar que outras pessoas gostam mais de você do que de uma pessoa que não goste de gato nem cachorro. Enquanto isso, mesmo as pessoas que assistem a vídeos sobre gatos se sentem mais apoiadas por outras pessoas do que pessoas que não são tão grandes fãs da mídia digital felina.

Embora essas correlações pareçam desconcertantes, elas fazem sentido se você considerar os gatos apenas uma parte de sua rede social.

“Sentimentos positivos sobre cães/gatos podem gerar sentimentos positivos sobre as pessoas, ou vice-versa”, escrevem Rose Perrine e Hannah Osbourne, da Eastern Kentucky University.

Quando alguém – humano ou animal – nos faz sentir bem e conectado, isso aumenta nossa capacidade de bondade e generosidade para com os outros. Como esse estudo de adolescentes escoceses descobriu, as crianças que se comunicam bem com um melhor amigo são mais apegadas aos seus gatos, provavelmente porque passam algum tempo brincando como um trio.

“Animais de estimação parecem agir como ‘catalisadores sociais’, induzindo contato social entre pessoas”, escreveu o pesquisador britânico Ferran Marsa-Sambola e seus colegas. “Um animal de estimação pode ser receptivo, abertamente carinhoso, consistente, leal e honesto, características que podem satisfazer a necessidade básica de uma pessoa de sentir um senso de valor próprio e ser amado”.

  1. Saúde

Finalmente, apesar do que você possa ter ouvido sobre parasitas cerebrais de gatinhos para humanos, há um punhado de evidências de que os gatos podem ser bons para nossa saúde.

Em um estudo, os pesquisadores acompanharam 4.435 pessoas por 13 anos. Pessoas que possuíam gatos no passado eram menos propensas a morrer de um ataque cardíaco durante aquele período do que pessoas que nunca tinham possuído gatos – mesmo quando contabilizavam outros fatores de risco como pressão arterial, colesterol, tabagismo e índice de massa corporal.

Isso era verdadeiro mesmo que não tivessem gatos atualmente, explicam os pesquisadores, o que sugere que os gatos são mais como a medicina preventiva do que o tratamento de uma doença em andamento.

Em outro estudo, James Serpell, da Universidade da Pensilvânia, acompanhou duas dúzias de pessoas que tinham acabado de adotar um gato. Eles completaram pesquisas depois de um dia ou dois de levar seu gato para casa, e depois várias vezes nos 10 meses seguintes. Na marca de um mês, as pessoas tinham reduzido as queixas de saúde, como dores de cabeça, dores nas costas e resfriados – embora (em média) esses benefícios parecessem desaparecer com o passar do tempo. Como Serpell especula, é possível que as pessoas que formam um bom relacionamento com o gato continuem a ver os benefícios, e as pessoas que não o fazem, bem, não o fazem.

Grande parte desta pesquisa sobre gatos é correlacional, o que significa que não sabemos se os gatos são realmente benéficos ou se as pessoas felinas já são apenas um grupo feliz e bem ajustado. Mas infelizmente para nós amantes de gatos, este último não parece ser o caso. Comparado aos amantes de cães, pelo menos, nós tendemos a ser mais abertos a novas experiências (mesmo que nossos gatos ariscos não sejam). Mas também somos menos extrovertidos, menos calorosos e amigáveis ​​e mais neuróticos. Vivenciamos mais emoções negativas e as reprimimos mais, uma técnica que nos torna menos felizes e menos satisfeitos com nossas vidas.

Pelo lado positivo, isso significa que é mais provável que os gatos realmente nos tragam tanto prazer e alegria quanto afirmamos que eles trazem, embora a pesquisa esteja longe de ser conclusiva. Na verdade, a grande maioria das pesquisas com animais concentra-se em cães, em parte porque são mais fáceis de treinar como assistentes de terapia. “Os gatos foram deixados para trás um pouco pela pesquisa”, diz Serpell. Mais uma conta a acertar com os nossos homólogos caninos.

Enquanto esperamos por mais dados, continuarei a espalhar para todos que conheço sobre como estou feliz por ter um gato na minha vida – e na minha cama, na minha mesa de jantar, e me vendo ir ao banheiro. O que eu perco no sono eu compenso no amor suave e peludo.

***

Tradução CONTI outra. Do original: The Science-Backed Benefits of Being a Cat Lover, artigo de Kira M. Newman

Imagem: Rita Locci

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Chico Xavier e o gato selvagem

Chico Xavier e o gato selvagem

A sua casa era frequentada por um gato selvagem que não deixava ninguém se aproximar…

Todos os dias, o Chico colocava num pires alguma alimentação para ele.

