amor, notícias

Conheça o projeto “Cada gota” que tem a missão de divulgar a importância da doação de sangue para cães e gatos

Todo mundo já sabe que a doação de sangue além de salvar vidas, é um ato de amor ao próximo, mas vocês sabiam que os cães e gatos também precisam de sangue para a cura de diversas doenças?

O seu cão ou gato podem salvar diversas vidas! E a doação de sangue é super segura e não causa nenhum problema para o doador. São realizados exames no animal doador para ver se está apto e saudável. Coleta-se a quantidade de sangue necessária e depois são feitos outros procedimentos com a amostra coletada para que assim possa ser utilizada na transfusão do paciente que necessite.

O projeto “cada gota” tem a missão de compartilhar a importância da doação de sangue para os pets. Os animais precisam desta ação assim como os humanos. A conscientização é muito importante!

“Cada gota” trabalha sem fins lucrativos, e acreditam que a doação de sangue animal é uma informação muito importante e pouco divulgada.

O principal canal de contato com o público, é uma página no Facebook (https://www.facebook.com/pg/unikacadagota/about/?ref=page_internal), criada recentemente em fase de interação para engajamento do público. Na página existem informações como tipos de sangue, perfil dos animais que podem ser doadores, a necessidade nos hemocentros, assim como sua localização. As postagens terão como partida a necessidade de conscientização que animais precisam desta ação assim como os humanos.

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Imagem: lupusalimentos

E quais são os critérios para tornar um animal doador?

  • Saudável, temperamento dócil, sociável
  • Idade: 1 a 8 anos;
  • Peso mínimo de 25kg (cães) e peso mínimo de 4,5kg (gatos);
  • Possuir controle de pulgas e carrapatos.
  • Vacinação e vermifugação
  • Clinicamente saudável sem nenhuma doença infecciosa, parasitária ou outras;
  • Não ter realizado nenhuma transfusão prévia.
  • Femêas não podem estar no cio ou prenhas

Além de ajudar outros animais, quais as vantagens que um cão ou gato doador podem ter?

Normalmente aonde são realizadas as coletas de sangue, os animais devem passar por check-up gratuito, onde são realizados diversos exames para atestar que o doador esteja saudável e pronto para ajudar outro.

O processo todo costuma durar uns 15 minutos e é praticamente indolor e os animais agem naturalmente, não se incomodando muito com a coleta.

Vocês sabiam também que existe tipos  sanguíneos dos animais, diferentes dos nossos? Conheça:

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Imagem: @unikacadagota

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Imagem: @unikacadagota

O hemocentro Aclivet – Análises Clínicas Veterinárias, apoiador do projeto possui qualificações para realizar a transfusão de sangue do seu pet e atender todas as necessidades dos bichinhos.

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Imagem: @unikacadagota

Existem outros hemocentros veterinários pelo Brasil, além do Aclivet:

São Paulo

Hospital Veterinário da Universitário Anhembi Morumbi
Rua Conselheiro Lafaiete, 64 – Brás
Tel.: (11) 2790-4693 / (11) 2790-4642 / (11) 2790-4642

HOVET – Hospital Veterinário da USP
Av. Prof. Dr. Orlando Marques de Paiva, 87 – Cidade Universitária
Tel.: (11) 3091-1248 / (11) 3091-1364 / (11) 3091-1244
Site: www.fmvz.usp.br/hospital-veterinario

Hemovet – Laboratório e Centro de Hemoterapia Veterinária.
R. José Macedo, 98 – Parque São Lucas
Tel.: (11) 2918-8050 / (11) 2918-0082 / (11) 3567-9801 / (11) 3567-9802/ (11) 99655-1583
Site: www.hemovet.com.br

Pets & Life – Banco de sangue de cães e gatos e Laboratório de análises clínicas veterinário
Rua Araicas, 35 – Jaguaré
Tel.: (11) 3624-3958
Site: www.petsandlife.com.br

Banco de Sangue Veterinário
R. Desembargador do Vale, 196 – Perdizes
Tel.:  (11) 3476.9461 / (11) 99824-3995
Site: www.bsvet.com.br
E-mail: contato@bsvet.com.br

Bauru
Centro Veterinário de Bauru
Endereço: Av. Getúlio Vargas, 15-28, Jardim América, Baurú / SP
Tel.: (14) 3224-3183 / (14) 3202-9657

Rio de Janeiro

Hemopet – Hemocentro do Rio de Janeiro
Rua Ipiranga, 53 – Laranjeiras
Tel.: Luciula (21) 7855-8898 id: 83*31055; Roberta  (21) 7854-5433 / (21) 7854-5433 id: 83*30226
Site: www.hemopet.net

Hemoterapet
R. Barão de São Francisco, 56, Vila Isabel
Tel.: (21) 3286-8888 / (21) 3286-8888
E-mail: contato@hemoterapet.com.br