Numa noite, quando retornava de uma das reuniões, um amigo avisou que o gato estava morrendo estendido no quintal.

Babava muito, mas ainda mantinha a cabeça firme em atitude de defesa contra quem se aproximasse.

O Chico ficou bastante penalizado, pensando que ele poderia estar envenenado.

O amigo explicou que, horas antes, o vira brincando com uma aranha e que, provavelmente, ele a engolira. E sugeriu que o Chico transmitisse um passe no felino…

O gato, apesar de agonizante, estava agressivo.

Ficando à meia distância, o nosso querido amigo começou a conversar com ele…

-Olhe – falou o Chico -, você está morrendo. O nosso amigo pediu um passe e eu, com a permissão de Jesus, vou transmitir…Mas você tem que colaborar, pois está muito doente…Em nome de Jesus, você fique calmo e abaixe a cabeça, porque, quando a gente fala no nome do Senhor, é preciso muito respeito…

O gato teve, então, uma reação surpreendente. Esticando-se todo no chão, permaneceu quieto até que o Chico terminasse o passe…

Depois, tomando-o no colo, esse admirável medianeiro do Senhor pediu que se trouxesse leite e, com um conta-gotas, colocou o alimento na sua boca…

O gato tornou-se um grande amigo e ganhou até nome!

Livro: 100 anos de Chico Xavier – Carlos A. Bacelli.

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Conheça o projeto “Cada gota” que tem a missão de divulgar a importância da doação de sangue para cães e gatos

Todo mundo já sabe que a doação de sangue além de salvar vidas, é um ato de amor ao próximo, mas vocês sabiam que os cães e gatos também precisam de sangue para a cura de diversas doenças?

O seu cão ou gato podem salvar diversas vidas! E a doação de sangue é super segura e não causa nenhum problema para o doador. São realizados exames no animal doador para ver se está apto e saudável. Coleta-se a quantidade de sangue necessária e depois são feitos outros procedimentos com a amostra coletada para que assim possa ser utilizada na transfusão do paciente que necessite.

O projeto “cada gota” tem a missão de compartilhar a importância da doação de sangue para os pets. Os animais precisam desta ação assim como os humanos. A conscientização é muito importante!

“Cada gota” trabalha sem fins lucrativos, e acreditam que a doação de sangue animal é uma informação muito importante e pouco divulgada.

O principal canal de contato com o público, é uma página no Facebook (https://www.facebook.com/pg/unikacadagota/about/?ref=page_internal), criada recentemente em fase de interação para engajamento do público. Na página existem informações como tipos de sangue, perfil dos animais que podem ser doadores, a necessidade nos hemocentros, assim como sua localização. As postagens terão como partida a necessidade de conscientização que animais precisam desta ação assim como os humanos.

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Imagem: lupusalimentos

E quais são os critérios para tornar um animal doador?

  • Saudável, temperamento dócil, sociável
  • Idade: 1 a 8 anos;
  • Peso mínimo de 25kg (cães) e peso mínimo de 4,5kg (gatos);
  • Possuir controle de pulgas e carrapatos.
  • Vacinação e vermifugação
  • Clinicamente saudável sem nenhuma doença infecciosa, parasitária ou outras;
  • Não ter realizado nenhuma transfusão prévia.
  • Femêas não podem estar no cio ou prenhas

Além de ajudar outros animais, quais as vantagens que um cão ou gato doador podem ter?

Normalmente aonde são realizadas as coletas de sangue, os animais devem passar por check-up gratuito, onde são realizados diversos exames para atestar que o doador esteja saudável e pronto para ajudar outro.

O processo todo costuma durar uns 15 minutos e é praticamente indolor e os animais agem naturalmente, não se incomodando muito com a coleta.

Vocês sabiam também que existe tipos  sanguíneos dos animais, diferentes dos nossos? Conheça:

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Imagem: @unikacadagota

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O hemocentro Aclivet – Análises Clínicas Veterinárias, apoiador do projeto possui qualificações para realizar a transfusão de sangue do seu pet e atender todas as necessidades dos bichinhos.