Pernambuco

Recife

Hospital Veterinário da UFRP (Universidade Federal Rural de Pernambuco)
Rua Dom Manoel de Medeiros, s/nº – Dois Irmãos, Recife/PE.
Telefones: (81) 3320-6401 / (81) 3320-6000
Site: www.ufrpe.br/fale

Bahia

Itapetinga

Polivet
Rua Min. Esaú Corrêa de Almeida Moraes, 134 – Vila Rosa
Tel.: (15) 3272-6992 / (15) 3272-6992 / 3272-1991
site: www.polivet-itapetininga.vet.br

Salvador

Banco de Sangue Veterinário Hemodog
Rua dos Radialistas, 209 – salas 1 e 2 – (2º andar da Clínica Veterinária Diagnose Animal) Pituba
Tel.: (71) 3011-6846 / (71) 3011-6846
Plantão: (71) 9978 -2188

Rio Grande do Sul

Porto Alegre

Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Faculdade de Veterinária da UFGS
Av. Bento Gonçalves, 9090 – Bairro Agronomia
Tel.: (51) 3308-6095 / (51) 3308-6095

Bluts Centro de Diagnóstico Veterinário
Rua Dr. Florêncio Ygartua, 427 – Rio Branco, Porto Alegre (RS).
Tel: (51) 3072-0427

Minas Gerais

Belo Horizonte

Pronto Socorro Veterinário
Rua Jacuí 891, Bairro Floresta, Belo Horizonte, MG
Tel.: (31) 3422-5020 /

Life Hospital Veterinário
Rua Platina, 165 – Prado – Belo Horizonte (MG).
Tel:. (31) 2552-5694 / (31) 3588-5694

Uberlândia

Hospital Veterinário da Universidade Federal de Uberlândia
Av. Mato Grosso, 3289 – Bloco 2S Campus Umuarama
Tel.: (34) 3218-2135/2196
Fax.: (34) 3218-2242
E-mail: hvet@umuarama.ufu.br
Site: http://www.hospitalveterinario.ufu.br/

Paraná

Curitiba

Hospital Veterinário da UFP – Universidade Federal do Paraná
Rua dos Funcionários, 1540
Tel.: (41) 3350-5663 / (41) 3350-5664
Site: www.ufpr.br/portalufpr/hospital-veterinario
E-mail: hv@ufpr.br

Londrina

UEL – Universidade Estadual de Londrina
Tel.: (43) 3371-4269 / (43) 3371-4269
Rodovia Celso Garcia Cid – Pr 445 Km 380, s/n – Campus Universitário, Londrina
e-mail: dir.hv@uel.br
Site: www.uel.br/hv

E então o que acharam do projeto? Nós do debate animal temos a honra de apoiar o projeto “cada gota”, e esperamos que vocês além de apoiarem e divulgarem, se tiverem um cão ou gato apto a fazerem as doações de sangue, que os levem.

Pensem se fossem uns dos bichinhos de vocês que estivessem precisando de uma transfusão e não tivessem nenhuma bolsa de sangue disponível para ajudar na cura? E façam mais!!! Humanos vão também procurar hemocentros para pessoas e ajudar nessa corrente do bem?

Espero que o Debate Animal tenha passado sua mensagem e ajudando ainda mais este projeto mais que especial e importante: Cada Gota!

https://www.facebook.com/unikacadagota/videos/2305203732830475/

Este é um vídeo que você encontra na página do facebook da campanha “cada gota”, vai lá assistir e curti a página!!!

“Cada gota salva! Cada gota conta! Cada gota faz a diferença!!!!”

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#compartilhe #cadagota #debateanimal

Imagem: @unikacadagota

 

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Imagem: @unikacadagota

 

amor, curiosidades, histórias, notícias

Conheça a história de Hachiko, o cão que esperou seu dono por 10 anos em uma estação de trem. Virou monumento e filme!

A Verdadeira História de Hachiko

Chu-ken Hachiko (o cachorro fiel Hachiko) nasceu em Odate, na província de Akita, no Japão em novembro de 1923. Em 1924, Hachiko foi enviado a casa de seu futuro proprietário, o Dr. Eisaburo Ueno, um professor do Departamento Agrícola da Universidade de Tóquio. A história dá conta de que o professor ansiava por ter um Akita há anos, e que tão logo recebeu seu almejado cãozinho, deu-lhe o de Hachi, ao que depois passou a chamá-lo carinhosamente pelo diminutivo, Hachiko. Foi uma espécie de ‘amor à primeira vista’, pois, desde então, se tornariam amigos inseparáveis!