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Imagem: @unikacadagota

Existem outros hemocentros veterinários pelo Brasil, além do Aclivet:

São Paulo

Hospital Veterinário da Universitário Anhembi Morumbi
Rua Conselheiro Lafaiete, 64 – Brás
Tel.: (11) 2790-4693 / (11) 2790-4642 / (11) 2790-4642

HOVET – Hospital Veterinário da USP
Av. Prof. Dr. Orlando Marques de Paiva, 87 – Cidade Universitária
Tel.: (11) 3091-1248 / (11) 3091-1364 / (11) 3091-1244
Site: www.fmvz.usp.br/hospital-veterinario

Hemovet – Laboratório e Centro de Hemoterapia Veterinária.
R. José Macedo, 98 – Parque São Lucas
Tel.: (11) 2918-8050 / (11) 2918-0082 / (11) 3567-9801 / (11) 3567-9802/ (11) 99655-1583
Site: www.hemovet.com.br

Pets & Life – Banco de sangue de cães e gatos e Laboratório de análises clínicas veterinário
Rua Araicas, 35 – Jaguaré
Tel.: (11) 3624-3958
Site: www.petsandlife.com.br

Banco de Sangue Veterinário
R. Desembargador do Vale, 196 – Perdizes
Tel.:  (11) 3476.9461 / (11) 99824-3995
Site: www.bsvet.com.br
E-mail: contato@bsvet.com.br

Bauru
Centro Veterinário de Bauru
Endereço: Av. Getúlio Vargas, 15-28, Jardim América, Baurú / SP
Tel.: (14) 3224-3183 / (14) 3202-9657

Rio de Janeiro

Hemopet – Hemocentro do Rio de Janeiro
Rua Ipiranga, 53 – Laranjeiras
Tel.: Luciula (21) 7855-8898 id: 83*31055; Roberta  (21) 7854-5433 / (21) 7854-5433 id: 83*30226
Site: www.hemopet.net

Hemoterapet
R. Barão de São Francisco, 56, Vila Isabel
Tel.: (21) 3286-8888 / (21) 3286-8888
E-mail: contato@hemoterapet.com.br

Pernambuco

Recife

Hospital Veterinário da UFRP (Universidade Federal Rural de Pernambuco)
Rua Dom Manoel de Medeiros, s/nº – Dois Irmãos, Recife/PE.
Telefones: (81) 3320-6401 / (81) 3320-6000
Site: www.ufrpe.br/fale

Bahia

Itapetinga

Polivet
Rua Min. Esaú Corrêa de Almeida Moraes, 134 – Vila Rosa
Tel.: (15) 3272-6992 / (15) 3272-6992 / 3272-1991
site: www.polivet-itapetininga.vet.br

Salvador

Banco de Sangue Veterinário Hemodog
Rua dos Radialistas, 209 – salas 1 e 2 – (2º andar da Clínica Veterinária Diagnose Animal) Pituba
Tel.: (71) 3011-6846 / (71) 3011-6846
Plantão: (71) 9978 -2188

Rio Grande do Sul

Porto Alegre

Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Faculdade de Veterinária da UFGS
Av. Bento Gonçalves, 9090 – Bairro Agronomia
Tel.: (51) 3308-6095 / (51) 3308-6095

Bluts Centro de Diagnóstico Veterinário
Rua Dr. Florêncio Ygartua, 427 – Rio Branco, Porto Alegre (RS).
Tel: (51) 3072-0427

Minas Gerais

Belo Horizonte

Pronto Socorro Veterinário
Rua Jacuí 891, Bairro Floresta, Belo Horizonte, MG
Tel.: (31) 3422-5020 /

Life Hospital Veterinário
Rua Platina, 165 – Prado – Belo Horizonte (MG).
Tel:. (31) 2552-5694 / (31) 3588-5694

Uberlândia

Hospital Veterinário da Universidade Federal de Uberlândia
Av. Mato Grosso, 3289 – Bloco 2S Campus Umuarama
Tel.: (34) 3218-2135/2196
Fax.: (34) 3218-2242
E-mail: hvet@umuarama.ufu.br
Site: http://www.hospitalveterinario.ufu.br/

Paraná

Curitiba

Hospital Veterinário da UFP – Universidade Federal do Paraná
Rua dos Funcionários, 1540
Tel.: (41) 3350-5663 / (41) 3350-5664
Site: www.ufpr.br/portalufpr/hospital-veterinario
E-mail: hv@ufpr.br

Londrina

UEL – Universidade Estadual de Londrina
Tel.: (43) 3371-4269 / (43) 3371-4269
Rodovia Celso Garcia Cid – Pr 445 Km 380, s/n – Campus Universitário, Londrina
e-mail: dir.hv@uel.br
Site: www.uel.br/hv

E então o que acharam do projeto? Nós do debate animal temos a honra de apoiar o projeto “cada gota”, e esperamos que vocês além de apoiarem e divulgarem, se tiverem um cão ou gato apto a fazerem as doações de sangue, que os levem.