O professor Ueno morava em Shibuya, subúrbio de Tóquio, perto da estação de trem. Como fazia do trem seu meio de transporte diário até o local de trabalho, já era parte integrante da rotina de Hachiko acompanhar seu dono todas as manhãs. Caminhavam juntos o inteiro percurso que ia de casa à estação de Shibuya. Hachiko parecia ter um relógio interno, e sempre às 15 horas retornava à estação para encontrar o professor, que desembarcava do trem das 16 horas, para acompanhá-lo no percurso de volta a casa.

Em 21 de Maio de 1925, o professor Ueno sofreu um AVC, durante uma reunião do corpo docente na faculdade e morreu. Hachiko, que na época tinha pouco menos de dois anos de idade. No horário previsto, esperava seu dono pacientemente na estação. Naquele dia a espera durou até a madrugada.

Na noite do velório, Hachiko, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Outro relato diz que como de costume, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachiko pulou dentro do mesmo e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.

Depois que o professor morreu a Senhora Ueno deu Hachiko para alguns parentes do que morava em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, um ano se passou e ele ainda não tinha se acostumado à nova casa. Foi dado ao ex-jardineiro da família que conhecia Hachi desde que ele era um filhote. Mas Hachiko continuava a fugir, aparecendo frequentemente em sua antiga casa. Depois de certo tempo, aparentemente Hachiko se deu conta de que o professor Ueno não morava mais ali.

Todos os dias à estação de Shibuya para esperar seu dono voltar do trabalho, da mesma forma como sempre fazia. Procurava a figura de seu dono entre os passageiros, saindo somente quando as dores da fome o obrigavam. E ele fez isso dia após dia, ano após ano, em meio aos apressados passageiros. Estes começaram passaram então a trazer petiscos e comida para aliviar sua vigília.

Em 1929, Hachiko contraiu um caso grave de sarna, que quase o matou. Devido aos anos passados nas ruas, ele estava magro e com feridas das brigas com outros cães. Uma de suas orelhas já não se levantava mais, e ele já estava com uma aparência miserável, não parecendo mais com a criatura orgulhosa e forte que tinha sido uma vez.

Um dos fiéis alunos de Ueno viu o cachorro na estação e o seguiu até a residência dos Kobayashi, onde aprendeu a história da vida de Hachiko. Coincidentemente o aluno era um pesquisador da raça Akita, e logo após seu encontro com o cão, publicou um censo de Akitas no Japão. Na época haviam apenas 30 Akitas puro-sangue restantes no país, incluindo Hachiko da estação de Shibuya. O antigo aluno do Professor Ueno retornou frequentemente para visitar o cachorro e durante muitos anos publicou diversos artigos sobre a marcante lealdade de Hachiko.

Sua história foi enviada para o Asahi Shinbun, um dos principais jornais do país, que foi publicada em setembro de 1932. O escritor tinha interesse em Hachiko, e prontamente enviou fotografias e detalhes sobre ele para uma revista especializada em cães japoneses. Uma foto de Hachiko tinha também aparecido em uma enciclopédia sobre cães, publicada no exterior. No entanto, quando um grande jornal nacional assumiu a história de Hachiko, todo o povo japonês soube sobre ele e se tornou uma espécie de celebridade, uma sensação nacional. Sua devoção à memória de seu mestre impressionou o povo japonês e se tornou modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachiko como exemplo para educar crianças.

Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze de Hachiko, esculpida pelo renomado escultor Teru Ando, foi erguida em frente ao portão de bilheteria da estação de Shibuya, com um poema gravado em um cartaz intitulado “Linhas para um cão leal”. A cerimônia de inauguração foi uma grande ocasião, com a participação do neto do professor Ueno e uma multidão de pessoas.

Hachiko envelheceu, tornou-se muito fraco e sofria de problemas no coração (heartworms). Na madrugada de 8 de março de 1935, com idade de 11 anos e 4 meses, ele deu seu último suspiro no mesmo lugar onde por anos a fio esperou pacientemente por seu dono. A duração total de seu tempo de espera foi de nove anos e dez meses. A morte de Hachiko estampou as primeiras páginas dos principais jornais japoneses, e muitas pessoas ficaram inconsoláveis com a notícia. Um dia de luto foi declarado.

Seus ossos foram enterrados na sepultura do professor Ueno, no Cemitério Aoyama, Minami-Aoyama, Minato-ku, Tóquio. Sua pele foi empalhado – para conservar-lhe as formas e submetido à substâncias que o isentam de decomposição, e o resultado deste maravilhoso processo de conservação está agora em exibição no Museu Nacional da Ciência do Japão em Ueno. Alguns autores dizem que Hachiko, esta no Museu de Artes de Tóquio.

Durante a 2ª Guerra Mundial, para aplicar no desenvolvimento de material bélico, todas as estátuas foram confiscadas e derretidas, e, infelizmente, entre elas estava a de Hachiko.

Em 1948, formou-se a “The Society For Recreating The Hachiko Statue” entidade organizada em prol da recriação da estátua de Hachiko. Tekeshi Ando, o filho de Teru Ando foi contratado para esculpir uma nova estátua. A réplica foi reintegrada no mesmo lugar da estátua original, em uma cerimônia realizada no dia 15 de agosto.

A estação de Odate, em 1964, recebeu a estátua de um grupo de Akitas. Anos mais tarde, em 1988, também uma réplica da estátua de Hachiko foi colocada próxima a estação. A história de Hachiko atravessa anos, passa de pai para filho, sendo até mesmo ensinada nas escolas japonesas – no início do século para estimular lealdade ao governo, e atualmente, para exemplificar e instilar o respeito e a lealdade aos anciãos.

Na atualidade, viajantes que passam pela estação de Shibuya podem comprar presentes e recordações do seu cão favorito na Loja localizada no Memorial de Hachiko chamada “Shibuya No Shippo” ou “Tail of Shibuya”. Um mosaico colorido de Akitas cobre a parede perto da estação.

Todos os anos, no dia 8 de março. Ocorre uma cerimônia solene na estação de trem de Shibuya, em Tóquio. São centenas de amantes de cães que se reúnem em homenagem à lealdade e devoção de Hachiko. Ao nascimento de uma criança, a família recebe uma estatueta de Akita como desejo de saúde, felicidade e vida longa. O objeto também é considerado um amuleto de boa sorte. Quando há alguém doente, amigos dão ao enfermo esta estatueta, desejando pronta recuperação.

Por causa desse zelo, o Akita se tornou Patrimônio Nacional do povo japonês, tendo sido proibida sua exportação. Se algum proprietário não tiver condições financeiras de manter seu cão, o governo japonês assume sua guarda.

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Imagem: contioutra

A última foto da Hachiko. Aquele cão que esperou o dono morto na estação por quase 10 anos. Exemplo de lealdade que falta a muitos seres humanos. A foto foi tirada em 8 de março de 1935. Hachiko tinha 11 anos.

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Imagem: contioutra

Um dos nossos seguidores Nelson Gomes Pires, esteve no Japão de férias e nos mandou a foto do monumento do Hachiko.

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Imagem: Nelson Gomes Pires

Além de monumento no Japão, essa história virou inspiração para o filme “ Sempre ao seu lado”, com o ator Richard Gere.

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Imagem: contioutra

E esse é o nosso seguidor Nelson, que nos enviou a foto!

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Imagem: Nelson Gomes Pires

Se você tem alguma história ou foto legal do mundo animal que queira mandar para a gente, teremos o prazer de postar!!!!!

Fonte: chikovssinistro.blogspot.com.br
amor, histórias, notícias

Prefeitura de SP faz campanha para que moradores de rua saibam que os abrigos agora aceitam seus animais

A prefeitura de SP está com uma campanha para divulgar aos moradores de rua que agora é permitido entrar com seus animais nos abrigos.

Foi feito esse vídeo para divulgação de campanha. Por sinal você vai se emocionar!

E para a novidade chegar aos moradores de rua, eles começaram a pintar como divulgação embaixo dos viadutos e paredes aonde são suas moradias. Fizeram essa campanha, pois moradores de rua não tem acesso a mídias e usaram esses locais para a idéia chegar a eles.

A Prefeitura de São Paulo construiu CTAs com canis para que quem está em situação de rua possa dormir em uma cama, usar o chuveiro e ter alimentação e cursos profissionalizantes sem precisar se separar daquele que está sempre ao seu lado.

Até que enfim os abrigos estão permitindo os animais de irem juntos com os seus donos, uma iniciativa linda, pois para os moradores de rua que já não tem nada, seus companheiros pet são tudo que eles tem.

 

curiosidades, notícias

Cães abandonados viram gandulas em torneio de tênis

Além de serem extremamente fofos, cachorros também têm energia e disposição de sobra para correr atrás de objetos. Quando se trata de bolinhas então, nem se fala. Aproveitando todo esse entusiasmo, cães abandonados foram treinados para servir como gandulas em partidas de tênis.

Carinhosamente apelidados de “cãodulas”, seis animaizinhos foram recrutados em duas ONGs (Projeto Segunda Chance e Cão sem Dono) especialmente para atuar na semifinal e na final do torneio internacional Brasil Open, no Ibirapuera. As partidas acontecem entre 27 de fevereiro e 5 de março.

Cindy, Nanda, Pretinha, Mia, Arlete e Ovelha foram treinados para recolher as bolinhas de tênis e devolvê-las para os atletas o mais rápido possível. Essa é a segunda vez que esse projeto entra em cena, em 2016 a experiência foi bem-sucedida e conseguiu encontrar novos donos após o evento.