Pensem se fossem uns dos bichinhos de vocês que estivessem precisando de uma transfusão e não tivessem nenhuma bolsa de sangue disponível para ajudar na cura? E façam mais!!! Humanos vão também procurar hemocentros para pessoas e ajudar nessa corrente do bem?

Espero que o Debate Animal tenha passado sua mensagem e ajudando ainda mais este projeto mais que especial e importante: Cada Gota!

https://www.facebook.com/unikacadagota/videos/2305203732830475/

Este é um vídeo que você encontra na página do facebook da campanha “cada gota”, vai lá assistir e curti a página!!!

“Cada gota salva! Cada gota conta! Cada gota faz a diferença!!!!”

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#compartilhe #cadagota #debateanimal

Imagem: @unikacadagota

 

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Imagem: @unikacadagota

 

amor, curiosidades, histórias, notícias

Conheça a história de Hachiko, o cão que esperou seu dono por 10 anos em uma estação de trem. Virou monumento e filme!

A Verdadeira História de Hachiko

Chu-ken Hachiko (o cachorro fiel Hachiko) nasceu em Odate, na província de Akita, no Japão em novembro de 1923. Em 1924, Hachiko foi enviado a casa de seu futuro proprietário, o Dr. Eisaburo Ueno, um professor do Departamento Agrícola da Universidade de Tóquio. A história dá conta de que o professor ansiava por ter um Akita há anos, e que tão logo recebeu seu almejado cãozinho, deu-lhe o de Hachi, ao que depois passou a chamá-lo carinhosamente pelo diminutivo, Hachiko. Foi uma espécie de ‘amor à primeira vista’, pois, desde então, se tornariam amigos inseparáveis!

O professor Ueno morava em Shibuya, subúrbio de Tóquio, perto da estação de trem. Como fazia do trem seu meio de transporte diário até o local de trabalho, já era parte integrante da rotina de Hachiko acompanhar seu dono todas as manhãs. Caminhavam juntos o inteiro percurso que ia de casa à estação de Shibuya. Hachiko parecia ter um relógio interno, e sempre às 15 horas retornava à estação para encontrar o professor, que desembarcava do trem das 16 horas, para acompanhá-lo no percurso de volta a casa.

Em 21 de Maio de 1925, o professor Ueno sofreu um AVC, durante uma reunião do corpo docente na faculdade e morreu. Hachiko, que na época tinha pouco menos de dois anos de idade. No horário previsto, esperava seu dono pacientemente na estação. Naquele dia a espera durou até a madrugada.

Na noite do velório, Hachiko, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Outro relato diz que como de costume, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachiko pulou dentro do mesmo e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.

Depois que o professor morreu a Senhora Ueno deu Hachiko para alguns parentes do que morava em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, um ano se passou e ele ainda não tinha se acostumado à nova casa. Foi dado ao ex-jardineiro da família que conhecia Hachi desde que ele era um filhote. Mas Hachiko continuava a fugir, aparecendo frequentemente em sua antiga casa. Depois de certo tempo, aparentemente Hachiko se deu conta de que o professor Ueno não morava mais ali.

Todos os dias à estação de Shibuya para esperar seu dono voltar do trabalho, da mesma forma como sempre fazia. Procurava a figura de seu dono entre os passageiros, saindo somente quando as dores da fome o obrigavam. E ele fez isso dia após dia, ano após ano, em meio aos apressados passageiros. Estes começaram passaram então a trazer petiscos e comida para aliviar sua vigília.

Em 1929, Hachiko contraiu um caso grave de sarna, que quase o matou. Devido aos anos passados nas ruas, ele estava magro e com feridas das brigas com outros cães. Uma de suas orelhas já não se levantava mais, e ele já estava com uma aparência miserável, não parecendo mais com a criatura orgulhosa e forte que tinha sido uma vez.

Um dos fiéis alunos de Ueno viu o cachorro na estação e o seguiu até a residência dos Kobayashi, onde aprendeu a história da vida de Hachiko. Coincidentemente o aluno era um pesquisador da raça Akita, e logo após seu encontro com o cão, publicou um censo de Akitas no Japão. Na época haviam apenas 30 Akitas puro-sangue restantes no país, incluindo Hachiko da estação de Shibuya. O antigo aluno do Professor Ueno retornou frequentemente para visitar o cachorro e durante muitos anos publicou diversos artigos sobre a marcante lealdade de Hachiko.