Veja no vídeo de 2016

 

1519394662385Imagem: Leandro Martins/ DGW Comunicação

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Imagem: r7.com

 

Fonte: esportefera.com.br

curiosidades, notícias

Cientistas identificam pela primeira vez orca capaz de imitar palavras

Uma orca capaz de pronunciar “hello” e “bye”- “oi” e “tchau”, em inglês – pode ser o primeiro bicho da espécie a imitar palavras humanas já identificado.

A fêmea Wikie, que mora em um parque marinho na França, foi ensinada a pronunciar pelo menos cinco palavras em inglês, imitando uma treinadora.

O repertório do animal inclui também o nome “Amy”, a contagem de um a três e até “raspberries”- framboesas em inglês.

O treinamento da orca Wikie integra uma pesquisa da Universidade de St. Andrews, na Escócia, sobre a capacidade de comunicação de animais entre si.

As orcas estão entre os poucos animais, além dos humanos, que conseguem aprender a reproduzir novos sons só de ouvir outros bichos.

“Em mamíferos, isso é muito raro”, diz Josep Call, um dos pesquisadores responsáveis pelo experimento.

“Humanos obviamente são bons nisso. Curiosamente, os outros mamíferos que fazem isso bem são marinhos.”

Wikie foi ensinada a imitar palavras ao controlar a pressão no orifício que as orcas usam para expelir água e respirar.

Orcas são conhecidas por viver em grupos que compartilham sons ou “dialetos” próprios. Mas podem copiar outros bichos da mesma espécie quando vivem livres no oceano.

O estudo feito pela Universidade de St. Andrews com a baleia Wikie ajuda a explicar essa capacidade de comunicação desses animais.

“A orca que estudamos em cativeiro foi capaz de aprender a vocalização de outras orcas e também sons humanos, ao imitá-los”, diz Call.

“Portanto, esse resultado sugere que é plausível a explicação de por que orcas aprendem, no ambiente selvagem, os sons feitos por outras orcas e como desenvolvem dialetos.”

A imitação de palavras e sons é uma característica marcante da espécie humana, mas é extremamente rara em outros animais.

Os golfinhos e as baleias belugas estão entre os poucos mamíferos capazes de copiar sons de outras espécies e uns dos outros. Alguns pássaros conseguem imitar palavras humanas, como papagaios e algumas espécies de corvo.

Jose Abramson, da Universidade Complutense de Madrid, na Espanha, que também participou da pesquisa, “conversas” entre humanos e a orca Wikie podem, um dia, ser possíveis.

“Sim, isso é concebível, se você usar sinais e descrições do que as palavras representam. Isso já foi feito antes como um famoso papagaio cinza e com golfinhos, usando linguagem americana de sinais e frases como: ‘Traga-me esse objeto’, ou ‘Coloque esse objeto em cima ou embaixo deste outro’.”

Wikie reproduziu os sons enquanto estava parcialmente imersa na água, com sua cavidade nasal exposta na superfície. Sons feitos dentro d’água podem ser bem diferentes.

E como isso ocorreu somente com um animal, os pesquisadores não sabem se há outras orcas capazes de copiar palavras assim vivendo no ambiente selvagem.

Embora sejam conhecidas como “baleias assassinas”, as orcas são os maiores golfinhos do mundo e um dos mais poderosos predadores dos oceanos.

Elas comem mamíferos dos mares, como leões marinhos, focas e até baleias filhotes.

Fonte: BBC

amor, doação, histórias, saúde, superação

Vaquinha para ajudar no tratamento do Luau

Vocês lembram do Luau, nosso amigo que foi encontrado na rua com Leishmaniose?

Para reelembrar a história dele: https://debateanimal.com/2017/12/21/leishimaniose-uma-historia-de-amor-com-final-feliz/

Ele está super bem e respondendo ao tratamento, mas por ser um tratamento muito caro, sua dona Mara, resolveu pedir ajuda para que ele possa continuar sua luta contra essa doença horrível!

” Tinha um cão no meio do caminho. Parei e acolhi. Ele mal tinha forças para comer ou beber. Exames mostraram Leishmaniose. Por ignorância, eu quase o eutanasiei. Por sorte, descobri que existe tratamento. E hoje o cão que estava no meu caminho está aqui, fazendo parte da família, ganhou o nome de Luau e está lutando contra a doença. Se você lutar junto com a gente, a vitória será certa. ” (Mara Pallota)

Quem puder ajudar, segue o link da “Vakinha”

http://www.vakinha.com.br/vaquinha/luau-contra-a-leishmaniose

Sobre a campanha:

Muita gente ainda não sabe que Leishmaniose Visceral Canina tem tratamento e os cães vítimas da doença não precisam mais ser eutanasiados, desde que façam o tratamento correto e estejam documentados junto aos órgãos competentes.

O tratamento não é simples nem barato. Por isso Luau pede um help aqui. E para quem quiser conhecer a história desde o início, segue o Insta @chupaleish e vamos juntos com a gente vencer as parasitas.

Custos básicos e aproximados com o tratamento: – antibióticos. R$ 1800,00; – Milteforan: R$ 900,00; – Vacinas: R$ 2000,00; – exames: R$ 500,00; – consultas: R$ 480,00; – outros medicamentos: R$ 350,00; – suplementos: R$ 450,00;-  coleira anti-mosquito: R$ 380,00

Vamos ajudar o Luau a vencer essa luta contra a Leishmaniose!!!!

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Evolução da doença (Imagem: Mara Pallotta/Arquivo pessoal)
curiosidades, notícias

Ciência confirma: nós gostamos mais de cachorros do que de gente

 Um artigo científico acaba de confirmar o que todo mundo já sabia: na média, pessoas gostam mais de cachorros que de outras pessoas. Principalmente se o bichinho for um filhote de olhos bem grandes.

Psicólogos da Northeastern Universtity, em Boston, nos EUA, distribuíram quatro notícias falsas, supostamente publicadas no Boston Globe, a 256 estudantes de graduação voluntários.

Os relatos tinham protagonistas diferentes: um adulto na faixa dos 30, um bebê de um ano, um cãozinho recém-nascido e um cachorro mais velho, com seis anos de idade.

Todos eram encontrados gravemente feridos após uma sessão de espancamento com um bastão de beisebol. Leia um trecho:

“De acordo com as testemunhas presentes no local, um ataque particularmente cruel envolveu um filhote de um ano de idade que foi golpeado com um taco de beisebol por um atacante desconhecido. Chegando ao local do crime alguns minutos após o ataque, um policial encontrou a vítima com uma perna quebrada, lacerações múltiplas e inconsciente. Ninguém foi preso.”

Após a leitura, os participantes eram orientados a indicar, de acordo com uma escala, o grau de empatia que sentiram por cada uma das vítimas.

Resultado? O bebê humano, o bebê canino e o cão adulto despertaram todos mais piedade que o humano adulto – e a comoção foi maior entre mulheres que entre homens.

A explicação é simples: a violência parece menos justificável quando a vítima é um ser indefeso, como um bebê ou o cachorro.

Mesmo que o adulto não pudesse ter se defendido na situação narrada, nós ainda o encaramos como um ser consciente e autônomo, que (pelo menos em teoria) teria mais chances de se defender.

Segundo os próprios autores, a inspiração para a pesquisa veio após um caso real, ocorrido no estado norte-americano do Arizona em 2014.

Um garoto de quatro anos foi atacado violentamente por um cão de grande porte, e precisou passar por delicadas cirurgias de reconstrução facial.

Uma campanha para ajudá-lo alcançou cerca de 500 seguidores no Facebook. Já uma página criada por ativistas para evitar que o cão responsável pelo ataque fosse sacrificado alcançou 40 mil pessoas em pouco mais de uma semana.

Dito isso, é sempre bom lembrar que, na média, o ser humano não tem um bom histórico de relações com os animais.

Na conclusão, os pesquisadores afirmam que a descoberta servirá justamente para criar campanhas de prevenção contra maus-tratos mais eficientes – que comovam usando filhotes simpáticos em vez de cenas de agressão apelativas.

“Ao enfatizar a vulnerabilidade, em vez de focar na exposição à violência e agressão, programas inovadores podem revolucionar a prevenção de casos de abuso de animais.”

Testes futuros terão as raças de cachorro especificadas e envolverão animais de outras espécies.

Este conteúdo foi publicado originalmente no site da Superinteressante.

adoção, amor, histórias

Conheça a história de Juca e Bolota – Adoção + amor e seus benefícios!

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Ter um animal de estimação já é mais do que comprovado que traz diversos benefícios, tanto para saúde física, como emocional.

A História que vamos contar hoje é a prova de como é importante e gratificante adotar um animalzinho, que não só fará bem, como vai transformar a sua vida para melhor!

” Juca foi adotado há 2 anos, a mãe dele foi encontrada com os filhotes e resgatado. Encontrei-o em uma feirinha super cheia.

Os irmãos do Juca eram muito lindos (apelidados de bombons, por causa dos seus pelos marrons), mas quando cheguei só tinha sobrado o Juca por lá. Aí nem pensamos e o trouxemos para casa .

O Juca veio cheio de traumas, tinha medo de tudo (ainda tem muito medo de varias coisas), mas com muito carinho e amor, começou a entender que ali era o seu lar.

Ano passado ele nos deu o maior susto das nossas vidas quando fugiu enquanto viajávamos pra fora do país, mas nosso amor e a nossa conexão era tão grande que mesmo longe conseguimos encontrá-lo e levá-lo de volta pra nossa casa.