Sua história foi enviada para o Asahi Shinbun, um dos principais jornais do país, que foi publicada em setembro de 1932. O escritor tinha interesse em Hachiko, e prontamente enviou fotografias e detalhes sobre ele para uma revista especializada em cães japoneses. Uma foto de Hachiko tinha também aparecido em uma enciclopédia sobre cães, publicada no exterior. No entanto, quando um grande jornal nacional assumiu a história de Hachiko, todo o povo japonês soube sobre ele e se tornou uma espécie de celebridade, uma sensação nacional. Sua devoção à memória de seu mestre impressionou o povo japonês e se tornou modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachiko como exemplo para educar crianças.

Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze de Hachiko, esculpida pelo renomado escultor Teru Ando, foi erguida em frente ao portão de bilheteria da estação de Shibuya, com um poema gravado em um cartaz intitulado “Linhas para um cão leal”. A cerimônia de inauguração foi uma grande ocasião, com a participação do neto do professor Ueno e uma multidão de pessoas.

Hachiko envelheceu, tornou-se muito fraco e sofria de problemas no coração (heartworms). Na madrugada de 8 de março de 1935, com idade de 11 anos e 4 meses, ele deu seu último suspiro no mesmo lugar onde por anos a fio esperou pacientemente por seu dono. A duração total de seu tempo de espera foi de nove anos e dez meses. A morte de Hachiko estampou as primeiras páginas dos principais jornais japoneses, e muitas pessoas ficaram inconsoláveis com a notícia. Um dia de luto foi declarado.

Seus ossos foram enterrados na sepultura do professor Ueno, no Cemitério Aoyama, Minami-Aoyama, Minato-ku, Tóquio. Sua pele foi empalhado – para conservar-lhe as formas e submetido à substâncias que o isentam de decomposição, e o resultado deste maravilhoso processo de conservação está agora em exibição no Museu Nacional da Ciência do Japão em Ueno. Alguns autores dizem que Hachiko, esta no Museu de Artes de Tóquio.

Durante a 2ª Guerra Mundial, para aplicar no desenvolvimento de material bélico, todas as estátuas foram confiscadas e derretidas, e, infelizmente, entre elas estava a de Hachiko.

Em 1948, formou-se a “The Society For Recreating The Hachiko Statue” entidade organizada em prol da recriação da estátua de Hachiko. Tekeshi Ando, o filho de Teru Ando foi contratado para esculpir uma nova estátua. A réplica foi reintegrada no mesmo lugar da estátua original, em uma cerimônia realizada no dia 15 de agosto.

A estação de Odate, em 1964, recebeu a estátua de um grupo de Akitas. Anos mais tarde, em 1988, também uma réplica da estátua de Hachiko foi colocada próxima a estação. A história de Hachiko atravessa anos, passa de pai para filho, sendo até mesmo ensinada nas escolas japonesas – no início do século para estimular lealdade ao governo, e atualmente, para exemplificar e instilar o respeito e a lealdade aos anciãos.

Na atualidade, viajantes que passam pela estação de Shibuya podem comprar presentes e recordações do seu cão favorito na Loja localizada no Memorial de Hachiko chamada “Shibuya No Shippo” ou “Tail of Shibuya”. Um mosaico colorido de Akitas cobre a parede perto da estação.

Todos os anos, no dia 8 de março. Ocorre uma cerimônia solene na estação de trem de Shibuya, em Tóquio. São centenas de amantes de cães que se reúnem em homenagem à lealdade e devoção de Hachiko. Ao nascimento de uma criança, a família recebe uma estatueta de Akita como desejo de saúde, felicidade e vida longa. O objeto também é considerado um amuleto de boa sorte. Quando há alguém doente, amigos dão ao enfermo esta estatueta, desejando pronta recuperação.

Por causa desse zelo, o Akita se tornou Patrimônio Nacional do povo japonês, tendo sido proibida sua exportação. Se algum proprietário não tiver condições financeiras de manter seu cão, o governo japonês assume sua guarda.

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Imagem: contioutra

A última foto da Hachiko. Aquele cão que esperou o dono morto na estação por quase 10 anos. Exemplo de lealdade que falta a muitos seres humanos. A foto foi tirada em 8 de março de 1935. Hachiko tinha 11 anos.

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Imagem: contioutra

Um dos nossos seguidores Nelson Gomes Pires, esteve no Japão de férias e nos mandou a foto do monumento do Hachiko.

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Imagem: Nelson Gomes Pires

Além de monumento no Japão, essa história virou inspiração para o filme “ Sempre ao seu lado”, com o ator Richard Gere.

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Imagem: contioutra

E esse é o nosso seguidor Nelson, que nos enviou a foto!

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Imagem: Nelson Gomes Pires

Se você tem alguma história ou foto legal do mundo animal que queira mandar para a gente, teremos o prazer de postar!!!!!

Fonte: chikovssinistro.blogspot.com.br