Foi aí que nossa vida também mudou, começamos a fazer resgates e ajudar alguns cachorros de rua, tudo com o intuito de que mais pessoas sentissem o amor imenso que existe entre um cachorro adotado e sua família.

Num desses resgates, nos ligaram pedindo ajuda pra uma filhotinha que estava amarrada a uma árvore no nosso bairro. Na mesma hora nos disponibilizamos a ajudar, mas não encontramos hospedagem pra ela ficar. Então decidimos que dormiria na nossa casa por uma noite e foi o suficiente pra ver que o Juca havia adotado aquela filhotinha como sua irmã. E foi assim que a Bolota também passou a fazer parte da nossa família.

Com tudo isso, pudemos perceber que o amor é multiplicado quando temos dois filhotes adotados e não dividido, e o amor só aumenta a cada dia! “

Está história foi enviada pela Arine, a dona do Juca e da Bolota!

Quando adota um cão, dificilmente vai se sentir sozinho. A presença deles é notante. E se você habituá-lo a ser sua companhia, pode ter certeza que ele ficará muito feliz e agradecido.

Ter um bichinho aumenta a segurança e autoestima do seu dono, ajudando assim em doenças como depressão, ansiedade e ajuda a melhorar as relações sociais do dono.

Ajudam a diminuir a pressão sanguínea, sedentarismo e a ter hábitos mais saudáveis. É um fato que adotar de cães e gatos traz muito amor para o lar. Animais abandonados geralmente possuem muito apego com quem os adota, porque se sentem gratos pelo cuidado.

Mas lembre-se adotar é um ato de amor, só adote se você estará disposto a cuidar do seu animalzinho até o fim da vida dele! Ele precisa de cuidados como qualquer ser vivo e de muito amor, se não está disposto a isto, não adote para abandonar novamente!

E se você quiser acompanhar a história do Juca e  da Bolota, é só segui-los no Instagram (https://www.instagram.com/ju_cao/)

Fotos: https://www.instagram.com/ju_cao/       https://www.instagram.com/carolinaspinaarts/

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curiosidades, gatos, notícias

Detalhes incríveis da língua dos gatos inspiram cientistas

As qualidades e habilidades da língua dos gatos podem inspirar produtos para o dia a dia do ser humano e para a robótica.

A língua dos gatos é composta de pequenas cerdas pontiagudas e inclinadas

Estudos mostraram que a língua dos gatos é composta de pequenas cerdas pontiagudas e inclinadas, como se fossem espinhos. Foto: Alexis C.Noel

Quem tem gatos e já sentiu uma lambida deles, sabe que elas são extremamente ásperas. E muitas pessoas querem saber por que a língua dos gatos é áspera. A sensação é que ela possuí  pequenos espinhos. E isso é verdade.

Estudos desenvolvidos pela engenheira Alexis Noel, mostraram que a língua dos gatos é composta de pequenas cerdas pontiagudas e inclinadas, como se fossem espinhos, por isso ela é tão áspera.

Essa característica faz dela uma ferramenta poderosa para que gatos desmancharem todos os nós que possam existir nos pelos.

Essas pequenas pontas se engancham firmemente aos emaranhados dos pelos e, aliada ao movimento da língua, todos os nós, por pior que sejam, se desmancham como mágica.

As papilas gustativas da língua dos gatos fazem o resto do trabalho e impedem que os pelos se fixem na língua, alguns são cuspidos e uma parte é engolida, formando as conhecidas bolas de pelos.

Por isso os gatos têm os pelos tão lisinhos e fofinhos, diferentes dos cães. Eles possuem na boca a escova mais potente e poderosa que pode existir.

A engenheira estudou em detalhes a língua dos gatos e reproduziu todo o trabalho realizado por ela, a ideia é usar isso para incrementar produtos para uso do homem e para a robótica.

Alexis comparou essas habilidades da língua dos gatos com as cerdas de uma escova de cabelos, que são retas e sem ponta, fazendo com que os cabelos fiquem presos a elas.

Enquanto as cerdas da língua dos gatos são inclinadas e extremamente flexíveis. Elas se levantam quando estão em uso e se retraem quando não estão sendo usadas, ficando lisinhas, de forma que os pelos possam escorregar. Nenhum pelo fica preso à língua dos gatos.

A equipe da cientista filmaram vários momentos da língua dos gatos, usando câmeras superpotentes. A partir disso, usaram uma impressora 3D para imprimir uma língua de gato quatro vezes maior que o tamanho real.

Os testes realizados com a língua gigante mostraram que as características permaneceram as mesmas. Utilizada em escovação, ela não precisava ser limpa, assim com a língua real.

Onde o processo da língua dos gatos poderá ser utilizado

A escova de cabelos é só um item que os engenheiros estão comparando para utilização do processo. Ele também poderá ser empregado na fabricação de pinceis e ferramentas para limpeza por exemplo.

No campo da medicina poderá ajudar muito no processo de limpeza em ferimentos.

O uso dessas características também pode beneficiar significativamente o campo da robótica. Um dos problemas que pode ser resolvido é fazer com que um robô possa pegar objetos lisos sem que escorreguem.

Até agora, os cientistas não conseguiram encontrar maneiras eficientes para que os robôs, fabricados em materiais escorregadios, consigam criar aderência em superfícies lisas. Mas isso pode ser resolvido imitando a língua dos gatos.

A ideia do estudo surgiu porque Alexis é uma apaixonada por gatos e tem grande vivência com eles. Ela contou a CBS News que estava assistindo TV com seus gatos, quando um deles resolveu lamber a manta do sofá.

Naquele momento ela começou a observar como cientista e a se indagar como eles conseguiam tirar a língua tão facilmente dos pelos da manta sem se emaranhar, já que ela sabia que a língua dos gatos é composta de pontas.

Observando os movimentos do seu gatinho, ela descobriu que ele conseguia tirar a língua simplesmente empurrando contra a manta e não puxando.

Ela já havia realizado estudos sobre como a saliva afeta os sabores e nessa pesquisa descobriu que vários mamíferos possuem “espinhos” na língua, entre eles os tigres, as vacas e os veados.

Noel e sua equipe irão desenvolver a tecnologia da língua de gato através Georgia Tech, que ajuda a National Science Foundation no desenvolvimento de potenciais “produto” pesquisados.

Fonte: akieobicho.com
Foto: ederepente50
notícias

Cão ‘penetra’ é expulso de balada por seguranças e foto viraliza na web

Um cachorro vira-lata do interior de São Paulo definiu as atualizações da famosa frase “não está fácil para ninguém” ao ser “expulso” de uma balada por dois seguranças no fim de semana. A foto viralizou nas redes sociais e virou meme em poucos dias.

A expulsão da “persona non grata” ocorreu durante em uma festa em Novo Horizonte (SP), no último sábado (11). Na foto, é possível ver dois seguranças conversando e um deles está com o cachorro nas mãos.

O animal até parece meio acuado, com o rabo entre as pernas. A foto foi feita pelo fotógrafo profissional Lucas Valéo, de 34 anos, que estava no local para registrar imagens da balada.

Só que dessa vez foi diferente. Em um perfil no Instagram, a imagem já teve mais de 245 mil curtidas e mais de 7 mil comentários. Já em outro perfil de memes e curiosidades no Facebook, a foto teve 21 mil curtidas e 1,4 mil comentários até a manhã desta sexta-feira.

“Não sabia que a foto iria viralizar. Eu postei no meu Facebook e também no Instagram, mas o que ampliou a situação foi quando uma colega minha postou em um grupo de WhatsApp. Acho que aí a foto explodiu”, diz.

Pela porta da frente

Lucas trabalha como fotógrafo de casamentos e aniversários há 10 anos, e costuma ir nas baladas da cidade tirar fotos como um forma de renda extra.

Ele explica que foi tirar foto de uma jovem, mas que a cena atrás dela – do cão sendo levado pelos seguranças – chamou mais a atenção.

“A balada foi em um salão na Zona Rural de Novo Horizonte. Como faço fotos lá com frequência, eu já vi esse cachorro algumas vezes, mas ele sempre entra pela parte de trás do salão. Acho que sente o cheiro da comida, do churrasco e fica por lá”, afirma.

No entanto, o que deixou o fotógrafo curioso foi que nesta ocasião a festa era uma balada, não havia muita coisa que chamasse a atenção do cãozinho, que segundo Lucas, não tem dono e não tem nome.

“Era uma balada, tinha muito barulho, e em festa não tem muita comida. Dessa vez ele entrou pela porta da frente. O pessoal dava risada até o segurança ir pegar o cãozinho. Parecia que os seguranças estavam vendo onde colocar o cachorro, para ele não ficar mais ali, até para não ser pisado por acidente, e ele estava com uma carinha triste”

Em uma página do Instagram, foto teve 245 mil curtidas (Foto: Reprodução/Instagram)Em uma página do Instagram, foto teve 245 mil curtidas (Foto: Reprodução/Instagram)

Em uma página do Instagram, foto teve 245 mil curtidas (Foto: Reprodução/Instagram)

Foto ganhou as redes sociais. Em um perfil do Facebook teve 21 mil curtidas (Foto: Reprodução/Facebook)Foto ganhou as redes sociais. Em um perfil do Facebook teve 21 mil curtidas (Foto: Reprodução/Facebook)

Foto ganhou as redes sociais. Em um perfil do Facebook teve 21 mil curtidas (Foto: Reprodução/Facebook)

Fonte: globo.com